Give Me Your Heart Broken
16 It's not just a dream
Notas iniciais
Bom, eu não sei se vocês vão gostar pq é o primeiro hentai que eu posto e na boa, fiquei criando coragem a semana toda pra postar com medo do que vocês iam achar...
Tenho que agradecer á minhas BFF's tanto de fic quanto de vida normal Verônica (@SenhoraDavis) e Natasha (@StewNats)que me ajudaram com esse capitulo um pouco tenso.
Bom, me digam o que vocês acharam por que eu estou morrendo de curiosidade de saber...
Beijos
P.O.V Hayley
Eu acordei com meu celular tocando loucamente. Já era pra eu estar em pé, e eu ia atrasar. Quando estava indo para o banho a campainha tocou.
– Droga... – Eu murmurei jogando a toalha no banheiro. Eu corri até a porta pra abrir ela de pijama mesmo, do jeito que eu tinha acordado. Era o Josh. – Ah... Oi Josh... – Ele riu e me deu um beijinho.
– Hey amor... Vai se atrasar né?
– Éh... Eu... Eu acabei de acordar... Desculpa... – Ele me olhou e eu fiquei com vergonha. Eu estava com um pijama minúsculo, um short curto e uma blusa enorme. – Uhnn... Eu vou... Tomar um banho... – Ele não conseguia tirar os olhos de mim o que me deixava com mais vergonha
– Hey... Vem cá... – ele me puxou pra junto dele — Você nem me cumprimentou direito... Uhnn... Você ta tão linda...
– Eu só estou de pijama... – eu disse rindo torto
– Eu sei.. Mas sei lá... Nunca te vi assim... Desse jeito... Mas você ta linda... Com sempre...
– Obrigada... Uhnn... Eu.. Eh... Eu... Eu vou tomar banho... Pra gente não se atrasar mais... Ok?
– Ok... Fica a vontade... Eu não vou te atrapalhar... Só vim te buscar mesmo... – ele resmungou rindo. Eu dei um sorriso torto e dei um selinho nele.
– Ok... Fica a vontade ai... Eu não demoro....
– Ok... – ele riu, eu ri torto morrendo de vergonha e subi correndo pro quarto e fechei a porta rapidamente. Eu sentia meu corpo queimando, meu coração acelerado e meu rosto queimando. Eu peguei a toalha e corri para o banheiro, precisava tomar um banho e vestir algo descente rápido.
**
Depois de passar aquela vergonha naquele pijama minúsculo e correr como uma retardada para o meu quarto, eu tomei um banho rápido torcendo para ele não dar a louca e subir para o meu quarto. Seria mais uma situação constrangedora e talvez “perigosa” para... Nós dois...
Eu saí do banho e passei para o meu quarto de novo olhando todos os cantos para ver se não tinha ninguém lá... E realmente não tinha... Então resolvi me vestir, escolhi vesti uma calça jeans mesmo e uma camiseta e sai descendo as escadas rapidamente amarrando o meu cabelo com a minha bolsa nas costas.
– Pronto... Estou pronta... – eu disse rindo
– Você ta linda como sempre... – ele riu e me deu um beijo – Se quiser, já podemos ir...
– Ta... Me ajuda com as coisas lá da cozinha? Vocês não deram sinal de vida ontem então nós acabamos comprando tudo sem a presença de vocês...
– Sem problemas... Uhnn... O que vocês compraram?
– Coisas de comer... Bola... E etc...
– A gente ta levando cerveja, tem algum problema? Na verdade cada um ta levando algo diferente...
– Cerveja...? Mas vocês são pessoas menores de idade... E você me disse que não bebia... – Eu o repreendi
– Bebo moderadamente... E outra, foi a Dak que disse que podia... Pode perguntar ela pra você ver...
– Ah não... Isso vai dar problema... Não....
– Vai não... Relaxa...
– Não Josh... Você me disse que não bebia... Quando você disse isso eu achei que não era de jeito nenhum... E eu não vou deixar vocês beberem... Não mesmo...
– Ah nem começa amor... A gente ta indo lá pra se divertir... Nem vem regrar...
– Toda diversão tem regras Josh... E bebidas não vão rolar... Entenda, Mary, Kathy e Zac estão indo também... E se vocês beberem nós quatro vamos voltar... Você sabe que eu odeio gente que bebe perto de mim...
– Mas se não rolar isso não vai rolar nada... O que a gente vai ficar fazendo lá? Assistindo TV? Não, isso eu faço na minha casa...
– Quer dizer que passar um final de semana com seus amigos não é nada? Eu não te disse que a gente comprou coisa pra levar? E lá tem trilha também... E acho que um lago ou piscina... Não sei... A Dak falou algo nesse sentido...
– Então, por isso que a gente comprou essas coisas, pra gente passar o final de semana na piscina...
– Bebida e piscina não combinam Josh... Não...
– Olha, eu só sei de uma coisa, nós combinamos, a Dak topou e se não rolar isso não vai rolar nada...
– Ok... – eu sentei no sofá com os braços cruzados.
– O que? – ele me olhou sem acreditar naquela minha pirraça
– Você disse que se não rolar as bebidas, não vai rolar nada... Então não vai rolar...
– Ok... – ele se jogou emburrado do meu lado também
– Uhnn... Acho que tenho uma mala pra desfazer... – eu disse levantando com o braço cruzado, ele me puxou pelo braço me jogando deitada no sofá e me olhando rindo.
– Para de gracinha... Como você gosta de fazer uma pirracinha...
– Eu não estou fazendo pirraça... Só não vou viajar sabendo que vocês vão aprontar Josh...
– Mas quem te falou que a gente vai aprontar? Você não confia em mim?
– Vai ter bebida Josh... Você sabe que eu não gosto...
– Você não confia na gente? Qual o problema de ter? O que a gente vai ficar fazendo lá?
– Não é isso Josh... É só que vai ter um bando de crianças juntas... O Zac, por exemplo...
– Você sabe que ele não gosta que falem isso...
– Mas ele não deixa de ser uma criança Josh...
– Mas a gente só quer se divertir poxa...
– Ah não... Diversão assim não rola...
– Ok ok... Então se a boneca não quer que rola não vai rolar..
– Ahnn? Não vai ter bebida? – eu disse abrindo um largo sorriso
– Não, não vai ter bebida, não vai ter trilha, não vai ter sitio no final de semana, nem piscina... Nem nada! – ele ria.
– Ah nããão Josh... Vamos para o sitio...
– Não, não vai rolar... – ele cruzou os braços
– Por favor...
– Não! Me passa o telefone, eu tenho que ligar pro pessoal... – Eu fiz um bico e escondi o telefone contra o meu corpo. Depois de um pouco de insistência e digamos que um pouco de birra ele aceitou a ir para o sitio e com as minhas condições... Eu sabia que ele iria quebrar a promessa quando a gente chegasse lá, mas seria menos bebida, visto que ele deixaria metade na minha casa.
Depois de muita insistência, nós saímos da minha casa. Era estranho viajar com ele sozinha, ele não parava de me olhar nenhum minuto.
Já se passavam das 15 horas quando começou a chover. Ainda estávamos na estrada de terra que levava para o sitio e a lama era escorregadia demais.
– Essa chuva que resolve aparecer logo hoje... – Eu murmurei olhando o vidro molhado na nossa frente.
– Pois é... É péssimo pra dirigir...
– Só espero que a gente não atole...
– A gente não ta muito longe não... – eu respirei fundo e encostei a cabeça no vidro e fiquei olhando para as gotas escorrerem pela janela. Até sentir o carro derrapar na lama e não sair do lugar.
– Ah não... — Eu murmurei
– Eu acho que atolamos... – ele riu sem graça
– Eu também acho... – Eu olhei pra ele – Então... O que vamos fazer?
– Uhnn... Acho que tentar tirar o carro né?
– Ok... Uhnn... Eu vou ficar aqui dentro ok?
– Fica aqui no banco do motorista pra mim?
– Eu fico... – eu respirei fundo e tirei o cinto que envolvia o meu corpo e quando ele pulou para fora do carro na chuva eu sentei no banco do motorista.
Enquanto ele tentava tirar o carro da lama, eu acelerava o carro. Até ele me berrar e pedir para que eu fosse até lá. Eu realmente não acreditava que ele estava querendo que eu saísse naquela chuva.
– HAYLEY, PARA... E VEM CÁ.... RÁPIDO... – eu me levantei e saí do carro.
Os pingos começaram a inundar meus olhos, meus cabelos, minhas roupas e por mais que os pingos fossem aumentando e me ensopando por completo, não era pior do que a lama que voava em meu rosto. Eu estava com raiva, por que ele simplesmente não podia me deixar lá dentro?
– Claro, o carro tinha que atolar logo agora! Se não, não seria um dia de chuva – Josh murmurou encostando-se ao carro.
– E o que a gente vai fazer agora? – eu disse encolhendo meus braços, eu estava começando a ficar com frio. Ele me puxou e me abraçou.
– Olha, acho que a gente só tem que esperar agora viu, não tem mais o que fazer...
– Ah não... Eu não vou ficar parada aqui... Eu estou com frio... Eu vou sair andando até achar o sitio...
– Ok, mas fique sabendo que você só vai chegar lá quando todo mundo estiver indo embora...
– Não importa... Eu só preciso... De um banho quente... E tirar essa lama... – E disse olhando para a minha calça suja. Eu fui em direção ao porta-malas e peguei a minha bolsa, então ele viu que eu não estava de brincadeira.
Depois de mais uma discussãozinha ele decidiu me acompanhar até o sitio, eu estava ensopada, suja e com raiva, era bom ele não mexer comigo.
– Por que você é tão cabeça dura hein? Nas ultimas horas você só me esculachou...
– Eu não sou cabeça dura... Só estou com raiva por que acabamos enrolando demais o dia todo e acabamos pegando essa chuva!
– E você acha que você saindo assim vai resolver tudo? Não, pode esperar ai...
– Eu estou suja... Molhada e com frio... E tudo por quê? Por causa do seu carro!
– HEY, DA PRA FICAR MAIS CALMA? QUE XILIQUE É ESSE POXA?
– Calma? Você quer que eu fique calma? – eu me virei pra ele – você quer que eu fique calma nesse estado que eu estou?
– E você acha que nesse nervosismo todo você vai resolver tudo? Você ta errada ta?
– Ok Josh... Mas vamos... Ok?
– Precisa ficar assim, poxa? – ele chegou perto de mim e segurou o meu rosto.
– Não... Desculpa-me... Mas é que eu odeio ficar molhada e suja de lama...
– Eu sei meu amor, mas fica calma... Fazer as coisas de cabeça quente é pior...
– Uhnn... Então vamos?
– Você tem certeza que vai continuar andando?
– Tenho Josh... Você me disse que não estava muito longe...
– Ok, eu vou com você, claro... – eu ri e ele me deu um beijinho na chuva.
Caminhamos praticamente em círculos por horas e o céu começava a ficar escuro, a chuva havia cedido e agora os pingos finos que caiam não atrapalhavam tanto a minha vista como antes.
Eu já estava cansada, com frio, suja, com fome e medo. Eu não queria dormir no meio da estrada. E quando eu já pensava em voltar para o carro nós avistamos uma casa. Não sabia se era o sitio, estava bem escura por sinal.
– Será o sitio?
– Não, mas vamos tentar entrar, se não for, tomara que não tenha ninguém...
– É... Eu estou cansada...
– Vem... – ele saiu me puxando completamente abraçado comigo pra me tampar um pouco da chuva. A porta estava trancada, mas meu grampo acabou resolvendo o problema.
Parecia ser uma casa de férias, estava vazia, mas tinha comida guardada na dispensa.
– Bom, acho que a gente pode ficar aqui... Até por que não dá pra sair... Já está noite escura já...
– É, acho que ninguém vai aparecer por aqui por hoje...
– É... Eu... Eu estou com frio demais... – eu disse encolhendo os braços, então ele percebeu que eu estava molhada e tremendo.
– Você não pode continuar com essa roupa, se não você vai ficar doente...
– Eu... Eu... Eu estou bem... E... E... Minhas roupas... Da.. Da.. Da mala... Estão molhadas também...
– A gente tem que dar um jeito... Vem, você vai ter que tirar essa roupa... – ele pegou o meu braço e eu travei o meu corpo no lugar
– Não...
– Oi...? – ele me olhou sem entender – Que foi? Você não pode ficar assim...
– Eu... Eu... Eu não... Eu não vou ficar sem roupa... Eu não vou ficar sem roupa perto de vo... Vo... Você...
– Mas você não pode ficar assim... Você não pode ficar com essa roupa se não você vai ficar doente... Vai, para de marra, tira essa roupa, relaxa Hayley e outra, eu sou seu namorado...
– Não... Não Josh...
– Hayley, eu não vou deixar...
– Eu... Não... Vou... Ficar... Sem... Roupa...
– Hayley eu não vou deixar você ficar doente...
– E eu não vou tirar a roupa perto de você...
– Será que tem algo na mala que você possa vestir?
– Deve ter molhado... Nós ficamos por horas na chuva... – eu disse adentrando a casa procurando o banheiro – Será que tem agua quente?
– Não sei... Vou olhar... Será que tem um aquecedor aqui? Se tiver, a gente coloca umas roupas pra secar...
– Eu não sei... O banheiro deve ficar lá em cima... – eu olhei pra ele ainda sentindo meu corpo tremer por causa do frio. Ele me deu um abraço e depois me pegou no colo me carregando para o segundo andar. O banheiro ficava no fim de um corredor pequeno e quando nós entramos, ele me colocou no chão e ficou me olhando, enquanto eu esperava ele sair para eu poder me despir.
– Bom, vamos, eu te ajudo...
– Me ajudar a o que?
– A você aqui... Hayley, eu não vou fazer nada de mal com você...
– Não precisa... Não precisa ajudar nada Josh... Eu tomo banho sozinha... Eu disse que não vou tirar a roupa perto de você...
– Mas como você é cabeça dura hein? Meu Deus... – ele riu fechando a porta
– E eu vou trancar essa porta... É bom que você não tente nada! – eu disse passando a chave na porta quando ele saiu
– Ta me ameaçando é?
– Tô...
– O que você pode me fazer de mal hein? Olha que eu fico com medo viu...
– Cala a boca Josh...
– Ok... Já calei... – ele ria alto eu respirei fundo e liguei o chuveiro e tirei a minha roupa – Tem certeza que não precisa de ajuda aí? Eu posso ir..
– Não Josh! – Eu disse me molhando então que eu vi que tinha uma blusa social talvez, que poderia me vestir enquanto minhas roupas secavam. Seria uma boa ideia... Ou eu vestia aquela blusa ou ficava enrolada numa toalha até as minhas roupas secarem.
Tomei um banho rápido, e me sequei vestindo rapidamente minhas peças intimas e a camisa que estava pendurada no banheiro, depois saí do banheiro com um pouco de vergonha. Ele estava de costas para mim mexendo na cômoda no canto do quarto quando eu entrei.
– Tô pensando no que fazer pra gente comer... Você já deve ta morrendo de fome...
– Uhnn... Não muito... – eu respirei fundo tentando puxar a blusa pra cobrir minhas pernas que estavam de fora. Como se a blusa fosse se esticar quando eu puxasse...
– Mas eu vou fazer... Se depender de você, você nunca come... – ele falou rindo ainda sem me olhar.
– Ok... – Eu disse rindo – eu vou colocar minhas roupas pra secar...
– Ah sim – ele enfim me olhou, ele se virou e quando me viu ficou paralisado um pouco. Ele me olhou dos pés a cabeça e riu – Que linda!
– Josh... Não olha pra mim assim...
– O que? – ele me olhou rindo sem entender
– Não me olha com esses olhos... Eu não estou nem um pouco confortável nesses trajes...
– Qual o problema, eu não posso olhar a minha namorada?
– Você me olha assim e eu fico com vergonha...
– Oh meu amor, vergonha de que? Não tem motivos de se envergonhar... – eu olhei para o chão sentindo meu rosto ficar vermelho.
– Eu vou... Levar as roupas... Pra secar...
– Hey, espera vai... Desculpa vai...
– Não... Não aconteceu nada... Eu só... Quero vestir algo descente rápido...
– Você ta com vergonha... Eu fiz algo errado né?
– Não... É só a forma que... Você me olhou...
– Desculpa... Foi... Inevitável...
– Tudo bem... – eu disse rindo torto
– Você é linda... E eu já estou ficando... Maluco... – ele andava devagar até mim.
– Desculpa.... Nunca foi minha intenção...
– Eu sei meu amor... Não é culpa sua... – Eu dei um riso e olhei para o chão colocando o cabelo atrás da orelha.
– Eu tô pirando mesmo Hayles...
– Acho melhor eu me enrolar em algum lençol ou edredom... – eu disse olhando para o lado
– NÃO! É... Uhnn... Espera.. Não precisa... Calma...
– É sério... Eu não posso ficar assim... Perto de você...
– Claro que pode... Qual é o problema?
– Por que eh... Eh... É difícil pra você...
– Você não vai entender nunca... – ele riu sem graça
– Eu entendo... Por isso que eu acho melhor eu me cobrir...
– Mas eu acho que não... É sério! – ele segurou o meu braço.
– Josh... – Eu disse tentando puxar meu braço e me afastar
– Calma... Eu não vou te fazer nenhum mal...
– Não... Não é isso... É só que... Eu tenho medo...
– Esse medo é natural... Talvez deixe tudo mais lindo...
– Eu nem sei se eu quero isso agora Josh...
– Ah... Ok desculpa...
Tudo bem Josh... – eu ri torto. -Bem, eu vou lá embaixo preparar alguma coisa pra gente comer. –Josh disse um, pouco sem-graça, antes de sair do quarto.
Depois que Josh desceu, deixando-me sozinha no quarto, eu me peguei pensando que... Bem, nós namoramos já há um bom tempo, não seria nada sobrenatural se acontecesse algo além. Mas, a verdade é que eu não sabia. Sentia-me muito insegura contra isso... Eu sabia que meu medo podia ser tolo, mas afinal eu ainda era virgem, não tinha como não ficar nervosa em relação a isso.
Fiquei aflita porque sabia que estava enrolando muito o Josh. E bem, se meu medo era tolice ou não, eu só ia saber quando...
Enfim, resolvi não ficar pensando muito nisso, por mais que fosse inevitável, e cedi aos encantos da cama a minha frente.
Acabei pegando no sono e deveria estar sonhando com alguma coisa irrelevante, quando fui despertada ao sentir braços me envolvendo e um beijo calmo sobre o pescoço. Não precisei me virar para saber quem estava deitado ao meu lado, embaixo do edredom.
–Vamos comer? Não sou um chefe, mas acho que consegui fazer algo descente. – Disse Josh ainda abraçando-me, com o queixo apoiado em meu trapézio.
– Eu não tô com fome. –Respondi simplesmente e depois disso ficamos longos minutos em silencio, na mesma posição, mas agora com Josh alisando meu cabelo com as mãos.
–Josh... –Falei ainda sem me mover, quebrando o silencio.
–O que foi? –Perguntou, ainda mantendo o carinho que fazia em mim.
–Desculpa.
–Pelo que, amor?
–Você sabe... –Respondi. Eu me referia as minhas atitudes... Sempre fugindo dele, quando o mesmo tentava alguma coisa a mais, sendo sempre não correspondido por mim.
–Hayles... Entenda uma coisa: eu nunca vou ficar chateado com você por esse motivo. Eu vou esperar você estar pronta, por que eu te amo e não vou te forçar a nada que você não queria. –Josh disse, virando-me de lado na cama para poder me encarar. Só aí eu notei que ele estava sem camiseta. E eu sorri como idiota encantada por meu namorado estar sendo tão fofo.
–Eu sei Josh, e não é que eu não queira transar com você... Eu quero, mas não sei, eu tenho medo. –Falei um pouco envergonhada e pude ver o sorriso nos lábios do Josh, enquanto ele colocava uma mecha de meu cabelo atrás da orelha.
–Medo de que, Hayles? –Josh perguntou, repousando seu rosto em meu pescoço, deixando beijos no local.
–Eu já disse, eu não sei exatamente. –Falei, sentindo os beijos de Josh em meu pescoço, o que também não contribuía para que eu pudesse pensar em uma resposta melhor.
–Eu nunca te machucaria, Hayles. Confia em mim. –Disse Josh, dessa vez deixando um beijo um pouco mais molhado em meu pescoço e subindo mais, mordendo de leve o lóbulo de minha orelha.
–Você ta certo. –Disse, puxando seu rosto para mim, colando nossos lábios. Josh correspondeu imediatamente ao beijo, pedindo passagem para sua língua e eu cedi. A princípio o beijo era calmo, mas logo foi se intensificou. Senti uma mão de Josh apertar firmemente minha cintura, enquanto a outra acariciava meu rosto.
A cada segundo que passava nos beijávamos com mais intensidade, ou deveria dizer desejo? É, acho que eu não sei. Senti a mão que antes apertava minha cintura, acariciar de leve minhas costas por cima do tecido da camisa que vestia. A verdade que eu queria continuar beijando meu namorado, mas nossos pulmões imploraram por ar e isso não foi possível.
Josh imediatamente desceu seus lábios para meu pescoço e soltou um riso baixo ao notar que minha pele havia se arrepiado com o toque. Enquanto uma de minhas mãos permanecia na nuca de Josh, a outra foi parar em suas costas despidas, cuja qual eu arranhei levemente com minhas unhas. Definitivamente, não fazia idéia do que estava fazendo. Mas, notei que Josh gostou.
Os lábios de Josh vieram novamente até minha boca, tomando-me em um beijo intenso outra vez. Só acordei um pouco pro que estava acontecendo ali, quando um dos botões de minha camisa foi aberto. Com uma das mãos, Josh afastou um pouco o tecido de meus ombros, soltando meus lábios para assim, distribuir beijos no local. Desceu novamente sua mão , colocando-a por baixo da camiseta que vestia, acariciando meu corpo.
–Josh... –Tentei dizer alguma coisa, mas a verdade é que não consegui. E a essa altura todos os botões de minha blusa já haviam sido abertos, o que com certeza me deixaria muito envergonhada se não estivesse fascinada pelas sensações que seus beijos e toques estavam causando em mim.
–Sabe que se pedir eu paro... –Disse dessa vez, virando-se na cama e ficando sobre mim. As mãos apoiadas ao lado de meu corpo na cama impediam que seu peso caísse todo sobre mim.
–Não pare... –Ok, eu já nem raciocinava mais. O que eu estou fazendo? Meu Deus.
Nem percebi o momento em que Josh retirou de uma vez minha camisa, jogando-a em qualquer canto. Agora eu estava apenas com minhas peças íntimas sob o garoto que distribuía beijos em meu pescoço e colo, enquanto eu acariciava seu abdômen definido que só agora eu parara para realmente avaliar. Nossas respirações já estavam pesadas, mas eu simplesmente não conseguia parar com algo tão bom.
Josh levou uma de suas mãos até o fecho de meu sutiã, soltando-o e tirando-o, para depois parar e me encarar.
-Você é tão linda! –Sussurrou em meu ouvido, o que me deixou muito envergonhada e na certa fez com que meu rosto corasse.
Antes a vergonha que estava sentindo estragasse tudo, Josh me beijou, colando seu corpo ao meu, e eu pude sentir o volume que já se encontrava embaixo de sua calça. Neste momento ele afastou seus lábios dos meus, enquanto eu soltava um suspiro pesado.
Josh foi descendo seus beijos molhados de meu pescoço e no momento em que senti seus sábios tocarem meu seio esquerdo, não consegui conter o gemido baixo que saiu de minha boca.
Josh segurou minha coxa, abrindo mais minhas pernas para que pudesse ficar no meio delas. Continuou beijando meus seios e eu tentava continha os gemidos que queriam sair de minha boca. Levei uma de minhas mãos até o zíper de sua calça e acho que nesse momento Josh viu que eu não pretendia mesmo desistir, pois tratou logo de retirar a peça de roupa, permitindo-me uma visão privilegiada do volume em sua boxer preta. Feito isso, voltou novamente à posição que estávamos e beijou meus lábios calorosamente enquanto eu acariciava suas costas e bagunçava ainda mais seu cabelo, se é que isso era possível.
Quando separamos nossos lábios, Josh distribuiu mais alguns beijos por meu pescoço, seios e barriga e desceu com os lábios, beijando a parte interna de minhas coxas, fazendo com que meu objetivo de conter meus gemidos fosse para o espaço.
-Eu te amo minha pequena. –Disse ele, agora retirando minha última peça de roupa, deixando-me totalmente vulnerável, e acariciando a parte mais intima de meu corpo, o que me deixou doida de vez, pois o puxei para mais um beijo sôfrego. Apenas tentei deixar de lado minha inexperiência e levei minhas mãos até o elástico da boxer do Josh, puxando-a para baixo. Josh terminou de tirar sua última peça, libertando-se por completo e retirou de algum lugar onde eu não pude ver um preservativo, encapando-se.
Veio até mim novamente, distribuindo beijos carinhosos em meu rosto e se posicionou entre minhas pernas, abrindo-as o suficiente, para tirar de mim o maior gemido até o momento, ao sentir o contato de seu membro rígido em minha entrada.
-Eu posso? –Perguntou com respiração ofegante, ajeitando-me na cama.
-Pode. –Respondi, beijando-lhe o pescoço.
-Se doer... Diz que eu paro... –Ouvi Josh dizer com dificuldade em meu ouvido, enquanto eu deixava uma marca em seu pescoço.
Josh levantou-se um pouco, posicionando-se melhor e então me penetrou lentamente. Senti muita dor e ambos gememos alto, quase chegando a pensar que ela iria acabar com o prazer que estava sentindo até então. Mas é lógico que não diria isso ao Josh. Então ele começou a se movimentar lentamente e aos poucos o incômodo horrível que eu sentia, deu lugar a um prazer enorme totalmente desconhecido. Passei minhas pernas envolta da cintura de Josh para senti-lo mais em mim e então os movimentos começaram a ficar mais intensos.
Eu arranhava as costas de Josh, enquanto ele movimentava-se em mim cada vez mais forte e beijava meu pescoço. Torci pare que não ficasse uma marca ali.
Estávamos totalmente ofegantes e não conseguia mais controlar o que saia de minha boca.
-Josh... –Disse ao sentir minhas pernas fraquejarem e todos os músculos do meu corpo relaxarem, assim como os de Josh. Eu havia chegado ao primeiro orgasmo da minha vida.
Josh estava ofegante e tentava controlar um pouco sua respiração, assim que o fez, saiu de cima de mim. Retirou o preservativo e se deitou ao meu lado, cobrindo-nos com o edredom.
- Eu te amo. – Ele disse, abraçando-me e depositando um beijo em minha testa.
- Eu também amo você, Josh. Muito. –Falei vendo aquela frase sair mais sincera demais, eu não tinha por que esconder ou negar isso agora. Josh não disse mais nada, não era preciso. Apenas acolheu minha cabeça sobre seu peito e ele adormeceu.
Algo dentro de mim queria gritar vastamente por aquele momento, era o melhor da minha vida. Eu fora tola e agora sabia, cada vez que neguei isso a ele, percebi que só fora uma tola imbecil, agora eu entendia o motivo de seus sorrisos e da sua vontade.
Toquei meu pescoço, onde ele havia distribuído inúmeros beijos e chupões e senti uma corrente elétrica percorrendo cada célula do meu corpo incendiando-me. Eu estava em chamas! E de uma forma discreta pairei a mão fechada sobre entre meus seios, tentando sentir meu coração — piradamente em alta velocidade — Ele havia me mostrado algo que me deixara feliz... Porque eu havia sido tão tola? Eu precisava. De mais e mais. De mais Josh. Precisava dele demasiadamente, agora que eu poderia perceber de uma forma mais clara, meus sentimentos, minha paixão, minha vontade, meu amor.
Virei para ele e deixei o som de sua respiração me tomar junto com meus pensamentos bobos.
Toquei sua face gentilmente. E outra onda de calor incendiou meu corpo. Tão lindo... Tão menino, tão perfeito para mim.
Deslizei meus dedos para seu pescoço gentil e calmamente prestando atenção para não acorda-lo. Sua pele era veludo em minhas fúteis mãos.
_ Gosto quando você faz isso. Ou pelo menos gostei disso — ele murmurou de olhos fechados, lentamente.
_ Não queria te acordar.
_ Eu não me importo... Contanto que não pare de fazer isso. — ele riu de olhos fechados
_ Tudo bem... — continuei alisando sua pele aveludada macia, fazendo- o ouriçar. Os olhos fechados dele aparentavam uma calma que o conduzia ao sono, eu queria dormir também, mas com ele tão perto assim, ficava muito difícil. E eu teria que aprender a me controlar.
Fale com o autor