Give It Up

28 Trying


Notas iniciais
E ai galera? Bãao?
Espero que sim...
Ahha, viu que linda eu postando cedo? Ia postar só sabado que vem, mas como to de bom humor e vocês comentaram e tal...
Capítulo dedicado a Bitchelle DiaBonedetto por recomendar a fic!
Eu tenho uma "novidade para vocês"
Eu postei uma nova fic com a Sweetie...
Passem lá pra nos deixar feliz! =D
O link é esse e o nome da fic é Duality:
https://www.fanfiction.com.br/historia/219063/Duality
Enfim, espero que gostem!
Beeijo

\"\"

Quando finalmente chegamos em HB, Matt me deixou em casa e eu respirei fundo antes de passar pela porta, não tinha ninguém na sala e eu agradeci por isso.
Fui pro quarto e tomei um longo e demorado banho, coloquei a primeira camisa do meu guarda roupa e deitei na cama.
Devo ter dormido por horas, quando levantei e desci as escadas achei um bilhete pra mim.
“Está de castigo Jadelyn, voltamos as dez, esteja na sala. Ass: Mamãe”
Rolei os olhos e amassei o papel, jogando-o na lixeira. Eram seis horas, eu teria tempo suficiente para ir à praia e voltar.
Troquei de roupa e saí caminhando pela rua, cheguei na praia chutando areia irritada, eles não deviam ter o direito de me por de castigo.

Enquanto eu ia chutando areia, ouvi uma risada e me virei.
- Que é?
- Nada. Só que é bonitinho ver você irritada chutando areia.
- Reveja seus conceitos de coisas bonitinhas.
- Estou feliz com os meus.
Bufei e sentei virada para o mar, olhando a imensidão esverdeada se tornar azul clara no horizonte.
- O que aconteceu? — Perguntou se sentando do meu lado.
- Estou de castigo.
- Por que fugiu?
- É.
Ele riu e passou um braço por meus ombros — Qual o seu castigo?
- Não sei, eles voltam as dez.
- Bom… — Ele começou e se levantou, me puxando junto — Então você não está de castigo ainda.
- Estou, estava no bilhete.
- E lá mencionava algo que você não podia fazer? — Perguntou erguendo uma sobrancelha.
- Não.
Ele sorriu e começou a me puxar pela praia. — Então vem comigo.
- Você é louco? Aonde é que estamos indo?
- Surpresa.
- Não, sem surpresa, não quero me ferrar ainda mais.
- Vem!
Ele me puxou e me levou até a casa dele, pegou o carro e me fez entrar.
- Ah! Eu odeio você Brian.
- Odeia nada.
Ele dirigiu cantarolando e saiu da cidade.
- Brian! Aonde é que…?
- Já falei que é surpresa.
- Eu tenho que estar em casa as dez!
- São seis e vinte! Dá tempo.
Fiquei emburrada a “viajem” toda, chegamos a uma cidade próxima e ele parou num parque de diversões.
- Me zoou que foi pra isso que viemos aqui?
- Não reclama!

Entramos no tal parque e ele parecia uma criança, me chamando para ir em tudo.
- Quer ir em alguma coisa? Vamos na casa do terror.
- Você tem que escolher a coisa mais ridícula?
- Ridículo é roda gigante, vem logo.
O arrastei para a entrada e esperamos o carrinho chegar, entramos e o carinha fechou o ferro e o cinto em nós.
- Aproveitem o passeio. Segura a mão da sua namorada se ela ficar com medo. — Ele disse sorrindo.
Rolei os olhos — É Gates, segura a minha mão porque eu vou morrer de medo. — Disse irônica e ele riu, passando um braço por meus ombros.
Batuquei alegre o ferro enquanto começávamos a andar e passávamos pelo pano preto, entrando no local mal iluminado e cheio de coisas pretas.

Me diverti bastante, mas sei que seria melhor se eu pudesse ver os idiotas que gritam de medo.
Gates olhava as coisas sem muito interesse, brincando com meu cabelo a maior parte do percurso.
Paramos e descemos do carrinho, eu ria alegre e aumentei a crise de risos quando vi uma garota descer do carrinho chorando.
O carinha que colocou o “cinto” foi o mesmo que tirou, ele parecia impressionado com meu bom humor após sair da casa do terror.
- Agora que você já curtiu suas coisas de terror ridículas, podemos fazer alguma coisa melhor?
- Melhor que isso? Vai ser difícil.

Fomos em várias coisas, inclusive um carrinho que rodava em todas as direções e um cara que, aparentemente cantava, lá no meio pulando pra todos os lados, subiu no nosso carro e cantou olhando pra mim… Vê se pode, um cara estranho com o cabelo da cor do da clone grisalha, vir subir no meu carrinho e achar que pode cantar pra mim. Fechei a cara pra ele e Gates riu e mordeu minha bochecha, depois disso o cara resolveu voltar a fazer as acrobacias dele.
Montanha russa foi o de sempre, pessoas gritando…
- Acho que fomos em todos. — Eu disse encostando numa grade enquanto ele comprava o algodão doce.
- Não, não fomos em todos.
- Falta qual?
Ele olhou sugestivamente a roda gigante e eu rolei os olhos. — Qual é Vamp, vai ser legal.
- É tão inútil, ficar rodando nesse troço. Se ainda fosse uma vista legal.
- Vamos logo e aí eu te levo pra casa.
Rolei os olhos de novo e desencostei da grade, enfiando o último pedaço do algodão doce na boca. — Vamos então.
Ele passou o braço pelos meus ombros e eu coloquei as mãos nos bolsos.
- Vou te ensinar a corresponder melhor as coisas.
- Você acha que eu não sei? Que isso Gates, pensei que você fosse mais esperto.
Foi a vez de ele rolar os olhos e eu sorri.

Entramos na maldita roda gigante e eu sentei olhando pro mar, comecei a morder meus dedos como distração.
A coisa começou a se mexer e Gates falava coisas as quais eu simplesmente não tinha paciência de ouvir, realmente odeio esse troço.
Sempre tem aquela paradinha inútil e nós ficamos parados um tempo, até eu não conseguir mais segurar minha irritação.
- Aaah, estou sentindo minha vida se esvair!
Ele riu e trocou de lugar, ficando do meu lado. — Relaxa, já vamos descer.
- Bom! — Disse irritada e levei outra das mordidas na bochecha — Para de morder minha bochecha!
Ele deu de ombros e mordeu minha orelha. — Melhor?
- Na verdade não.
Quando o cara abriu a porta, eu quase pulei pra fora. — Calma Vampira, o chão não vai fugir de você.
- Vai que ele resolve deixar a gente dar mais uma voltinha? Não posso correr esse risco.
Gates riu e nós saímos de lá, caminhando para o carro. — Quer comer alguma coisa?
- Não. Valeu.
Entramos no carro e ele ficou falando que sabia que eu ia gostar, e eu rebatendo que eu só gostei da casa do terror e que podia conseguir a mesma diversão assistindo a um filme.
- Tá bom Vampira. Quer que eu te deixe em casa ou você vai em algum outro lugar?
- Não vou, mas não precisa me levar em casa, se meus pais já estiverem lá não será legal.
- Ok.
Ele foi pra própria casa e estacionou na garagem, saí pelo portão que ele abrira e ele foi atrás de mim.
- Posso te levar a pé?
Ri — A pé pode. Você pode falar que está indo pra sua casa.
- Eu posso falar isso de carro também.
- Melhor não. Se não quiser andar fica ai.
Ele rolou os olhos e me puxou, passando um braço pelos meus ombros. — Você é um saco Vampira.
- E você então?
Nós começamos a rir e ele mordeu meu ombro dessa vez. Um carro preto estava parado pouco a frente, dele saiu uma mulher que ficou nos encarando, Gates nem viu estava mais preocupado em beijar minha bochecha, e eu não podia ligar menos.

Ele pegou meu rosto e virou, colando os lábios nos meus por uns segundos, então eu virei a cabeça e dei uma cotovelada nele.
- Merda! Que foi Vampira?
- Deixa de ser irritante.
- Claro. Eu sou irritante.
Sorri e mordi sua mão que estava pendurada sobre meu ombro.
Ele estava rindo até virar para a frente e ver a mulher, de repente pareceu um tanto quanto surpreso.
- Que foi? — Perguntei curiosa olhando dela pra ele
- Filho? — A voz dela era tremida e eu arregalei os olhos.
Gates parou, me obrigando a fazer o mesmo e encarou a mulher com algo que variava entre raiva e surpresa.
Me senti realmente desconfortável e arrependida de não ter ido de carro… Mas fiquei lá parada esperando.
- Bri. — Ela disse chorosa chegando perto de nós, mas Gates andou pra trás, me puxando junto — Meu filho…
- Não começa. — O tom sério me fez olhar pra ele de novo, Gates estava pálido, parecia que ia passar mal a qualquer instante.
- Mas Bri…
- Vem Vampira. — Ele disse dando as costas e voltando a caminhar pra casa, ouvi o choro da mulher e voltei a encará-lo, nunca tinha o visto tão estranho.

Andamos em silêncio até a casa dele, onde eu resolvi me pronunciar.
- Você está bem?
- Vou ficar.
Olhei pra rua e consegui ver o carro parado ao longe. Ele abriu a porta e segurou aberta esperando eu passar, ponderei, não sabia que horas eram, mas sabia que era tarde o suficiente para eu não poder gastar meu tempo. Mas analisando bem as coisas, eu já estou de castigo mesmo…

Entrei e o segui até seu quarto, onde ele deitou de lado olhando a janela com um olhar perdido.
Andei até lá e sentei ao seu lado, acariciando suas costas em forma de consolação, eu acho… Na verdade sou ruim pra quase tudo nessas coisas sociais de ser legal com quem está mal.
Ele girou na cama e olhou pra mim, segurou minha mão e me puxou pra baixo, resolvi ser legal e deitei com ele, que me abraçou e enterrou o rosto o meu pescoço. Levei a mão ao seu cabelo e brinquei com ele, enrolando nos dedos enquanto sentia Gates respirar fundo e me apertar.

Meu telefone começou a tocar e eu tive certeza que já passava das dez, ele me soltou e me encarou, enquanto eu pegava o celular e via “Pai” no visor, a hora me mostrava atraso de um minuto e eu rolei os olhos.
- Que é?
- Eu disse dez horas. E isso implicava em você ficar em casa e descer para a sala as dez.
- Sinto muito. Não posso, estou fazendo uma coisa mais importante.
- Espero que seja, porque você vai se arrepender quando chegar em casa.
- Já estou de castigo pai…
- Ficará duas vezes. Vou pensar numa punição enquanto você faz sua coisa importante.

Desliguei o celular e esfreguei o rosto.
- Desculpe, esqueci que tinha que te levar em casa. — Disse baixo.
- Tudo bem, não me importo.
- Pode ir, não quero piorar suas coisas.
- Piorar? Eu fugi de casa, só matando alguém para ser pior.
Ele riu e pegou meu cabelo, rodando-o na mão e voltando a ficar com o olhar perdido.
- Quer conversar? — Perguntei hesitante e ele sorriu
- Não vou correr o risco de gastar sua habilidade social desse mês também, ainda está no começo.
- Pode gastar se quiser, ninguém acredita que eu tenha essa habilidade mesmo.
Ele me puxou pra perto de novo, beijando minha bochecha e passando o nariz pela pele de leve, depois levando a boca a minha e beijando com calma.
- Obrigado Vampira.
Sorri, deixando o brincar com meus lábios, mordendo-os devagar e passando a língua de leve.

Alguém bateu na porta e ele soltou minha boca, se virando na cama e levantando.
- Que é? — Perguntou encostando no batente
- Será que podemos conversar filho?
- Eu já sei que ela voltou.
O pai dele suspirou — Você é maior e sabe da sua vida, mas talvez devesse reconsiderar…
- Depois ok? Estou ocupado agora.
Sr. Haner piscou confuso e olhou para dentro do quarto, estava escuro, mas acho que ele me viu, sorri a abanei a mão em cumprimento e ele fez um aceno de cabeça.
- Bom, se é assim conversamos depois.
Gates fechou a porta e sentou na cama, arrancando a camisa e os tênis, esfregando o rosto irritado.
- Talvez o seu pai tenha razão. Talvez fosse melhor conversar com ela.
- Podemos não falar disso? — Perguntou voltando a deitar do meu lado.
- Como quiser.

Eu não tinha muita certeza do que estava acontecendo na cabeça dele, mas estava na cara que pelo menos uma boa dose de raiva ele tinha.
Peguei a mecha vermelha e brinquei com ela, enquanto Gates olhava o teto, ele se virou pra mim e me puxou, o olhei e ele sorriu, puxando meu rosto e me beijando urgente.
A considerar os fatos, ele deve estar desesperado para parar de pensar nessa história toda, então deixei pra lá.
Me virei para ele e brinquei com seu cabelo, ele pegou minha perna e colocou sobre sua cintura, depois se virou, me colocando por cima, encaixando uma de suas pernas entre as minhas.

Parti o beijo e coloquei a testa na sua, ele ficou de olhos fechados acariciando minhas costas e coxa.
- Eu queria fazer isso há um tempo… — Começou abrindo os olhos.
- Fazer o que?
- E hoje parecia o dia certo. — Continuou ignorando minha pergunta — Claro, antes de ela aparecer.
- Gates?
- Você já aceitou me ter por perto…
- Você é uma péssima companhia, mas eu até gosto.
Ele sorriu e me deu um selinho — Aceitou que me quer…
- Eu não te quero!
- Então está fazendo o que aqui no meu quarto, em cima de mim, correspondendo meus beijos?
- Olha…
- Admita! É mais fácil.
Bufei e rolei os olhos, o que o fez sorrir e me beijar de novo.
- Tá! Talvez, mas só pelo físico.
Ele gargalhou e mordeu minha bochecha — Então… Será que você realmente ainda vai negar um pedido de namoro?
- Provavelmente. — Eu disse e ele rolou os olhos, virando na cama e me colocando por baixo.
- Por que?
- Porque sim.
- Que merda! Precisa complicar tudo, sempre?
- Gates…
- Não! Não existe um só motivo para você dizer não.
- Existem vários!
- Me diga um!
- Eu acabei de sair de um relacionamento longo.
- Essa é a desculpa esfarrapada de pessoas que enrolam uma relação, geralmente, dada por homens.
- Não é esfarrapada!
- Então me diga, por que sair de um relacionamento longo te impede de entrar em outro?
- Liberdade.
- Como se você não tivesse nenhuma. Existe alguém que manda em você? Vampira, você está de castigo e mesmo assim ta aqui comigo!
- Hey! Eu estou aqui porque você estava abalado, achei que precisasse de ajuda ou algo assim.
- Viu só? Você até se preocupa comigo.
- Eu sou humana também, isso é puro extinto!
- Isso não é extinto o caralho! Você atropelou uma garota e nem deu a mínima pra ela!
- Eu não atropelei, eu nunca gostei dela, e se você meter a vadia velha nessa conversa pode esquecer de encostar em mim para sempre!
- Ok, desculpe, mas mesmo assim isso não muda o fato de que você não tem motivos para dizer não.
- Tenho!
- Sair de um relacionamento longo não é um bom motivo.
- Quer um bom motivo? — Perguntei me irritando — Eu não quero!
Talvez aquilo tenha machucado mais do que eu previra, mas ele tentou não demonstrar.
- Ok. Esse é um bom motivo. — Disse saindo de cima de mim — E você tem motivos para não querer?

Respirei fundo e coloquei as mãos sobre o rosto. — Talvez.
- Vai me dizer?
Sentei e saí da cama, me virando para olhá-lo. — Não gosto disso.
- Disso o que? — Perguntou se sentando para me encarar.
- Disso. De nós. De me preocupar com você o suficiente para, provavelmente, ferrar minha vida mais ainda.
- Eu faria isso por você.
- Aí é que está Brian! Nós somos pessoas diferentes. Você pode gostar de fazer isso, mas eu não! Eu odeio!
Ele se levantou e parou na minha frente — Por que?
- Porque eu não sou assim! Eu não me importo! Eu posso fazer várias coisas pelos meus amigos, mas eu sei que eu só me ferro se colocar a vontade dos outros a minha frente.
- Isso é uma coisa que todo mundo faz na vida, pelo menos por alguém.
- Eu já fiz, fiz por Knox, fiz por você. E eu não ganhei nada com isso!

Ele colocou uma mão no meu rosto e acariciou devagar minha bochecha com o polegar. — Eu faria por você. Já disse.
- Eu não acredito nas pessoas!
Ele beijou meu rosto e me abraçou — Talvez você devesse ver que as pessoas que gostam de você, confiam em você. E o certo é confiar nelas de volta.
Correspondi ao abraço, colocando a cabeça em seu ombro. — Eu não sou boa nisso.
- Eu sei que não. Mas você também não é boa em se preocupar ou ajudar, mas conseguiu quando eu precisei.
Mordi o lábio inferior e fiquei brincando com ele, enquanto pensava no que fazer.
- Então?
- Eu… Tenho que ir Brian. — Disse me soltando dele, que suspirou e passou a mão pelo cabelo.
- Vampira…
- Tchau. — Disse passando pela porta.

Saí da casa dele e fui andando rápido pela rua, o carro preto não estava mais lá, o que eu agradeci aos céus, não precisava da mulher estranha me encarando.
Cheguei em casa e encontrei o que eu menos queria.
- Resolveu suas coisas Jadelyn?
- Piorei, eu acho.
- O que aconteceu filhinha? — Minha mãe perguntou preocupada.
- Não é hora para isso. Jade, você nos desobedeceu duas vezes. Estou profundamente decepcionado com você.
- Sinto muito.
- Sentir muito não muda o que você fez.

Sentei no sofá e fiquei o encarando, não que estivesse ouvindo as palavras que saíam no tom frio e irritado, ia prestar atenção no meu castigo, porém não no sermão.
- JADE! — O grito dele me acordou — Eu não ligo para o que quer que seja que está te incomodando agora, você pode resolver depois!
- Sim senhor.
- Escute o que eu digo.
- Desculpe.
- Você vai ficar sem carro, John te levará e buscará e as coisas vão mudar aqui. Você não pode resolver sair e voltar a hora que quiser, terá de pedir permissão e especificar o que fará.
- Sim senhor.
- Estava pensando em tomar seu celular, mas sua mãe me convenceu de que você pode precisar dele.
- Obrigada mãe.
- Agora suba. Você está cheirando metal e areia.
Me levantei e caminhei para o quarto, tomei banho e deitei na cama, me revirei na mesma, mas não conseguia dormir nem por reza.

Resolvi ir caminhar na praia, não ligo para essa porra de castigo. Tranquei a porta do quarto e abri a janela, descendo pela treliça que segurava as trepadeiras.

Notas finais
Liked?
Espero que sim...
Reviews einh? Ou o próximo capítulo nunca sairá! hahahahha parei...
Então galera, hoje eu também tenho outra coisa para falar pra vocês...
Caso não tenham lido lá em cima, porque tem gente que não lê...
Eu postei uma nova fic com a Sweetie...
Passem lá pra nos deixar feliz! =D
O link é esse e o nome da fic é Duality:
https://www.fanfiction.com.br/historia/219063/Duality
Beijooos