Give Me Strength to Press On
38 Princesas e Príncipes
Notas iniciais
Natasha encara a porta recém fechada por Steve com uma tristeza que não lembrava ser possível sentir.
A felicidade deu as caras no elevador, mas foi massacrada quando eles chegaram em casa.
Steve estava com o que? Ciúmes? Se Steve não tivesse visto Zeke, como eles estariam? Juntos? Não separados? As perguntas eram tantas.
Steve estava claramente com ciúmes, mas o que aquilo significava? Nada! Até por que, ele foi embora é não só deixou Natasha, mas deixou o filho esperando um encontro que eles não vão ter.
Zeke encara Natasha com confusão. Não sabia o que estava acontecendo, ou o que podia fazer pra ajudar a melhor amiga.
— Nat? Maninha? Graças a Deus! — Leo esclama sorrindo abertamente e correndo até a sala.
Logo atrás dele, Sammy, Kat, Viktor e Maria também aparecem na sala.
— O que está fazendo aqui? — a ruiva pergunta pra Hill estanhando o avental de cozinha que sua advogada trajava.
— Eu vim aqui falar com você, mas seus irmãos precisavam de ajuda pra alimentar as crianças... — Hill fala envergonhada.
— Ela é uma ótima cozinheira! Foi o destino ela ter aparecido! — Viktor fala com visiveis segundas intenções. Natasha o lança um olhar surpreso.
— Então... tudo bem. — estava na hora de aceitar que sua vida jamais será normal.
Ignorando o sentimento destruidor que a saída de Steve causou, ela finge um sorriso e se junta à família para o almoço.
Eles tinham preparado uma travessa gigante de macarrão e arrumado a mesa para que todos pudessem comer.
O início do almoço foi em silêncio completo. Todos famintos ou constrangidos demais para falar alguma coisa.
— O Steven vai sair com a gente hoje? — Sammy pergunta ancioso, enrolando o macarrão no garfo.
Todos olham pra ele, já que ele havia quebrado o silêncio com uma pergunta tão significativa.
— Não! Hoje ele não pode. Amanhã, ok? — doía em seu coração ter que fazer seu filho viver essa situação.
Sammy larga o garfo e olha desapontado pra baixo e essa cena choca um pouco Natasha. Em apenas alguns dias em sua convivência, Sammy já sentia falta de Steve.
O silêncio volta por alguns minutos.
— Acho que vou indo! — Maria fala quebrando o silêncio da sala. Viktor olha pra ela e ela devolve o olhar.
— Obrigada pela ajuda! — ele fala sorrindo tímido.
Natasha tem que piscar duas vezes pra ter certeza que o clima que viu entre seu irmão e sua advogada era real. Pelo jeito era.
— Não foi nada! Pode me ligar se tiver algum problema com as receitas que te falei! — Maria já estava em pé, na frente da porta. Viktor estava ao lado dela.
Viktor cozinhando? Seria possível que Maria conseguiu fazer com que ele se interesse por cozinha?
Viktor nunca gostou de cozinhar. Pra ele, a ideia de quebrar um ovo era mais complexa do que a fórmula da gravidade.
— Tchau! — os dois falam e Hill vai embora. Viktor sorri de lado, perdido em seus próprios pensamentos.
— Você esperava por isso? — Zeke percebe o mesmo que Natasha.
— Não... Nunca! — Natasha não evita sorrir quando fala.
— Nem eu! — Zeke gargalha.
Depois do almoço, Natasha lava a louça e vai para seu quarto, ponderando se liga para Steve ou não para explicar a situação.
Antes de chegar a uma conclusão, alguém bate em sua porta.
— Entra! — ela grita deitando a cabeça na cabeceira da cama.
— Você vai me explicar o "por que" do seu quase ex ter dado um chilique? — Zeke pergunta não segurando o riso.
— Não, eu não vou! E se for pra você ficar me enchendo o saco com conversar que eu não quero ter, por favor, saia! — ela não precisou falar mais nada para que Zeke entendesse o que ela queria dizer.
— Tudo bem! — ele levanta os braços em sinal de rendição — Ta passando o que na TV?
(...)
Steve estava furioso. Não conseguia pensar claramente ou respirar normalmente.
O que Zeke fazia na casa dela?
Assim que abre a porta do apartamento, se assusta ao ver malas vermelhas na sala de sua casa.
— Steven Grant Rogers! Como assim você me dá um netinho e nem me avisa? Sabe a quanto tempo planejo ser avó? Você estava pensando no que quando a minha nora voltou do mundo dos esquecidos com uma miniatura do meu filho? Ta achando que eu sou o que? Não foi assim que eu te criei garoto! — Claire aparece da cozinha gritando e balançando uma colher de pau de um lado pro outro dando ênfase ao que fala.
— Mãe? — ele fala em choque ainda tentando processar o que ela disse e o fato dela estar em sua casa.
— Nem vem mudar de assunto! Fiz uma lasanha, vai me contar enquanto come! — Claire estava mais velha, mas tão elegante quanto sempre foi. Seu rosto estava iluminado. A felicidade de ter um neto.
Sem brexas para discordar, Steve obedece a mãe e senta na mesa. Claire coloca um prato de pedreiro na frente de Steve. Tinha tanta lasanha que poderiam acabar com a fome do mundo, mas Steve sabe que se reclamar a colher de pau vai acabar na goela dele.
— Comece! — A senhora diz olhando para o filho fixamente.
Enquanto come, Steve explica toda a conversa que teve com Natasha e tudo aquilo que eles combinaram.
Claire parece satisfeita com o plano deles para introduzir Steve na vida de Sam. Ela não se conteu na hora de pedir para que eles fizessem o mesmo com ela.
Na história toda, apenas uma coisa chocou Claire mais do que todas as outras:
— Você fez o que? — ela grita sem cerimônias batendo as mãos na mesa — Divórcio? Está maluco?
— Mãe! Não posso mais confiar nela! Ela me deixou sozinho quando eu mais precisava! Acho que ela não entendeu bem a parte da "Na saúde e na doença" do nosso casamento. — Steve fala com um tom de ironia.
— Filho! Olha pra mamãe! — ela agarra as bochechas dele nas mãos e aproxima o rosto dele até que ele olhe pra ela — Você por um acaso ouviu o lado dela da história? — Claire fala contendo a agitação.
Steve encara a mãe por longos segundos. A boca abrindo e fechando milhares de vezes a procura de uma resposta, mas ele não tinha.
— Como você pode desistir desse casamento dessa forma se nem ouviu o lado dela? Steve, fazer isso não vai te tornar melhor que ela, apenas te tornará igual, pois fará exatamente o que ela fez! Você vai fugir! – ela termina sorrindo pro filho com algumas lágrimas nos olhos, assim como Steve.
O loiro passava as palavras da mãe repetidamente em sua mente. Ela poderia estar mais certa!
— Mas o que eu vou fazer? — Steve pergunta olhando para a mãe — Vamos assinar os papéis amanhã!
— Você acha que eu vou falar? — ela usa um tom irônico — Eu já fiz muito mais que meu dever de mãe! Descubra sozinho, tenho cara de oráculo? — Claire sai da sala pegando uma de suas malas e indo para seu quarto.
Steve se joga no sofá transtornado. Ele ama Natasha, e não está nem aí que aquele Russo está no caminho. Ele vai reconquista-la.
(...)
A noite mau dormida de Natasha foi mais do que bem representada pelas grandes olheiras que tomavam a região abaixo de seus olhos.
Como ela conseguiria dormir se no dia seguinte se divorciaria?
Ela levanta da cama e vai direto para o banheiro. Toma um banho demorado e silencioso, pensando em tudo que aquele divórcio significaria.
Depois do banho, vai até a cozinha e se obriga a tomar um café. Seu estômago revirava a cada gole de café, como se manifestasse sua opinião quanto ao divórcio.
— Mãe? — Kat aparece na cozinha esfregando os olhinhos — Ah! Oi tia Nat! — ela sorri com as janelinhas entre os dentes aparecendo.
— Oi! O que faz acordada? — Natasha estava surpresa por a garotinha estar acordada as 6:40 da manhã.
— Fiquei cum fomi! — Kat pula no banquinho do balcão da cozinha.
Ela pega uma torrada, passa manteiga e começa a comer normalmente.
— Tia Nat, o Tio Steve e você vão se separar, não é?
— Vamos. — Natasha responde triste. Ela Não se surpreende mais com a esperteza daquelas crianças.
— Não acho que deviam! — ela fala de boca cheia descendo do banquinho — Vocês parecem um casal da Disney. Você é uma princesa e ele é seu Príncipe encantado! — ela anda até a porta da cozinha enquanto fala — Acho que vocês só precisam do beijo de amor verdadeiro! — é a última coisa que Kat diz antes de fazer seu caminho de volta pro quarto.
— Isso... Isso aconteceu? — Natasha se pergunta olhando pro caminho que a garotinha fez.
(...)
Steve chegou cedo no escritório do advogado. Era uma linda manhã de sexta-feira.
Assim que entra na sala de reunião, se depara com uma longa mesa de madeira, onde em uma das pontas haviam duas pastas onde estavam os papéis do divórcio.
Steve se senta em uma das cadeiras, na frente de uma das pastas, e espera pacientemente para que Natasha chegue.
Vinte minutos depois Natasha chega acompanhada de Maria. As duas se sentam e cumprimentam Steve.
Natasha lançava um olhar mortal para o loiro. Ela não conseguia esquecer o que ele havia feito. Mesmo sentindo ódio, estava se segurando para não chorar. Ela nunca quis que nada disso acontecesse.
Assim que o advogado do Steve chega, eles começam.
— Os dois estão aqui por vontade própria, concordam com os termos definidos no contrato referentes a propriedades, contas bancárias e a guarda do menor Samuel Romanoff Rogers? — o advogado do Steve começa e os dois dizem sim.
— Então, já que todos concordam com os termos, faremos isso de forma rápida! — Maria se impõe, entregando as pastas com os papéis — Assinem apenas as iniciais quando a linha for Verde. Quando for azul, assinem o nome por extenso. — instrui.
Os dois assentem.
Então era isso, assinar os papéis e seguir em frente. Continuar a vida.
Aquela pasta encarava Natasha com decepção. Como se a estivesse julgando por não ter feito mais nada, mas Natasha estava confusa por causa do dia anterior.
Ela sabia que Steve ainda gostava dela, mas ele não estava fazendo nada para impedi-los de se divorciarem, e não seria Natasha a tentar faze-lo.
Assim que Natasha abre a pasta, uma vontade avassaladora de chorar a controla. Sem querer chorar na frente do Steve, ela sussurra para Maria que tem que ir ao banheiro e rapidamente sai da sala.
— A senhora Rogers precisa ir ao Toalete. Sinto muito, necessidades femininas. — Maria fala ao perceber a feição confusa na cara dos homens.
O banheiro tinha três cabines separadas e um espelho comprido tomando a parede oposta às cabines. Ele tinha uma grande pia de mármore cortando a parede do espelho pela metade.
Natasha lutava contra suas próprias lágrimas. Ela se sentia em um enterro.
Se olhando no espelho, ela limpa a maquiagem borrada e ajeita os cabelos.
— Você consegue! É só ir lá, assinar os papéis e ir embora! Só! — ela diz pra si mesma — Você será livre! Vai conseguir superar o Steve!
— Você vai! — Steve fala entrando no banheiro e ficando do lado dela no espelho.
— Steve, o que? É o banheiro feminino! — Natasha exclama tentando ignorar a fala dele.
— Eu sei, vim ver se estava chorando. Você nunca conseguiu segurar suas lágrimas! — o que ele queria? Natasha não podia estar mais confusa.
— O que quer? — pergunta ela.
— Me divorciar! — ele responde.
— Então o que estamos fazendo aqui? Vamos logo assinar aqueles papéis e acabar logo com isso! Mas se lembre de uma coisa: não me deu uma chance de me explicar.— ela fala se afastando e se dirigindo pra porta.
Steve se adianta e passa na frente dela e ficando na frente da porta.
— Então me explica! Fala, Natasha! Me conta, eu vou ouvir! — ele cruza os braços pronto pra escutar tudo o que ela quer dizer.
— Tudo bem! — ela respira fundo. Agora ele vai ter que ouvir — Na noite em que você foi pro hospital, eu fiquei muito bêbada, o que me fez ter beijado aquele cara. Quando me contaram do seu acidente, a culpa caiu em cima de mim como um bloco de concreto e eu não conseguia acreditar. Fui pro hospital e quando eu cheguei lá, vi Pepper e Tony chorando muito, e meu primeiro pensamento foi que você tinha... — Ela fala tudo em um único fôlego, segurando as lágrimas o máximo que podia, mas no final da frase não conseguiu se manter firme.
— Achou que eu estivesse morto? — Steve arregala os olhos — E seu primeiro instinto foi sumir por cinco anos?
— Eu estava envergonhada. Eu era Natasha Romanoff Rogers, a mulher que traiu o marido e fez com que ele sofresse um acidente que o matou! Como eu iria olhar pra cara dos nossos amigos? Da sua mãe? — Natasha soluçava e cobria os olhos com as mãos. Ela se afasta da pia do banheiro e apoia na parede ao lado da porta — Então eu fugi! Sem nada ou ninguém, só pra duas semanas depois descobrir que estava grávida do filho do homem que matei!
Steve escutava a história perplexo. Não conseguia acreditar que ela tinha achado que ele estava morto.
— Bem que minha mãe falou. Tenho que começar a ouvir as coisas que ela fala! Algumas delas fazem sentido! — Natasha olha pra ele confusa. Do que ele estava falando? — Eu estava sentado na sala de reuniões antes de você entar, e eu pensei muito. — ele começa a falar e se aproxima até ficar muito próximo. Sua respiração mistura-se com a dela — Eu percebi uma coisa muito curiosa. Natasha Romanoff, você é uma grande pedra no meu caminho! Uma pessoa horrível e irritante que desde o momento que me contratou fez o possível e o impossível pra fazer da minha vida um inferno! — ele fala com convicção — Não há nada no mundo que me daria mais paz do que me divorciar de você! — ele vê os olhos da Ruiva se encherem de lágrimas.
— É o que eu estou tentando fazer desde o momento que invadiu o banheiro femin... — ela começa com a intensão de sair do banheiro, mas Steve agarra seu braço e a puxa pra perto.
— Você não me deixou acabar! — ele comenta e tranca a porta do banheiro do escritório — Sim, me daria muita paz e com certeza seria muito mais fácil, mas sabe de uma coisa? Eu te odeio. Você sabe disso. Odeio cada parte de você. E eu já te disse que o principal motivo de eu e odiar é pelo fato de que eu te amo! Mais do que parece ser possível! Mais do que eu consigo admitir. Mais do que você pode imaginar — ele fala a fazendo olhar pra cima, em seus olhos. Ela não esperava uma declaração.
Natasha fica longos segundos em silêncio, repassando tudo o que ele falou de novo e de novo em sua mente pra saber se não perdeu nada.
— Eu juro que te odeio demais. Nunca vou odiar alguém como te odeio agora! — Natasha fala incrédula passando as mãos freneticamente nos cabelos. Ela anda até o outro lado do banheiro, se apoiando na pia novamente — No futuro, ao invés de um discurso enorme, você poderia dizer apenas: "Eu te amo, porra". Ia me poupar lágrimas... — Natasha fala sorrindo, ainda afastada dele, processando o que ele falou.
— Natasha... — ele sussurra sorrindo. A ruiva vira o rosto pra ele. Ela o observa se aproximar lentamente — Eu te amo, porra! — ele fala convicto e a prende entre a pia e seu corpo.
Natasha abre e fecha os olhos, sentindo a felicidade que aquelas duas palavras a fizeram, sentir dominar seu corpo.
— Eu também te amo! — ela sorri.
Steve não precisa de sinal. Com ferocidade, ataca os lábio rosados de Natasha sentindo toda a tenção de seu corpo sumir e dar lugar para alívio. Natasha o fazia sentir tudo e nada ao mesmo tempo.
Os lábios dela eram macios e delicados e apenas com o toque da língua dela na sua, Steve sentia seu corpo inteiro esquentar.
Steve sente-se ancioso pra sentir Natasha. Ele sente falta daquelas coisas que apenas Natasha o fazia sentir.
Eles tinham tesão. Muita. De todos aqueles anos sem se tocar e fazer o outro se contorcer de prazer.
Natasha sente seu coração bater forte contra seu peito. Steve a aperta tão forte contra ele que é quase possível para ela sentir os batimentos dele também.
Em um pulo, Natasha está sentada na pia, abrindo suas pernas para que Steve se posicione no meio delas.
Suas intimidades se chocam ainda sobre peças de roupas e raios de excitação cruzam ambos os corpos. Natasha não contém um gemido alto que salta por sua garganta. Ela sentia muita falta de sexo.
Com o gemido de sua mulher em seu ouvido, Steve sente algo que não sentia em muito tempo: desejo. Seus braços começam a se mover sozinhos e vão apertando cada milímetro do corpo de Natasha da cintura até o primeiro botão da camisa social dela.
Sem muita paciência, ele se livra dos botões e abre a camisa, se deliciando com a visão de Natasha de sutiã roxo.
— Você é linda! — ele sussurra contra o pescoço dela. Natasha estranhamente cora. Ele sabe ser galante quando quer.
Ele se lembrava de cada centímetro do corpo dela, mas ainda sim olhar pra Natasha agora o fazia sentir como se fosse a primeira vez.
Steve deposita um selinho na boca dela e desce novamente pelo pescoço deixando um rastro de fogo até o vale dos seios. Ele beija a área exposta de pele dela, sentindo o calor e a maciez de sua pele em seus lábios.
Natasha geme em antecipação. Cada toque dele fazia o fogo que ela tinha entre as pernas crescer cada vez mais.
Steve pula dos seios ainda cobertos da mulher, para sua boca, a beijando enquanto suas mãos habilmente soltam seu sutiã.
Natasha sorri quando sente seus seios livres e antes que ele deixe seus labios para atacar seus seios, a ruiva coloca seus braços ao redor do corpo dele e o aperta contra seu corpo, sentindo o peito dele ainda coberto com a camisa chocar-se contra os bicos dos seus seios.
Steve abre os olhos perdendo o pouco controle que restava. Faminto ele separa seu corpo do dela e leva suas mãos para os seios de Natasha. Ele os aperta, lambe e beija freneticamente, deixando Natasha sem ar.
Ela geme, apertando o rosto do Steve contra si e levantando o torso para que ele tenha mais acesso.
Steve brinca com os seios dela até que eles estejam doloridos e vermelhos.
Quando se sente momentaneamente satisfeito, deixa os seios dela e a toma a boca novamente.
A ruiva sorri para o marido de forma vulgar e leva as mãos para a camisa dele. Steve ajuda Natasha a se livrar de sua camisa.
— Me lembra de agradecer Tony pelas aulas de boxe! — Natasha fala sorrindo ao contemplar o corpo musculoso dele.
Com as mãos ela acaricia o peito e o abdômen dele, sentindo cada músculo do corpo dele reagir ao toque leve de seus dedos.
Natasha brinca um pouco com os gominhos do abdômen dele, mordendo e fazendo pequenas carícias.
Ela continua descendo as mãos até alcançar o cinto da calça dele. Steve engole em seco.
As delicadas mãos dela se livram do cinto e a calça do loiro desliza sob suas pernas até cairem no chão.
Natasha sorri observando o volume que podia ver sob a cueca preta. E eles nem haviam feito nada de mais. Ainda.
Steve geme ao sentir as mãos de Natasha acariciando seu membro por cima da cueca. As mãos dela passam levemente, arrepiando cada célula do corpo dele.
— Natasha! — ele sussurra tirando a mão dela de sua cueca e a colocando em cima de seu ombro. Ele empurra sua própria cueca pra baixo, e expõem seu membro duro. Natasha arfa, o fogo em seu centro aumenta e ela aperta anciosa seu corpo contra o dele.
Steve a beija delicadamente, indo contra sua vontade de a jogar na parede e ter sua própria satisfação. Ele sabe que nada o satisfaz mais do que ver Natasha gemendo seu nome.
Enquanto a beija, leva suas mãos para o corpo dela, descendo até sua calcinha e a puxando pra baixo junto com a saia social dela. Natasha o ajuda a se livrar das peças.
O loiro se afasta por alguns instantes, observando Natasha inteiramente nua como se fosse a primeira vez.
Ela era linda, perfeita aos seus olhos, e estava ali exposta apenas para ele.
Natasha o puxa pra perto novamente, sorrindo maliciosa. Steve a beija, dessa vez com mais luxúria.
Da boca ele passa para o pescoço deixando pequenos chupões. Do pescoço ele desce para os seios e dos seios vai para a barriga. Natasha estava extasiada.
— Steve! — ela fala entre um gemido alto. Ele desceu mais, e chegou na intimidade dela e começou a beijar suas cochas, muito perto da virilha.
Steve nunca havia feito isso nela. Natasha nunca havia recebido esse tipo de carinho antes.
Ela solta um gemido alto quando ele toca seu clitóris com a ponta da língua. Um pequeno choque sobe de sua intimidade indo para o corpo todo.
Natasha perde o pouco controle que tinha, e leva suas mãos para os cabelos dele, empurrando seu rosto contra seu centro.
Steve se anima com os gemidos altos da mulher. Cada sugada que ele dava no clitóris inchado dela, Natasha se remexia de prazer em sua boca.
— Chega! — ela esclama quando sente ele enfiar um dedo em sua entrada — Estou a muito tempo sem sexo, você brinca comigo depois, ok? Agora por favor, só me faça sua! — Natasha estava desesperada para ter Steve dentro de si novamente.
Steve se levanta e a puxa pelas cochas, a trazendo para a borda da pia do banheiro.
Os gemidos são sincronizados quando Steve se coloca na sua entrada e força pra entrar.
Natasha apoia sua cabeça no ombro dele sentindo ele entrar cada vez mais fundo. Ela fecha os olhos e os aperta, tentando controlar os gemidos. Suas mãos vão para as costas dele e ela o unha com força.
Quando Steve está todo dentro dela, ele começa a ir pra frente e pra trás com o quadril, chocando seu corpo com o dela.
Natasha sente o prazer de te-lo dentro dela e agarra a cintura dele com as pernas procurando dar mais acesso a ele.
Os gemidos são proporcionais aos movimentos. Quanto mais rápido Steve vai, mais Natasha geme.
A Ruiva se sentia nas nuvens.
Steve começa a penetra-la mais rápido e mais rápido, até que começa a senti-la se apertar ao redor de seu membro. Natasha fecha os olhos com força e solta um último alto e longo gemido antes de se libertar.
Steve não se controla ao ouvi-la chamar seu nome, e goza logo depois a apertando o máximo que pode contra si.
— Eu senti sua falta... — ele sussurra no ouvido dela, ainda sem solta-la. Ela sorri e beija a bochecha dele, sentindo a barba rala contra seus lábios.
— É melhor colocarmos nossas roupas. Precisamos ir trabalhar. — Natasha coloca as mãos nos ombros dele o empurrando — E quando sairmos, nunca mais voltaremos para esse lugar!
— Concordo! — ele fala. Suas mãos estavam descansando na cintura dela, mas sempre com o leve aperto possessivo — E é melhor sairmos daqui logo, ou não sairemos tão cedo... — Steve desvia o olhar do rosto para o corpo de Natasha.
Ela o afasta sem dizer nada e desce da pia. Ela começa a procurar suas roupas pelo chão e a se vestir.
Steve faz o mesmo e tirando alguns amassados em suas roupas, não havia nada que fizesse alguém suspeitar do que aconteceu naquele banheiro.
Eles saem de mãos dadas de dentro do banheiro, tentando ao máximo não fazer uma expressão culpada.
O andar não tinha muitas pessoas e a maioria daquelas pessoas que estavam, usavam fones de ouvido ou pareciam ocupadas demais no seu trabalho para perceber o que eles tinham feito.
Sem passar no escritório para avisar seus advogados que não iriam mais se divorciar, Natasha e Steve entram no elevador e saem o mais rápido que podem do prédio.
Mesmo com vontade de ir pra Casa do Steve e passar um tempinho lá recuperando o tempo perdido, eles foram direto para o trabalho. Tony tinha sido muito legal deixando que eles ficassem apenas meio período para poderem ficar com Sammy, e não podiam deixa-lo na mão.
Quando chegam na empresa, Natasha vai para sua mesa e Steve vai para sua sala. Ele deixa sua porta aberta, dando uma visão ampla do andar e, de Natasha.
Ela se distrai com alguns papéis que estavam em sua mesa e nem percebe que fazia mais de meia hora que Steve estava a encarando.
Ele tentou se concentrar no trabalho, mas seu corpo simplesmente não esquecia os toques dela. Cada parte dele se contorcia por ter Natasha com ele, grudada dele.
— Natasha, pode vir aqui por favor? E feche a porta! — ele fala com um sorriso diferente. Um sorriso que não se expunha apenas na boca, mas que se estendia para os olhos. Um brilho de felicidade.
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