Notas iniciais
Heey galera, perdão, não postei nas férias, mas escrevi alguns capítulos e vim postar um deles hoje... Perdão se houver algum erro, estou postando pelo celular... Espero que gostem... Até lá embaixo...

Já se passaram alguns dias que não tenho mais pesadelos ou "sonhos premonitórios" como Simon e Magnus dizem.
Me levanto, faço minha higiene pessoal e desço para a cozinha onde encontro um povo, juntamente com a vaca da loira siliconada, minha mãe, Magnus e por ai vai.

Me sento na mesa, ainda morrendo de sono, tomo um pouco de suco finjo não perceber que a peituda me olha com ódio, pois deveria mesmo.
– Clary, pegue algumas roupas, vamos para Idris hoje — minha mãe fala.
– Por que vamos para Idris? — pergunto curiosa.
– Por que houve um ataque demoníaco em um dos vilarejos ontem, precisam de ajuda —
– Tudo bem, você viu o Jace? — pergunto.
– Não querida — ela me responde destraida.
Volto a comer meu pãozinho de mel segundos depois lábios macios roçam minha bochecha, não preciso nem olhar para saber que é Jace.
– Bom dia Bebê, dormiu bem? — Ele pergunta.
– Dormi sim e você? — pergunto, ele faz que sim me dando um sorriso um tanto safado.

Dormir não foi exatamente o que fizemos noite passada, não podemos nos tocar direito mas isso não quer dizer nada, mas também não é por isso que não temos nossos momentos.
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Depois de atravessar o portal para Idris ainda sinto aquela sensação de estomago revirando, brilhos como purpurina e a gravidade me puxando para o chão, Jace pega minha mochila nas costa pagando minha mão indo para a casa que era da irmã de Luke, já no quarto nos jogamos juntos na cama.
– Vou me trocar, ai podemos ir falar com a inquisidora — falo sem olhar para Jace brincando com o botão de sua camisa preta.
– Tudo bem, você quer comer algo antes de irmos? -
– Não, estou bem obrigada — dou um beijo em sua bochecha, me levanto pegando uma calça jeans preta, camisa preta e minha jaqueta de couro também preta o usual uniforme dos caçadores de sombras, começo a tirar minha roupa, tendo em mente que Jace me observa, primeiro a blusa, que jogo em sua cara, me viro rindo tendo certeza que agora tenho mais ainda sua atenção.
Me distraio colocando a blusa tentando fechar os botões da mesma, quando sou agarrada por fortes e quentes braços, me assustando.
– Mmmmh você tem um cheiro divino — Jace fala roçando meu pescoço.

– Para isso faz cosquinha — falo encolhendo o pescoço.

– Adoro ouvir sua risada, é limpa e infantil, parece um anjo na minha opinião —
– Você fala isso porque sou sua namorada, e eu sei porque está me dizendo isso agora Jace, não precisa se preocupar, vai ficar tudo bem, eu não acredito que meus sonhos são avisos, nem que Sebastian está se comunicando comigo de certa forma — falo acariciando seus braços, brincando com os pelos ali, não sei porque mas eles me distraem — E de qualquer forma, você sabe que eu te amo e nada vai mudar isso.
– Por que você está me dizendo isso? — Jace diz — Até parece uma despedida.
– Mas não é o que parece, você sabe que não — falo exasperada — Agora me deixa terminar de me trocar. ( http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=182650688 ). Pego minha estela e saimos.
Depois de me trocar, fomos para o salão de acordos, a reunião estava quase no final, quando estrondos e gritos são ouvidos.
Vários caçadores já estavam porta afora do salão quando saio atrás deles, fora do salão, demônios e pessoas se misturam em uma batalha, vários caçadores já se encontravam na praça do anjo, olhando para cima vejo fumaça saindo de uma das torres, fazendo com que o feitiço de proteção da cidade se rompa e uma brecha se forme, abrindo uma passagem para os demônios passarem. Puxo minha espada entrando na luta com outros caçadores e Jace ao meu lado, havia matado dois demônios quando um terceiro me acerta no braço, sangue jorra do mesmo, sua calda espinhosa me acerta na barriga me lançando ao chão fazendo minha espada voar fora de minha mão, ele vem com seus dentes podres e fedidos pra sima de mim, quando vai me morder enfio minha enfio minha faca que estava na bota em sua boca, ele ura de dor, jogando a cabeça para trás, sua baba envenenada pingando em meu pescoço e rosto, ardendo o local, grito de dor, e segundos depois o corpo do demônio cai flácido sobre mim, logo sou puxada de baixo dele e vejo Alec me erguer.
– você esta bem? — Pergunta preocupado.
– Sim obrigado — falo procurando Jace com os olhos — e você? — pergunto.
– Estou sim -
– Você viu o Jace? — pergunto.
– Ele correu para rua dos Blackthorn — Alec diz, um demônio vem em nossa direção mas mal chega a nos tocar, pois o chicote de Izzy o agarra na gargando o puxando para trás, sua lâmina serafim o perfurando logo em seguida.
– Vou procurar Jace — falo e corro para o local que Alec me disse.
Correndo pelas ruas vejo não somente demônios como também alguns caçadores caídos mortos no chão, isso me dói, pois esse é o meu povo sendo atacado, massacrado, mas não posso fazer nada, não no momento, vai parecer egoísta esse meu pensamento, mas eles já estão mortos, e tem pessoas vivas por ai precisando de ajuda e uma delas pode ser meu namorado.
Entrando em um beco para cortar caminho para a rua aonde se encontra a casa dos Blackthorn, vejo Jace lutando com alguém que não posso ver, um demônio sai do nada me atacando, vou ao chão com a força do impacto, rolamos ficando por cima do monstro cinza e cheio de peles caídas, parecendo Um monte ambulante de banha.
Travamos uma luta, de socos e babas venenosa da parte de meu "amigo" ele solta sua baba tóxica em meu braço já ferido que me faz ver estrelas, me levando para a beirada do desmaio, um urro de dor me chama atenção, me trazendo de volta a realidade.
Vejo a pessoa com quem Jace lutava caída ao chão e meu namorado vindo em minha direção me ajudar.
Ele trava uma breve luta com o demônio que me atacava, acertando vários golpes com sua lamina serafim no mesmo, que cai morto ao seus pés.
– Você esta bem? — Ele me pergunta me erguendo e analisando dos pés a cabeça.
– Estou sim — digo tentando empurrar a tontura para longe não quero preocupar Jace — E você? — pergunto o analisando também sua testa machucada, um olho ficando roxo, lábios inchados, todo sujo de sangue e terra preta.
– Estou bem, certeza que esta se sentindo bem Clary? —
– Claro que tenho — respondo, Jace percebendo o machucado em meu braço, Jace me olha torto — Você tem que me dizer quando se machucar Clary, não posso correr o risco de você cair desmaiada no meio de uma batalha por falta de sangue ou veneno de demônio no corpo porra — Ele me repreende, rasgando um pedaço de sua camisa preta a enrolando em meu braço, um curativo improvisado.
– Eu até falaria para você, se você não me tratasse como criança — falo calma, contendo minha raiva, não é momento para brigas.
Do nada caio na chão com as mãos nos olhos, não consigo enxergar nada, Jace cai ao meu lado gritando, chamando meu nome, seus gritos agonizantes, me causando arrepios na espinha, gritos de sofrimento como se parte se sua alma estivesse sendo arrancada de si, o procuro com as mãos não vejo nada, escuridão é tudo, e do nada, um silêncio me invade, uma estranha sensação de paz e medo ao mesmo tempo.
Os gritos de Jace param, minha visão volta e Jace aparece em meu campo se vista, ao seu lado, a figura de Sebastian, e nesse momento caio na escuridão achando que estou alucinado.
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Quando Clary cai no chão chão, com as mãos nos olhos, sinto uma dor agoniante em minha cabeça, tudo fica preto, caio ao chão e quando ergo meu rosto vejo Clary de joelhos, olhos arregalados, pavor em seu rosto, em sua frente Lilith, com uma espada negra reluzente, a encara com olhos e sorriso maldoso, ergue sua espada a enfiando no peito de minha pequena Clary, que me olha desfalecendo, sua vida saindo de seus olhos, suas últimas palavras escapando em formas de sussurro, trazidas pelo vento para mim.
A dor que sinto é como se uma mão abrisse meu peito o Escancarando, apertando meu coração como se ele fosse um pedaço de nada, tirando meu coração e levando junto minha alma, e tudo que ouço nesse momento é o simples e silencioso nada, nada, nada...
Minha respiração lenta meus gritos não mais existem, e nesse momento me lembro de quando Valentim usou aquele demônio do medo em mim no navio em Nov Iorque.
Nesse momento sei que nada disso é real, mas quando me recomponho já é tarde de mais e o que eu mais temia acontece...
Minha Clary é levada para longe de mim...

Notas finais
Bom bom bom, galera sei que talvez não era o que vocês esperavam, mas esse capítulo é necessário para a história, sei que não tem muito romance e que focalizei muito em Clace mas foi necessário... Espero que tenham gostado. Desculpem novamente os erros, deixem seus comentários please... Bjs bjs até o próximo...