- Oi minhas praguinhas queridas – Clara falou dando um forte abraço em cada uma das outras

- Oi Clara tudo bem? – perguntaram as outras

- Tô e vocês?

- Tamos indo né?!

Assim que tocou o sinal elas foram para a sala, a primeira aula seria com um professor magrelinho que andava parecendo um dinossauro cruzado com um pinguim.

- Olá pedreiros, sou Lucas, vou dar aula de sistemas digitais...

Ele começou a escrever algumas coisas sobre matéria, e fez uma pausa, todos pensavam que ia começar a explicar a matéria, mas na verdade ele começou a explicar as psicologias de Freud, Luiza começou a dar pala com os assuntos surubais do professor, e ele não deixaria barato.

- Sabia que quanto maior o tamanho do brinco de uma mulher maior a “falta” em que ela está, portanto a julgar pelo tamanho do seu brinco a coisa tá feia pro seu lado hein?! – ele disse com a maior cara de pau enquanto a tal garota assim como os demais olhavam boquiabertos

A garota tentou retrucar, mais cada vez que ela tentava só conseguia piorar a situação pro lado dela, quando a aula que mais parecia uma aula de sexologia acabou, o professor se despediu

- Tchau pedreiros! – falou com aquele sorriso sádico de sempre

Quando enfim pensavam que havia acabados a sessão de professores com problema mental, descobrem que estava longe de acabar, pois entra em sala um tal de Zé Otávio, o infeliz repete a cada segundo “pera ai, pera ai, doutor(a)” ou então “vocês tão entendendo?” com uma cara de índio feliz. Pra piorar acrescentou-se na grade escolar espanhol, a professora é uma chilena que mal sabe falar português, uma merda.

- PQP! Será que esses professores confundiram nossa escola com um hospício? – falou Flávia

- Tá certo que não tá lá muito longe disso, mas também não é pra tanto né?! – retrucou Clara indignada

- Aqui é assim a gente entra normal e sai doido – Mariane falou nem ligando muito

- É, mas só espero que a gente não saia daqui pior que essas coisas que atendem por professores – completou Martilene

Ao final da aula, as quatro estavam passando pelo pátio para irem embora, Mariane estava escrevendo alguma coisa num papel, quando um pirralho do primeiro ano empurrou-a, fazendo com que sua lapiseira caísse num buraco que havia ali.

- AH NÃO GENTE, MAIS QUE PORRA! – Mari estava com muita raiva

- Não me diz que sua lapiseira caiu ai? – Clara falou segurando o riso

- Nó Mari! – Flávia falou já zuando a outra

- Ahhhhh como eu tiro ela daí agora? – Mariane perguntou

- Eu acho que você vai ter que enfiar a mão ai pra pegar – Martilene falou

- Só a mão? – Clara fez uma pausa rindo – Cabe o antebraço dela aí dentro – ela apontou para o buraco

- Vai fundo Mari – Flávia tava vermelha de tando rir da outra

Notas finais
Irra voltando a escrever essa bagaça!
como dizminha amiga no nyah
qm mandar reviews vai ganhar um beijo na bunda