Give Me All Your Love

3 coração partido


Notas iniciais
Capitulo dedicadisimo ao SR. Aluado pelo lindo comentario
de incentivo muito obrigado *0*
bem esculpe pelo final do capitulo eu sei que ficou um pouco
pão com ovo,mais eu estava sem espiração,sem ninguem para me ajudar pois vocês não comentam u.u demorei dois dias para escrever esse capitulo
eu prometo que o proximo capitulo vai ter mais ''ação''
e nesse capitulo tem o meu primeiro lemon :$
[aaaaaaaaaaaaa]agora vocês irão ver um lado mais vuneravel do Sam
Boa Leitura.

Mike’s POV


Eu estava na casa de Sam, tínhamos acabado de jogar Futebol em seu play, espero que a família dele não se importe com os palavrões que falamos em voz alta quando perdíamos uma jogada. Foi um bom jeito de me distrair, já que esse foi mais um dia estressante na escola. Em minha casa as coisas estavam melhores, mas seja por pouco tempo, pois meu pai irá passar um pouco mais de uma semana fora de casa a trabalho.

Olhei no meu relógio e ele marcava 18:23, como o meu pai não estava em casa eu poderia chagar mais tarde, quem sabe comer uma pizza com Sam.

–Tem como você me esperar aqui? Vou tomar um banho rápido pra a gente descer — falou ele colocando o jogo em pausa.

–Claro — falei indo me sentar na cama. Estávamos sentados no chão do quarto dele.

Ele entrou no banheiro e eu me deitei em sua cama. O quarto dele era bem simples, uma cama de solteirão, que dava para dormir duas pessoas magras, um criado mudo, o seu guarda-roupa não muito grande e uma janela. Em frente da cama estavam a TV, as coisas dele e uma foto da família dele, todos loiros e com olhos claros, exceto o pai. Uma parede do quarto era azul escura e as outras eram azul bebê. Fechei os olhos. O seu lençol estava com um cheiro que eu nunca senti antes, era um cheiro bom, era doce só que com um toque salgado, tentei imaginar o gosto e minha boca se encheu de água. Ok, isto foi muito estranho. Ouvi a mãe de Sam gritar que o jantar estava pronto e que era para nós dois descermos. Sam gritou um ‘’já vamos’’ e quando dei por mim ele estava no quarto só de toalha e muito molhado, o cabelo caia sobre o rosto.

–Bem... É... Eu esqueci a roupa, se importa? — ele me olhou um pouco constrangido.

–N... Não, claro que não. O quarto é seu — me sentei e abaixei os meus olhos. A verdade é que eu tinha ficado um pouco excitado com ele na minha frente. Meu Deus, o que está acontecendo comigo? Eu tenho certeza de que estava muito vermelho e não é para menos. Quando dei por mim ele estava tirando a toalha, virei o meu rosto, mas não consegui resisti a vontade de olhá-lo. Ele estava com uma cueca box branca, que me deixava ver perfeitamente o volume do seu pênis e isso me excitou muito. Senti o meu sexo começar a endurecer e corri para o banheiro sem falar mais nada. Só me deu tempo de olhá-lo por um segundo, ele estava confuso. Fechei a porta do banheiro um pouco forte e me olhei no espelho, estava com o rosto um pouco molhado. Eu sentia meu pênis latejar, mas eu com certeza não iria me tocar no banheiro do meu amigo e, além do mais, pensando nele. Mas só de pensar nele o meu pênis latejou. “Droga”, eu sussurrei. Para eu me aliviar agora era o problema e só tinha uma solução: mandei uma mensagem para Tina, dizendo que queria vê-la urgentemente. Passei mais uns dois minutos lá dentro, para no mínimo minha ereção relaxar, e sai de lá com a maior cara de pau do mundo.

–Pronto? — ele me perguntou em um tom de brincadeira. Estava deitado em sua cama, onde eu estava não faz nem 10 minutos. Imaginei-me deitado com ele... Hã? Balancei a cabeça afastando esse pensamento e descemos para jantar, tínhamos combinado de que hoje eu iria jantar na
casa dele e amanha ele iria jantar na minha casa. Estavam todos reunidos na mesa sorrindo e se divertindo, uma família era para ser assim, não como a minha que era fria e chata. Sentei-me ao lado do irmão de Sam, qual eu havia esquecido o nome assim que me apresentaram. O jantar seguiu tranquilo, todos nós rimos com as crianças e as piadas sem graça do Sam. Terminamos de comer, a sobremesa um delicioso Pudim que a própria Sra. Evans fez, e ouvi o meu celular tocar. Era uma mensagem da Tina: ‘’Onde esta você?’’. Droga, eu tinha esquecido que eu havia marcado com ela. Dei mais um tempo, pois seria muita falta de educação da minha parte ir embora assim que terminasse de comer. Esperei mais ou menos dez minutos e me despedi da família de Sam e agradeci. Ele se ofereceu para me levar até o carro.

–Obrigado pela noite, foi ótima.

–Eu que agradeço – ele sorriu. – Bem, é bom que você se prepare, pois amanhã irei acabar com você no jogo.

–Ok — falei em um tom brincalhão. Eu o abracei antes de entrar no carro, não durou nem cinco segundos, mas foi o bastante para eu sentir aquele cheiro delicioso e ficar com água na boca. Eu acho que sou um maníaco.

Não demorei nem dez minutos para chegar em minha casa e estacionei como de costume. Os dois carros estavam lá, mas graças a Deus o meu pai não estava em casa. Desci do meu carro e fui em direção à minha casa. Na sala estavam minha mãe e Tina.

–Você demorou — minha mãe foi a primeira a falar.

–Desculpe, é que eu perdi a noção do tempo – menti. – Vamos, Tina?

–Claro — ela falou se levantando e indo comigo em direção ao meu quarto. Eu tranquei a porta. — Fala o que você quer. Primeiro você me evita na escola e agora...

Eu não a deixei terminar, dei-lhe um beijo chupa alma, mas não estava com tanto fogo de quando eu vi Sam seminu. Oops! O meu pênis deu sinal de vida assim que eu pensei nele e quando Tina percebeu a minha ereção ela entendeu o que eu queria. Distribuí beijos em seu pescoço e ela soltou leves gemidos. Deitamos na cama e tirei a minha camisa, a percebi admirando o meu abdômen. Comecei a esfregar a minha ereção em sua vagina por cima da calça. Ela agora gemia não muito alto. ’’Hum.. Mike’’ a ouvi sussurrar. Tirei a sua blusa e, não me pergunte como, consegui tirar o sutiã dela. Desci os meus beijos e comecei a chupar os mamilos dela, que estavam duros, e então passei a apertá-los. Passei pela sua barriga, tirei a calça e a calcinha de uma vez.

Eu estava consumido pela luxuria e só queria mais e mais. Comecei a dar leves beijos nas coxas dela e cheguei então àquela parte que eu amo e chupei com gosto. Assim que a minha língua se encostou no clitóris dela a garota gemeu alto. Comecei a chupá-lo sem pudor, adorava aquele gosto agridoce, depois subi com os beijos até a sua boca e ela me beijou intensamente. “Sua vez”, falei enquanto ficava em pé e tirava o resto da minha roupa. Assim que sua boca encostou em meu pênis eu ofeguei, “isso”, eu gemia. Segurei a sua cabeça e comecei a fazer movimentos de vai e vem. Quando estava perto gozar eu a puxei para mais um beijo, a deitei na cama e fui ao meu guarda-roupa pegar uma camisinha. Depois de pronto eu comecei a penetrá-la e ela gemia, não muito baixo. Os meus movimentos iam ficando mais rápidos, nós gemíamos loucamente, até que cheguei ao meu orgasmo. “Eu te amo”, ouvi a sussurrar, mas não senti nada quando ela falou isso, só virei de lado e fui dormir. Estava cansado.



Sam’s POV


Eu havia acordado há um tempinho e já tinha feito a minha higiene pessoal. Já eram onze horas da manhã e eu tinha marcado de ir para a casa de Mike à uma hora da tarde.

Para honra e gloria do Senhor Jesus hoje era sábado. Deitei-me na minha cama, o meu travesseiro, de um jeito inexplicável, ainda estava com o cheiro dele, mesmo que fraco. Era bom dormir com esse leve aroma do meu amado. Havia sonha do com ele: estávamos abraçados em um campo sem ninguém nos olhando, estávamos felizes. Eu o ouvi dizer que me amava... Isso fez com que eu acordasse e chorasse e pensar que isso poderia ser só um sonho me deixava triste. Dói tanto amar uma pessoa assim e não ser correspondido, mas pior ainda é saber que você não pode dar aquilo que o seu amado tanto deseja, eu queria ser tudo para ele, pois ele já é o meu tudo.

–Sam, venha tomar café, já está tarde — ouvi a minha mãe gritar do andar de baixo.

–Já vou — me levantei e fui em direção à cozinha.

Bom dia querido — falou a minha mãe.

–Bom dia — dei um sorriso. — Aonde esta o pessoal desta casa.

–O seu pai já foi trabalhar — falou ela enquanto colocava um prato com bacon, ovos e algumas torradas e um copo de suco de laranja — e as crianças estão no jardim brincando. Você demorou a levantar hoje, aconteceu alguma coisa?

–Hum... Não mãe – menti.

–É aquele garoto, não é? — perguntou ela me olhando. Engasguei-me com o suco que estava tomando.

–Claro que não — falei muito vermelho. — Ele e só um amigo.

–Você é um ótimo mentiroso, mas só quando não estamos falando de amor. Agora vai, me conta tudo — falou ela toda empolgada.

–Não tem o que falar — abaixei a cabeça.

–Como assim, “não tem o que falar”? — ela se sentou e pegou a minha mão

–Ele tem namorada — falei triste. Eu sabia que podia me abrir com minha mãe

–Espera ai, ele não é gay? — perguntou ela surpresa. Com essa eu tive que rir.

–Hum... Com certeza não — falei voltando ao meu status funeral.

–Mas como é que um hetero tem um amigo gay, fica o dia todo junto com ele e não se importa com o que os outros vão pensar?

–Bem, é que ele não sabe que eu sou gay — desta vez ela soltou a minha mão e ficou em pé. Eu sabia que ela iria ficar chateada com isso, para ela eu tinha que me mostrar para o mundo por completo, me assumir para todo canto que eu vou. — Olha, por favor, não fique com raiva ok? Eu só não quero falar sobre isso com ele agora.

–Sam, eu esperava mais de você — falou ela ainda seria. — Me fale por que você ainda não se assumiu, do que você tem medo?

–Eu não tenho medo de nada — falei com a voz segura, mas ela era a única que conseguia saber quando eu estava mentindo.

–Você está mentindo de novo — ela analisou o meu rosto. — Na verdade eu acho que você tem medo de que ele deixe de ser seu amigo ou pior, que seja homofóbico.

–Ok, você esta certa – desisti de mentir.

–Mas, meu filho, coloque uma coisa na sua cabeça, se você não se mostrar como você realmente é ele só vai gostar de uma máscara.

–O que você quer que eu faça? Saia por ai gritando que eu sou gay? — falei um pouco alterado.

–Não, mas que deixe bem claro as suas intenções, ou seja, demonstre, esse é o segredo, fale para ele que você está gostando dele — ela falou seria. Não respondi, apenas voltei a comer. Ela saiu da cozinha e falou alguma coisa que eu não conseguir entender, pois estava muito entretido em meus pensamentos. Cheguei a uma conclusão: não iria falar de cara, pelo menos não agora. Iria apenas dar umas cantadas.

Decidi sair de casa um pouco mais cedo, espero que o Mike não se importe. Fui caminhando em direção a casa dele pensando em como eu vou demonstrar o que eu sinto sem assustá-lo, pois eu sei que ele é hetero. Mas eu devo isso a ele, ele sempre se abre comigo sobre os problemas dele e sempre ouço com calma e tento responder sabiamente, difícil é quando ele fala do pai ou da Tina. Bem na verdade o conselho que queria dar para ele sobre o seu pai era que ele o mandasse ir se fuder e sobre a Tina, bem... Eu me esforço muito para não demonstrar meu ciúme e com muito esforço consigo dizer a ele para ter calma e paciência, que tudo isso é só uma fase.

Cheguei à porta da casa dele e bati, mas quem atendeu a porta fez com que o meu sangue fervesse de raiva.

–Sam? O que você está fazendo aqui? — falou Tina. Ela estava com uma blusa grande, com certeza do Mike.

–Bem, é que eu tinha marcado com o Mike de jogar game hoje, mas pelo visto estou atrapalhando, então eu já...

–Sam? — ouvi alguém falando o meu nome e só de ouvir a sua voz senti os meus pelos arrepiarem.

–Hum... Oi Mike — falei vermelho, pois o mesmo estava de cueca e sem camisa e isso era de longe a cena mais excitante que já vi. – A gente combinou de jogar você lembra? Mas pelo visto você já está ocupado, então não vou lhe atrapalhar.

–Não — falou ele um pouco alto. — A Tina já estava de saída.

–Estava? — perguntou Tina.

–Claro — falou Mike. – Vem, vamos trocar de roupa — puxou Tina pelo braço. — Pode ficar a vontade Sam, a casa é sua — falou ele enquanto subia puxando Tina pelo braço. Sentei-me no sofá e não demorou nem 20 minutos para eles desceram. Tina estava com cara de poucos amigos o que só me fez pensar que eles tinham brigado e isso era ótimo.

–Tchau Tina, até amanhã – falou ele, ela não respondeu. Passou por mim e quase levou o meu braço junto, mas tudo bem. Ela bateu a porta com força.

–Desculpe por isso — falou ele indo se sentar no sofá

–Relaxa, eu irei sobreviver — falei em tom de brincadeira. — Na verdade sou eu que quero me desculpar, eu não sabia que você estava acompanhado.

–Você não tem com o que se desculpar. Bem, vamos começar.

–Claro!

Já era mais de cinco horas da tarde quando decidimos dar um tempo. Bem, ai estava a minha chance de perguntar a ele o que eu queria.

–Hum... Mike, posso te fazer uma pergunta? — olhei para ele.

–Claro — falou ele, deixando o sanduiche de lado.

–Por que você namora a Tina?

–Bem... É que eu a amo – falou ele com a voz não muito segura e olhando para baixo – É... Eu vou ao banheiro e já volto — tentei falar ‘’Ok’’, mas não saiu nada da minha boca.

Parecia que eu tinha levado uma surra no coração, eu estava sentindo uma dor enorme, as lagrimas começavam a cair. Eu não queria que ele me visse chorando, então corri para a minha casa. Quando eu cheguei em casa fui correndo para o meu quarto. Ouvi a minha mãe perguntar “O que foi?”, mas eu apenas gritei que queria ficar em paz. Joguei-me na minha cama e deixei as lágrimas rolarem, ouvi o meu celular tocar “Deve ser ele, eu não vou atender”, pensei. Só que ele não parava de ligar, o barulho de mensagens também não cessaram. Decidi ver as mensagens:

“A onde você está e por que não me disse a aonde ia? Por que não está atendendo aos meus telefonemas? Eu fiz alguma coisa a você? Por favor, me responde. Se eu fiz eu peço perdão, mas, por favor, fala alguma coisa.”

Mandei uma mensagem para ele dizendo que não estava com raiva e que estava tudo bem. Disse também que a minha mãe tinha ligado para mim
e dito para eu ir para casa urgente e disse que iria desligar o celular. Depois disso desliguei o meu celular, tranquei a porta do meu quarto peguei o meu MP4 e me permitir chorar.

Do fundo do meu coração partido

Há uma coisa ou duas que eu queria que você soubesse

Você foi meu primeiro amor, você foi meu amor verdadeiro

Desde os primeiros beijos até a última rosa

Do fundo do meu coração destruído

Como se o tempo ainda pudesse me achar uma nova pessoa

Você foi meu amor real, eu nunca conheci o amor

Enquanto você existia

Do fundo do meu coração destruído

Baby, eu disse, ”por favor, fique"

Dê ao nosso amor uma chance, mais um dia

Podíamos Ter nos esforçado com as coisas de fora

Tudo que o amor precisa é ganhar tempo

Mas você colocou uma flecha

Em meus sonhos, em meu coração

E estou de volta, de onde eu comecei de novo

Nunca pensei que isso acabaria

Você prometeu sua vida

Mas para outra pessoa

E você deixou isso perfeitamente claro

Eu ainda queria que você estivesse aqui

E com essa musica deprimente terminei o meu dia. Eu chorava feito um louco. Céus eu queria morrer! Sempre que eu me lembrava dele falando que era apaixonado por ela eu soluçava, eu até gritei. Nem minha mãe, nem ninguém da família foram falar comigo, pois eles sabem quando eu não quero ser perturbado. Não dormi, estava com o coração partido.

Notas finais
Então oque acharão do lemon ?
bem aqui esta o site para que vocês possam ouvir ou baixar essa musica,eu particulamente adoro essa musica mesmo sendo um pouco velha [1999]
http://letras.mus.br/britney-spears/6273/traducao.html
http://search.4shared.com/q/CCAD/1/From%20The%20Bottom%20Of%20My%20Broken%20Heart
por favor comentem,logo logo vai esta chegando personagem novo