GioGiostuck

5 Steelheart & The Courier


Em um futuro próximo, existia um planeta em algum lugar do universo. O planeta era basicamente composto de lava, cinzas de vulcão e pequenos pedaços de terra. Lá, havia uma fauna natural de fênix, que voavam livremente pelo planeta e se moviam também na lava.

Esse planeta foi um dos que foram criados pela sessão do jogo Sburb, junto com outros 7. Seu nome era Terra de Lava e Sombras.

Em algum lugar neste planeta encontravam-se dois indivíduos, extremamente poderosos. Via-se ao redor de ambos uma aura de energia, que provavelmente fritaria qualquer um que não tivesse poder suficiente para aguentá-la. Ambos vestiam uma espécie de pijama, respectivamente vermelho e preto. Ambos se encaravam, e se sentia a aura de uma poderosa batalha, que estava prestes a acontecer.

A garota, que estava de preto, parecia ter 21 anos, tinha corpo de uma mulher de 25. Sinceramente, os maiores peitos que eu já vi. Os maiores e mais bonitos. Não sofriam influência gravitacional, por assim dizer. E as maiores pernas também. Fora isso, tinha olhos grandes e castanhos, que fazia parte do seu charme. Ela fez o primeiro movimento. De dentro do corpo dela, saiu um dragão de 40 metros de comprimento, aproximadamente. O dragão voou para cima uma altura de 560 metros, e pairava lá, olhando para baixo.

O garoto permanecia calmo. Diferente da aura raivosa que emanava da garota, ele parecia deixar a aura fluir.

– É assim que vai terminar? Dois que um dia se amaram batalhando até a morte em uma linha do tempo perdida, em um planeta esquecido por Deus? — Disse o garoto.

– Isso de Deus não existe — Disse ela. — Nós somos os deuses aqui.

– Só nós dois... Todo o resto, todos morreram. Por culpa sua.

– Não. Não é, e você sabe. Eu e você, somos consequências. Se ela não tivesse morrido, pra começo de conversa, a gente não estaria aqui agora. Aliás, se ela não estivesse com a maldita ideia de atacar a mãe com um stand recém-adquirido que ela não sabia usar, a gente não estaria aqui.

– ...merda.

– Com ela morta, Victor pode fazer o que fez naquela escola, e o resto que você sabe.

– Eu fiz o que pude. Victor está morto, junto com a mãe dela. — Ao dizer isto, ele mostrou as facas (aparentemente feitas de ouro ou folheadas a ouro) manchadas de sangue. — Sobraram só os orgãos da velha, e nem isso sobrou de Victor. Minhas armas não tolerarão aqueles que mancharem minha honra, ou a dos meus amigos. Mereceram o que tiveram.

– Agora estamos aqui? Dois imortais envolvidos em uma batalha épica até o fim dos tempos?

– Tempo? Você fala de tempo?

– Não há mais solução, Dave. Temos que morrer. Agora.

– Sempre há uma solução.

Dave retirou de seus bolsos uma flauta, azul, no formato de uma beterraba. Esse movimento provocou uma reação raivosa no dragão que voava, e igualmente na garota.

– NÃO OUSE FAZER ISSO. — Ela disse.

– Eu já estou fazendo.

Ele começou a tocar uma suave canção, que começou a reagir com a flauta. O espaço ao seu redor ficou levemente mais claro e suave.

– VOCÊ NÃO ME ESCAPA ASSIM!

– Adeus, meu amor.

A garota correu o mais rápido que pode, com seus punhos prontos para lhe atacarem. Ela só teve tempo de encostar um dedo no garoto.

Então ambos foram sugados para dentro do portal.