Notas iniciais
Oi gente voltei. Sim um dia depois do meu Aniversario porque eu amo vocês. Então sem mais enrolação Boa leitura.

Narração: Mônica

Acordei ,não me dei o trabalho de ver que horas eram não estou mais naquele colégio sem graça. E não! Não é legal viver em um colégio interno. Dividir quarto com os outros onde já se viu? Minhas coisas são MINHÃS e de mais ninguém.

Caminhai até a cozinha confesso que foi estranho “procurar” a cozinha mais logo senti o cheiro de café torrado da cozinha. Meus pais pareciam um belo casal clichê americano, sorri ao ver meu pai lendo um jornal como antigamente, enquanto minha mãe o servia café.

Sentei em uma cadeira vazia ariscando que poderia ser a minha. Minha mãe logo foi me servir o café e por mais estranho que pareça a casa estava em perfeita hora tiram do algumas caixas não muito grandes com alguns objetos espalhadas. Mas isso não era problema nenhum. Estava tudo ótimo me sinto livro sem grades para me romper, sem ninguém contra mim e o mais importante sinto meu coração.

-Bom dia! –Disse minha mãe me despertando do meus devaneios.

-Bom dia. –Retribui olhei para meu pai que estava tão concentrado no jornal, de certo queria saber de tudo que estava rolando por aqui.

Vi minha mãe colocar café em uma xicara para mim a fumacinha do café chegou até minhas narinas me fazendo suspirar.

-Oque ira fazer hoje, filha? –Perguntou minha mãe.

-Te ajudar. –Respondi.

-Filha por que você não da uma volta agora de manhã. –Sugeriu minha mãe.

-Isso é uma boa ideia. –Disse meu pai entrando na conversa.

-Pode ser. Mas não estou com a mínima vontade!-Disse bebendo um gole do café.

-Faz um esfocinho por favor!!!! –Disse minha mãe fazendo biquinho.

-Tá.

Tomei meu café e depois me arrumei, não me vesti como se fosse desfilar pelo contrario, me vesti de uma forma simples com um shorts e uma regata. Não me dei ao trabalho de passar maquiagem, somente lavei o rosto e penteei meus cabelos.

Sai de casa e resolvi andar em direção as casa. É tudo tão harmonioso por aqui varias cores, vi algumas pessoas andando na rua observava elas sorria para algumas e outras retribuíram do ato.

Quando vejo um gramado verde era lindo mas não sei se pode ou não pisar na grama. Então decidi andar na causada que havia em volta da grama e era MUITO grande mas eu não me importo em alguns lugares tinha bancos. Não me lembro se nos Pitangueiras tinha também um gramado desse.

Avistei um garoto loiro conversando com uma garota ruiva com “Marias-Chiquinhas” pareciam que estavam resolvendo algo, quando vou passar por eles vejo os dois sorrirem e compartilharem um beijo. Quando estou passando por eles ouço um pedaço da conversa depois que se afastam do beijo:

-Eu te amo! –Ele diz e garota diz com um sorriso sincero:

-Eu te amo muitooo não consigo ficar longe de você...

Depois daí não ouvi mais nada afinal aquilo não era da minha conta lógico... Quando sai daquele gramadinho fui na direção de outras casas, quando vejo um Colégio bem grande li onde estava escrito “Colégio do Limoeiro” bom acho que é aqui que vou estudar. Continuo andando até que avisto uma criança sentada na causada chorando vou até ela e pergunto:

-Oque houve?-Perguntei me agachando para ficar a sua altura.

-Nada moça. –Ela disse enxugado as lagrimas e se levantando.

-Calma eu não vou te fazer mal! Só quero te ajudar. –Disse a olhando.

-Meu irmão brigou comigo. –Ela disse enchendo os olhos de lagrimas.

-Calma por que ele brigou com você? –Perguntei.

-Eu falei uma coisa que ele não gostou! –Ela disse quase que desabando em lágrimas.

-Sobre o que você falou ?-Perguntei com uma pontada de curiosidade.

-Eu falei da ex dele.

-Então oque você tem que fazer é pedir desculpas não acha. –Disse e a garotinha abriu um sorriso.

-Obrigada moça. –Ela disse e me abraçou.

-Mônica. Esse é meu nome. –Disse e me levantei, peguei a mão da garotinha e disse. –Onde é sua casa ela foi mostrando o caminho para mim enquanto andava.

Fui explicando para ela que sou nova aqui, e ela me disse que seu nome era Maria Cebolinha e seu irmão se chamava Cebola ri um pouco com os nomes. Disse também que tinha sete anos e explicou que morava com a mãe e o irmão com o pai. Ela disse que via ele quase todo final de semana e que seu maior sonho era ser dona de todas as bonecas Barbies do mundo isso fez eu dar uma pequena risada.

“As crianças são tão inocentes” Pensei comigo mesma.

Chegamos em uma oficina de carros e ela me levou até uma portinha que havia do lado tocou a campainha e um forte, alto e bonito garoto apareceu.

-Maria onde você estava? Ele perguntou vendo a garotinha do meu lado.

-Me desculpe Cebolinha nunca mais falo daquilo. –Ela disse e seu irmão a pegou no colo e disse:

-Te desculpo mas só se me chamar de “Cebola” .-Ele disse para a irmã.

Quando se virou e me viu meus olhos se perderam nos dele. Eram lindos cor de mel.

-Obrigada por trazer ela. –Ele disse me tirando do meu pequeno “transe”.

-Não foi nada.- eu disse e sai para minha casa.

“Será que todos os garotos daqui são assim ?” Pensei comigo mesma.

Narração: Cebola.

Entrei com a Maria para casa e entrei ao meu quarto coloquei o uniforme da Giftword entrei na mesma começando a desparafusar a roda de um carro. Quando a Maria chegou com um biscoito na boca já logo falando com a boca cheia.

-Por que você não namora com a Mônica? –Ela disse se aproximando.

-Com quem? –Perguntei no mesmo instante de quem aquela criatura está falando.

-Com a Mônica a moça que me trouce para casa. –Ela disse se sentando em um espaço vago em cima da mesa de ferramentas.

-Eu não nem conheço o ser. –Disse e ela revirou os olhos.

-Mas você gosta dela! –Ela disse terminando de comer seu biscoito.

-Maria, você não acha que aprontou demais hoje não? –Falei com o intuito de fazer ela sair de perto de mim.

-Ai tá bom. –Ela disse saindo. –Mas vocês ainda vão casar. –Ela disse e saiu correndo porque se ela continuasse ali eu tacaria alguma coisa nela e ia machucar feio.

Notas finais
Roupa da Mônica: http://www.polyvore.com/dia-a-dia/set?id=208358107 Bom gente é isso quem quiser comentar comente. E oque vocês acham a Maria está certa? O.B.S : Doconicos não me batão.