Notas iniciais

Propaganda, êe. leiam O Meu Impossivel Amor.

Estava saindo da casa de Emy, eram exatamente 10h30min e meu estômago estava roncando.

-“Obrigada gente, já vou indo... Aproveitar e parar em uma lanchonete, to morrendo de fome”.–Sorrio, aceno para os dois, Emy acena e corre escadas acima como uma criança, John olhou preocupado pra mim ainda na porta.

-“Luna, a lanchonete fica quilômetros daqui, eu vou te dar uma carona, também preciso comer alguma coisa”. –Disse John enquanto pegava suas chaves do carro e da casa, e fechando a porta.

Abri um sorriso enorme no rosto, se meus dentes estavam sujos eu não sei, mas ele gostou do que viu.

-“Normalmente diria que não tem problema eu ir andando, que não queria incomodar, mas eu não estava disposta mesmo em ir andando até a lanchonete”. –Disse rindo. –“Obrigada”. –Dei um sorriso sem graça.

-“De nada”. –Sorriu

Estávamos no carro, tocando uma musica que eu amava no rádio, enquanto cantava baixinho. Às vezes o notava me fitando, mas não tinha coragem de olhar, já bastava àquele incidente do abraço por um dia. Chegando a lanchonete eu pedi o especial da casa, ele pediu o mesmo. Mesmo aquilo não sendo um encontro pra mim, ele exigiu em pagar a conta.

John ficou na fila, enquanto eu o estava esperando do lado de fora, porque estava lotado demais. Quando ele voltou, sentou-se ao meu lado, em uma muretinha. Eu fiquei incomodada, pois toda menina que passava, ficava o encarando e tentando fazer charminho. Mas uma coisa que fiquei envergonhada, é que ele não parava de me olhar. Até que tomei coragem e encontrei seus olhos. Azuis pensei. Ele sorriu e beijou minha cabeça.

-“Vamos? Eu te levo para casa.”. –Sorriu, enquanto se levantava. Suspirei.

-“Vamos, preciso mesmo dormir.”. –Bocejo, levantando.

Enquanto estávamos no carro, eu fiquei pensando, no quanto era estranho o que aconteceu hoje, eu acho que estava começando a curtir o John, e isso é estranho, muito estranho. Mas ele é imprevisível, cavalheiro, amoroso, tem personalidade forte... É quente! Quando me dei conta, estávamos em casa.Olhei novamente para ele. Idiota, tinha de olhar? Ele sorriu, me fitando.

-“Bom, aqui estamos”.

-“É... Vou indo John, estou mesmo com muito sono”. –Beijo o rosto dele.

Quando ele me puxa para mais perto. Não resisti, o beijei. Seus lábios estavam fervendo, acariciei seu rosto, ele fez o mesmo. Passei minhas mãos por seus cabelos. Finalizei o beijo com um selinho. Meu rosto devia estar super vermelho. Dei um sorriso sem graça e sai do carro.

Notas finais

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