Give Your Heart A Break
13 Capítulo 13 - Surpresa!
Notas iniciais
Desculpa a demora para postar o capítulo, eu estava um pouco sem ideias haha mas enfim, espero que gostem!
Sem mais delongas... Boa leitura!
POV Caroline
Klaus e eu chegamos em sua casa e logo ele saiu e deu a volta no carro abrindo a porta para mim e me ajudando a sair.
– Obrigada. – Sorri.
Klaus sorriu e fechou a porta, colocando as mãos em minha cintura ele me encostou no carro me dando um beijo cheio de desejo.
– Klaus? – Minha voz saia como um sussurro. – Eu acho que seria melhor se a gente entrasse. – Sorri.
– Você tem razão! – Respondeu sorrindo e pegando a minha mão, fomos entrando em sua casa.
Quando chegamos na sala, Klaus me disse para ligar para Elena e me pediu para esperar que ele iria conferir uma coisa, assenti e peguei meu celular observando ele subir as escadas. Depois de três toques, ela atendeu.
– Oi Lena!
– Ai meu Deus, oi Car, você está bem? Que bom que você me ligou, eu estava ficando preocupada!
– Está tudo bem sim, não precisa se preocupar!
– Você viu o Klaus hoje? – Elena me perguntava com uma voz meio triste.
– Sim. – Vi Klaus voltando para a sala. – E sobre isso, eu te ligo depois, preciso desligar. Beijos. – Provavelmente desliguei o celular na cara da Elena, mas não me importei com isso. – Conferiu o que queria?
Klaus veio se aproximando sem dizer nada e, de repente, ele me puxou para um beijo cheio de paixão, fogo e desejo.
Nós dois sabíamos o que queríamos naquele momento, não tinha como negar.
Diferente da primeira vez, Klaus pegou minha mão e foi me guiando até seu quarto. Quando ele abriu a porta, eu não acreditava no que meus olhos estavam vendo; sua cama de casal estava com lençóis brancos e com rosas vermelhas em cima fazendo o formato de um coração.
Olhei para aquele rosto perfeito e ele sorria da forma mais linda que poderia existir. Abracei-o e sussurrei em seu ouvido: "eu amo você." Ele me apertou contra o seu corpo, num abraço forte, me beijou levemente e disse: "eu amo você, Caroline!" Ele já havia me dito aquilo, mas dessa vez foi diferente, eu senti todo o meu corpo tremer, coração bater muito mais rápido... Sempre desejei ouvir aquelas palavras da maneira que eu ouvi dele.
Ele fechou a porta e continuou a me guiar até a cama. Nos deitamos lentamente e ele começou a me beijar. Tirei sua blusa e ele correspondeu tirando minha jaqueta e minha blusa. Ele continuou me beijando, mas agora de uma forma mais urgente. Passei a mão em seu peito nu e tentei tirar sua calça, mas ele dificultou tirando primeiro a minha. Quando já estava apenas de calcinha e sutiã, tirei sua calça e em seguida retribui os seus beijos.
Ele tirou meu sutiã, e logo em seguida, foi descendo os beijos pelo dorso do meu pescoço. Klaus foi descendo suas mãos suavemente pelo meu quadril e logo em seguida retirou minha calcinha. Ele apertou com força a parte interna de minha coxa, com os polegares. Antes que eu fizesse algo, ele tirou sua cueca, e rapidamente pegou a camisinha no bolso de sua calça. Vestiu seu membro com a camisinha, e logo em seguida, me olhou profundamente nos olhos, acariciando meu rosto, ele colou nossos lábios e depois cruzou nossos dedos e me penetrou devagar.
POV Klaus
Com nossos lábios colados, eu ainda a penetrava, eu só conseguia pensar no prazer. Desci meus beijos até sua orelha e sussurrei: “Eu quero me acabar no seu corpo, meu amor”, mordendo-a em seguida.
Ouvi seu gemido sufocado, enquanto sua cabeça arqueava levemente e sua pele se arrepiava por inteiro, de baixo da minha.
Mordi o pescoço de Caroline, e ela puxou meu cabelo para trás com força.
Comecei a penetrá-la com mais força, e Caroline arranhava minhas costas enquanto gemia em um ritmo descompassado.
Eu escutei Caroline chamando meu nome em meio a um gemido e sua voz saia como um sussurro.
Caroline nos trocou de posição, ficando por cima, ela me olhou nos olhos e me deu um sorriso safado, e começou a rebolar, coloquei minhas mãos em seu quadril, começando a estocá-la cada vez mais forte. Quanto mais forte eu a estocava, mais Caroline rebolava e fazia cara de safada, ela desceu seu corpo sobre o meu, e mordeu meu lábio inferior sem deixar de rebolar. Subi uma de minhas mãos até seu seio, e o apertei com um pouco de força. Ela passou as unhas pelo meu abdomêm nu o arranhando um pouco. Ela estava me torturando, eu sabia disso, quanto mais eu dava as investidas, mas Caroline rebolava, aumentando cada vez mais nosso prazer, e a forma com que ela fazia isso, se é que era possível, estava me deixando cada vez mais excitado.
A respiração da Caroline começou a acelerar ainda mais, nos troquei de posição, ficando por cima, e a penetrando devagar, apertei um de seus seios e beijei seus lábios.
– Klaus... – Caroline falou em um suspiro.
– Hmm...
– Eu... Eu não vou aguentar mais. – Ela fechou os olhos e logo em seguida a beijei novamente, a penetrando com força novamente.
Não conseguindo aguentar mais, me juntei a ela em nosso ápice. Fiquei com a cabeça encostada na barriga de Caroline esperando nossas respirações acalmarem enquanto ela fazia um leve carinho em meus cabelos, levantei brevemente a cabeça para poder olhar em seus olhos, que naquele momento era de um profundo azul, e não pude deixar de notar um sorriso incrível que surgia em seu rosto, e naquele momento eu pude perceber novamente como ela me enlouquecia e como eu a amava. Deixando um beijo de leve em sua barriga, eu sussurrei baixinho “eu amo você”, e me movi na cama de maneira que ela acabasse deitada em cima de mim, Caroline se apoiou em meu braço, me deu um beijo breve e também sussurrou voltando a deitar em meu peito “como eu amo você”. Abracei mais forte seu corpo delicado e beijei sua cabeça enquanto ela soltava um bocejo cansada. — Descanse meu amor. — Murmurei. Caroline se aconchegou em meu corpo e logo eu e ela já tinhamos nos rendido ao sono e ao cansaço.
POV Elena
– Uh, Klaus já voltou a cidade! – Stefan olhava o seu celular enquanto eu saia do banheiro do meu quarto arrumando meu cabelo. – Elijah acabou de me avisar.
– É, eu já sabia. Falei com ele mais cedo.
– E ai? Falaram sobre Caroline?
– Sim, mas foi brevemente. Parece que ela já viu seu primo hoje também, mas ela desligou o telefone na minha cara, o que implica que provavelmente ainda estivesse com ele.
Revirei os olhos mentalmente enquanto um meio sorriso atravessava meu rosto.
– Quem sabe assim Caroline sai daquela segunda fossa em que ela se meteu. – Stefan disse pensativo.
– Eu espero que sim. – Sentei-me ao seu lado. – Hei, amanhã eu preciso ir no shopping comprar o vestido para o casamento de Elijah. Quer vir comigo?
Stefan não me respondeu. Ele franziu sua testa enquanto olhava novamente seu celular.
– O que há de errado? – Perguntei.
– Aonde? – Ele questionou assustado por uma fração de segundo, mas logo se recompos. – Nada, só coisas da escola.
Arqueei uma sobrancelha de forma inquisitiva para ele.
Já tinha alguns dias que Stefan estava agindo estranho; sempre alienado, quase nunca prestando atenção no que eu falava. Quando eu perguntava, ele sempre fugia do assunto.
– Sério Stefan, o que está acontecendo?
– Nada amor, de verdade. – Ele respondeu passando a mão no cabelo e levantando da cama.
– Olha, eu não sei o que está acontecendo com você e o que eu te fiz para você agir dessa maneira. Eu só queria que você se abrisse comigo. Parece que me quer longe... – Terminei a fala em um sussurro.
Ele respirou fundo antes de se apoiar em minha cômoda e falar.
– O problema é Damon.
– O que tem ele?
– Ele está se envolvendo em muitos problemas ultimamente. A umas duas semanas Elijah atendeu ele no hospital porque ele estava com um corte profundo na cabeça causado por uma briga em um bar. – Stefan falava nervosamente e não olhava para mim. – Damon está bebendo de mais e brigando com todos. Não aceita ajuda de ninguém e eu não sei mais o que fazer. – Seus olhos vagavam pelo quarto ansiosamente.
Não aguentando mais vê-lo naquela situação, fui para sua frente e acariciei seu rosto.
– Hei, não fique assim! Quer que eu fale como ele?
Seu corpo enrijeceu enquanto sua expressão se tornava séria.
– Não. Nem pensar.
– Mas quem sabe ele me ouça, Stefan.
– Eu já disse que não, Elena. Eu não quero você perto do meu irmão novamente.
– Não precisa agir assim, não vai acontecer nada entre a gente. Eu amo só você meu amor. – Coloquei minhas mãos em seu peito. – Por favor me deixe tentar.
Ele me olhava com os olhos semicerrados e com a mandíbula tensa. Depois de um tempo ele respondeu.
– Eu também te amo e por isso que minha resposta é não.
Bufei ruidosamente enquanto revirava os olhos, mas eu não podia culpá-lo de sua insegurança, eu já tinha dado motivos para ele ser assim.
– Ok então, mas prometa-me que quando você tiver um problema, irá compartilhá-lo comigo.
– Eu não quero perturbar sua vida com as crises de minha família, Elena. – Stefan murmurou se aproximando mais de mim e roçando seu nariz no meu.
– Mas eu sou sua namorada e quero estar com você em todos os momentos bons e ruins da sua vida, meu amor! Além do mais, a falta de comunicação entre a gente me leva a ter pensamentos desgostosos.
– Pensamentos desgostosos? – Ele se afastou um pouco enquanto arqueava a sobrancelha de forma questionadora.
– Sim, pensamentos desgostosos. Ou você acha que só você sente ciúmes nesse namoro? Eu reparei que nessa semana a April estava dando em cima de você todos os dias.
Em um gesto totalmente infantil, fiz biquinho de reprovação deixando minhas mãos que estavam em seu peito cairem e virei de costas cruzando meus braços em meu peito. Senti seus braços me abraçarem por trás enquanto ele colava nossos corpos e sussurrava em meu ouvido.
– Hmmm, então quer dizer que eu tenho uma namorada ciumenta? – Sua voz suave causou arrepios em minha pele e suas mãos passeavam em minha barriga.
– Sim, muito ciumenta. – Respondi mordendo o lábio inferior para reprimir um gemido que ameaçava escapulir de minha boca.
– Então vamos ter que fazer algo sobre isso, não acha? – Stefan falou.
Em um movimento rápido e fluído ele me virou de frente para si e me tomou em seu colo nos levando em direção a cama.
– Stefan, meu irmão está em casa! – Consegui repreendê-lo em meio a uma risada.
Ele me jogou na cama subindo em cima de mim e retirando sua camisa. Lentamente ele se abaixou até que nossos lábios estivessem quase se encostando.
– Elena Gilbert, você tem noção de como você fica sexy bravinha e com ciúmes? – Stefan murmurou.
Neguei com a cabeça enquanto sentia ele morder levemente meu pescoço.
– Mas eu prefiro quando te vejo sorrindo. – Ele sussurrou em meu ouvido.
Pegando-me completamente desprevinida Stefan começou a fazer cócegas em mim e eu tentava sem muito sucesso desviar de seus dedos incontroláveis em minhas costelas.
– Você tem ciúmes de mim, senhorita Elena?
– Não Stefan, pare! – Consegui gritar em meio a risadas histéricas que eu dava e a falta de ar. – Pare pelo amor de Deus, eu não consigo respirar!
Me obedecendo, ele parou e esperou que meu ataque de riso parasse e eu recuperasse o ar. Quando minha respiração já estava estabilizada novamente, seu corpo se curvou contra o meu e sua boca clamou pela minha, me dando um beijo intenso e totalmente inesperado. Seus lábios eram exigentes, mas ao mesmo tempo suaves e sedutores. Sua mão esquerda viajava levemente entre minha barriga e minhas costelas, causando arrepios em minha pele. Ao perceber que eu já precisava de ar novamente ele mordeu meu lábio inferior o puxando-o para si e depois me fitou intensamente.
– Eu amo só você, Elena. Para sempre.
Um gritinho infantil escapou de meus lábios enquanto eu nos girava na cama fazendo com que eu ficasse por cima dele. Sem esperar muito tempo, voltei a beijá-lo da forma mais urgente que podia e minhas unhas começaram a arranhar seu abdomem perfeito. Um gemido sufocado saiu de sua boca e quando eu desci minhas mãos para o cós de sua calça. Ele a segurou e separou nossos lábios, mas eu continuei a beijá-lo em seu pescoço.
– Elena. – Stefan conseguiu dizer em meio a um gemido e afrouxando o aperto de sua mão na minha, arrancando um sorriso de meu rosto. – Seu... S-eu irmão está em casa.
– E daí? – Sussurrei levantando a cabeça e olhando em seus olhos e com um sorriso malicioso em meus lábios.
Um grunhido saiu da boca de Stefan enquanto ele puxava minha boca de volta para a dele e sua mão me soltava e ia para a barra de minha blusa, para poder tirá-la. Ele sentou na cama fazendo com que eu sentasse em cima dele com as pernas em volta do seu tórax enquanto sua boca viajava em meu colo quase nu, arrancando suspiros e gemidos meus e eu arranhava suas costas com toda a força que tinha naquele momento. Quando suas mãos alcançaram o fecho do meu sutiã, alguém bateu na porta do meu quarto e abriu sem esperar resposta.
– Elena!
Puxei minha coberta para cima de nós rapidamente e olhei para a porta.
– Pai?
– Stefan? – John olhou confuso e irritado para o homem quase nu na minha cama.
– John.
– Hei, pai! Por que você está parado feito uma estaca ai na porta? – Uma voz diferente perguntou enquanto todos nos olhavamos sem reação. Cabelos castanhos e cacheados entraram no quarto.
– Elena! Uh, Stefan? – Ela falou surpresa.
– Katherine! – Eu e Stefan murmuramos em unissono.
Ótimo! Minha irmã estava de volta.
Notas finais
Não deixem de comentar, recomendar, elogiar ou criticar haha
Boa noite (;
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