Gimme More

56 Capítulo 46


Notas iniciais
Hey Lovers! Achei este cap bem, ah, dançante ;)

Capítulo quarenta e seis –

Sinceramente, foi a melhor noite que eu já tive com Clarisse, não houve segredos, não mais, nem desconfortos. Na padaria próxima ao orfanato, onde tomamos café, ela confidenciou que o maior problema era odiar os pais sem um motivo claro: não sabia se tinham sido mortos, se a abandonaram por falta de condições, se era simplesmente indesejada, ou algum acidente... Não havia um motivo e especular doía demais para ela.

Na escola, Clarisse agradeceu seu namorado, ao contrário do que pensei. Luke recebeu-me com um carinhoso beijo na bochecha que chamou muita atenção inclusive de dois professores que passavam, um deles ainda era o professor de história... Virei para Luke e pedi com a mão em seu peito:

—Me ajudaria a irritar meu pai?

—Depende de como – ele sorriu de volta, mas eu sabia que não dependia nada; Luke faria qualquer coisa por mim.

Durante a aula, a aula de história, o queridíssimo professor insistiu muito na questão do meu relacionamento com Luke: “Mas vocês estão ficando? Ele te beijou? Você o beijou?” Aquele homem não tinha qualquer problema em invadir a privacidade de seus alunos, sempre tinha visto isso como algo positivo, agora sendo eu a vítima da invasão de privacidade, senti-me constrangida.

Na saída, Rachel seguiu junto a mim para a mansão Grace; teríamos o dia só nosso. Sei, vocês devem ter imaginado que eu deveria estar com Clarisse, e obviamente eu havia convidado a garota, mas a linda morena tinha que “agradecer” o namorado por ajudá-la. Não questionei.

—E seus peguets, hein? – perguntei no caminho.

—Lia! No sábado em transei com uma mina que Deus! Foi maravilhoso e eu realmente não entendo essa coisa de namorar, amanhã eu tenho a esperança de transar de novo, sabe? Com outro desconhecido...

—Você não pegando nenhuma DST – eu ri.

—Segurança em primeiro lugar, Lia – disse fingindo seriedade. Nesse instante, começou a tocar Justin Timberlake; trocamos um olhar e aumentamos o volume e começamos a cantar alto e desafinado porque, bom, porque tem coisas que só são divertidas com suas amigas.

No meu quarto, fechei a porta aos risos...

—Você é louca? – perguntei ainda sorrindo, pasma com o que quase acontecera. A ruiva só faltou tirar a roupa na frente do meu irmão.

—Ué! Querida, eu pegava o Hefesto fácil, fácil – fechou os olhos e suspirou – Ou vai dizer que seus irmãos são seus bofes exclusivos? Se disser vou ficar chateada. Eu sei que a Bia já pegou o Hermes.

—Não! O ponto é que ele é o mais velho e... Ah sei lá! Acho que ele é o único homem decente nessa família.

—Mas eu posso pegá-lo futuramente, né?

—Divirta-se – disse pulando na cama. Então estávamos as duas pulando no colchão como duas crianças; somos adolescente retardadas! Não vamos agir como adultas perfeitamente centradas o tempo todo, mesmo sendo as líderes da Máfia.

Caímos sentadas e aos risos respirando com certa dificuldade.

—Meu Deus! Lia! Qual o motivo de toda essa felicidade? Não, agora falando sério – nos deitamos naquela confusão de almofadas e travesseiros – Pensei que tudo estava mal, tipo, seu pai e sua madrasta, aquela ameaça de um internato no exterior, Apolo...

—Ah Rach... Não sei se as coisas melhoraram, mas eu estou trabalhando nisso. – o sorriso da ruiva começou a mudar, eu via ali o brilho crescente de mafiosa – Apolo já deve estar tendo um ataque, se não, vai ter assim que ligar a TV ou acessar suas redes sócias. Zeus e Hera estão empenhados nesse ridículo casamento.

—Ah!

—Meu pai continuando agindo e falando como se eu fosse estar lá durante essa ridícula cerimônia, está toda hora me incluindo desse assunto e...

—Você não vai ao casamento, não é?

—Não vou. Não posso ir, seria ridículo.

—E quanto ao internato?

—Zeus não falou mais sobre o assunto – fiquei pensativa – mas só por não falar não significa que ele esqueceu. – com certeza ele ainda estava pesquisando, vendo moradias e o diabo com isso tudo, não podia me separar das meninas, da Máfia, de Luke... – Eu não vou embora, Rach. Faço da vida dele um verdadeiro inferno; vou mostrar o que uma pirralha mimada pode fazer.

Rachel estava perfeitamente mafiosa naquele instante, praticamente resplandecia. Muito provavelmente eu estava nas mesmas condições.

—Para isso pediu a ajuda do Castellan...

—Para isso vou pedir a sua ajuda.

[...]

Passamos a tarde penduradas no celular, combinando tudo com todos os envolvidos. Invadimos o meu closet a procura de tons, texturas, modelos mais corretos para aquela situação. A nécessaire também foi cuidadosamente elaborada com tons apropriados.

No estúdio de Abelle, Luke me aguardava. Ele havia chegado com auxilio dos túneis, mas mantemos isso em segredo. O ponto foi que ficamos ensaiando o que faríamos, acertando cada passo. Teve muita zoeira e brincadeira sim, só que no momento do “vamos ver” eu tinha certeza que tudo seria perfeito.

Estava tudo combinado, tudo perfeito. Luke fora embora antes de anoitecer então só faltava Rachel e conseguirmos sair de boas. Claro, antes de sair eu queria confirmar como andava Apolo e seu coração. A ruiva e eu descemos até minha ah, batcaverna? Batcaverna! Por que não? E sintonizamos as câmeras e microfones, Apolo entrara muito rápido sem olhar para os lados, com o celular na mão.

Assim que bateu a porta do quarto dei zoom e coloquei os fones, passando o equipamento para Rachel. Ele estava descabelado, os olhos vidrados, vermelhos e... Ele estava a ponto de chorar! Tive que reprimir uma gargalhada maldosa como a de vilões de filmes antigos.

—Thalia – a ruiva olhava para Apolo, praticamente assustada enquanto observava meu irmão destruir o quarto – O que foi que você fez?

Puxando da internet abri em outra tela, diversas fotos de Ártemis e junto a Orion. Os dois formavam um casal muito bonito, em varias fotos as mãos se esbarravam, estavam num clima evidentemente romântico. E Ártemis havia sido questionada sobre o assunto! Meu Deus! Só haviam se visto ontem! “Vocês estão namorando? Vai rolar um romance?” e a ruiva respondera com um sorriso “Quem sabe?” riu e a filmagem era cortada.

Definitivamente, eu destruíra o primeiro e único amor de Apolo Grace. E garanto que nada, nada me alegrou tanto assim. Nenhuma outra maldade com meus irmãos havia sido tão gostosa... Claro que eu ainda tinha outras maldades planejadas para os outros imbecis, então era só esperar por mais momentos felizes... Fora que... Bom, vocês não pensaram que isso era tudo o que eu faria com Apolo, não é?

Pegamos todo o “equipamento”: bolsas com roupa e maquiagem e saímos do meu quarto aos risos. A ruiva espantada e entusiasmada com minhas maldades, definitivamente empolgada por estar sendo incluída nos meus planos.

—Para onde vocês vão? – perguntou Zeus enquanto eu e Rachel seguíamos sorrindo em direção a porta. Precisei me acalmar para não fazer nenhuma besteira ou ser grossa. Não tinha motivos. Eu iria me vingar então era só agir com um pouquinho de gentileza. Só amanse a voz, só amanse a voz. Fiquei de costas para ele.

—Vou dormir na casa da Rachel hoje.

—Mas você não dormiu fora ontem?

—Na casa da Clarisse, papai – forcei a última palavra, mas já não estava tão suave – Hoje é a noite das meninas!

—Claro, claro – disse ele, a voz sempre rude – Divirta-se.

Entramos no carro jogando as bolsas no banco de trás. Seria épico. Passamos na Máfia para ajeitar as últimas partes da minha mais nova armação. Luke estava praticamente pronto, faltava só a maquiagem para o vídeo, vestia uma camisa do mesmo tom do meu vestido como o combinado; estava tão gostoso... Rachel e Bianca me ajudaram com a roupa. Um vestido curto e justo que valorizava bem a silhueta feminina e um decote diferente não tão ousado, num tom azul meia-noite, a silhueta justa fazendo com que as mesmas contornem suavemente as linhas do corpo, saltos finos e discretos e só faltava a maquiagem. Deixei as meninas cuidarem disso, para terem o que fazer. Quando voltei para a presença de Marcos e Luke, fora alguns outros xeretas, o último só conseguia babar.

— Tão sensual e perigosa... – Castellan sussurrara em meu ouvido antes de irmos.

Marcos beijou minha bochecha e desejou sorte. Ramiro, Luke e Bianca seguiram em outro carro, Rachel e eu voltamos para o meu. Numa rua vazia, realmente deserta, mas bem iluminada conseguiríamos finalmente dar início aquele jogo.

Os três iriam filmar de perspectivas diferentes, fora que estavam ajudando a encontrar uma boa iluminação e coisas do tipo. Bianca conseguiu ligar a caixa de som e pronto. Depois nós editaríamos o vídeo, mas agora aquele momento era meu e de Luke.

Um ritmo mais lento e muito sensual, explosiva e contagiante, uma dança que seduz... Kizomba. Mika Mendes – Mágico, sim uma música relativamente velha, mas tão romântica quanto sensual. A dança por si só já incluía bastante proximidade e com Luke eu sentia que levava a dança a um nível totalmente diferente. Nossos movimentos eram lentos, sensuais e insistentes, meu corpo encaixava no dele e o dele encaixava no meu. Esperava que os três conseguissem pegar os detalhes, porque eu mesma estava extasiada com a forma com a qual ele deslizava sua mão por meu braço até encontrar minha mão para instantes depois colocá-la sobre seu peito, sobre aquele coração que batia tão forte...

Como mentir? Chegou ao ponto em que eu havia esquecido tudo. Dançava sem me lembrar dos ensaios, dançava por instinto e Luke fazia o mesmo. Sua mão na base das minhas costas me conduzindo suavemente e então me levando de encontro a ele... Luke me puxou para perto; nossos corpos grudados, seus olhos fixos nos meus, minhas mãos em sua nuca brincando com seu cabelo... Dei um passo para trás e ele um para frente voltando à dança como se nunca tivéssemos parado...

[...]

—Caralho! – gritou Bianca – Ficou incrível!

—Deu até vontade de dançar – disse Rachel.

—Vocês foram muito profissionais – disse Ramiro conferindo as câmeras – Conferimos e editamos amanhã, princesa?

—Me parece ótimo.

Estavam arrumando as coisas para encerarmos a noite quando Luke me abraçou pelas costas sussurrando em meu ouvido; foi tão difícil não revirar os olhos em prazer...

—Então qual é o meu prêmio?

—Depende. O que você quer?

—Eu tenho essa liberdade? – senti seu sorriso malicioso e tive que conter um suspiro quando senti seus lábios em meu pescoço num beijo suave – Então, talvez...

—Talvez... – instiguei.

—Vamos dizer apenas que você me deve enquanto eu penso numa forma de pagamento.

—Tudo bem.

Livrei-me dos seus braços e chamei as meninas. Realmente era uma noite só das princesas no apartamento de Rachel... Mas eu ainda não havia acabado. As meninas sabiam e não se incomodaram de me esperar no carro.

Entrei no barzinho luxuoso comunicando aos seguranças que tinha alguém a minha espera. Fui escoltada até um homem de aparência comum. Colocamos papéis sobre a mesa enquanto apreciávamos nossos drinks, no chão deixei uma linda sacola de papel com várias fitas e mais alguns papéis.

—Posso ter certeza de que o trabalho vai sair exatamente como quero? – perguntei levando o copo de cristal a boca. O infeliz olhava descaradamente para o decote. Deus! Sensualmente levei uma das mãos ao pescoço e deslizei-a sobre meu ombro, cuidadosamente a baixando a alça fininha, deixando meu colo bem a mostra; o homem fechou as mãos ao redor do copo.

—Podemos fechar um acordo ainda melhor, não acha, mocinha?

—Podemos... – sussurrei movendo os lábios devagar... Nem um pouco assanhada. Bom, cada um joga com as armas que tem, com as armas que melhor souber utilizar... – Vou te dar mais alguns detalhes por mensagem de texto amanhã, fique bem atento.

Ele chamou um segurança particular ou algo assim e solicitou que o homem levasse a sacola e os papéis para o seu carro. Tudo estava perfeito.

—Meu novo pagamento...

Sorri sedutoramente enquanto caminhava até o banheiro, ele vinha três passos atrás. Assim que ele passou trancou a porta e me olhava com olhos tão famintos... Abaixei as alças e o busto do vestido deixando meus seios livres, já que estava sem sutiã. Ele pegou-me pela cintura e deixou-me sentada sobre a pia de mármore, uma altura bem mais apropriada para que sua boca encontrasse meus seios. Suas mãos apertavam, seus dedos beliscavam, sua língua deslizava e sua boca mordia e sugava com força. Foi gostoso sim, e não posso negar que me arrepiei quando a barba por fazer arranhou aquela pele sensível... Mas não passou disso. Não teve sexo escandaloso. Deixei-o no ritmo que ele queria, apertando minha cintura e me puxando para ele, mas parei-o quando tentou tirar meu vestido.

—Não – disse com um sorriso maldoso – Já deixei que brincasse; paguei o suficiente.

—Vou precisar de mais...

—Não, não vai. Já tinha te dado um adiantamento e essa aqui foi a sua segurança. Faça um serviço bem feito ou eu te acuso de tentativa de estupro e calúnia. Fui bem clara?

Quando voltei para o carro, as duas meninas riam.

—Então... – começou Rachel.

—Transou ou não transou? – disparou Bianca.

Fui obrigada a rir da situação.

—Eu explico tudo quando chegarmos finalmente na nossa festinha do pijama.

[...]

As cinco, finalmente, reunidas do quarto Rachel ouviam atentamente meus planos, alguns interligados, outros não e ainda esclarecia o objetivo do que havia feito naquela noite. As quatro me olhavam com espanto, chocadas com o quão longe eu estava brincando com alguns dos meus homens e com a facilidade de manipular terceiros.

—Uau! – foi tudo o que saiu da boca de Bianca depois de eu esclarecer meus planos.

—Lia, não quer bolar nada para falir meu pai, não? – pediu Rachel. Nós rimos.

—E te privar da alegria de planejar? Imagina!

—Realmente – começou Annie com um rosto bem pensativo – Você já deixou Apolo bem louco pelo que contaram. – ela jogou a trança dourada para as costas e continuou – Eu vi algo sobre um possível relacionamento entre Ártemis e Orion e achei legal... Bom, ela praticamente entregou que adoraria ficar com ele.

—Quem não adoraria ficar um homem daqueles? – perguntou Rachel – Ele é lindo, é um artista, é feminista... É melhor eu parar antes de molhar a calcinha.

Fomos obrigadas a rir.

—Mas você não está indo longe demais? – tentou Annie de novo.

—Você acha? – não esperei resposta – É com Apolo a maioria das minhas maldades e são bem merecidas. Seu coração está em pedaços e logo vou acabar com sua imagem de bom filho na frente de Zeus... Com os outros, bom, eles merecem.

—O lance com Hefesto na verdade é mais um ato de amor do que de maldade se for analisar – falou Clarisse.

—Sério que achou pesado, Annie? – falou Bianca com uma expressão confusa.

—Não, gente! – ela riu com as bochechas rosadas – Só queria ver a reação da Lia. Realmente foi merecido.

—E quanto a Zeus? Não vai fazer nada? – a ruiva assoprou a franja.

—Quanto a esse... Vou ir brincando aos poucos.

—Ah... Mas você transou ou não transou com o cara do bar? – insistiu Bianca; rendeu-nos longas gargalhadas antes de finalmente esclarecer que não havia transado com o infeliz.

Depois da escola segui com Luke até a Máfia e juntos escolhemos os melhores ângulos, os melhores efeitos que nos favoreciam nas filmagens, editando até ficar digno de ser postado nas minhas redes sociais.

—Você vai postar agora? – Luke perguntou sem olhar para mim.

—Não. Ainda não. Zeus vai surtar um pouquinho com Apolo. – consegui sorrir – Se eu der sorte meu irmão pode acabar se mudando de casa.

—Que Deus te ouça – ele murmurou. Aparentemente, Luke ainda não superara meu caso com Apolo. Quase inconsciente, discretamente, aproximei-me dele. Notando minha aproximação, Luke envolveu-me os ombros em um abraço, não possessivo, mas cheio de carinho – Vamos dançar mais?

—Por que não? – sorri de volta; estávamos caminhando para fora quando voltei a olhar para trás – Ramiro, confio o restante da edição a você.

—Fico honrado – ele sorria de volta.

Luke caminhava junto a mim até uma das áreas destinadas ao ensaio das dançarinas. Ele seguiu para o vestiário masculino no sentido contrario ao meu; se íamos dançar, íamos fazer isso direito.

Ele saiu, não com aquelas roupas extremamente justas de bailarinos, mas um conjunto mais soltinho, em tons claros. Eu saí com um vestido de tecido levíssimo, em tons igualmente claros, um pouco abaixo do joelho.

—Você está linda – ele disse baixinho, segurando minha mão, puxando-me para mais perto – Devia ter sido bailarina.

Nós dois, naquele instante, usávamos sapatilhas; eu, de pontas.

—Você também está. Consegue dançar? – perguntei sorrindo; não é qualquer menino que tem algum conhecimento de ballet clássico, na verdade, acredito que nunca conheci um.

—Acho que dou conta – ele sorriu de volta; a música já tocava ao fundo enquanto Castellan, com polidez soltava a presilha que prendia meus cabelos, deixando os cachos escuros caírem com graça sobre meus ombros despidos.

E realmente deu. Luke me dava suporte, levantava-me, rodava-me, seus olhos fixos nos meus... Romeu e Julieta, o tema principal do filme de 68, sem uma coreografia pré-feita ou ensaiada; tudo improvisado e mesmo assim conseguíamos conciliar nossos movimentos.

Um giro suave, então suas mãos firmes, mas sem força excessiva, em minha cintura, delicadamente esperando meu pé alcançar o chão... Seus olhos brilhavam tanto... Uma de suas mãos desviou-se para meus cachos. Acariciava a nuca do rapaz, dedilhava seus cabelos e então seu rosto...

Embora mantivéssemos nossos olhos vidrados um no outro, eu sabia que havia muitas meninas ali de platéia, talvez alguns da elite, mas não importava. Nada mais importava. Luke estava ali comigo, estava ali ajudando a me reconstruir e a derrubar aqueles que tentaram me colocar no chão.

Apreciei aquele momento, realmente apreciei. Porque naquela noite, quando sozinha, quase me desesperei ao tentar entender o que era aquilo que eu sentia por aquele homem que era a causa da minha insônia.

Notas finais
Eu simplesmente estou viciada em kizomba; é uma dança belíssima! '3'