Gimme More
25 Secrets
Notas iniciais
Secrets 3 – Annabeth
A menina rebolava sensualmente com as pernas enroladas no poste de pole dance. Estava ensaiando a duas horas e estava, não cansada, mas excitada. Tomou uma ducha fria e rápida e foi se arrumar para encontrar o pai, a madrasta e os meio-irmãos na igreja. Bando de religiosos ridículos. Mas tinha que se arrumar: a saia rodada (nem curta, nem longa) era de um azul claríssimo com estampa de minúsculas flores brancas, a blusa de um tom imaculado de branco e saltos tão delicados quanto a sua produção. Prendeu duas mechas de cabelo e ajeitou o restante dos cachos dourados; enfeitou os pulsos e as orelhas com jóias feitas de pérolas.
Estava linda.
O pai provavelmente iria querer que ela usasse um crucifixo; não se importou. Despediu-se de Marcos e dos outros e dirigiu para casa. Na rua, de frente para aquele muquifo sem classe ou arquitetura diferencial, estavam esperando os quatro nojentinhos, como pensou nossa loira. Destrancou as portas e deixou-os entrar. Em menos de vinte minutos estavam nas portas da Igreja, lado a lado.
–Você parece um anjo, meu bem – o pai elogiou-a; a loira viu o quanto aquilo irritava a sua madrasta. Seus filhos não eram bonitos como Annabeth e a mulher tinha consciência de que nunca daria a luz uma criança tão bela quanto aquela menina que era a luz dos olhos de Frederik.
Como ainda faltavam alguns minutos e a família já tinha um lugar reservado, a menina de aparência angelical disse que iria até a capela rezar e que talvez se atrasasse para o início da missa.
Incomodada consigo própria ela andou até um lugar mais afastado. Estava empolgada demais, precisava de uma boa transa, sexo desesperado e casual. Seu corpo ardia e ela ficou surpresa pelo pai não perceber. Seu corpo faiscava.
Seus pés a levaram para um canto onde o padre e alguns sacerdotes, ou seja lá o que forem conversavam, entretidos em uma conversa religiosa. Ela parou observando-os e eles a ela.
–Sinto muito, não queria interromper. Acho que me perdi. – disse com sua voz doce e tentando controlar um ronronar; atrás do padre um garoto da sua idade, talvez um pouco mais velho ou um pouco mais novo, não importava; era carne fresca e intocável. Ela se lembrava de sua amiga Thalia dizendo que já tinha tirado a virgindade de outros garotos e no quanto era bom e engraçado, pois eles faziam de tudo para agradar... O padre reconheceu-a.
–Ora, vejam só como Deus é bom! Annabeth, pequeno anjo de Deus, como anda sumida, criança!
–Os estudos estão cada vez mais puxados senhor. Venho tentando vir à missa dos fins de semana, mas infelizmente quando acordo, descubro que ela já acabou – disse com inocência tentando disfarçar que olhava para o menino atrás do velho.
–Sim. Compreendo. É uma menina muito dedicada aos estudos. Pretende ser...
–Arquiteta como minha mãe. – Annie sorriu – Lembra-se dela, padre?
–A bela Atena, sim! Claro! Mas arquitetura talvez não seja...
–Lembro quando ela me contava sobre os próprios trabalhos e sobre as igrejas antigas – interrompeu rápida, então era aquele velho que vinha enchendo a cabeça de seu pai; falar sobre as igrejas era a carta escondida na manga.
–Seu pai e sua madrasta esperavam que você fosse freira – ficou estática – eu também mantinha esperança, confesso. Um rosto angelical como o seu na nossa igreja.
–Sinto desapontá-lo, mas realmente acho que possa ser mais útil na arquitetura.
O velho babão teve que se conter. Annabeth também precisou controlar a raiva. Queria matar o pai, jogá-lo aos leões e aos chacais, entregá-lo as hienas se necessário. Queria fazê-lo sofrer. Não seria uma freira. Nunca! E a madrasta...
... Além do que, ela já não podia. Sua virgindade havia sido corrompida há muitos anos. Seus pensamentos então.
–Que falta de modos! – ele exclamou tentando retirar a tensão que ficara – Annabeth, este é Malcon, ele é meu aprendiz. Está estudando desde muito criança. Sua vocação e objetivo na vida é ser um padre e poder espalhar a palavra de Deus.
Malcon sorriu sem muito jeito. Cabelos e olhos castanhos; bonitinho, aquela maldita beleza comum, mas ela só precisava se distrair; vestia camisa e calça social. Muito inocente, perguntou se ele poderia lhe apresentar a igreja enquanto o padre e os outros se preparavam para a missa. Como o velho ainda tinha esperanças de vê-la como freira – trouxa – deixou que Malcon mostrasse alguns aposentos.
–... Sinto que é minha vocação... Servir a deus. – ele abriu uma porta e passaram por um longo corredor deserto – Vou lhe mostrar a sala de reuniões e depois...
–Você parece nervoso. – a loira pôs uma mão no peito, pressionando propositalmente o próprio seio – Eu te incomodo de alguma forma?
–N-não! Nunca! V-você é muito simpática, gentil. – caminharam até a sala de reuniões e saíram pela porta dos fundos. Ele mostrou inúmeras outras salas as quais a menina analisava procurando por erros aqui e ali.
–O que há lá? – perguntou para uma portinha quase muito bem escondida no fim do corredor.
–É um pequeno santuário a Mãe. Acho que nunca mais entraram nele...
–Vamos lá – ela correu na frente não lhe dando chance de retrucar; a sala era pequena com grandes estátuas de Nossa Senhora nos quatro cantos. Inacreditavelmente, a chave estava do lado de dentro da porta. Em um movimento muito bem executado, a menina “tropeçou” cabendo a Malcon lhe amparar o corpo pela cintura.
–Você está bem?
–Agora sim – ela beijou-o enquanto trancava a porta.
–Não! – ele viu a chave não mão da menina, mas era tarde: estavam trancados – Dê-me a chave.
–Pegue-a – colocou a chave dentro do sutiã – Prometo não me mexer enquanto você me toca.
–Você é uma tentação de Deus, um pecado em formato de anjo. É o teste ao qual sou obrigado a passar – ela grudou os corpos deles com lentidão. Estava adorando o desespero dele, a fé cega ao qual ele se apoiava – Não vou...
–Você está me deixando mais excitada – ela beijou-o forte e devagar, ele era desajeitado, resistia – Por que não me quer? Não sou bonita o bastante para você? – sussurrou com os lábios colados na orelha dele; mordiscou-a e ele estremeceu. Sem que ele percebesse, tirou a chave e a escondeu aos pés da estátua.
–Não... Você é... É... Tão linda... – e dessa vez ele não resistiu. Annabeth era paciente, ia ensinando os movimentos, mas vez ou outra chupava e mordia aqueles lábios carnudos. Ela desabotoou a calça e pôs a mão para dentro apertando a cueca e o que havia embaixo cresceu – O que...? – ele ficou nervoso.
–Vou te ensinar o que esses velhos não ensinaram. Vou te mostrar o céu, Malcon. Não o recuse. – e foi apertando-o, apertando cada vez mais até que ele começou a gemer. Ela estava com a calcinha totalmente úmida. Estava em chamas, se esfregou nele beijando-o e apertando-o ainda mais forte até que seu gemido veio muito alto; Annie estapeou – Se gritar vou te machucar.
Tirou-lhe a camisa com lentidão, botão por botão. Beijou aquele pescoço e o peito sem músculos, chegando à barriga e perto do cós da calça. Ficou de pé, tirou a pulseira, a saia e a blusa de uma vez só.
–Deus me ajude. Deus me ajude...
–Ele está ajudando. Mandou-me para salvá-lo, Malcon. Olhe para mim. – sua voz era tão sedutora e envolvente que ele obedeceu; as bochechas rubras de vergonha. Voltou a se aproximar, pegou as mãos dele e as levou para suas costas, para o fecho do sutiã – Tire-o – sussurrou.
Ele obedeceu. Assim que a peça caiu e aqueles seios foram expostos Malcon ficou paralisado; olhando aquela beldade sem poder piscar. As mãos brancas dela voltaram a tocar nas suas, conduzindo-as até os seios redondos e... Malcon não precisou de mais. O pecado estava dominando-o. Assim que tocou na pele quente dos seios e descobriu que os mamilos ficavam rijos ao seu toque, ele os apertava. As mãos massageavam, e esfregavam a pele da menina. Annabeth suspirou.
–Mais forte, Malcon – gemeu – Aperte mais forte.
Ele apertou com mais força enquanto ela prendia o ar.
–Eu não posso...
Annabeth se colocou contra a parede e o puxou para junto de si – Morda, Malcon. Use a boca e me satisfaça.
Nervoso e com medo, ele beijou a carne e os mamilos. Sugou-os timidamente e levou um tapa forte na nuca – Com força! Chupe-os como se o seu deus dependesse disso! Chupe-os! – empurrou-a ainda mais contra a parede e quase a tirou do chão; com agressividade mordeu um mamilo e beliscou outro, torcendo-o nos dedos. Sugou tantas vezes aquela pele que achou ela se desfaria. A menina gemia, empurrava sua cabeça ainda mais para os peitos e gemia baixinho, sussurrando ameaças, prometendo o céu.
Não se aguentou. Empurrou-o, tirou-lhe todas as roupas restantes e os próprios sapatos. Malcon estava constrangido demais por estar nu na frente de uma menina de corpo perfeito. Ela apertou seu pênis e sussurrou ameaçadoramente – Você vai conhecer o céu, lindinho.
Depois de lhes dizer o que fazer, ela tirou a calcinha e prendeu as pernas ao redor da cintura do ex-quase-padre, encaixando-se nele que tinha as costas apoiadas na parede. A loira rebolava como tinha feito na Boate e rebolava com ainda mais força gemendo junto dele. Malcon queria gritar, berrar, mas só podia segurar a cintura dela para que ela não caísse. Aquilo não podia parar, não podia parar nunca.
–Isso... Isso éééééééééé m-muiiitoooo boooomm – ele foi perdendo a força das pernas, mas não a soltava por nada. Finalmente ele se encontrava sentado no chão com ela ainda sobre si. Para Annabeth era ainda muito mais fácil: apoiou os joelhos no chão frio e fodeu-o com força, com ainda mais força do que ele parecia ser capaz de aguentar. Ele gozou. Annie se lembrava da conversa que tivera com Thalia sobre tirar a virgindade de garotos; a amiga dissera que eles sempre chegavam ao orgasmo muito rápido e que ela não parava até que estivesse satisfeita. E fez como Thalia; não parou até que ela própria gozasse: isso foi depois de três orgasmos dele.
O menino Malcon estava suado, cansado e muito envergonhado, mas tremendamente satisfeito. O que aqueles padres pregavam era errado; Deus não podia querer que algo tremendamente prazeroso entre um homem e uma mulher fosse um pecado. Sua mente repudiava aquele velho que queria mantê-lo virgem e que queria privar aquele anjo de mostrar o verdadeiro céu nesta terra de desgraças. Annabeth por outro lado, não estava suada, descabelada ou com marcas na pele. Apenas uma pequena parte de seu fogo havia se apagado, não havia sido o suficiente para que aguentasse uma semana sem ter contato com o sexo oposto. Levantou-se, vestiu-se e colocou nos ombros a postura de princesa que ela tinha.
–O que você...?
–Adeus Malcon. Foi uma tarde muito prazerosa. O Diabo manda lembranças – ela sorriu da cara de desespero dele; destrancou a porta, saiu e fechou-a, não sem antes escutar aquele choro alto e penoso.
A missa seguia havia vinte minutos quando ela apareceu ao lado do pai. Queria fazer um escândalo na frente de toda aquela gente. O pai e a madrasta estavam lutando para tirá-la de casa e... Segurou a mão do pai e o puxou para fora, nos degraus da igreja do lado de fora ela mostrou ao homem um olhar de ódio.
–Como se atreve a conspirar pelas minhas costas?
–Olhe como fala comigo mocinha. Não sou um de teus amiguinhos impróprios...
–Cale a boca, imprestável. Está tentando se livrar de mim. Você e aquela bruxa invejosa; estou surpresa de ainda não ter recebido uma maçã envenenada ou um balde e um esfregão – ela se referia as princesinhas sofridas dos contos da Disney – Quando ia contar que planejava me jogar neste convento?
–Seja razoável criança. Quero o melhor...
–Por que lutou pela minha guarda quando não me suporta em casa? – o homem estava mudo de choque – Eu era pequena quando vocês se separavam, portanto minha opinião não podia valer, agora tenho todo o direito de escolher com quem morar.
–Não se atreva a me deixar.
–Já deixei seu velho. Aprenda que não se deve conspirar pelas costas dos outros.
Entrou no carro e deixou o pai estático. Foi para o centro da cidade e entrou em um pub bem movimentado. Tinha o celular em mãos, estava pronta para ligar para Atena quando um adorável rapaz sentou a sua frente.
–Sozinha?
–Óbvio. O quer, cabeça de alga? – Jackson sorriu.
–Você parece com problemas, parece estar em chamas... Estou me oferecendo para apagá-las. – ele sorriu sugestivamente e ela respondeu com um sorriso ainda mais pervertido.
–Onde?
–Meus pais saíram,sabidinha. Vamos aproveitar.
Atena podia esperar um pouco pela sua ligação.
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