Give Your Heart a Break
9 Capitulo 9
Notas iniciais
Quando chego em casa, tomo um banho, troco minhas roupas pretas por um baby dool rosa clarinho, olho no relógio e vejo que ainda são 19:20, (pois é aqui demora para escurecer), e me deito, não estou com sono, mas estou esgotada psicologicamente, e aos poucos o sono me embala, me levando para a terra dos sonhos, cujo o mesmo pode ser mais perigoso que o mundo real.
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Acordo assustada com um barulho vindo do andar de baixo,penso em levantar e ver qual a rasão do barulho porem mudo de ideia porque não quero ver ninguem.
Fico deitada por algum tempo, até que meu estomago ronca dando seu sinal de vida me lembrando que não comi nada desde a hora do almoço, me levanto, escovo os dentes sem olhar no espelho, pego meu celular e os fones coloco a musica neon lights da demi lovato que na minha umilde opinião canta muito bem e desço as escadas sem nem me dar o trabalho de pentear meu cabelo que está todo bangunçado pra que pentear o cabelo se todos estão dormindo? se somente eu estou acordada, ando em passos lentos e olhando para o chão em direção a cozinha, passo pelo enorme corredor (quando digo enorme, quero dizer enorme mesmo) que está completamente escuro, mas nem ligo, chego a cozinha e vou direto a geladeira a abrindo vendo se acho algo de bom para comer, mas não acho nada que me atraia, pelo jeito vou ter que me virar, estendo minha mão para pegar a jara com suco, quando sinto minhas costas queimarem e eu tenho a leve impresão que tem alguem me observando, me viro e me deparo com a sena mais ridicula da minha vida, a cozinha está cheia de adolecentes que estão me observando, acho que a musica nos meus fones estavam tão alta que não ouvi eles falando, que idiota que eu sou, me sinto corar por ser alvo de seus olhares, me perguntando o porque de todos me encararem e coro mais ainda ao me lembrar que eu não troquei meu baby dool que mais parece uma calcinha e um top, e que não pentiei meu cabelo, tento me lembrar do porque a minha casa estar cheia de gente que eu não conhaço mais não consigo, passo meus olhos pelo comodo até que meus olhos se encontram com lindos olhos dourados que me olham intensamente, jace desvia seus olhos de mim e olha com raiva para alguns caras que praticamente me comem com os olhos, jace anda até mim, tirando seu casaco preto de couro o pondo em meus obros fechando o ziper do mesmo fazendo com que meu corpo pequeno ser engolido pelo mesmo, o olho incredula e com certo carinho com sua demostração de ciúmes, sorrio internamente pois isso quer dizer que vamos ficar bem, mas por fora faço uma leve careta.
Ouço alguem me chamar e vejo miinha mãe, me desvio de jace andando até a mesma.
– O que ta acontecendo aqui mãe, quem é essa gente toda? O que eles tão fazendo aqui? — pergunto, mas acho que falei alto de mais poque todos que já não me encaravam mais, olharam para mim novamente.
– Clarissa que maus geitos são esses? — ela me repriende, ouço uma risadinha mas nem me dou o trabalho para ver quem foi o infeliz que riu de mim — Essas pessoas são os adolecentes que eu te falei hoje cedo — minha mãe fala, fazendo com que eu caia na real e me lembre das pestes que ela disse que a clave ia mandar pra cá.
– Ah sim me lembrei — falo sem interese, me voltando para geladeira para comer algo, mas me lembrei que não tinha nada de interessante na mesma — O mãe a sinhora podia fazer algo para mim comer? — pergunto, ao lado de minha mãe luke da risada e diz.
– É jace, você estava certo, ela ia estar com fome quando acordasse — fazendo com que o loiro risse também.
– Claro que faço querida, mas antes — ela fala se virando pro povo que ocupava minha cozinha — Gente essa é minha filha clarissa, qualquer coisa vocês podem falar com ela se eu ou luke nem maryse não estiver por perto — ela diz.
– Uma ova que vocês podem vir falar comigo, não sou baba não — falo brava.
– Clary — minha mãe grita.
– A mãe, eu não vou cuidar de problemas pra ninguém, não to cuidando nem dos meus — digo desanimada, sentindo meus olhos queimarem por causa das lágrimas ao me lembrar de meus "problemas".
Largo minha mãe falando sozinha e ando em direção a um "banco — sofá" que tem na cozinha me sentando a uma distancia de umas garotas que tinham ali conversando com o MEU namorado. elas estão quase que enfiando seus peito na cara dele, que odio.
– Oi, eu sou a elizabeth, mas pode me chamar de bet — ela diz sorrindo.
– Oi, sou a clarissa, mais me chama de clary — digo forçando um sorriso,Comesamos a conversar sobre coisas banais, eu até que gostei desa elizabeth, ela não ficava dando em cima de jace igual suas amigas que fasizm isso a cada 5 segundos mesmo ele fingindo que não ouviu nada.As meninas que jogavam conversa fora entre sí e jace, vendo que nós duas comesamos a conversar olharam pra gente.
– Oi — eu falo.
– Oi, eu sou a Emilyn — uma morena de olhos mel fala.
– Oi, suzana — a loira peituda fala, com uma voz mais do que nojenta — você é a tal clarissa, filha de valentim — ela fala com nojo.
– Sou sim, tem algum problema? — pergunto sem emoção, não vou deixar essa puta me tirar do sério.
– Aargh, não acredito que vou ter que ficar no mesmo teto que uma morgenstem — ela fala com horror e nojo na voz.
– Muito simples, a porta é a sereventia da casa querida, pode ir embora eu deixo, você quer que eu chame um taxi? ou prefere um portal? — pergunto. Ela faz uma cara incredula.
– Você sabe de quem eu sou filha? Por que se soubesse nunca mais ia se quer olhar na minha cara — ela fala com desdeem.
– Não, eu não sei e nem quero saber, você deveria ter vergonha na cara e parar de usar o nome do fulaninho que é o seu pai, mãe sei lá o que e se defender como mulher e não igual a uma criança, posso ser filha de valentim mais não preciso do seu nome para tentar por medo nas pessoas, se eu fosse você tomaria cuidado pois nunca se sabe quando você pode morrer asfixiada anoite — digo brava, recebendo alguns suspiros incredulo mano eu vou grudar no cabelo dessa loira oxigenada.
– Você esta me ameaçando? — ela fala semi-serrando os olhos.
– Se você entende assim, quem sou eu para contradizer — digo sínica.
– Clary, já chega não tenho paciência pra aguentar briguinhas infantis — ouço jace dizer, a loira solta uma risadinha.
Odio me invade por jace ter chamado minha atenção e me chamado de infantil na frente dessa oxigenada peituda.
– Vai ser assim agora? — pergunto com raiva.
– Assim como? — ele se faz de desentendido, filho de uma puta chifrudo.
– Da licença jace tenho mais o que fazer do que aguentar sua criança interior, fica ai com oxigenada oferecida que você ganha uma aids — digo brava e logo em seguida lhe dou as costas indo falar com minha mãe...
continua...
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