Gimme More
64 Capítulo 54
Notas iniciais
Capítulo cinquenta e quatro –
Festa a fantasia.
Seria uma loucura arrumar tudo certinho do jeito que queríamos. Nós meninas tínhamos muito trabalho para nos arrumar e arrumar alguns meninos. O legal era ver todos realmente empolgados com a ideia de ir fantasiados. Não era batido ou muito halloween.
E como se arrumar em silêncio era um saco, misturamos o esquenta com a preparação: as portas abertas, ao contrário do que queriam a galera do hotel e um entre e sai direto. Decidimos começar pela maquiagem, para não correr o risco de manchar alguma fantasia. As que tinham menos detalhes – porque nenhuma era simples – ajudariam os que precisassem. Feita a pele, eu me encarreguei de ajudar nosso garoto Percy Jackson.
—Lia, não me deixa cego, pelo amor de Deus! – ele dizia mais alto que a música, fazendo drama, causando alguns risos.
—Menos, Jackson! – ele não parava quieto um segundo – Gente! Imagina só se sua maquiagem fosse bem trabalhosa.
—Não ia dar – riu Annabeth.
Percy, Annie, Clarisse e Chris haviam combinado as fantasias antes; iriam em pares: vilões e heróis. Meu cliente no caso era um dos vilões: Coringa. Não esse mais recente. Não, não, não. O icônico, clássico terno roxo. Annie para completar seria a Arlequina em preto e vermelho. Estavam ficando lindos.
—Porra, Jackson! – gritei quando ele me derrubou para correr pelo corredor perseguindo alguém que eu não cheguei a ver – Annie, estou desistindo – ri – já buscando os pincéis e as sombras necessárias para a minha maquiagem.
—Vocês estão muito nessa vibe pesada – disse Rachel – Se não fosse pela Lia eu me sentiria um ET essa noite.
Nossa artista se referia as cores: nós duas estávamos com cores claras – as minhas bem mais do que as delas; vibrantes – as outras: Annabeth seria Arlequina, Clarisse seria a Batgirl e – sem dúvida, em minha opinião, a melhor fantasia da noite – Bianca como Cruella De Vil. Todas usavam e abusavam do preto.
—Miga, eu to meio a meio – reclamou Bianca.
Ela combinara inclusive as unhas com a divisão do cabelo – peruca, eu acho – um lado branco e o outro preto. A única cor nela era o batom vermelho.
—Mas suas roupas são só pretas! – atacou Rachel sorrindo e colocando mais glitter em si mesma; o legal de sua fantasia de unicórnio fora que ela mesma fizera e estava impecável e não com cara desses tutoriais de internet – Nem ligo, assim me destaco mais.
As duas continuaram a discutir causando risos em todas. Eu estava fazendo bem o oposto do que costumava fazer em relação à maquiagem. As sombras eram clarinhas, peroladas, com um brilho mais discreto; bastante lápis branco e muito rímel, além de, claro, cílios postiços; o olhar bem aberto. O blush ficou sutil e o batom num rosinha tão adorável... Em compensação, abusara do iluminador. Maquiagem de boneca.
—Meu Deus! – suspirou Clarisse – Parece uma bonequinha!
—Ta muito princesinha – sorriu Annabeth.
E eu não achei o comentário ruim. Gostei, aliás.
Eu iria como bailarina, mas era tudo tão grácil e delicado e parecido que eu podia ser bailarina, boneca ou princesa. Cabiam todas em uma só. O vestido era num rose adorável e não tinha alças, então o busto se destacava num material mais firme, a saia já era rodadinha na medida certa feita em tule mimosamente bordado e curtinha, expondo bem as minhas pernas e coxas. O salto era extremamente fino, extremamente discreto. Prendi apenas um pouco do cabelo, mas de uma forma a não ficar simples demais, deixando e realçando meus cachos, então coloquei um arquinho maravilhoso...
—Parece que falta alguma coisa – sussurrei. A produção estava bem iluminada, brincando com cores claras, especificamente com o rosa. Meus olhos pareciam o destaque e feitos de luz, então... Lá estava Bianca com a solução. Ela segurava o colar de Abelle, o colar que eu vira no meu sonho: a nota sol em prata, assim como a corrente, mas o desenho da nota musical rodeava um coração de Aquamarine. Um ponto de cor – Perfeito – sorri.
[...]
A festa mesmo seria num iate exclusivo para a galera da nossa viagem, então eu não espera e não queria me encontrar com Pablo. Então lá estava nossa turma, os Mafiosos, todos rindo e dançando muito, sem restrições, sem melação, mas tinha, é claro, uma dose de perversão. Apesar de estarmos bebendo, nem era necessário álcool como parecia ser para os demais. Estávamos claramente num nível superior de amizade e divertimento. Aquela noite fora a que rendera mais fotos: nossas e do clube/empresa que patrocinara a festa que pediram a nossa autorização para divulgar nossas fotos no site deles.
Eu estava bem esgotada, mas tinha certeza que ficaria a festa inteira, afinal, Luke perdera uma noite de festa e eu não pensava deixá-lo sozinho ou arrastá-lo de volta para hotel comigo. Não, prometi ficar com e por ele. Suspeitava que o meu gato fosse querer curtir ao máximo, ficar até o final. Eu tinha que aproveitar aquela liberdade enquanto ainda tinha.
Falando em Luke, ele estava lindo vestido de soldadinho de chumbo. Como se nós tivéssemos combinado a fantasia. Num momento da noite, Rachel confessou que falara qual seria minha fantasia para ele, talvez para ajudá-lo a escolher algo que combinasse, não sei. Sua fantasia era impecável, desde as botas pretas até as luvas brancas que ele não usara por muito tempo naquele calor todo.
Andamos por todos os andares do iate e vibramos juntos no barzinho quando se iniciou os concursos de melhor fantasia, sempre com muitas subdivisões: a mais colorida, a mais criativa, a mais inesperada, a mais realista, a mais fofa/meiga e etc. Bianca ganhou uma categoria, Kelli também – estava bem bonita fantasiada de noiva sexy – mais ninguém que eu conhecesse. Luke fez questão de me tirar daquele meio de gente quando percebeu o DJ me secando, olhando descaradamente para minhas pernas.
—Sério, Luke? – desdenhei de seu ciúme. Era a primeira vez naquela noite que eu dizia seu nome; passara o tempo todo chamando-o de soldadinho e ele parecia gostar. Ele me colocou contra a parede apertando minhas coxas de um jeito tão bom que me esqueci do que eu falava.
—Você já tem companhia essa noite – ele quase rosnou.
—Eu tenho – ri suavemente enquanto acariciava seu pescoço – E ele percebeu. Ah, Luke! – gemi quando sua boca alcançou meu pescoço e sua mão deslizou sobre a calcinha.
—Culpa sua – ele disse encostando sua ereção em mim, pressionando-a – Acho que eu quero mais de você, princesa. Ainda preciso de sua atenção – disse empurrando sua pica contra mim. Impossível descrever todo o tesão que eu sentia, mais impossível ainda descrever meu autocontrole.
—Você acha?
—Não posso demonstrar toda a minha certeza aqui – disse com malícia – Muitas meninas te invejariam, muitos caras também.
—Convencido.
—Eu gosto dessa música – disse ele, me puxando para mais perto. Ela não era exatamente agitada, era até lenta, mesmo tendo uma batida envolvente. Passei os braços por seu ombro, abraçando-o – Senti falta disso. De dançar com você.
—Se eu disser que também senti, o que acontece depois? – a malícia tinha sumido de nossas vozes, estávamos sendo bem mais, ah, românticos.
Ele me apertou contra si. Deslizou as mãos pela minha cintura, então pelas costas brincando com meus cabelos. Até que ele encontrou meu colar.
—Sabia que na história do soldadinho, a bailarina tinha um coração azul?
Só consegui sorrir.
[...]
Fomos os últimos, ficamos até o último segundo naquela festa. Dos conhecidos, éramos Luke, eu, Clarisse e Chris e Silena junto ao namorado. O resto era de outra escola. Conseguimos o fundão só para nós. O último banco era meu e de Luke e Clarisse estava logo ao lado. A nossa frente estava a chatinha Silena.
O ponto foi que estávamos novamente pegando fogo.
—Ainda tem pique? – ele dizia acariciando minhas coxas, tão confortavelmente sobre suas pernas.
—Na real? – sorri – Não, mas eu sou teimosa, não obedeço nem meu corpo – disse em seu ouvido e senti seu riso. Fui pressionando seu pau, acariciando-o sob a calça, apertando até que eu o visse ranger o maxilar.
Sua mão encontrou a calcinha e muito habilmente a empurrou para o lado. Seus dedos pressionando o clitóris, me esfregando...
—Vamos foder agora? – ele pediu num sussurro, em meu ouvido; a voz rouca, o maxilar travado e todo aquele tesão estavam me matando. Luke colocou um dedo em minha buceta, ia afundando-o dentro de mim até que minha respiração ficasse mais pesada. Luke me puxou para seu colo.
—E nós conseguimos sem sermos pegos? – tudo bem que o monitor estava ali na frente, mas ele olhava direto para o fundão. Especificamente, para as três meninas lindas e acompanhadas – Ele não tira os olhos daqui do fundo.
—Deixe que ele veja. Assim fica bem claro que ele não vai conseguir nada de você.
—Quer mesmo isso? Sabe que ele levaria o assunto até a dona Adelaide e ela acabaria com você – citei a velha professora; escondi o rosto em seu pescoço e gemi atrás de seu ouvido. Seu dedo não parava e eu me contorcia sobre ele.
—Você quer correr o risco – ele riu baixinho – Não se preocupe, anjo, não seremos pegos. – ele inclinou sua cabeça beijando minha testa quase como fizéramos na escola antes da saída para o avião. Ajeitei meu corpo, me colocando totalmente sentada em seu colo, deixando-o com a visão das minhas costas, mas fui um pouquinho mais para frente, dando espaço e privacidade para que ele colocasse o seu pau tão grande e gostoso para fora.
Senti o aperto na minha cintura indicando que ele estava pronto. Levantei discretamente e as mãos de Luke foram para minha bunda, ajeitando o vestido. Como a calcinha já estava bem deslocada para o lado apenas voltei a sentar. Claro que eu deveria sentar de uma vez, mas que pica grande Castellan tinha... Fui devagarzinho, sentindo-o duro penetrando minha intimidade, controlando a respiração, até que ele estava todo dentro de mim. Ficamos um tempinho assim. Parados. Deixando apenas os movimentos do veículo nos envolver.
Apertei suas mãos que me rodeavam, então as soltei me apoiando em suas pernas, me mexendo discretamente, rebolando, dando a Luke todos os cantinhos de mim, deixando que seu pau forçasse minhas paredes. Apoiei os braços no banco da frente e escondi meu rosto neles. Nesse instante rebolei com força, apertando Luke com fúria, ouvi seu rosnar e senti seu corpo se mover de encontro a mim, tentando estocar de maneira discreta. Comecei a deslizar para frente e para trás; voltei até me encostar em seu peito.
—Puta que pariu – xingou ele até que baixinho, mas Clarisse ouviu e se virou em nossa direção; com um sorriso pervertido ela me encarou e fez um gesto rapidamente. Foi bem claro para mim que ela estava masturbando o quietinho Chris Rodrigues. Aquele quarto ia pegar fogo naquela madrugada!
—Já te disse que seu pau é muito grande? – eu disse a Luke; estava novamente me mexendo devagar e discretamente, me apoiando em suas pernas. Ele apertou minha cintura me mantendo colada em seu peito, imóvel. Uma de suas mãos desceu até meu clitóris de novo; estava ficando impossível não gemer.
—Acho que não o suficiente – eu puxei meus cabelos para frente e senti seus lábios em minha nuca, me beijando, me mordendo, então lambendo... – Eu já disse que sua xaninha é apertada para um caralho?
Eu ri para disfarçar um gemido.
—Não que eu lembre. – respirei fundo – Luke, acho que nós já chegamos – mal pronunciei e o ônibus parou. O monitor que nos olhava com o cenho franzido não teve oportunidade e teve que descer para receber os alunos.
—Agora, Lia – ele disse num sussurro cheio de tesão. Assim que uma galerinha começou a se levantar, Clarisse e Chris pararam na frente do corredor, como que para nos dar privacidade, também para que ela abaixasse as calças do cara e terminasse o serviço com a boca; Chris já estava nos finalmentes, com o pré-gozo sujando-o já.
—O que vocês... – Silena não continuou a pergunta ou acusação.
Eu estava de pé debruçada sobre o banco da frente – do namorado da modelo, no caso – e Luke estava de pé atrás de mim, metendo gostoso, com força e selvageria. Gemi quase alto demais e Castellan me acompanhava, gemendo longa e roucamente. Foi impagável o desconforto da bonitinha, mas eu vi ali escondido em seus olhos uma onde forte de desejo e uma pontinha de inveja.
—Castellan... – quase me engasguei com seu nome – Chega... Não dá mais...
Ele entendeu. Nos arrumamos bem rápido para quem ainda estava tremendo de prazer, mole de tesão. Fomos os últimos a passar pelo monitor e ele fez questão de nos parar.
—Acho melhor que eu não tenha visto nada lá trás.
—E se tiver visto? – dei corda.
—Posso guardar segredo, contanto que... – ele se aproximava perigosamente olhando de forma descarada para os meus peitos. Luke veio rápido me abraçando e me puxando para trás, para longe do monitor.
—Faça isso e te acusamos de assédio e tentativo de estupro.
—Então terei de contar... – ameaçou.
—Você tem provas? – contra ataquei – Sua palavra contra minha não é nada, colega. – desdenhei.
Deixamos o coitadinho se remoendo de raiva. Ele provavelmente teria de tocar uma punheta no quarto já que seu aparente trunfo não dera em nada.
—Vocês são loucos – ouvi a voz de Silena – E se fossem pegos?
—Esse é um dos prazeres – disse Luke me abraçando; meu coração batia muito forte. Entramos os três casais no elevador – Vamos continuar no meu quarto, princesa?
—Claro – sorri ainda meio sem fôlego; virei para Chris e Clarisse – Vocês vão brincar também, não?
—Lógico. – respondeu o moreno com uma cara de safado que eu nunca tinha visto antes – Ficar só com as preliminares do ônibus seria tortura – disse pegando na bunda de Clarisse.
—Vão se juntar a nós, não é, Beckendorf? – disse Luke com uma carinha linda; Jesus, quanta testosterona estava no ar daquele cubículo fechado. O afro descendente olhou para a namorada em busca de uma reação; na verdade ele queria que ela respondesse já que era bem pau mandado – Um joguinho em grupo para mudar os hábitos. – Castellan foi conduzindo o jogo.
A expressão de Silena era esquisita, como se ela não entendesse bem o que estava rolando. Foi quando compreendi o que acontecia. Era tão estranho quanto comum ser bem mais experiente do que ela.
—Meu Deus! – disse pasma, afastando o rosto do peito de Luke – Vocês nunca transaram de uma forma mais intensa? Em lugares de risco? Com mais ninguém? Um ménage? Uma orgia? Já tentou beijar garotas?
—Não! – ela corou – Não é como se eu tivesse idade para essas coisas ou...
—Você nunca experimentou? – a mafiosa ao meu lado insistiu.
—Por que eu faria isso? – ela disse na defensiva.
Troquei um olhar com Clari e chegamos a uma mesma conclusão. A piranha precisava de um trato. Foi bem rápido, estávamos os seis trancados no quarto dos meninos. Clari e eu nos desviamos dos toques dos nossos homens e tiramos Silena dos braços do namorado.
—Apenas observem – disse minha amiga com um sorrisinho pervertido. Vislumbrei Luke segurar Beckendorf pelo ombro e murmurar algo para acalmá-lo.
Nós duas passamos a arrancar cada peça da fantasia de Silena, cada pequeno acessório, até deixá-la nua a nossa frente. Ela tinha as bochechas vermelhas e não era excesso de blush. A princípio ela reclamara, mas no instante em que eu lhe tocara os seios despidos os mamilos ficaram rijos. Eu brincava com um e Clarisse se divertia com o outro. Ainda estávamos de pé, enquanto eu beliscava seus mamilos e os puxava, ela virou seu rosto em direção ao meu, provavelmente para reclamar ou dizer que aquilo não estava nos seus planos ou mesmo me xingar. Não dei tempo: tasquei-lhe um beijo que, para minha surpresa, foi correspondido.
—Caralho!
—Porra!
Juntas, Clarisse e eu a empurramos na cama do meio – coincidentemente a de seu namorado que babava olhando sua garota ser comida por outras mulheres. Deitada, pudemos usar a boca. Beijava, chupava, lambia, mordia. Claro que ainda usava as mãos para apertá-la, instigá-la. Pude ver que ela agarrara os cabelos de Clarisse tal qual fizera comigo, nos impedindo de parar, nos impelindo a continuar.
Silena já soltava gemidos baixinhos e afetados. Troquei um olhar com minha amiga; deslizamos nossas mãos pela barriga lisa da modelo e fomos descendo juntas até encontrarmos aquele ponto de prazer feminino. Ela gemeu mais alto, em surpresa. Duas esfregando seu clitóris, duas mamando seus peitos... Aquilo era muita perversão para a mente simplista de Silena que gemia como uma cadela. Mas nós só estávamos preparando-a de um modo diferente para o seu namorado.
Foquei meu olhar nos garotos: Chris já estava nu. Luke ainda se livrava da fantasia. Beckendorf tinha um volume gritante nas calças.
Continuei mamando. Deixei seu seio bem babado, e bem mordido. Sempre que eu mordia sua pele com mais força, provocando um gemido mais afetado, eu logo chupava com força emendado um gemido com um arquejo. Trocamos outro olhar e chegamos num consenso: introduzimos – cada uma – um dedo. O gemido veio alto e longo. Introduzimos mais um. Silena gritou.
Claro que tinha que ter uma punição. “Socamos” os dedos bem mais fundo, mexendo com força, além de estapearmos seus seios sensíveis. Consegui ver os três batendo uma.
—Se gritar, apanha – dissemos as duas ao mesmo tempo, quase como se fosse ensaiado. Ela gemeu de novo, bem baixinho, se contorcendo toda, se empurrando contra nossos dedos, empurrando nossos rostos de volta para seus seios... A patricinha gostara da perversão. Claro, que piranha não gosta?
Os garotos se masturbavam a nossa frente, sussurravam palavrões e perversidades, tão excitados que chegava a doer. Castellan foi o primeiro a se mover. Senti Luke atrás de mim, sua mão em minhas costas, como que pedindo para eu levantar. Tirei os dedos da vadia e a fiz chupar de seu próprio mel; só então me levantei. Chegamos num acordo silencioso de que eu não tiraria minha fantasia. Clarisse estava somente com a calcinha e essa já bem colocada de lado pelo namorado.
Todos trocaram um olhar, conversando em silêncio. Achei aquilo incrível. Todos concordavam que, com jeitinho, todos nos daríamos muito bem.
Novamente, fomos nós garotas que nos ajeitamos primeiro, cada uma do seu lado, fizemos o mesmo: empinamos a bunda e mantínhamos os rostos sobre os seios da modelo com a intenção clara de chupá-los quando quiséssemos gemer alto – graças a Deus, as camas do hotel eram Box e eram altas. Nossos garotos logo atrás, preparados. Beckendorf, estava ajoelhado em frente a entrada da namorada; não conseguiria beijá-la e os seios tinham novos donos naquele instante. Clari e eu seguramos o pênis do rapaz e o agitamos sobre a entrada da namorada. Os dois gemeram. Nós o encaixamos... Agora era cada um por si.
Luke empurrou minha calcinha para o lado e esfregou seus dedos por toda a minha entrada, subindo para os lábios e descendo de novo. Suspirei nos peitos da modelo e empinei mais para Luke; ele apertou minha bunda então deslizou seu membro grande por minha intimidade, me provocando, me preparando. Sua mão firme em minhas costas... Ele entrou devagar soltando um gemido bem longo. Eu descontei no seio da menina: mordi-o para enganar a minha dor e o meu prazer. Silena gemeu e se contorceu, chamando por Charles e pedindo mais e mais.
Os sons de corpos se batendo era música para mim. Castellan se lançava em mim com força, atirando em mim com entusiasmo. Rápido e forte. Dando tudo o que ele não dera no chuveiro. Deitei sobre o peito de Silena, respirando com dificuldade, meus gemidos saíam enquanto eu tentava recuperar o fôlego. Chamava seu nome e então empinava a bunda e voltava a chupar os seios da vadia.
Chegou num ponto em que os casais se separaram mesmo. Já bastava de perversões em grupo. Ou quase. Castellan e Rodrigues soltaram suas princesas e nós duas nos ajoelhamos sobre o colchão.
—Merda! – disse Beckendorf que ainda metia. Clari e eu travamos um beijo intenso e carinhoso bem na frente de seus olhos, antes de nos afastarmos.
Meu mafioso me envolveu pela cintura, me levando em direção à sua cama, contudo caiu sentado na cadeira ao pé da cama. Apoiei o joelho ao seu lado deixando que ele tocasse minha pele enquanto eu levava minha boca à sua orelha, mordiscando-a. Ele ronronava, ou algo próximo a isso. Um som tão gostoso e baixinho, só para mim... Desci para seu pescoço e chupei-o com vontade, para marcá-lo mesmo, depois mordi com o mesmo propósito.
—O que é isso? – senti seu sorriso no meio de um gemido.
—Não sou estúpida – disse em seu ouvido, colando meu peito ao seu – E já estive com as outras meninas do hotel. Todas se interessaram pelo garoto lindo e feroz como um leão; pelo meu homem – arranhei seu peito e olhei em seus olhos – Você não é o único que tem ciúmes, sabia? – seu sorriso era lindo, seus olhos tinham mais do que apenas tensão sexual; tinham muito carinho – É bom que todas saibam que você já tem alguém e que eu não vou dividir nem o soldadinho nem o leão com ninguém.
—É – ele sorria mais me apertando contra si vendo que os dois apelidos lhe caiam bem, pois coincidiam com partes de sua personalidade – Eu já tenho alguém – era como se ele tivesse acabado de descobrir algo extraordinário em minhas frases – A mulher mais linda do hotel – disse segurando meus cabelos; ele deliberadamente e com prazer, ofereceu o pescoço, quase pedindo as marcas, pedindo uma marca minha.
Voltei a chupar seu pescoço, a mordê-lo, sentindo o sabor de sua pele, suas mãos nas minhas costas me apertando contra ele. Desci para o ombro e então o peito... Estávamos de certa forma bem inocentes já que os outros casais se fodiam intensamente. A mão dele encontrou o fecho do vestido e foi abrindo-o enquanto gemia para mim. Afastei-me para tirar a peça; vi Castellan cheirá-lo e então colocá-lo com cuidado sobre sua própria mala aberta. Só existia minha calcinha – já de lado, completamente de lado – de roupa entre nós dois; não quis tirá-la. Fiquei encarando-o até que ele finalmente pedisse.
—Senta aqui, vai – pediu ele. Coloquei-me sobre ele e ajeitei seu membro duro e ereto na minha entrada. Era só a cabecinha. Dancei ali na pontinha, sem descer nenhum centímetro, rebolei só ali na glande – Porra, Thalia! – passei meus braços por seus ombros em busca de apoio e comecei a quicar. Aos poucos fui descendo, sempre quicando e rebolando. Luke tinha a respiração pesada e nem tentava me tocar; segurava as próprias mãos atrás da cadeira, deixando que eu fizesse bem o que viera fazer.
—Oh! – rebolei bem forte e apertei-o com minhas paredes sentindo seu tamanho GG me destruir com todo aquele prazer. Luke tinha um pau grande tanto em tamanho quanto em largura. Voltei a subir até a glande e desci quase de uma vez – Ah! – comprimira-o mais uma fez e desci até sua base tremendo.
—Gostosa pra caralho – gemeu ele finalmente enlaçando minha cintura com ambos os braços, me apertando contra ele, dando tempo a nós dois nos acostumarmos com nossas medidas tão opostas – Novinha mais quente, mais sensual – ele delirava pertinho dos meus lábios.
—Me ajuda – pedi baixinho. E voltei a quicar em seu pau. Castellan segurava minha bunda e minha cintura me ajudando a subir e me dando mais força ao descer. Fomos aumentando a velocidade e meus gemidos cresciam: eram longos “Oh’s” e “Ah’s” somados a minha respiração ofegante. Mas eu estava esgotada. Meus joelhos e minhas pernas tremiam; na verdade, o meu corpo inteiro. Aquele fora o meu dia mais maravilhoso, porém eu já não tinha mais energia – Luke... Ah, eu não aguento... – ele entendeu.
Ele parou de me mover para cima e para baixo. Ficamos imóveis por um tempinho; Silena já dormia agarrada ao namorado e Clarisse estava em vias de gozar. Éramos só nós dois. Deslizei para longe e para perto de sua cintura, forçando seu pênis em todos os cantos da minha vagina mais uma vez. Cerrei os dentes, mas não consegui impedir um sonzinho de sair denunciando minha excitação. Castellan agarrou minhas coxas e nos levou até a cama.
—Quer ficar por cima? – teve o cuidado de perguntar; isso me fez sorrir.
—Não – apertei seu membro de novo. Ele me ajeitou sobre seu travesseiro e apoiou as mãos ao lado do meu rosto. Continuei nessa de apertar e soltar bem rápido, observando seu corpo tremer sobre o meu, seu rosto se contorcendo, seus olhos escurecendo, a respiração pesada e os gemidos baixos, roucos...
—Assim você me mata – gemeu.
—Eu sei que você gosta – sorri.
—Eu adoro esse seu fogo aqui – e para ilustrar deu uma estocada funda que me fez soltar um gemido extenso e apertar os lençóis.
—Mais, mais... – pedia a meia voz. Castellan continuou metendo, socando seu pau em mim até que ele inchasse anunciando seu gozo. Ele se segurou um pouquinho mais para gozar junto de mim. Seu leite todinho dentro de mim se misturando ao meu. Luke também estava exausto: caiu sobre mim e deixei que deitasse sobre meu seio, usá-lo de travesseiro; ficamos ali até que os corações se acalmassem, as respirações entrassem em compasso. Entrelacei meus dedos em seu cabelo enquanto o abraçava – Seu pau é muito gostoso. – disse de forma manhosa. Senti seu beijo em minha pele. – Mas ele fica muito melhor dentro de mim.
—Eu concordo – disse com a voz rouca. Não sei de onde ele tirou forças, mas conseguiu se colocar entre minhas pernas, lambendo tudo o que ele me causara então arrumando a calcinha (que já estava incomodando), vestiu uma cueca e voltou a se deitar comigo – Amanhã eu vou marcar seus peitos como você marcou o meu.
—Vou esperar – disse fechando os olhos e sentindo o edredom fofinho sobre nós; agarrei-me a Luke – Boa noite, leãozinho.
Ele riu e me apertou de encontro ao seu corpo; aparentemente gostara do apelido.
—Boa noite, princesa.
Eu só queria apagar... Mas é claro que voltei a sonhar.
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