Notas iniciais
Heys Pessoas Espero que não tenham abandonado... Desculpem pela demora!!!!!!!!! Fiquei sem criatividade.... e sem tempo.... Mas aqui estou! Espero que gostem

No Beco Diagonal, sentia que já estivera naquele lugar várias vezes, e lembrava que havia sempre muitas pessoas com eles. Viu que várias lojas, que tinha certeza que o ajudariam em seu sonho louco. Havia uma loja de varinhas, que lhe viria muito bem a calhar, e uma loja cheia de livros de feitiços, que também seria de bom uso, mas o mais importante: um banco. Afinal, sem dinheiro não faria nada. Mas e se não houvesse nada em sua conta? Mas e se nem tivesse uma conta? Estaria ferrado. Será que teria que voltar ao St. Mungus? Chega de pensar. Era hora de agir.

Caminhou até o enorme edifício que era Gringotts, e percebeu que estava passando por uma restauração no teto, e que estava ainda muito feio, como se um dragão tivesse passado por ali. Ao entrar, viu que por dentro também não estava muito bem. Tudo empoeirado, e alguns duendes (?) machucados trabalhando, carimbando papéis e etc. Caminhou até a maior mesa, no final da sala, onde havia uma bancada mais alta e a no melhor estado. Achou que seria o lugar certo para pedir informações. Aproximou-se do duende responsável ali e disse.

— Boa tarde. Bem... Gostaria de ir ao cofre dos Lockhart.

— Sua varinha, por favor.

Gilderoy gelou. Contava a verdade ou não? Esses duendes não lhe pareciam do tipo que você conta que fugiu por causa de um sonho de virar um príncipe e ficar tipo “okay”. Resolveu contar apenas algumas partes de sua história.

— Bem, eu sou Gilderoy Lockhart, e eu passei vários anos no St. Mungus, não me lembro de nada de muito de muito tempo, então estou sem varinha.

Ele saiu, enquanto Lockhart ficou esperando. Ficou conversando com outros duendes, provavelmente discutindo seu caso. Checaram vários papeis, conversaram mais e por fim, o mesmo duende voltou e disse:

— Bem, tudo o que você disse bate com nossos arquivos, mas ainda não explicou o porquê de estar aqui, afinal, deveria estar internado para sempre.

— Bem, eles me liberaram, mas não divulgaram para ninguém, para não liberar minhas fãs.

O duende pareceu considerar sua afirmação, e por fim, saiu de trás de sua mesa, e guiou o bruxo até um caminho para ir aos cofres, pelo menos era o que parecia.

Não se enganou. Logo, estava a caminho de seu cofre. Mas será que teria muito dinheiro lá? Não teria como saber. Só na hora mesmo saberia. Ao chegar, o duende abriu para ele, provavelmente lembrando-se do seu ocorrido.

Aberto o cofre, Gilderoy viu uma quantia razoável de dinheiro lá dentro, e no momento que olhou, veio a memória dos valores de dinheiro bruxo. Um galeão são 17 sicles, um sicle são 29 nuques. Assim, 1 galeão são 493 nuques. Fácil, não? Ok, nem tão fácil assim, mas ele até que se dava bem com números. Mas por isso mesmo, percebeu que não havia dinheiro o suficiente para varinha, livros escolares (teria que reaprender todos os feitiços), roupas novas e, oh céus, um lugar para ficar. Teria que arrumar um emprego.

Mas o mais importante, tinha que agir, com tantos pensamentos em mente não conseguia fazer mais nada, apenas encarar as moedas com cara de retardado. Meneou a cabeça, pegou o dinheiro inteiro e, de algum modo, guardou em todos os bolsos.

— Vai pegar o dinheiro inteiro? — perguntou o duende — Não deveria deixar um pouco aqui para eventuais necessidades?

Envergonhado, deixou um terço dos galeões, sicles e nuques lá e ficou com o resto. Saiu do banco e pensou que precisaria, e logo, arrumar uma varinha. Antes até do emprego.

Saiu andando um pouco desorientado pelo lugar, não tinha coragem de perguntar onde era a loja de varinhas, então simplesmente ficou vagando feito uma barata tonta, até ver uma loja com o aspecto de beeem velha, com o letreiro escrito “Olivaras” e outras coisas menos importantes, mas concluiu que era uma loja de varinhas, então entrou.

Ao entrar, deparou-se com um senhor de muita idade arrumando algumas caixas. Aparentava estar ainda se recuperando de alguma coisa, mas fazia seu trabalho feliz.

— Com licença, — disse Lockhart — aqui é onde posso comprar uma nova varinha?

O senhor virou-se e respondeu:

— Gilderoy! Que surpresa vê-lo por aqui! Fiquei sabendo do seu acidente há vários anos! — Que acidente? — Todo esse tempo no St. Mungus deve ter sido muito ruim mesmo! Então você está sem varinha? — assentiu — Que pena... Sua varinha antiga era muito boa, sim, me lembro dela, mas então, vamos procurar uma nova!

Após um tempo, finalmente achou uma nova varinha. Inflexível, 28 cm, salgueiro, pena de fênix. Após pagar, deixou a loja e começou a tentar organizar como seria sua vida. Onde iria ficar? Onde iria arrumar um emprego? Como arrumaria, afinal, ainda teria que reaprender vários feitiços, comprar livros de feitiços, e não sairia barato... Não mesmo.

Ainda andando pelo Beco Diagonal, viu um lugar que poderia solucionar seus problemas temporariamente, era chamado “O Caldeirão Furado”. Poderia ficar lá por um tempo.

Alugou um quarto e entrou. Lá, começou a pensar o que faria com a sua vida agora.

Notas finais
Gostaram?? Espero que sim!!! Lembrando, qualquer erro de gramática ou na história podem corrigir nos reviews!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.