Notas iniciais
agora sim esse é um capitulo grande!!!!!!!!!!*-*

A primeira vez você nunca esquece seja la do que for, bom a minha foi quando vi um fantasma...

"eu tinha 6 anos meus pais tinham se separando, e eu ia passar o final de semana na casa nova do meu papai (bom de nova aquela casa não tinha nada). Era anoite e eu ia ficar em um quarto sozinha, ia de verdade mais ai aparece um fantasma idiota e intrometido querendo ficar com a minha cama, foi pra cima dele (antes eu gritei meu pai venho ver o que era ai eu percebi que só eu conseguia ver aquela prega).Depois de uma longa briga eu dormi no chão, o que fez eu toda vez que meu pai me chama para ir a sua casa eu digo algo do tipo "-isso seria tão legal, se eu não tivesse...."foi um boa forma dele perceber que eu não queria ir pra lá, e com o tempo ele parou de me chamar"

A questão é deis daquele dia eu nunca mais vi aquele fantasma idiota que na minha opinião devia ser preso por fazer uma garotinha de 6anos dormi no chão, mais tudo bem.

Sei que dez desse dia nunca mais foi normal e tenho certeza que nunca mais serei.

Porque eu vejo fantasmas.

- Clair seu pai no telefone. – disse minha mãe provavelmente da cozinha .

Uma coisa que minha mãe nunca faria era subir as escadas ate o porão onde eu durmo e adivinha por quê?

Sim por causa de um fantasma.

Minha mãe comprou essa casa em uma super promoção, e para ela não importa o histórico da casa o que importa é que foi barato, e que temos uma vista privilegiada do estacionamento do supermercado, o que eu ainda não intendo por que isso é bom, mais quando eu pergunto ela diz “podemos ver se o mercado esta cheio ou vazio”. Nunca vai entender minha mãe.

“diz a lenda” que a casa era um motel da década passada(quando existia escravos ainda). E no meu quarto morra um prostituta que pelo que ela me disse, foi morta por um dono de fazenda um “coronel”. Por isso decidir deixar o quarto só pra ela, tirando o fato dela ficar indo no porão bater um papo comigo, o que eu nunca gostei mais tento ser legal com as “pessoas” para deus ver que sou boazinha e guarda um lugar no seu pra mim, não quero ficar vagando por ai pela eternidade.

Então, gritar para minha mãe era sempre a melhor opção quando se tratava do meu quarto e os mais de cem degraus que separava ela de mim.

Meu “quarto” ate que tinha um telefone mais como minha conta vinha tão “alta” minha mãe tirou, (quando digo alta estou sendo irônica, não recebia nenhuma ligação e também não fazia nenhuma, minha conta vinha $ 5,00 e quando o telefone da casa quebrou minha mãe pegou o meu telefone vermelho e colocou na cozinha e cancelou minha linha) então toda fez que recebo uma ligação do meu pai tenho que descer a aquelas escadas enormes (estilo aquela escada que os ratinhos da Cinderela sobem para entregar a chave para ela), (não sou viciada em filmes infantis, mais antes era).

- oi pai!- disse bufando já que havia decido as escadas correndo.

-Clair, como você esta....por que não me ligou...-meu pai sempre faz isso, fica perguntando por que eu não liguei para ele, mais quando eu ligo ele diz “o que você quer”, não vou ligar pra ele e ser obrigada e escutar isso.

- estava muito ocupada...- mais sempre invento uma boa desculpa para não magoar ele, mais agora pensando bem acho que eu já magoou ele dizendo isso...- pai pode me fazer um favor.

-fala...

- fala logo o que você quer.- se eu não tinha magoado ela antes magoei agora.

- filha....só queria ouvi sua foz e dizer...

-sabia que tinha alguma coisa...fala

- vou me casar....- sabe aquele momento quem que você para e não consegui pesar em mais nada, tudo congela aconteceu isso.

Meu pai ia se casar e pior estava falando isso por telefone (bom eu não ia ate sua casa), mais pelo menos ele podia ter me levado para um lugar, como um parque onde eu esqueço tudo que esta a minha volta. Mas me contar isso por telefone foi como terminar um relacionamento por SMS.

- pai....!- gritei tão alto que minha mãe venho ver o que estava acontecendo, ela ficou olhando para mim com cara de “o que aconteceu”, e eu não ouvia mais nada além do silencio vindo do outro lado da linha. Sem deixar ele se explicar desliguei o telefone sem ao menos dizer tchau .

Subi para meu quarto e ouvi minha mãe gritando lá de baixo, mais nem liguei. Foi para meu quarto o único lugar onde eu fico sozinha de verdade, (bom não totalmente), minha amiga prostituta entrou (atravessou a parede o que eu acho uma injustiça, eu tenho que subir escadas ela pode vim ate mim sem precisar nem ao menos se esforça).

Seu nome é Angelina, ela não entrou nessa vida por que quis, foi forçada pelo dono da fazenda que ela cresceu, para ganhar dinheiro , claro para ele, só que em dias que o fazendeiro barrigudo esta entediado ele a forçava a se deitar com ele. E quando Angelina descobriu que estava gravida e o coronel a matou. Ela nunca conheceu os pais, Angelina foi deixada na porta da casa do fazendeiro apenas com um papel, onde dizia seu nome e a data de seu nascimento. Ela foi criada junto com os escravos, uma branca de olhos azuis e cabelos claros, Angelina era perfeita tão delicada que as vezes desejaria ser ela.

Ela era um verdadeira princesa, tanto que se você visse a Angelina nunca iria pensar que ela cresceu com escravos.

- o que a Clair?- ela havia aprendido a falar algumas palavras normais, mais não deixou seu jeito delicado e leve de falar.

- Angelina agora não....

- seu pai vai se casar?

- estava ouvindo minha conversa com ele?- uma das coisas de fantasmas é que eles conseguem aparecer é desaparecer quando querem –não se da onde você vem isso era normal, mais aqui é falta e educação.

-Clair...você não vai perde ele...ele vai continuar sendo deu pai- o que aquela maluca estava falando.

-o problema não é esse tá!- o problema era que eu ainda acreditava que meu pai e minha mãe podiam voltar.

Mesmo depois de 10 anos eu ainda acreditava, nunca acetei muito bem essa historia, minha mãe já teve uns namorados, meu pai também, mas casar era uma palavra muito forte para ser dita. Eu nem sabia quem era essa mulher e ele já havia pedido ela em casamento, ela devia ter pedido minha aprovação.

- Angelina se não se importa....- disse apontando para a porta , mais ela não era dessas que desperdiçava tempo caminhando ate a porta, ela simplesmente sumia .

Acabei dormindo, pensar me dá um pouquinho de sono. Mais tudo bem, hoje é um novo dia e espero que meu pai tenha desistido desse negocio de casar.

Minha vida na escola não é grade coisa, o diretor não me suporta, ele tem algo contra minha pessoa, que me separa dos passeios escolares ( é que sempre que tem um passeio escolar eu não posso ir, porque no 9°ano eu disse ao presidente dos estados unidos que minha escola é uma “bosta”- disse coisa pior mais não vou baixar o nível aqui- então o diretos disse que eu nunca mais participaria de uma atividade forra da escola, a não ser se eu me mudasse de lá), o chamo de senhor , mais os alunos normais de SR. Queen, nome ridículo para quem se acha melhor do que eu.

Não tenho amigos ou colegas, quando estou na escola, não falo muita coisa, almoço sozinha e sempre estou sozinha , bem não totalmente na minha escola morra um fantasma jardineiro, o filho de 17 anos do atual jardineiro ele ajudava o pai, então eu o chamo de jardineiro, mas o nome dele é Taylor, é um rapaz bonito de olhos escuros e pele morena estilo latino com os cabelos castanhos escuros, mas ele é o tipo de garoto NED e ele é um fantasma, fica só no profissional.

Minha aula preferida é de teatro, não que eu goste de atuar ou algo do tipo mais nessa aula eu posso ficar no notebook e nenhum professor vai reclamar, já que nenhum deles me querem em suas peças que eu fazia quando estava no jardim da infância.

Nessa aula eu não fico no facebook ou no twitter ou algo do tipo, não tenho amigos virtuais, nessa aula e trabalho, eu refaço textos para alunos que não sabem escrever ou tem algum problema com assentos, sem os professores saberem ganho por mês umas 100 pratas só de trabalhos de inglês, literatura é que é minha grande mina de ouro.

-Clair...- olhei para traz para ver que era o dono daquela voz assustadora, era o jardineiro (Taylor), ele como todos os fantasmas gostão de falar comigo, as vezes acho que as pessoas só gostam de mim depois que morrem. Fico mau com isso.

-Taylor...o que quer?

- Clair lembra que você me disse para eu achar a luz?- realmente eu disse isso pra ele mais não pensei que ele ia ficar procurando ele, balancei a cabeça concordando, sim é estranho eu esta falando com um fantasma em publico mais estávamos no auditório onde fazemos a “aula de teatro” , e onde eu estava tava escuro então.- eu li sobre isso na biblioteca.

- que fique claro que seu problema de leitura não tem nada a ver comigo....já disse para você parar de ler essa coisas.- Taylor tinha mania de ficar lendo livros de doenças e romances já disse a ele que essa coisas não fazem bem a cabeça, que ele devia procurar uns livros de comedia ou de suspense, mas adianta.

- não tem nada a ver comigo só com você!- fiquei lutando para não rir.

- querido quem tá em uma forma assustadora é você não eu !

- você é uma mediadora, e os mediadores ajudam os fantasmas....você tem que me ajudar a encontrar a luz.

- 1° não sou uma mediadora já li um livro sobre uma garota mediadora – ele ficou me olhando tão atentamente –e ela não mandava ninguém pra luz só bati nos caras e eles sumiam tá, e 2° não vou te ajudar tenho que ganhar dinheiro , agora vai emborra.

Taylor não era como a Angelina que me respeita, ele faz o que ele quer e quando quer, ele não foi emborra só porque eu mondei ele ir, se eu tivesse dito para ele sentar colocar o pé encima de mim. Ele teria ido emborra.

- tira esse pé de cima de mim.

Continuei consertando o texto de um garoto, ate o diretor entrar no auditório olhar pra mim com raiva e depois sorrir para uma garota que estava com ele, ela era gorda tinha o cabelo todo cacheado parecia o da Taylor SWIFT mais o dela era castanho escuro , e ela usava uma roupa toda florida que me fez pensar “coitadinha não sobrevive um dia nessa escoa”, o Taylor que ainda estava ao meu lado e admito tinha me ajudado com o texto olhou para a garota e me disse:

-novata!...vai falar com ela – o diretor já estava lá no palco quando ele me disse isso e a garota também, então deu pra responder ele.

- tá vendo cm quem ela tá...esse velho me odeia profundamente....e se eu falar com a novata ele me expulsa da escola- ele deu risada e foi ver o que o diretor estava dizendo para a professora.

Uma das coisas boas de ser fantasma é que você pode ouvi o que as pessoas estão falando e ninguém nem vai perceber, Angelina sempre faz isso comigo. Realmente eu devia ir falar com a novata ela nem sabe quem eu sou fazer um “amigo” podia me ajudar a conseguir um par pro baile. Não que eu queira ir mais sempre quis ser convidada. Mais ela parecia tão bem lá sozinha que prefiro não incomodar.

Notas finais
o que acharam!!!