Notas iniciais
*Juramos solenemente não fazer nada de bom. LUCAS: Olááááááá, galera,tudo bom! Sumimos, né? Mas voltamos com tudo e com convidados. CAMILA: Verdade, Lucas, estamos aqui com Harry Potter... HARRY: Oi, gente. MYLA: ... E com a nossa estrela da fic, Ginny Weasley! GINNY: Oi, pessoas. DIEGO: A gente explicou no ultimo capítulo de Jaylily como vai funcionar, eles vao aparecer ao longo do capítulo, no caso, como são os protagonistas da história ao longo da fic, e vão dar suas opiniões. MYLA: Vocês devem estar pensando " Ué, a fic fala sobre a Ginny, nõ sobre o Harry, como ele pode ser o protagonista? Simples, esta é uma fanfic do universo de Harry Potter, então ele é, de certa forma, um protagonista. Os apelidos deles aqui vão ser Gins e o Harry vai continuar Harry, por que não achamos um apelido pra ele. DIEGO : Sempre que eles forem opinar apareceram N/P, ( Nota, Primeira letra ), como N/G é a Gins. acho que vocês entenderam. LUCAS: E não sei se vocês perceberam, mas eu nesse momento estou fazendo o mair papel de tocha olímpica aqui. *Todos, menos Lucas coram e a Myla da um tapa no mesmo* MYLA: Vamos para a história. Boa leitura!!!

P.O.V. Ginny

Cá estou eu, na estacão de King's Cross, em direção a plataforma 11 1/3, a passagem que dá diretamente para o expresso de Konorosukuru (N/G: Finge que tem um risco tipo anderline em cima do segundo U) que quer dizer "Escola de Konoro. Etão eu passei pela barreira com os meus pais. Minha mãe começou a chorar.

— Não chora mãe — eu digo — Eu volto em julho, passa mais rápido que Hogwarts.

Ela me abraçou, e logo depois o meu pai.

— Eu sei minha querida, eu sei.

Eu sabia o porque ela estava chorando. Gui estava em Hogwarts e Charles iria entrar esse ano. Eu tinha que demorar para ir a Hogwarts, pois só entrava com onze anos lá. Mas eu estava entrando numa escola de magia aos três, e pior no Japão, que ficava a mais de nove mil km da Inglaterra. Era MUITO longe de casa, mais longe que Hogwarts.

O apito soou ao longe, dei um último abraço neles e entrei com a minha bagagem, que era pequena (eles deixavam o material nos dormitórios). E lá se foi o trem.

— Kon'nichiwa, koko ni suwaremasu. Nokori no ressha wa man'indesu?(Oi, posso sentar aqui, o resto do trem tá cheio)— perguntei em japonês, graças a uma poção, pra uma menina numa cabine que tinha somente uma menina morena de olhos puxados. (N/H: Já imagino até quem seja).

— Hare! (Claro!) — disse ela do mesmo modo.

Eu me sentei de frente para ela.

—Igirisuhito?( Britânica?) — perguntou ela.

— Un. (Sim)— respondi — Eigo o hanasu koto ga dekimasu? (Sabe falar inglês?)

Sim — respondeu ela em inglês. Eu comemorei e ela riu.

— Ginevra Molly Weasley — estendi a mão — , mas se não quiser ser vítima de assassinato, me chame de Ginny.

— Cheilona Togaru Chang — respondeu ela rindo levemente — mas me chame de Cho.

— Legal — falei — Está na escola a muito tempo?

— É meu segundo ano lá — disse ela sorrindo um pouco desanimada.

Apareceram três meninos e falaram com ela.

— Watashitachi no kyabin, iki maru ni ikimashou ( Vamos para a nossa cabine, Ikimaru).

Nai (Não).

Doiu (N/G: Anderline em cima do O) imidesu ka? ! (Como assim não?!) — falou o garoto pegando e apertando o braço de Cho forte.

— Anata wa kiita, kanojo wa no (N/G: Anderline no O) to iita! Imakanojo o tebanashimasu. (Você ouviu, ela disse não! Agora solta ela.) — eu falei.

— Yukan (N/G: Anderline no U) ni iu mohitotsu (_ 1º O) , sore wa chodo (_ 1º O) kakete ita monodeshita (Mais uma pra meter a corajosa, era só o que faltava) — Falou outro menino

— BO wa kinishinai (Incomodou faz BO) — retruquei.

— Kanojo no kao ni te o irete — ( Mete a mão na cara dela) -Falou o líder, que ainda apertava a Cho.

O outro assentiu e ergueu a mão pra mim, quando ele foi me bater eu segurei a mão dele e dei uma joelhada nas partes de baixo dele (N/L: Deve ter doído), e, logo depois, um soco bem forte na cabeça. Ele caiu desacordado, no chão.

— Tsugi wa donatadesu ka? (Quem é o próximo?) - perguntei cruzando os braços.

Não obtive respostas, porque os outros dois tinham saído correndo. Eu peguei o que estava no chão nocauteado e coloquei, com um pouco de dificuldade por conta d o seu tamanho, para o lado de fora. Me setei ao lado de Cho e peguei seu braço, que estava vermelho e com marcas de dedos. Ela estava me olhando surpresa.

— Como... Como você... — tentou falar ela.

— Não importa — eu falei — Você tá bem?

— Sim — respondeu ela, um pouco triste — Isso é normal por aqui. Sempre acontece isso.

— Como assim — perguntei olhando pra ela.

— Bem...

Notas finais
MYLA: Surpresos pela Cho ter aparecido? Foi muito forte o capítulo? Bom, foi um pouco, mas comentem, recomendem e sigam a fic, muitas surpresas estão por vir. Malfeito Feito*