Notas iniciais
Oi genten!!!!!!! Sim eu demorei para postar mas é que eu estava com um bloqueio criativo DAQUELES!!!!!! Enfim está cada vez mais triste postar os capítulos, pois a Giftword está chegando no final (EU chorando litros) MAS CALMA!!!!!!!!! Ainda falta uns quatro ou cinco capítulos que terão muito babado, confusão, gritaria e morte. Sim terá mortes no final vou dar até uma pequena dica para vocês: Não será uma morte será duas! Eu sei que isso não vai ajudar muito a alimentar as teorias de vocês, mas vai saber! Nós vemos lá em baixo!!!!!!!!

Pov’s Narradora

Cascão entrou no quarto de Magali e encontrou ela deitada na cama olhando para o teto branco do hospital, ele andou até a cama dela e agachou fitando o rosto dela.

—Que bom que você não se machucou, meu amor! –Ele disse acariciando o cabelo dela.

Ela virou o rosto o olhando e mostrando uma lagrima que escorria de seus olhos.

—Amor...

—Não. –Magali o interrompeu . –Eu acho que devíamos terminar.

—Não! –Ele disse segurando as mão dela. –Eu te amo, e além do mais a Cassandra já sabia de todo o plano.

—Como assim sabia? –Ela perguntou se sentando na cama.

—Fiquei surpreso quando ela falou isso também. –Ele disse.

Magali apenas ficou em silencio.

—Ligou para seus pais. –Ele perguntou para ela.

—Bom depois que eu saltei do carro, ele capotou e não teve conserto. Agora imagine o fim que levou meu celular que estava lá dentro. –Ela disse rindo.

—Nossa! Perdeu o celular e o carro, e está rindo! Acho que sua cabeça ficou muito no sol. –Ele disse sorrindo.

Ela riu do comentário dele.

—Mas eles já estão avisados. E olha só eu só me arranhei. –Ela disse.

—Ah... Por favar nisso a Cassandra sabotou seus freios. –Ele disse se lembrando.

Algum dia eu mato aquela vadia!—Ela disse já se estressando. –Sem carro e sem celular por culpa dela.

—Mas tem eu! Isso não importa? –Ele perguntou tentando fazer uma cara fofa.

Ela sorriu e disse:

—Importa sim!

Ela o beijou, mas infelizmente foram interrompidos pelos pais da garota que estavam na porta.

—Atrapalho? –Perguntou o pai da garota arqueando a sua grossa sobrancelha.

[...]

A noite caia enquanto Mônica e Cebola estavam sentados na causada da casa de Mônica, conversando...

—Amor você lembra da primeira vez que veio aqui? –Ela perguntou sorrindo. (N/A: Capítulo: 11)

—Lembro a professora pediu para mim trazer um livro para você! –Ele disse sorrindo, mas logo mudou a expressão para seria novamente. –Mas ele não era seu!

—Veja pelo lada bom, eu comecei a me apaixonar nesse dia por você! –Ela disse com um sorriso tímido.

—É aquele dia foi estranho! Quem diria que estaríamos namorando. –Ele disse rindo.

—É o poder do Band-aid! –Ela riu também.

Entre risos e beijos, relembraram seus momentos mais marcantes.

Até que uma mensagem de Cascão para Cebola, deixa o clima pesado. Relatando oque aconteceu com Magali.

—A Magali sofreu um acidente, nada além de aranhões. Mas Cassandra sabotou os freios dela.

—Nossa! –Mônica disse surpresa.

—Quando chegar em casa vou verificar meus freios! –Ele disse.

Observaram uma garota loira de cabelos curtos. Andando pelo outro lado da rua, virando na próxima em seguida.

—Oque será que ela está tramando agora? –Mônica perguntou depois que ela já estava fora de sua vista.

—Espera, ela não tá indo pra Giftword né?! –Cebola disse.

—Vamos descobrir agora! –Ela diz se levantando.

Eles foram correndo, quando chegaram lá, ainda viram Maria Cebolinha com um sorriso no rosto, segurando um pacote em suas mãos e Cassandra entrando em um carro, próxima dela.

Eles foram de encontro com Maria.

—Oque você tem aí Maria? –Cebola perguntou se aproximando.

—Um presente da tia Cassandra! –Ela disse sorrindo.

—Eu posso ver? –Perguntou Mônica.

—Claro! –Ela disse e entregou o pacote para Mônica.

Cebola olhou o pacote com sua namorada, havia doces. Porém um bilhete escrito “Boa noite!”.

O irmão da menor pegou o saquinho de balas e jogou dentro de um boieiro que havia ali.

Por que fez isso?—Maria gritou.

—Seu irmão sabe das coisas! –Mônica disse a pegando sua “cunhadinha” no colo. –E você tem que prometer que nunca vai aceitar mais nada daquela garota!

—Mas... –Ela começou e seu irmão a interrompeu.

—Mas nada é assim e ponto! –Ele disse autoritário.

A menina se soltou de Mônica e entrou em sua casa.

—Você acha que poderia ter algum veneno nesses doces? –Mônica pergunta.

—Tenho quase certeza! –Ele disse.

—Eu vou acabar com a raça daquela vadia de uma vez por todas! –Ela disse nervosa. –Qual o problema dela?

—O problema é que ela é uma psicopata que vai ser enterrada viva! –Ele disse passando as mãos nos cabelos nervoso.

—Oque está acontecendo aqui? –Denise perguntou.

Ela estava atrás deles com Xaveco, a luz de um posto permitia se ver apenas o rosto dos dois.

—Oque vocês estão fazendo aqui? –Mônica perguntou arqueando uma sobrancelha.

—A gente ia em uma lanchonete, aqui perto, mas como vimos vocês gritando no meio da rua, resolvemos aparecer! –Xaveco disse.

Um pequeno silencio se instalou no local por alguns segundos.

—Mas oque estavam fazendo? –Denise perguntou novamente.

—A Cassandra tentou “envenenar” a minha irmã! –Cebola disse fazendo aspas com os dedos, afinal era apenas uma teoria.

—Achei que o problema dela fosse com a gente, não com a sua família! –Denise disse cruzando os braços.

—Me lembre de nunca aceitar qualquer coisa vindo dela. –Xaveco disse.

—Sabe isso me deu uma ideia! –Denise disse.

—Oque? –Cebola perguntou curioso.

—Porque não falamos com os pais dela? Acho que eles não conhecem a cobra que tem! –Denise disse.

—Se a Cassandra já é uma psicopata imagina a mãe? Vai que é de sangue! –Cebola disse, discordando da ideia.

—Vamos amor! Não iremos perder nada por tentar. -Mônica pediu para o namorado.

—Ela tem razão. –Apoiou Xaveco.

—Ok! Vamos tentar falar com a mãe dela, se não der certo. Vamos ter que achar outra solução.

—Sim. –Disse Denise sorrindo.

Apenas das ideias dela serem todas malucas, ela ainda conseguia pensar em um bom plano quando queria.

—E vocês ficaram sabendo da Magali? –Perguntou Cebola.

—Oque aconteceu com ela? –Perguntou Denise.

—Ela sofreu um acidente e está no hospital. –Mônica disse.

—Foi a Cassandra não foi? –Perguntou Denise.

—Eu me pergunto oque nós fizemos para essa garota! –Disse Xaveco.

—Vamos visitar ela? –Denise perguntou.

—Ela só sofreu alguns arranhões, mas mesmo assim tenho que verificar os freios do meu carro. –Cebola disse. –Ah recomendo que você faça o mesmo Xaveco.

—Por? –Ele perguntou.

—Ela sabotou os freios da Magali.

Após alguns minutos mais de conversa eles foram casa, o clima estava ficando tenso. Cassandra a cada dia mais perigosa, isso estavam os deixando preocupados. Magali que era a mais “forte” entre eles estava machucada psicologicamente e fisicamente. Ah... Cassandra por que estragar a vida de jovens tão inocentes?

Notas finais
E então oque acharam? Amaram?Odiaram? Comentem suas teorias e até o próximo (Espero que não demore). Beijinhos!!!!!!!!