Give Me Your Love
11 Capitulo 11 - Aos Finalmente?
Notas iniciais
O almoço e restante da tarde não foi muito interessante, até a hora da canoagem. Elena caiu cerca de três vezes na água, Stefan apenas ria da cara dela, mas uma vez a ajudou a se levantar, foi quando ela o empurrou para fora de sua canoa com o intuito de se vingar dele por ele estar rindo dela. Instintivamente ele a jogou na água novamente e os dois começaram a se atacar. O coordenador da atividade tentou para-los, mas todos os outros jovens se jogaram na água e tudo virou uma festa, água sendo jogada de um lado para o outro.
Depois de muito se molharem, todos se retiraram para seus quartos e se trocaram, antes de irem tomar o lanche da tarde. Elena e Stefan tinham combinado de ir para a biblioteca depois disse para pesquisar sobre o acidente de seus pais.
Quando Elena e suas amigas desceram para o refeitório, avistaram Lexi, Stefan e Ryan em um lugar reservado da mesa. Bonnie sugeriu que elas se juntassem a eles e Caroline adorou a ideia, mas Elena torceu o nariz e disse que não riria. Caroline insistiu com suas ótimas táticas de persuasão e Elena se deu por vencida. Propositalmente, Caroline e Bonnie se sentaram estrategicamente em lugares para deixar Elena e Stefan lado a lado.
–Não está tudo ótimo aqui? –disse Lexi dando uma mordida em seu lanche, cachorro quente.
–Não é? Eu acho exatamente a mesma coisa Lexi –Caroline concordou.
–Não tem brigas e nem separação de grupos –Bonnie disse e Stefan e Elena sorriram.
–Vocês duas podem parar de me deixar sem graça? –Elena repreendeu Bonnie e Caroline.
–Você também, senhorita Lexi –Stefan também repreendeu Lexi.
Estava tudo fluindo muito bem, até que Stefan foi colocar mais ketchup em seu cachorro quente e não saia nada do vidro, então ele bateu no fundo do mesmo e espirrou ketchup na blusa de Elena. Ela o olhou com um olhar de fúria como quem dizia “pela segunda vez no dia”, Stefan a olhou suplicante, mas ao mesmo tempo zombando da situação e ela não pode deixar de perceber, então Elena jogou mostarda no colo dele, foi a deixa. Os dois começaram a atacar comida um no outro. Molho, milho, mostarda, ketchup e tudo o que estava na mesa, agora estava em Elena e Stefan. Eles não estavam só brincando, estavam brigando mesmo. Os demais na mesa perceberam isso quando conseguiram ver suas expressões.
Todos no salão estavam olhando para eles, então a diretora chegou e acabou com tudo.
–O que é que está acontecendo aqui? –perguntou ela brava. Elena e Stefan pararam imediatamente de se atacar. –Aqui nós não toleramos desperdício, nem brincadeira com comida.
–desculpe-me diretora –Elena começou. –Foi ele quem começou –ela apontou para Stefan que a olhou indignado, ela também havia jogado comida nele.
–Eu não... foi sem querer –Stefan se defendeu. –Ela que começou a atacar comida em mim.
–Ele jogou ketchup na minha blusa.
–Foi acidentalmente –ele a olhou.
–Pela segunda vez no dia?
Eles estavam prestes a começar a discutir, mas a diretora interveio.
–Basta –disse ela. –Não quero saber quem começou nada. Os dois sofrerão detenções pelo que fizeram aqui. Além de assinarem um termo, hoje irmão limpar a cozinha depois do jantar, sozinhos. Nenhum dos funcionários da cozinha ajudará vocês.
Elena olhou para Stefan como se quisesse crucifica-lo por aquilo. Stefan olhou para ela do mesmo jeito. Caroline, Bonnie, Lexi e Ryan se entreolharam pensando “vai começar tudo outra vez”.
Com o acontecido no lanche da tarde, é claro que eles não foram para a biblioteca. Elena passou as ultimas duas horas resmungando em seu quarto sobre como Stefan era idiota e como se arrependia de ter feito as pazes com ele, disse que tudo o que aconteceu na noite anterior foi apenas uma armação dele e...
–Elena –Caroline a interrompeu. –Pare de falar, você já está aí há duas horas. Stefan não fez por mal.
–O que? –Elena a olhou indignada. –Você vai defendê-lo? Viu o que ele fez com a minha blusa?
–Foi sem querer. Você é muito pavio curto –Caroline disse.
–Não podemos dizer que ele também não é –Bonnie disse. –Ele ficou bravo quando Elena jogou mostarda nele também.
–Termina logo de se arrumar. Você tem que ir para sua detenção –Caroline disse.
–Nem me lembre disso. Vou ter que passar mais um tempo trancada no mesmo cômodo com aquele insensível.
–Aposto que você não pensou isso na noite passada Bonnie riu maliciosa e Elena jogou um travesseiro nela.
......
–Puxa, vocês dois são pura eletricidade mesmo hein –Lexi zombava de Stefan enquanto ele trocava de roupa no banheiro.
–Eu te disse que ser amigo dela não daria certo –Stefan disse saindo do banheiro. –Viu como ela é pavio curto e tinhosa? Anda colocou a culpa em mim. Foi ela que começou jogando mostarda em mim.
–Teoricamente foi você, ela só estava devolvendo o favor –Lexi disse rindo.
–Vai defende-la ?
–Vocês dois são iguais. Aposto que Elena e as amigas estão tendo a mesma conversa- Lexi riu anda mais. –Agora se apresse, você tem que ir pagar a sua detenção.
–Nem me lembre. Mais uma noite trancado no mesmo cômodo com aquela teimosa.
Stefan saiu de seu quarto exatamente no mesmo momento em que Elena saiu do dela. Eles não puderam conter suas expressões de indignação e culpar um ao outro pelo que aconteceu.
–Está pronta? –Stefan perguntou irônico.
–Não fale comigo –Elena bufou e ele se irritou.
–Você ainda continua sendo mal educada –ele cruzou os braços na frente dela.
–Isso é culpa sua. Quem mandou me irritar –ele se aproximou dela, seus olhos se encontrando, Elena mal conseguia pensar.
–Sai da minha frente Stefan –ela disse irritada.
–Não –ele começou a se divertir com a situação. Só então percebeu que, quando ficava irritada, as bochechas de Elena ficavam vermelhas e seu nariz torcia um pouco, ele achou isso engraçado.
–Eu não estou brincando –ela o encarou.
–Nem eu –ele não conseguiu se conter, sabia que iria se odiar por isso mais tarde, mas tinha que fazer aquilo. Deu um selinho rápido nela, que ficou sem reação, então ele colocou a mão em sua cintura e a puxou para mais perto colando seus lábios mais uma vez.
Elena ficou desconcertada com aquilo. Quando se separaram, ela o olhou, se desvencilhou dele e saiu andando na frente. Stefan a acompanhou, se divertindo com a situação. Talvez aquela noite não fosse ser tão ruim assim.
Os dez primeiros minutos na cozinha foram de total silencio. Cada um estava perdido em seus próprios pensamentos. Elena estava furiosa por Stefan tê-la beijado e mais ainda por ela, mais uma vez, ter correspondido. Stefan do outro lado, esfregando os pratos, estava rindo de Elena e de si mesmo, ele não estava mais tão irritado, até gostava de vê-la daquele jeito.
Elena enxaguava a louça com tanta ferocidade que acabou espirrando água em si mesma. Stefan olhou para ela e começou a rir mais ainda. Elena pegou a mangueira que estava usando para jogar água nos pratos e espirrou água nele. Stefan sentiu a água fria penetrando em seu corpo através de sua blusa e descendo para suas calças atingindo suas partes, ele se arrepiou por isso. Então pegou a mangueira da mão de Elena e jogou água nela que jogou sabão nele e mais uma vez eles estavam se atacando, porem, desta vez, Stefan estava rindo das reações de Elena enquanto ela sentia cada vez mais raiva. Então quando estavam totalmente encharcados e pingando Stefan atirou a mangueira longe se segurou Elena perto dele.
Eles estavam completamente molhados, mas quando se encostaram seus corpos não sentiam frio algum. Stefan então beijou Elena. Ela imediatamente correspondeu ao beijo, começando calmamente de tomando mais velocidade e ferocidade a cada segundo. O que na noite anterior era romântico e carinhoso, naquele momento ganhou um toque de paixão e desejo. As mãos de ambos agora exploravam os corpos. Stefan desceu seus lábios para o pescoço de Elena e esta se arrepiou com o gesto, então com um movimento rápido ela passou suas penas ao redor da cintura de Stefan e este a apoiou no balcão. Os beijos ficaram cada vez mais intensos, Elena tirou a camisa de Stefan e a atirou em algum lugar da cozinha, ele fez a mesma coisa com a blusa dela. Ele a puxava mais para perto, diminuindo mais o espaço inexistente entre eles. Eles estavam quase tirando as partes de baixo, então perceberam o que estavam fazendo.
–Meu Deus –disse Elena. –O que diabos estamos fazendo?
–Eu... eu não sei –Stefan respondeu ofegante e ainda atordoado.
–Stefan... –Elena empurrou para que se afastasse dela. –Você... eu...
–Pois é... Nós quase transamos na cozinha –ele disse e ela o olhou.
–Por que? Nós não devíamos ter feito isso e...
–A gente já teve essa conversa. Lembra no que deu?
–Eu sei, mas... eu não te amo Stefan. Isso não pode acontecer –Stefan sentiu seu coração martelar com as palavras de Elena, ele não sabia o por que, mas sentiu.
–Eu... eu também não amo você –ele disse e Elena se encolheu, sem saber o motivo também. –Mas eu sinto uma coisa diferente.
–Stefan... –ela disse quando ele voltou a se aproximar. –Não podemos...
–O que nos impede? –ele colocou suas mãos no rosto dela.
–Nós nos odiamos.
–Vivemos entre o ódio e a paixão. Elena, eu te odiei desde o momento em que nossos pais morreram, mas agora –ela estava relutante, mas os lábios de Stefan começaram a percorrer seu pescoço enquanto ele continuava a falar. –Agora, tudo o que eu consigo pensar, querer e realizar, é ter a sua pele na minha, os seus lábios nos meus.
–Stefan –ela se esforçou para dizer. Eles não podiam fazer aquilo, ela não podia fazer aquilo. Ela odiava Stefan com todas as suas forças, mas os lábios dele no corpo dela, seus corpos juntos um do outro, a pele roçando macia e fervente. Elena precisava parar, ela precisava honrar sua palavra. Então ela se afastou dele, desceu do balcão e disse: -Termine logo de lavar essa louça.
– O que? –ele perguntou sem entender nada.
–Viemos aqui para cumprir nossa detenção –ela voltou-se para a PA e começou a lavar o restante dos pratos.
–Elena...
–Termine logo Stefan –ele não questionou mais.
Cerca de vinte minutos se passaram e nenhuma palavra foi dita. Stefan achou sua camiseta encharcada no chão perto da pia e Elena achou a sua blusa dentro da pia. Stefan estava totalmente confuso em relação a Elena, por que ela dizia uma coisa e fazia outra? Por que ela se negava tanto, mas não resistia quando ele a tocava? Ela estava brincando com ele? Será que ela achava que ele estava brincando com ela? Não. Ele não estava brincando, na verdade, ele também tinha medo de dar tudo errado, mas Elena mexia com ele, isso ele não podia negar.
Após terminarem de lavar toda a louça, limparam a bagunça que haviam feito no chão e voltaram para seus quartos. Já se passavam das dez da noite, mas como era sábado ninguém estava dormindo ainda. Quando chegaram na porta de seus quarto se olharam. Nenhum deles abriu a porta, o corredor estava totalmente vazio.
–Stefan –Elena disse.
–Sim?
–Eu não... Tudo bem, eu vou confessar –ela disse e Stefan ficou completamente confuso.
–Confessar?
–Eu não tenho como negar mais, não é para você, mas sim para mim. Eu estou em negação comigo mesma. Eu não quero isso. Por isso eu... por isso eu...
Stefan já sabia muito bem do que se tratava. Sem esperar ela terminar de falar ele a beijou. Sem separar o beijo abriu a porta de seu quarto, levantou Elena e esta passou suas pernas na cintura dele, então ele entrou no quarto, fechou a porta e a colocou na cama. Eles se beijavam com tanta paixão que, mesmo quando o fôlego acabou não se desconectaram. Stefan desceu os beijos para o pescoço de Elena, depois mordeu o lóbulo de sua orelha, então votou para o pescoço e subiu novamente para os lábios. Separaram o beijo apenas para retirar a camisa dele e a blusa dela. Ele desceu novamente os beijos e chegou na região dos seios. Carinhosamente retirou i sutiã da garota e começou a chupar seus seis. Enquanto chupava um acariciava o outro com a mão. Ambos estavam com suas respirações ofegantes. Elena estava sentido toda a eletricidade daquele momento, os lábios de Stefan pelo corpo dela arrancaram pequenos gemidos involuntários de sua garganta. Então eles se desfizeram do short que ela usava e da calça de Stefan. Elena pode sentir a ereção dele assim que se sentou sobre ele e começou a beijar-lhe o pescoço, descendo para os peitoral e indo até o umbigo. Ela iria mais longe, mas Stefan a puxou de volta para cima e se colocou sobre ela. Ele desceu os beijos passando pelo pescoço e mais uma vez chegou aos seio, beijou cada parte daquela região e colocou sua mão por dentro da calcinha de Elena. Ele pode sentir sua pulsação e desceu mais os beijos, fazendo Elena soltar mais e mais gemidos, isso fazia com que Stefan se instigasse mais ainda. Então ele desceu os beijou para a coxa de Elena, subiu até a parte interna e retirou sua calcinha com a boca, acompanhando com as mão tirando sua própria cueca boxer. Passou os lábios suavemente pela intimidade de Elena e depois começou a trabalhar com a língua, isso fez com que os gemidos de Elena se intensificassem e ficassem mais altos. Quanto mais intensas eram suas chupadas mais Elena gritava e gemia pedindo por mais. Quando ele mesmo já não se aguentava nas pré –eliminares subiu de volta ao encontro dos lábios de Elena e a beijou apaixonadamente. Direcionou seu membro a entrada dela e começou a penetra-la. Aos poucos eles ganharam ritmo e a velocidade foi aumentando naturalmente, enquanto uma das mão de Elena arranhava as costas de Stefan, ele com sua mão livre, procurou a dela, apoiando-se apenas em seu cotovelo. Ele a beijava delicadamente algumas vezes. Então chegaram ao ápice juntos e Stefan caiu suavemente ao lado de Elena, a puxou para se deitar em seu peito e a envolveu com seus braços.
Ambos ainda estavam com a respiração ofegante que aos poucos foi se normalizando.
–Stefan –Elena disse olhando para ele.
–Sim? –ele a olhou de volta.
–O que foi que acabamos de fazer? –ela disse, mas não de uma forma arrependida, pelo contrario, ela estava sorrindo.
–Posso te responder isso de muitas maneira –ele sorriu.
–Como?
–Bem, eu posso dizer que foi apenas sexo, mas isso com certeza não foi, posso dizer que foi amor, mas nós não nos amamos, posso dizer que foi...
–O que foi para você? –ela disse e ele colocou uma mecha do cabelo dela atrás da orelha.
–Foi um momento maravilhoso da minha vida.
–Está brincando? –ela disse.
–Claro que não. Eu não brinco com essas coisas. E para você, o que foi?
–Bem, no começo foi como apenas o desejo, mas depois eu senti algo diferente. Senti uma eletricidade e um sentimento de exílio, como se...
–Como se não quisesse que isso acabasse e como se o mundo inteiro paralisasse para que isso aconteça.
–Como sabe? –ela o olhou surpresa.
–Por que foi isso que eu senti –ele disse e s dois sorriram. Elena voltou a se deitar no peito de Stefan, então ele pegou o lençol que estava ao lado da cama e os cobriu. Ambos ficaram pensando no que havia acabado de acontecer e o que aquilo havia significado, então adormeceram ali, juntos, perdidos em seus próprios pensamentos, mas conectados por um sentimento em comum.
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