Give Your Heart a Break
3 Capitulo 3
Notas iniciais
– Ta com medo de eu ficar doente ou ta com medo de molhar a chapinha Herondale? — provoco com a voz cheia de sarcasmo.
Jace estreita os olhos.
Droga isso não é um bom sinal...
Jace arranca a camisa (o que me fez suspirar com toda aquela gostozura) e logo em seguida seus tênis.
Entro na água.
– Jesus cristo, pelo santo anjo raziel, que água gelada, poxa clary você mentiu pra mim — digo fazendo clary dar risada.
– Larga mão de ser dramático e resmungão jace, a água nem ta tão fria assim — digo para jace mas é mentira pois a água esta realmente fria.
– Eu não sou resmungão clary — digo.
– É sim — respondo rindo dele.
– Não sou não — digo fazendo biquinho.
– Own meu anjo, que biquinho mais lindo da até vontade de morder — digo mordendo o lábio dando um sorriso safado em seguida, o biquinho de jace some, ele solta um suspiro fazendo cara de serio em seguida.
Sinto vontade de rir, venho fazendo isso desde o dia em que o vi na enfermaria do instituto me falando que não poderia me tocar, venho o provocando para ver suas reações , elas nunca me decepcionam.
– Vai ter troco ruiva — ao ouvir jace dizer isso em um tom tão sério, não aguento e caio na risada, rio tando que me dobro em meus joelhos buscando por ar, lágrimas escorem por minhas bochechas e minha barriga dói.
Quando sinto que meu ataque de risos está parando, volto a posição reta.
– HA HA HA, muito engraçado, bom saber que eu te divirto dona clarissa — digo a clary que não para de rir da minha cara e me parece que eu dizer isso só fez a garota que já havia parado de rir, cair na gargalhada novamente.
Depois dessa que jace me disse com tanta ironia eu começo a rir novamente.
Quando paro de rir estericamente feito uma hiena, olho para jace que está de braços cruzados tentando (inutilmente) conter um sorriso.
– Serio eu não vi graça — digo contendo um sorriso.
– Vem, vamos logo, se não, não vai dar tempo para ti mostrar o que eu quero que você veja — dizendo isso dou as costas para jace e começo a andar novamente em direção a cachoeira.
Agora a água bate em minha cintura, ando mais um passo , a água sobe para meus seios, olho para traz para ver se jace ainda me segue, e eu vejo a maior injustiça do mudo enquanto a água quase que me cobre completamente ela ainda bate no meio do tórax de jace 0.0, ando mais e agora meus pés não alcançam mais o chão do rio o que me faz ter que nadar.
Bato meus braços, um atrás do outro até chegar perto do grande véu de águas cristalinas que caem cobrindo a entrada da cachoeira, cuja a mesma é escondida pelas águas.
– Jace — grito seu nome, pois o barulho das águas que parecem cair do céu é muito alto.
– Fala — grito de volta para que ela me escute.
– Agora a gente tem que mergulhar, porque o jato de água é muito forte então se a gente mergulhar é mais seguro, mais tem que tomar cuidado porque tem um arco de pedras submerso aqui em baixo — grito para ele.
– Ta doida e se essas pedras cai na gente — grito pra ela.
– Não vai cair na gente não seu bobo — grito.
– Ta — grito de volta.
– No três a gente vai, ok? — digo para jace.
– Ok — ele grita de volta
– UM -
– DOIS — respiro fundo
– TRÊS -
Mergulho e vou nadando para baixo, para sair de perto do jato de água que ainda é forte mesmo aqui de baixo, abro meus olhos e vejo jace ao meu lado, sorrio para ele e aponto meu dedo indicador para cima.
Chego a supérficie trago o ar, ouço jace fazer o mesmo.
Nadamos até as rochas e nos sentamos lá.
Olho por toda a caverna da cachoeira, é muito grande e escura , olho para clary e ela olha para um ponto, olho para o mesmo e vejo a grande cascata de água caindo.
– Fica olhando — clary me diz.
Continuo olhando e apos alguns segundos feixes de luz laranja, vermelho, rosa e roxo explodem dentro da carverna ilúminando a mesma por inteiro.
– Linda né — clary diz.
Olho para ela, seu rosto carrega um lindo sorriso, suas bochechas estão coradas seu cabelo molhado grudando em seu rosto, eu sinto vontade de beijá- la, ela é tão linda que as vezes me chega a doer de tanta beleza.
– Sim, linda — digo, e acho que clary viu meu duplo sentido na palavra, porque ela corou mais ainda.
– Você é a primeira pessoa que eu trago aqui — confesso para jace.
– Serio? — pergunto surpreso polo comentário dela.
– Serio — digo sorrindo a jace.
– Nem mesmo o simon? — pergunto
– Nem mesmo o simon — respondo sorrindo, jace se aproxima de mim, ficando bem perto com seu nariz quase tocando o meu.
– Obrigada por dividir esse lugar comigo — sussuro para ela.
– De nada — ela sussura de volta, e nesse momento eu não aguento mais, e o que eu venho tentando evitar a tempos eu o faço...
A pego em meus braços e beijo como se não ouvece amanhã.
Fui pega de surpresa com jace me beijando, passo meus braços em seu pescoço e o beijo, sinto sua língua passear por toda minha boca, explorando todos os cantos, seus braços descem por minhas costas, suas mão enlaçam minha cintura e por onde alas me tocam sinto um rastro ardente (que não me queimava) extraordinário, havia tanto tempo que não o beijava que eu havia me esquecido de como seu lábios são macios e quentes, de como ele tinha gosto de hortelã e mel, só nos separamos quando o ar se fés necessário,( maldito oxigênio), paramos o beijo com vários selinhos estralados.
Sinto água da cachoeira escorrendo por nossos corpos mais não ligo.
– EU TE AMO– ouço jace dizer.
– EU TAMBÉM TE AMO– respondo
Ficamos nos segurando com nossas testas encostadas uma na outra, ouvindo somente a respiração um do outro, estávamos aonde pertênciamos, um nos braços do outro, e esse era nosso lugar...
continua...
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