Notas iniciais
oieeeeeeeeee meus amores, eu sei que sumi, me desculpem por isso ms eu queria fazer um capitulo bom pra vcs... mas ante de tudo eu quero agradecer a LINDA, DIVA da SARAH, PELA LINDA RECOMENDAÇÃO que vc fez para história eu AMEI

Saio da casa sabendo que Jace me segue, aqui fora esta com uma brisa fria o suficiente para me fazer arrepiar, dobro meus braços sobre o peito, ando ate uma espreguiçadeira mas não me sento, paro ali e fico de costas para Jace, que sei que me olha pois sinto minhas costas arderem.
– O você queria me dizer? — pergunto para Jace sem olhá- lo.
– Eu quero pedir desculpas a você Clary — falo —
– Desculpa pelo que? — pergunto cínica — Por me falar aquelas coisas horríveis por causa de um cachorro ou por praticamente esfregar na minha cara o quão infantil eu sou na frente de outras pessoas? — praticamente grito a ultima parte.
– Você não vai facilitar, não é mesmo? — Pergunto angustiado.
– Não — respondo. Jace solta um suspiro.
– Porra clary, eu quero te pedir desculpas e nem isso você não facilita — falo pra ela.
– Você não facilito pra mim quando me fez sofrer por palavras ridículas que eu não merecia — esbravejo.
– Me desculpa ta? — grito para a ruiva.
Dou um leve salto pelo grito repentino de Jace, e me lembro que se ficarmos gritando, as pessoas que estão na cozinha vão ouvir. Me viro para ele mas continuo sem olha- lo.
– Não grite, não quero que todos saibam dos nossos problemas amorosos — repreendo Jace — Se é que a gente ainda tem um relacionamento — digo cínica mas querendo chorar.
– O que você quer dizer com isso? — Jace me pergunta, com os olhos um tanto arregalados.
– Nada — respondo — Só que se a gente continuar assim, não vai mais existir um " a gente" e sim um "você" e um "eu" — falo.
– Você esta me dizendo que quer terminar? — pergunto para Clary, sentindo um panico enorme só em pensar que posso perde- la.
– Não se depender de mim — respondo — Só estou dizendo que estamos entrando em um campo nunca explorado por nós antes, claro que a gente já brigou antes, mas nunca assim Jace, e nós devemos tomar cuidado com o que vamos dizer aqui, porque alguém pode sair machucado — falo.
– Você, quer.. quer terminar? — ouço jace perguntar com certo medo em sua voz.
– Não — respondo convicta — A não ser que você queira? — pergunto bem baixinho com medo de que ele ouça e diga que sim.
– Não — ele me responde em alto e bom som. Bem, isso é bom, eu não quero terminar e ele também não.
– Você vai me pedir desculpas? — pergunto, e vejo Jace soltar uma risadinha.
– Mas é claro que vou, ou você acha que eu não deixei você na cozinha brigando com sua mãe entre macarronada ou arroz colorido por nada? — falo, a fazendo soltar um sorriso- Clary olha pra mim — falo tentando fase- la me olhar.
Ergo minha cabeça e olho para jace.
– Assim é melhor- ele me fala — Clary me perdoa por te dizer aquelas coisas absurdas eu só, te falei aquilo tudo porque, estava machucado e queria machucar alguém também e machuquei você — ele me fala, o que me faz sentir raiva em vez de alivio, que egoísta ele estava com raiva e desconta em mim, e o pior, ele me conhece o suficiente para saber que o que ele me disse me afetaria profundamente ele ta achando que eu sou o que saco de pancadas oral, fecho meus olhos suspirando para me acalmar, não é culpa dele, ele estava ou ainda esta machucado só não sei por qual motivo e o porque de eu ter sido o alvo de sua fúria.
– Por que? — pergunto.
– Por que o que? — Jace me responde.
– Por que em mim, porque descontou em mim? — Clary me pergunta.
– Clary, eu não te escolhi como alvo de minha raiva — falo desviando os olhos de seu rosto, olhando para um ponto ha cima de sua cabeça.
Jace desvia seus olhos dos meus e nesse momento vejo que ele mentiu para mim. — Jace, olha pra mim — falo tentando faze- lo me olhar — Jace, porque? Pode me falar, eu te amo, e vou entender, seja qual for o motivo — Falo tentando fazer com que ele se sinta a vontade para falar.
– Eu achava que era sua culpa — Ele fala tão baixo que mal ouço.
– O que ? — pergunto.
– Eu achava que era sua culpa — ele fala mais alto, não entendo o que ele quer dizer com isso.
– Minha culpa o que? — Clary me pergunta inocente, e nesse momento vejo como fui estupido ao pensar que tudo isso era culpa dela — Vai jace, me fala logo o que você achava que era minha culpa!!!!! — falo exasperada.
– Eu achava que era sua culpa por... por eu... eu estar com o, o fogo... no... no.. — Sinto meus olhos se arregalarem e ficarem marejados com as palavras gaguejadas de Jace, minha respiração falha e minhas pernas parecem feitas de borracha, cambaleio alguns passos para trás, como Jace pode pensar isso?
– Eu NÃO ACREDITO QUE VOCÊ ESTA ME CULPANDO POR ESTAR COM O FOGO CELESTIAL NO CORPO — Clary berra, essas palavras com profunda dor, magoa, tristeza e raiva.
– MAS É SUA CULPA, FOI VOCÊ QUEM ENFIOU AQUELA ESPADA EM MIM!!!!! — Grito de volta.
Lá no fundo eu sempre tive medo que isso acontecesse, medo que Jace achasse que era minha culpa ele estar co o fogo do ando no corpo, e isso esta acontecendo agora.
– EU NUNCA QUIS ISSO PARA VOCÊ, QUANDO DECIDI ENFIAR UMA ESPADA EM VOCÊ, EU FIZ ISSO PARA TE SALVAR!!!!!! — Grito andando em sua direção paro em sua frente abraçando meu corpo sentindo frio nesse momento — ME DESCULPA SE AJI PRECIPADAMENTE E SEM PENSAR MAS EU ESTAVA COM MEDO DE TE PERDER — Clary grita parada a minha frente, lágrimas escorem por sua pequena face, que esta corada e vermelha, soluços saem de seus lábios e seu corpo treme pela foça dos soluços, me sinto o pior dos monstros nesse momento, me aproximo mais de Clary na intenção de abraça- la.
– NÃO ME TOCA — Grito batendo na mão de Jace, que tenta me abraçar
– Clar.. — ele começa mas vou logo o cortando.
– Quero terminar — Clary me fala chorando — Não vou suportar ficar com você me culpando pelo que aconteceu — ela me fala sem me olhar, meus olhos ardem, por causa das lágrimas, mas não as derrubo.


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Já faz um tempo que Clary e Jace foram para fora, até que os gritos de sua discussão chegue até aonde todos estão na cozinha, sinto vontade de ir lá e dar uns bons socos na cara de Jace por se quer pensar que Clary fez o que fez intencionalmente.
Entendo que tudo que a ruiva fez ao enfiar uma espada em jace, foi para o próprio bem do mesmo e da humanidade, o que ela fez foi muito corajoso de sua parte pois ela estava disposta a abrir mão de Jace, o que eu nunca faria, eu nunca abriria mão de Magnus por ninguém, sou muito egoísta e reconheço, nunca faria isso nem se fosse o único jeito de salvar todo o planeta terra, e Clary fez isso, mesmo sabendo que nunca seria feliz por fazer tal escolha e perder Jace, e Jace o único cara que ela amou em toda sua vida e o único por quem ela deixaria tudo, abdicaria de tudo só para te- lo ao seu lado ou só vê- lo feliz mesmo que não seja com ela que ele encontre sua felicidade. Ela fez isso achando que o perderia para sempre.
E como eu sei isso tudo? Sei que eu e Clary nunca nos demos muito bem, mas criei um certo carrinho pela baixinha desde o dia em que briguei com Magnus e a ruiva conversou comigo e depois com Magnus, dizendo que nós nos amávamos e que só estávamos nos machucando mais ainda ao ficarmos brigando e nos afastando um do outro, mas isso não foi o que fez meu respeito pela baixinha crescer, mas sim o fato de que não importe qual seja a situação e mesmo ela não tendo uma afinidade comigo, sabendo que eu a odiava naquela poca, ela me ajudou mesmo assim, largou seus próprios problemas para resolver o meu, e isso me fez ver o que fez Jace se apaixonar pela garota, ela é simplesmente boa, dedicada e apaixonada, doce e sabe como te tirar da fossa, por mais funda que ela seja, e isso me fez ver Clarissa com outros olhos e desde esse dia nos tornamos amigos, choramos um no ombro do outro e isso a faz como Isabelle é para mim, como minha irmã mais nova.
... Mas Raziel lhe deu uma segunda, ou no caso deles, a terceira chance de ficarem juntos*.
Mas como jace é o idiota, babaca que sempre foi esta estragando tudo de novo.
Magnus me cutuca no braço me sussurrando um
– Fica calmo vai ficar tudo bem — o que eu respondo com um.
– Tomara, porque se o Jace machucar Clary eu vou arrancar fora o que ele chama de bolas — digo sério, Magnus dá um sorriso malicioso.
– Eu te ajudo, e depois a gente da para algum cachorro do inferno comer — ele fala e sorri — você é um ótimo amigo coruja, sabia Alexander? — ele pergunta debochando de mim, isso vai ter troco.
– Cala boca Mags — falo segurando a risada.
– Ui não me chama de Mags, não que a bicha fica loca, e nois estamo em publico, você não quer que a bicha fique loca na frente de todo mundo né — ele fala gargalhando.
– Ta ta, mas fica queto — falo rindo, agora tudo que posso fazer é pedir ajuda a Raziel e torcer pra que tudo dê certo.
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Não posso deixar, que Clary me abandone, só porque eu fui um babaca idiota, que a culpei por uma coisa que não era sua culpa.
Ela começa a andar em direção porta, me apreço barrando se caminho a agarrando, lhe espremendo contra meu peito, Clary se debate frenética, tentando se livrar de meu aperto de aço o que faz com que eu perca o equilíbrio nos derrubando no chão.
Me sento, puxando Clary para meu colo a apertando mais com medo de que se eu a solta ela irá fugir, enterro meu rosto em seu pescoço e deixo as lágrimas de medo e arrependimento saírem.
– Me perdoa, me perdoa,me perdoa, me perdoa...- sussurro em seu ouvido.
Seu corpo que já havia parado de tremer, volta a convulsionar e novos soluços saem de seus lábios.
– Me perdoa por favor — Jace sussurra em eu ouvido —
– Por favor — imploro para Clary — Me desculpa, eu preciso de você — falo erguendo seu queixo olhando em seus olhos, que estão inchados e vermelhos — por favor minha vida não teria sentido se não tivesse você nela, junto a mim — Jace me fala e implora com os olhos ao mesmo tempo por perdão — Por favor eu te amo tanto — ela me fala.
– Se me ama tanto então porque me faz sofrer? — ela me pergunta entre soluços.
– Por que eu sou canalha filho da puta que te ama, um monstro que não te merece, que devia te deixar em paz, mas sou muito egoísta para isso — ele me responde,isso me corta o coração.
– Eu te perdoo, mas só se você parar de se anular e prometer que não vai para de me tocar — Clary fala olhando em meus olhos, eu não a mereço mas a quero tanto que acabo concordando.
– Eu prometo de mindinho — jace me fala, me fazendo sorrir.
– Eu te amo — ele me fala.
– Eu também te amo — falo rosando meu nariz no seu, e nesse momento selamos nossos lábios em um beijo voraz, cheio de amor, saudades, carrinho e desejo.

Notas finais
desculpem os erros, espero que tenham gostado... Gente POR FAVOR COMENTEM EU NÃO MORDO, leitores fantasmas e não fantasmas seus comentarios são muito importante!!!!!!!!!!! Bjuuuuuus até o próximo...