Notas iniciais
Pode ser que esse cap seja chato o.o... mas melhora depois!

Cap.1: Uma nova assassina


Uma mulher um tanto baixa com cabelos ruivos e curtos seguia até o final do corredor. Ela temia um pouco que tipo de gente encontraria naquela sala, apesar de não demonstrar. Entrou na sala vagarosamente, em sinal de respeito.

A sala era muito escura e toda decorada de preto e vermelho-sangue. Ao fundo se encontrava uma mulher de longos cabelos loiros, trajando um vestido vermelho, mas o seu rosto permanecia na sombra. Estava de lado numa cadeira e permaneceu em silêncio.

- Sente-se

Ela obedeceu a ordem de uma segunda sombra. Quando chegou perto, percebeu que era uma mulher de longos cabelos negros e com ar aristocrático. Ela sorriu e mostrou os objetos em sua mesa.

- Balinhas de coco?

- Não, obrigado.

- Vê estas balinhas? Milhões de pessoas venderiam a alma por apenas um par. Acredito que você não tenha noção disso... Contudo, falaremos do motivo de sua visita. Verdade que trabalhou na CIA?

- Uh... Sim. Permaneci lá por 3 anos.

- E por que saiu?

- Fui agente dupla. Enquanto eu trabalha na CIA, passava informações para uma outra organização.

- Qual?

- Prefiro não revelar.

- Certo. -confirmou com a cabeça — Já trabalhou como assassina?

- Sim, para uma terceira organização.

Um sorriso um tanto amedrontador surgiu no rosto da morena, que apoiou o rosto nas mãos e chegou mais perto da ruiva.

- Preciso de alguém que sirva aos meus propósitos. Sou Vanessa, uma das chefas da maior máfia que existe.

Ela somente assentiu com a cabeça sem tirar os olhos de Vanessa.

- Chamou a pessoa certa. Chame-me de Lyssa, Anna Lyssa.

Uma risada maníaca e escandalosa percorreu toda a sala. A ruiva logo percebeu que vinha da loira sentada ao fundo. Ela segurava um salgado em uma das mãos (que reconheceu como ">italiano") e na outra uma taça de vinho, talvez refrigerante.

- Quieta Carmel — lançou um olhar congelante — comeu muitas balinhas.

Então a porta se abre e entra um homem moreno e relativamente alto, que se atirou em uma das cadeiras vagas. Ele lançou um olhar furtivo e penetrante para a mulher ruiva e disse admirado:

- Nossa, você é sexy.

- João Ricardo, essa é a nossa mais nova assassina de aluguel: Anna Lyssa.

Vanessa concordou com a cabeça e disse:

- Sr. João Ricardo e Srta. Carmel, por favor apresentem a sede a nossa nova agente.

Os três saem de sala direto para o heliporto, da onde eles seguiriam para a plantação das balinhas de coco.

A mulher loira logo se levantou e fez sinal para Anna a seguir.

- Bom — começou Carmel, a loira, enquanto rumavam ao heliporto — antes que você me pergunte, o nome da máfia é G.I.B., uma sigla que logo você descobrirá o significado.

- Positivo — respondeu a ruiva balançando a cabeça.

Enquanto eles sobrevoavam a plantação de balinhas, Carmel e João explicavam sobre a máfia.

- A nossa máfia tem uma riqueza de aproximadamente 2 bilhões de euros, mais um arsenal de mais ou menos 1.500 agentes, só na sede principal — comentou Carmel.

- Compramos empresas como a Nike, a Adidas, a Nestlé, a Sansung, a Nokia, a Nextel, Motorola entre outras... — continuou João, ainda examinado Anna Lyssa.

- E O Salgadão! — retrucou Carmel.

- o que vem a ser "Salgadão"?

- Ah... é uma lanchonete suja da minha infância!

- Oh... isso explica o "italiano" que você estava comendo...

- Hehehe... — deu uma risadinha.

Ao longo eles avistaram uma enorme plantação, que Anna deduziu ser de coco. Então, o helicóptero pousa no meio da plantação, assustando Bruno, o agricultor. Assim que eles saíram do helicóptero, ele veio cumprimentar os visitantes.

- Oh, que bom, esperava a visita de vocês!

- Mas eu só me tornei agente a 20 minutos!

- Nunca subestime o poder da G.I.B.

- Como você pode perceber — iniciou Bruno — a G.I.B. é proprietária da maior plantação de coqueiros do mundo.

- Permita-me — falou Anna enquanto examinava um saco cheio de balinhas de coco. A mesma levou uma delas a boca e após dez segundos de deglutição, mudou a sua expressão impassível para uma tanto quanto alegre, deixando escapar um sorriso perverso.

- Essa bala me deixa entorpecida.

- Acredite, você não é a única que se sente assim.


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Uma mulher baixinha com cabelos loiros e curtos que usava óculos escuros junto com uma blusa preta e calça jeans escancarou a porta da sala de Vanessa, parecendo nervosa e apressada.

Vanessa, assustada, dirigiu o seu olhar para a baixinha apressada.

- >Juliana, o que foi? — perguntou a morena à ela.

- Um dono de uma empresa de cocos descobriu a G.I.B. — ela tirou a peruca e os óculos escuros, revelando os seus cabelos curtos e castanhos claro — A plantão clandestina!

A chefa se levantou rápido, segurando o celular, apressada.

- Droga!

- Acho que ele também me descobriu! Rápido!

Ela discou um número, e amaldiçoou o celular por ser tão lento.

- Alô? Carmel? O desgraçado do dono de uma empresa nos descobriu! Acho que está na hora da novata entrar em ação...


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- Atenção, atenção todos! — gritou Carmel após fechar o celular com estilo — A plantação foi descoberta, entraremos em ação. Bruno, ative o sistema de segurança da plantação. João e Anna, vocês vêm comigo.

Carmel os levou à uma sala repleta de equipamentos, antes colocando a senha no minicomputador na porta e fazendo o teste óptico. Armas de fogo, facas, coletes enchiam a sala blindada e bem iluminada.

- Pessoal, parece que o dono de uma plantação de coco mal desenvolvida nos descobriu e está vindo para cá detonar tudo, literalmente.

- E o que faremos? — perguntou Anna.

- O sistema de segurança deve segurar as coisas um pouco. Assim ganharemos tempo. João vai separar os equipamentos, Vanessa está mandando reforços. Prepare-se Anna, será sua primeira missão. Você vai capturar o chefe e lembre-se, o queremos vivo — solicitou Carmel.

- É uma tarefa difícil para uma assassina que deseja matar, mas farei o possível. — disse a caloura.

- Ótimo.

Então, João volta, carregado de grandes armas blindadas penduradas em suas costas e diz:

- Pegue, e que a força esteja com vocês — jogou as armas para Carmel e Anna, que as pegaram sem muito esforço.

- Bom, posicionem-se e fique alerta — avisou Carmel para os agentes com um leve sorriso.

Os três rumaram para a parte frontal da sede e se colocaram à frente de um grupo de 300 agentes, que esperavam atentamente por um simples sinal de invasão ou autorização para atacar.

Eis que Vanessa surge, usando um sobre-tudo jeans, olhando severamente para cada um dos seus agentes. Vestia também longas botas pretas. Ela se aproximava de Anna para avisá-la

- Não o mate, podemos tirar vantagem da sua empresa.

- Sim!

- Espere, vou tentar negociar.

De esguelha, Anna pôde ver cerca de três armas em seu sobre-tudo. Vanessa foi até o portão e sussurrou algo para o homem que estava nos controles. Ele mexeu em alguns botões e logo em seguida, em uma tela, pôde-se ver um sujeito gordinho com alguns agentes e policiais.

- Meu caro, você só está se complicando...

- Vão prendê-la! Sua gangster, é você quem tem tirado meus lucros!

Ela se calou, jogou a franja para trás e voltou a encarar a telinha.

- Quer dizer que você está falida?

- Por sua culpa!

Ela ajeitou a sua franja e riu maniacamente.

- Mate-o — surrou para Anna assim que deu as costas para a tela.

- Certamente — respondeu Anna, deixando transparecer um tom de prazer sanguinária em sua voz.

- Venha até aqui para que possamos nos acertar — ordenou Vanessa ao sujeito, agora olhando para a tela e tentando passar uma expressão de falsa inocência — mas não traga esses aí para cá — disse se referindo aos policiais.

- Posso confiar em você? — perguntou, desconfiado.

- Mas é claro — responde Vanessa com um certo ar de desdém.

Ela desligou a tela e fez sinal para que abrissem a porta. O sujeito possuía uma estatura baixa e uma face gorducha, entrou na sede acompanhado de dois agentes especiais.

- Pensei que tinha dito para não trazê-los — vociferou Vanessa.

- Achei melhor não arriscar.

Nesse momento Anna Lyssa tirou uma arma do casaco e mirou diretamente para o peito do homem, sem dar tempo para que ele reagisse.

- Então MORRA! — gritou Anna Lyssa puxando o gatilho e soltando uma risada maníaca.

Continua...

Notas finais
E aih pessoal ;DDD~~ por enquanto é sem prólogo! Aí depois eu explico o universo alternativo dessa estória ^^'. Bem, se vocês não comentarem não postaremos xD
bjoo o/
comentem!