Give Your Heart A Break
9 Capítulo 9 - Almoço
Notas iniciais
Boa leitura (;
POV Caroline
Eram 9 horas da manhã quando acordei, olhei para o lado e lá estava Bonnie dormindo, ela havia ficado comigo aquela noite pois seus pais foram visitar uns tios, e ela não queria ficar sozinha em casa. Levantei da cama, e fui tomar meu banho. Eu tinha um almoço para preparar na casa de Klaus e não poderia me atrasar.
Terminado o banho, voltei para meu quarto e encontrei Bon já acordada.
- Então quer dizer que a mocinha já começou a se arrumar para o encontro? – Bon disse rindo.
- Já falei que não é um encontro, apenas um almoço. – Disse revirando os olhos e olhando para Bonnie rindo.
- Um almoço que eu já até imagino como irá terminar...
Fingi que não escutei o que ela havia dito, liguei meu secador e comecei a secar meu cabelo.
Resolvemos descer e tomar nosso café, que já estava na mesa, provavelmente minha mãe havia deixado ali. Comi frutas leves enquanto Bonnie comia cereias como se eles nunca fossem acabar, era até uma cena engraçada de se ver.
Voltamos para meu quarto e Bonnie arrumava a cama, enquanto eu escolhia uma roupa. Optei por uma blusa azul colada ao corpo por dentro de um short de cintura alta, uma jaqueta de couro preta e bota preta baixa. Fui até o espelho passando uma leve maquiagem e passei meu melhor perfume.
- Hey, Car, tudo bem se você me der uma carona antes de ir para o seu “almoço”? Eu não vim de carro ontem.
- Tudo bem, mas você tem que andar logo. – Disse seriamente para ela que ainda nem se quer tinha tomado banho. – Não posso me atrasar.
- Ok, senhorita “não posso me atrasar para almoçar com o Klaus”. – Ela respondeu com uma risadinha e eu ignorei de propósito o duplo sentido do que ela havia dito.
Depois de mais uns 20 minutos de enrolação, Bonnie terminou de se arrumar.
- Podemos ir, finalmente? – Perguntei impaciente.
Ela mostrou a língua, mas não respondeu. Simplesmente pegou suas coisas e assim partimos para sua casa.
***
Cheguei a casa dos Mikaelson por volta das 11h30, percebi uma agitação do lado de fora da casa e pensei que deveria ter demorado um pouco mais, mas como estavam todos olhando para o meu carro, resolvi sair, a primeira pessoa que meus olhos avistaram foi Anna, achei estranho, mas tudo bem, ela veio andando até mim com aquele sorriso meigo e me abraçou.
- Oi Anna, como você está minha linda? O que está fazendo aqui? – Perguntei.
- Bem... Minha irmã é noiva do Elijah, o Mikaelson mais velho, acho que nunca cheguei a comentar né? – Ela me respondia com um sorriso singelo.
- Não, nunca chegou a comentar... Eu conheci o Elijah na primeira vez que vim aqui, ele parece ser um homem bom, além de bonito. Sua irmã tem sorte. – Sorri.
Ela me devolveu o sorriso e me levou até onde sua irmã estava. Quando a suposta noiva virou para me comprimentar, fiquei encantada; ela era linda, com cabelos castanhos claros enormes, um sorriso maravilhoso, olhos pequenos, mas que demonstravam o tamanho da empolgação que estava sentindo naquele momento.
- Caroline, essa é minha irmã, Lexi. Lexi, essa é Caroline, amiga do Stefan.
- Prazer Caroline. – Lexi disse sorrindo.
- O prazer é meu. – Sorri.
- Oi Caroline, é bom vê-la por aqui novamente. – Ouvi uma voz ao longe e me estiquei para ver Elijah sorrindo e caminhando em nossa direção.
- Oi Elijah, e... Obrigada.
- Me acompanhe, Caroline. – Lexi disse entrando na casa e assim o fiz.
Não pude deixar de reparar nos belos quadros que estavam nas paredes da grande mansão Mikaelson. Eles davam a impressão de que quem os havia pintado, era uma pessoa triste. Resolvi não insistir nesse pensamento e comecei a observar a mobilia da casa. Era tudo muito fino, como se ali morasse uma familia da nobreza. Alguns móveis eram antigos, mas se misturavam bem com outros que eram um tanto quanto contemporâneos. Tudo ali se encaixa perfeitamente.
- Desculpe o incomodo. – Lexi interrompeu meus devaneios. – É que eu e Elijah estamos resolvendo as coisas do casamento. Mas fiquei sabendo que Klaus te convidou para almoçar, e que você se ofereceu para fazer o almoço. Ele ficou todo enrolado nos ajudando e foi tomar um banho, já deve estar terminando. Eu, Anna e Elijah já estamos saindo, e vamos deixar os dois a vontade. – Sorriu. – Bom, o que você fará para o almoço? Posso pegar os ingredientes para você ir começando, se quiser...
- Pensei em fazer lasanha ao molho branco, e Lexi, desculpa ter chego um pouco mais cedo, não queria atrapalhar.
- Que isso, Caroline, não precisa se desculpar, você não sabia. – Ela disse, sorrindo, enquanto pegava todos os ingredientes e os colocava em cima da pia. – Estão aqui, bom almoço para vocês. Ah, e apareça sempre, gostei de você.
- Obrigada Lexi, pode deixar que aparecerei. Também gostei de você. – Sorri.
Lexi sorriu e saiu andando me deixando naquela cozinha enorme, achei melhor começar a preparar o almoço.
Quando estava quase terminando, me virei e dei de cara com Klaus, o que me fez perder o equilíbrio e quase cair, o fazendo me segurar. Como ele chegou tão perto de mim sem fazer barulho? Em meio ao susto, o abracei, e nossa, que cheiro maravilhoso era aquele? Ele estava usando um perfume diferente do que usava geralmente, o que me deixou fascinada. Acho que perdi a noção do tempo, porque o escutei me chamando com uma voz preocupada, o soltei, olhei em seus olhos e sorri.
- Como chegou aqui sem fazer barulho? – O olhei avaliando sua roupa; vestia um jeans escuro, porém um pouco apertado e uma camiseta branca que realçava os músculos do seu braço.
- Bom, a casa é minha. – Disse com um sorriso debochado. – Sei como chegar perto das pessoas sem eles notarem minha presença, além do mais, eu estava te olhando. – Sorriu me olhando da cabeça aos pés. – E nossa, como você está linda!
Klaus me olhava de um jeito diferente, me olhava não, me analisava, e se não me engano, ele fez isso duas vezes seguidas, com aquele sorriso que tanto mexia comigo.
Ele se aproximou ainda mais de mim, e senti minhas costas encostarem na pia. Colocou uma mão em minha cintura, e a outra em meu cabelo, e começou a beijar meu pescoço. A única coisa que consegui fazer foi fechar os olhos e apoiar uma das mãos em seu cabelo. Sua barba roçava embaixo da minha orelha e eu apertei seu cabelo com um pouco mais de força. Eu estava hipnotizada e precisei morder meus lábios para não soltar gemidos baixos.
- Klaus. – Disse baixinho. – Talvez fosse melhor eu terminar o almoço.
Ele terminou a sessão de tortura sorrindo para mim e me deu um selinho.
- Talvez mais tarde possamos continuar, então. – Falou com a voz rouca.
Ignorei categoricamente sua sugestão, virando-me de volta para a pia. Do jeito que as coisas iam, não iria ter almoço, e sim acabar como Bonnie havia dito.
Pense rápido Caroline, antes que você volte e agarre esse hom...
Não, não, não...
- E então, o que acha de lasanha ao molho branco? – Perguntei sorrindo.
- Para mim está ótimo. – Respondeu já sentado no banco de frente ao balcão da cozinha. – Espere, tenho uma surpresa para acompanhar a lasanha.
Ele se levantou sem dizer nada e sumiu dentro da casa. Depois de alguns minutos voltou trazendo uma garrafa de vinho branco. Parecia ser ‘dos bons’ e principalmente ‘dos caros’.
- Então, você vai me dizer o porque de ter me tratado tão friamente ao telefone ontem, ou eu vou ter que arrancar essa informação mediante tortura? – Arqueei uma sombrancelha enquanto o questionava.
Um sorriso sacana surgiu em seu rosto.
- Dependendo do tipo de tortura, a gente pode até conversar...
- Klaus! – O repreendi rindo. – Estou falando sério!
Seu rosto se contorceu em uma careta e ele passou a mão no cabelo, voltando a sentar no banco.
- Tyler esteve aqui em casa. – Disse por fim.
- O quê? – Eu não acreditava no que estava ouvindo. – O que ele queria? O que ele te falou?
- Hei, hei! Uma pergunta de cada vez, amor! Ele queria falar comigo. Falar não, dizer merdas e mais merdas, sobre como você ainda gosta dele, que vão acabar voltando, etc., etc.
- Eu não acredito na audácia desse cara. – Respondi exasperada.
- É, eu também não. Mas enfim, ele não voltará a me encher a paciência tão cedo. – Klaus falou com um olhar distante e com um pequeno sorriso, como se estivesse tendo uma boa lembrança.
- Como assim?
- Eu dei um soco nele. – Disse como aquilo fosse a coisa mais natural.
- Você o quê? – Perguntei incrédula, com a voz saindo mais alta do que eu queria. Ele me olhou confuso.
- Eu disse que dei um soco na cara dele. Por que está irritada comigo? – Sua expressão estava fria, como eu nunca tinha visto antes.
- Não, eu não estou irritada com você, é que isso foi impressionante. – Respondi encolhendo os ombros.
- Bem, pelo menos ele parou de dizer asneiras sobre vocês dois, perto de mim. – Ele fez uma pausa. – Você ainda o ama, Caroline?
Desviei o olhar de seu rosto. Eu já não gostava mais de Tyler como gostava antes, pois agora havia outra pessoa em seu lugar e esse mesmo alguém estava me perguntando se eu ainda gostava de Tyler. Eu achava que ainda era cedo para dizer que eu estava apaixonada por Klaus, então ergui a cabeça novamente e olhando em seus olhos, dei uma resposta curta e objetiva.
- Não. Eu não o amo mais, Klaus.
Ficamos nos encarando por um tempo, enquanto sua expressão suavizava novamente.
- Bem, acho que esse não é um assunto recomendado para o almoço, e aliás, a lasanha já está esfriando, Senhor Doutor. Venha se servir!
Ele sorriu e veio para meu lado perto do fogão para se servir.
***
Já estavamos acomodados a mesa, e iniciando a refeição, quando ele soltou um murmuro apreciativo.
- Você cozinha muito bem, senhorita!
- Ora, muito obrigado, senhor!
Uma vez que eu não sabia muito sobre sua vida, resolvi fazer umas perguntas ao Doutor Mistério. Era melhor começar com uma assunto suave.
- E então Klaus, quantas namoradas você já teve? Garanto que era um garanhão na adolescência e até na faculdade.
Ele me olhou com a cara de “aonde ela vai com esse assunto?”, mas respondeu:
- Garantiu errado. Tive poucas namoradas, só três, se você for levar em consideração o tempo em que estive com elas.
- Como assim? – Perguntei curiosa.
- Bem, eu era bastante reservado na adolescência, e como já te disse, gostava só de ‘pegar e usar’, não namorar. A minha primeira namorada foi aos 15 anos. Namoramos por um ano e meio, mas ela mudou de cidade então optamos por terminar tudo. Depois veio a Vanessa, quando eu já tinha 18, mas acabou durando só alguns meses, e por último veio a Jessica. Ela era minha amiga e apesar de ser um pouco mais velha, se formou na faculdade comigo. Foi dela que eu mais gostei.
- Hum, então essa Jessica é aquela que tem um irmão que namorou com a Rebekah? – Questionei.
- Você tem boa memória! Sim, é ela mesma. Passamos bons tempos juntos e as coisas pareciam ser bem mais fáceis quando ela estava por perto, mas então ela preferiu um médico que já estava terminando de fazer a residência no hospital onde estavamos começando. – Ele fez uma pausa para cortar e comer um pedaço da lasanha. – Me lembro bem desse dia: era uma semana antes do nosso aniversário de 4 meses de namoro. Rebekah estudava em um colégio perto do tal hospital e eu sempre ia buscá-la. Nesse dia, mandaram uma mensagem para o meu celular dizendo que Jessica estava me traindo e que ela se encontraria com o outro cara na pracinha perto da tal escola. Apesar de eu não ter levado muito a sério, resolvi passar pela rua da pracinha, e para minha tristeza, lá estava a Jessica nos braços de um dos meus melhores amigos. – Ele terminou a frase fazendo aspas no ar e com um sorriso triste.
- Wow, e eu achando que meu término com o Tyler tinha sido o pior das histórias dos términos. – Disse tentando fazer uma piada para levantar seu astral novamente. Klaus acabou rindo.
- Pois é, Senhorita Miss Mystic Falls, acho que nem o seu e nem o meu foram os piores. Há histórias mais sombrias por esse mundo a fora.
- E o que você fez quando presenciou os dois se agarrando?
- Sempre ávida por informações, Caroline! – Ele riu e bebeu um pouco do vinho. – Bem, assim que eles me viram eu simplesmente virei as costas e sai. Ela ficou gritando pelo meu nome no meio da rua, mas se eu voltasse ali eu acabaria fazendo merda, então eu continuei andando. Nessa época Elijah já era médico e morava em Atlanta, então eu conversei com ele para conseguir transferir minha residência para o hospital de lá. Uma vez que ele conseguiu, eu e meus irmãos mudamos para a casa dele. Mas ai ele conheceu a Alexia que é enfermeira, e resolveu vir para cá. A nossa sorte é que o nosso falecido pai era um médico influente nessa região do país, então como eu já tinha terminado minha residência, foi fácil conseguir nos transferir para cá.
- Você tem uma história e tanto, Senhor Mikaelson! – Disse e rimos juntos.
POV Klaus
Caroline era engraçada de se conversar, não tinha como não gostar dela. Já tinhámos terminado de almoçar quando ela me contou que quer fazer publicidade, que seu primeiro beijo foi aos 13 anos e que gostaria de viajar o mundo todo.
Estávamos nos encarando profundamente, quando Caroline ergueu sua taça e bebeu um pouco do vinho, e descuidada que só ela, sem querer deixou entornar um pouco em sua blusa.
- Ai meu Deus, como sou disastrada. – Ela disse rindo.
- Venha, vamos dar um jeito nisso, alguma blusa de Rebekah a de te servir. – Disse rindo.
Caroline me seguiu até o quarto de Rebekah, aonde fui até sua gaveta e peguei uma blusa bem parecida com a que ela estava usando. Ela se recusava a pegar a blusa pois achava que Rebekah iria ficar zangada com isso, mas depois de algum tempo consegui convencê-la. Caroline foi até o banheiro do quarto e deixou a porta um pouco aberta, e quase inconscientemente fui andando até o banheiro para fechar a porta direito, mas desisti de fazer isso quando pelo espelho, consegui ver Caroline sem blusa. Ela estava com um sutiã preto, o que desenhava bem os traços dos seus seios, pensei em como seria bom tê-la sem todas aquelas roupas, com seu corpo junto ao meu. Fui tirado de meus pensamentos quando ouvi um barulho vindo do banheiro e logo me afastei, Caroline saiu de lá e ficou me encarando.
- Obrigada pela blusa. – Disse sorrindo.
- Não há de que. – Sorri.
- Bom... O almoço foi ótimo, mas acho melhor eu ir embora...
- Mas tão cedo? – disse a interrompendo. – Você acabou de chegar, e não acredito que irá dispensar minha sobremesa.
- Ok! Eu fico... Qual a sobremesa?
- Petit gateau. – Sorri.
- Até fiquei com água na boca. – sorriu. – E eu não sabia que você cozinhava, essa é novidade!
- Não cozinho sempre, somente em ocaciões especiais. – Caroline revirou os olhos como se entendesse o que eu queria dizer com isso e logo em seguida sorriu.
Fui até a cozinha pegar nossa sobremesa, e quando voltei, Caroline estava sentada no sofá que fica próximo à lareira, sentei ao seu lado entregando sua sobremesa.
- Está com uma cara ótima. – Ela disse pegando um pouco com a colher e colocando em sua boca e soltando um murmuro apreciativo. – Nossa, que delícia, você precisa me ensinar como fazer!
- Obrigada, pode deixar que qualquer dia eu te ensino. — Sorri.
Comemos a sobremesa mas eu não conseguia parar de pensar naquela cena de Caroline no banheiro sem blusa, e os mais variados tipos de pensamentos se passavam pela minha cabeça. Eu precisava dela nos meus braços o quanto antes melhor.
- Klaus? Klaus! – Ela me chamava enquanto eu olhava fixamente para sua boca.
- Sim? – Respondi com a voz rouca.
- Eu estava dizendo que eu preciso ir, tenho alguns trabalhos para terminar. – Ela dizia rindo enquanto se levantava do sofá.
- Ah, sim! Tem certeza? Não pode ficar mais um pouco?
- Infelizmente não posso, mas vamos marcar outro encontro depois, ok?
- Tudo bem. – Levantei ficando muito próximo dela, enquanto nos encaravamos. – Hei, tem um pouco de sobremesa no seu rosto.
- O que? Aonde?
Ela levantou uma das mãos, mas antes que ela chegasse em seu rosto, eu encostei meus lábios nos dela, pegando um pouco de calda que estava ali e me afastando um pouco logo em seguida. Caroline olhava fixamente para minha boca. Sim, ela não estava tão imune aos meus encantos. Em um impulso decisivo, puxei ela para mais perto de mim, segurando-a pela nuca e a beijei. Seus lábios não ofereceram resistência, e depois de um pequeno suspiro, ela cedeu passagem para que nossas línguas se encontrassem e se sincronizassem em movimentos sedutores. Depois de um tempo quando meus pulmões já clamavam por oxigênio, comecei a mordiscar sua orelha e poderia jurar que ela estava sorrindo.
- Klaus. – A voz de Caroline saiu como um gemido.
- Hm. – Respondi beijando seu pescoço.
- Eu preciso... eu preciso ir embora.
Parei de beijá-la, mas mantive meu rosto próximo do dela e segurando seus braços.
- Por favor, fique. – Pedi.
- Eu realmente preciso ir.
- Você é impossível, mulher! – Disse com um sorriso torto.
- Eu sinto muito. – Ela retribuiu o sorriso.
Soltei seus braços e dei um passo para trás dando um suspiro pesado.
- Bem, me mande uma sms para eu saber que você chegou bem.
- Pode deixar, eu mandarei. – Caroline respondeu e me deu um beijo casto, mordendo meu lábio inferior.
Ela pegou sua bolsa que havia caido no chão e partiu.
Deitei no sofá, tocando levemente minha boca e sorrindo feito um idiota. Meu Deus, o que essa mulher estava fazendo comigo?
Notas finais
Alguma crítica, elogio? Por favor, não deixem de comentar e recomendar (=
xx, Ari e Car.
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