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10 Capítulo 10


Notas iniciais
Mais um capítulo, por favor leiam as Notas finais ok? LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS

Confuso e desordenado respirei fundo e caminhei de volta para a casa, olhei para a janela do quarto de Ayra e logo em seguida para o chão procurando algo que pudesse chamar sua atenção, achei duas pedras pequenas mirei-as e as taquei em sua janela, ela apareceu rapidamente com sua expressão triste que me partia o coração. Sem reação apenas continuei a olhando até que ela saiu da Janela, sussurrei seu nome várias vezes para ver se ela voltava e vi lençóis amarrados como uma corda descerem pela janela, ela apareceu e fez o sinal com que eu subisse, com um pouco de dificuldade consegui subir até seu quarto, recolhi os lençóis e quando fechei a janela logo pude sentir Ayra se abraçando a mim de uma forma tão forte e insegura me virei para ela e a abracei.

– O que aconteceu? – Perguntei com preocupação.

– Lembra... Do dia que você veio conversar comigo no Hard Rock?

– Não pensei que fosse tanto assim...

Manteve-se calada.

– O lado bom é que daqui a pouco ela irá sair de casa...

– Quer que... – Fui drasticamente interrompido pelo telefone de Ayra tocando.

Pov. James Off.

Ayra pegou seu telefone e olhou fixamente para a tela alguns segundos depois atendeu.

– Alô? – Dizia com uma expressão confusa.

– Não fuja de mim Ayra. – A mesma voz robótica reapareceu.

– O que você quer comigo?

– Apenas vamos conversar. – Disse calmamente.

– Sobre o que?

– Você fugiu de mim naquele dia, por quê?

Manteve-se calada.

– Eu não vou te matar Ayra, vou te proteger, me diga que posso lhe encontrar nessa semana.

Ainda não dissera uma palavra.

– Se não disser nada, vou te caçar.

– Podemos. – Se apressou.

Com um pouco de dificuldade pode ouvir risadas do outro lado da linha.

– No Parque Central, sexta feira.

Ayra abriu a boca para dizer uma palavra, porém a pessoa já havia desligado. Olhou para James e logo deu um breve sorriso tentando disfarçar a situação, James não acreditando em seu sorriso, cruzou os braços e perguntou:

– Quem era?

– Ninguém importante... – Tentou escapar.

– Parecia tão tensa.

– Já passou.

Ficaram em silêncio por alguns minutos até ouvir um estrondo forte.

– É isso, ela já foi.

– Precisa bater a porta assim? – Disse impressionado.

– Pois é. – Abriu um pequeno sorriso e se sentou na cama.

James a olhando pôs-se ao lado de Ayra e a abraçou.

– O lado ruim é que não posso ficar muito tempo com você.

O olhou de uma forma triste.

– E por quê?

– Porque meu irmão caçula voltou da colônia. – Puxou um sorriso no canto de sua boca.

– Entendi, seria bom... Ter um irmão. – Seria bom, ter alguém era o que queria dizer.

– Não queira isso. – Riu.

– Por que não? – Olhava fixamente em seus olhos.

– Porque você já tem a mim. – Depositou um breve beijo em seus lábios.

Ayra sorriu de uma forma radiante enquanto enlaçava seus braços em volta do pescoço de James e sentia sua cintura sendo tomada por suas mãos, se aproximaram mais e logo podiam sentir a boca um do outro, e o movimento que faziam não era calmo como o primeiro, era cheio de vontade, necessidade e amor, suas línguas travavam uma guerra dentro de suas bocas e para eles não havia sensação melhor que essa, pararam quando estavam sem fôlego, se olharam e sorriram e foi como se o mundo tivesse parado naquela hora.

Olhos fixados nos outros com sorrisos congelados, porém não haviam cansado de sorrir era um momento único cada momento juntos era único e para que se tornasse inesquecível não precisava de mais nada, James envolveu mais seus braços em sua cintura tornando-se um abraço, Ayra deitou levemente sua cabeça em seus ombros enquanto ouvia a respiração de seu amado em seu ouvido.

– De qualquer jeito seu sorriso vai ser o meu raio de sol. – Sussurrou.

Ayra só teve tempo de abrir um sorriso maior e depositar um breve selinho em seus lábios, enquanto ria abafadamente.

– Qual a graça? – Perguntou confuso.

– Não tem graça, só é... Maravilhoso.

Sorriu e a abraçou novamente, ao olhar em seu relógio percebeu que já havia passado da hora se afastou drasticamente de Ayra.

– Desculpe, eu tenho que ir, eu já devia estar em casa, me desculpe.

– Tudo bem. – Se levantou. Tenha cuidado tá?

Deu-lhe um beijo rápido em sua testa.

– Pode deixar. – Sorriu e pulou pela janela do quarto da loira.

Assustada, correu pela janela e vira que James já estava se levantando.

– Qual a parte do ‘’tenha cuidado’’ você não entendeu?

Levantou sorridente e se virou pela janela.

– Sem nenhum arranhão ou dor.

– Bobo. – Sorria.

James apenas acenou e saiu correndo em direção a sua casa, fechou sua janela e se jogou em sua cama, que tarde maravilhosa havia passado naquele dia.

Pov. Mark.

Estava na praça da cidade depois que a mãe de Ayra me expulsou de lá ainda estou com as sacolas de compras e meu hotel fica muito longe daqui. Que merda, que merda. Horas e horas haviam se passado até que avistei de longe uma mulher, me parecia familiar, porém não disse nada ela passou perto até demais e virou para mim com uma cara fechada era a mãe de Ayra, se ela tinha saído então eu podia voltar esperei perder ela de vista e corri para sua casa bati na porta e rapidamente Ayra a abriu.

– Mark! – Disse enquanto veio ao meu encontro.

Abraçamos-nos por alguns minutos.

– A comida esfriou. – Disse sem jeito.

Pude ver o pequeno sorriso que se formava em seus lábios pequenos.

– Não tem problema, vem. – Me puxou para dentro de sua casa e fomos até seu quarto. Desculpe-me pela minha mãe, eu não sabia que ela agiria exatamente daquela forma.

– Sh. – Foi a única coisa que pude dizer enquanto a silenciei com meu dedo em sua boca.

Pude perceber que ela ficou confusa e a vi corar, tão linda e frágil. Escorreguei meu dedo até perder seu contato com sua boca e a olhei fixamente, o silêncio já começava a me incomodar.

– Não precisa se explicar. – Disse tentando escapar.

– Tudo bem. – Sorriu ainda corada. Eu fiquei preocupada, afinal você tem lugar para dormir.

– Não. – Menti.

– Como você vem pra cá sem lugar pra dormir Mark? – Soltou uma doce risada que ecoou pelo quarto como uma bela música que eu gostaria que não saísse de meus ouvidos.

– Eu sou um idiota. – Sorri.

– Não é. Se quiser, pode dormir aqui.

– Sua mãe...

– Não esquenta. – Sorria. Espera, e suas roupas?

– Eu trouxe as malas e estão até agora na rodoviária posso buscá-las até 48 horas.

Vi me olhar incrédula.

– O que? Tive que ficar bonito para o baile.

Rimos juntos e assim ficamos conversando pelo resto da noite, não ouvimos nada, até esquecemos sua mãe a porta estava trancada e estávamos vendo filme era só disso que eu precisava, dela comigo agora e pra sempre.

Notas finais
Em primeiro lugar, só por curiosidade: QUAL O PERSONAGEM FAVORITO DE VOCÊS? RESPONDAM EM REVIEW POR FAVOR?(botei em caps pra chamar atenção KKK.). Pessoal, eu sei que tenho demorado muito pra postar a maioria dos capítulos, porém eu estava sem criatividade e eu sabia o que fazer na história só não sabia como desenrola-la. Só que esta tarde com uma ajuda eu consegui terminar a história ou seja não vai demorar tanto assim para conseguir desenvolver os capítulos, já tenho bastante idéias e vou começar a escrever amanhã. Leitoras que continuam comigo, eu amo vocês u-ú.