Notas iniciais
Oi voltei. Bom eu estou feliz por ter conseguido descrever este capitulo como eu queria, mas estou triste por ser o penúltimo. Chorei? Chorei hoje já umas três vezes vai ser difícil acabar com esta fanfic. Bom mas voltando... O titulo do capítulo já está deixando as coisas um pouco mais claras. Eu espero que vocês gostem, deu bastante trabalho e ele está bem grande. Enfim... Boa leitura!

Pov’s Narradora

Já havia se passado grande parte do dia, e já de tarde todos começaram a ficar aflitos com o sumiço de Mônica e Carmem. Não havia ninguém as vistos, nem um sinal, sem celular, sem nada!

Estavam todos no campinho discutindo.

—Alguma coisa delas? –Perguntou Titi esperançoso.

—Claro que sim! –Denise sorriu irônica. –Vários nadas! –Ela completou fechando a cara novamente.

—Ok. Vamos respirar e manter a calma. –Marina aconselhou.

—Não tem como! Tem uma louca psicopata solta por aí e agora minha namorada sumiu! –Disse Cebola alterado.

—Não esquece que todos aqui estão preocupados com ela. –Magali disse revirou os olhos impaciente.

—Eu sou a favor de manter a calma! –Cascão disse abraçando a namorada.

Porém seu celular toca, e por uma fração de segundos o celular de Cebola toca no mesmo instante. Ambos pegaram o celulares curiosos.

Era um vídeo. Enviado por Cassandra.

Todos se juntaram em volta dos dois para verem o vídeo. Era Cassandra mostrando elas amaradas e sangrando, batendo nelas. Ela estava torturando elas.

—Venham somente os dois sozinhos! –Foi a última frase antes do vídeo acabar.

—Mas ir aonde? –Cascão se perguntou e logo chegou uma mensagem com a localização exata de onde ela estava.

Eles se olharam, isso poderia ser uma armadilha de Cassandra ou era realmente o lugar onde elas estavam, mas é aquele antigo ditado “Quem arisca não petisca!”.

—Vocês vão? –Perguntou Denise olhando para Cebola e Cascão.

—Vamos! –Cascão respondeu pelos dois.

—Se vocês acham que vão sozinhos estão muito enganados. –Disse Titi cruzando os braços. –Minha namorada está lá, eu tenho o direito de ir também!

—Mesmo que vocês não aceitem, eu vou também! –Magali se pronunciou. –A Mônica e a Carmem são minhas amigas. –Completou.

—Isso pode ser perigoso! –Cebola alertou.

—Eu não ligo. –Disse Denise disposta a acompanhar os amigos também.

—Se a Denise for eu vou também! –Xaveco disse colocando o braço direito sobre o ombro da namorada.

—Não, não, não! Se ela disse para nós irmos sozinhos significa que pode ser perigoso, para vocês. –Cebola disse. –A vida da Mônica e da Carmem já está em perigo. Sabe se lá oque Cassandra ira fazer se desobedecermos ela.

—Sigam o exemplo da Marina e do Franja. –Cascão disse apontando para os únicos que não aderiram a ida até lá.

—Bom... –Marina começou. –Era para mim estar arrumando os preparativos do meu casamento, mas como já me colocaram nesta furada, eu também vou! –Ela disse decidida.

—Amor você tem certeza? –Perguntou Franja a namorada.

—Sim. –Ela disse olhando para ele.

Ele suspirou e disse:

—Então eu também vou!

—Olha eu entendo vocês estarem preocupados mas... –Cebola suspirou antes de continuar. –É algo que podemos fazer sozinhos.

—Não, Não é e todos vamos sem exceção. –Magali disse cruzando os braços.

Enquanto isso...

Após alguns minutos Cassandra volta carregando uma caixa um tanto pesada. A colocou no chão entre as duas “reféns”. E sorriu para elas.

—Oque vai fazer? –Mônica perguntou com raiva.

—Você é uma menina muito má, por isso vai ser a primeira a experimentar um dos meus brinquedinhos. –Cassandra disse com um sorriso maldoso.

Ela caminhou até a sua caixa e pegou uma barra de ferro e tirou um isqueiro de seu bolso. Ela começou a esquentar a barra com o isqueiro.

—Oque vai fazer? –Perguntou Mônica a encarando.

—Você é tão bobinha! –Ela respondeu.

—Você não tem o direto de destruir as pessoas assim! –Disse Carmem chorando.

—E você por acaso tem o direito de ser uma vadia? –Respondeu com ironia.

Depois de rápidos minutos o ferro já estava quente. Ela soltou o isqueiro no chão e caminhou até Mônica ajoelhando em seu lado.

—Você não foi uma boa menina sabe?! –Cassandra disse com sarcasmo.

—Oque você ira fazer? –Ela respondeu com medo.

—Nada que você não aguente! –Ela disse e rasgou a manga da blusa dela. –Não por favor! –A morena dizia com medo.

A loira apenas prensou o ferro no braço dela sorrindo.

Um grito de dor e desespero se espalhou pelo local.

—PARA! POR FAVOR PARA! –Ela dizia gritando. Porém a outra não parava com a tortura.

Depois de alguns segundos mais ela soltou o ferro do braço. Mônica preferiu nem olhar para o estado de seu braço. Ela apenas chorava e gritava de dor.

Carmem assentia tudo com as lagrimas escorrendo de seus olhos.

Cassandra se levantou e foi até a caixa, deixando o ferro no chão. Pegou uma tesoura de ponta de dentro dela e disse:

—Agora é a sua vez! –Disse indo para perto de Carmem.

—Eu só fiz oque você me pediu! –Carmem gritou.

—Não você me desobedeceu, me traiu . Agora vai aprender como se comportar. –Ela disse e a desamarrou do pilar. A jogou no chão e a segurou pelo cabelo.

—Todos sempre admiraram seus fios loiros! –Ela disse e logo cortou uma grande parte dele. –Vamos ver como você fica sem ele.

Cassandra puxavas seus cabelos e cortavam, algumas mechas ela arrancava com as próprias mão da cabeça de Carmem, fazendo até sangrar algumas regiões de seu coro-cabeludo.

Após isso o resultado foi Carmem com o cabelo na altura da nuca e varias falhas no coro-cabeludo.

Carmem não conseguia pronunciar nada apenas chorar por sua dor física e psicológica.

—Sabe acho que isso não basta! –Ela disse e tirou um canivete do bolso.

Carmem já estava soluçando e tremendo.

Cassandra foi até as suas pernas e ergueu um pouco do vestido da loira deixando amostra nuas coxas.

Cassandra a segurou com força e foi passando o canivete em suas coxas escrevendo a palavra “vadia” em ambas delas.

Carmem gritava e tremia, porém sempre que tentava se mexer para se livrar da lamina, Cassandra aprofundava mais o corte como forma de “castigo”.

Seu sangue se esparramava por sua perna até molhar o chão.

Desmaiou com sua fraqueza e a outra só acabou quando já estava pronta a sua “arte”. Resolveu deixa-la jogada no chão com seus braços e pernas amarados.

Mônica estava fraca como a outra também gemendo de dor, ficou quieta para não provocar a raiva ou seja lá oque ela sente.

Cassandra as encarrou e se sentou no chão ignorando a presença delas e mexendo no celular.

Alguns minutos depois...

Eles já estavam com seus carros correndo para onde a Cassandra haveria a chamado. Estavam em apenas quatro carros, Cebola sozinho, Cascão e Magali em outro, Xaveco e Denise juntos, e Titi com os recém noivos.

Chegaram lá havia um pequeno “barraco” abandonado. Sairão de seus carros e observaram o local.

Logo Cassandra sai de dentro dele segurando duas meninas, machucadas e com os braços amarados, pelos cabelos.

Os outros ficaram extremamente assustados com a cena.

Cassandra as forçou para que se ajoelhassem na terra que havia ali e ficou no meu das duas tirando uma arma do bolço.

—Ai, ai me desobedeceram mesmo? –Ela disse para os outros. –Queria só os dois, mas agora os outros participaram do show também. –Ela disse sorrindo.

—Solta elas! –Magali disse avançando um passo.

—Nada disso, vocês vão ficar paradinhos aí se não vão morrer como essas duas vadias. –Ela a impediu de se aproximar.

Eles apenas ficaram em silencio para que ela continuasse.

—Qual vocês querem que moram primeiro? A vadia um? –Ela disse apontando a arma para Carmem. –Ou a vaca numero dois? –Ela apontou para Mônica.

Mônica e Carmem não conseguiriam encarrar os outros, apenas choravam de cabeça baixa, eles estavam tristes porém com raiva e medo imensurável de Cassandra.

—Cassandra você não tem esse direito! –Magali disse sem se mover.

—Nós sabemos sobre você e tem lugares que te ajudariam! –Disse Marina.

—Por favor não faça nada com elas! –Gritou Titi.

Cassandra apenas ouvia tudo, sua cabeça gritava era informações demais para ela, seu corpo tremia. De um lado sua cabeça gritava “Vai mate-as!” e sua consciência implorava “Não faça isso, você pode se salvar!”.

Ela encostou a arma nas costas de Carmem.

—Eu errei me desculpem! Eu sei que é muito tarde mas... –Carmem gritou chorando.

—Por favor não faça nada com ela! –Titi gritava desesperado.

Cassandra puxou o gatinho e toda uma gritaria e choro começou, a cabeça de Cassandra girava ela estava ficando confusa e sem que percebesse soltou um tiro em Carmem.

Ela deu dois passos para trás quando o corpo de Carmem tocou no chão, mas ver todo aquele sangue saindo lhe deu algo como... Força?

Todos os outros entraram em desespero, Titi correu até perto de sua amada.

—Amor vai ficar tudo bem! –Ele disse chorando, se ajoelhando e pegando ela em seu colo.

—Eu te amo, me desculpe por tudo! –Ela disse com a voz falha.

Ele a carregou até seu carro e a deitou no banco de trás.

—Eu vou te levar ao hospital e vai ficar tudo bem! –Ele repetiu chorando e dirigindo.

Todos estavam em pânico, Mônica estava com o mais medo ainda, ela podia ser a próxima. Cassandra sorriu ao ver o desespero no rosto dos outros, se sentiu revigorada.

Ela caminhou e ficou atrás de Mônica.

—Quer deixar um ultimo recadinho Mônica? –Ela disse apoiando a arma no lado direito da cabeça de Mônica.

—Cassandra porque você faz isso com a gente? –Perguntou Denise tentando controlar sua respiração.

—Você pode deixa-la sua briga é comigo! –Cascão disse andando um passo, desobedecendo Cassandra.

Ela parece pensar por alguns segundos.

—Tem razão eu não preciso dessa vadia! –Ela disse e jogou Mônica pelos cabelos no chão. –Saiam todos os outros! –Ela disse autoritária.

—Não vou te deixar sozinho com ela! –Disse Magali para seu namorado.

—Podem ir eu sei lidar com ela! –Disse ele para todos.

Cebola correu para perto de Mônica e a ajudou a correr até seu carro. Cebola nem passou duas vezes antes de sair correndo dali, tinha que manter sua namorada segura.

Ele parou quando já estava uma boa distancia do lugar onde ela foi torturada. Ele olhou para ela e a beijou. Neste momento ele não queria pensar mais em nada, nem se afastar dela. Aquilo era necessitado pelos dois.

Mas a falta de ar os fez se separar, eles se olharam e se abraçaram. Eles até permitiram derrubem algumas lagrimas.

—Você não vai deixa ele sozinho? –Mônica disse se referindo a Cascão.

—Não. –Eles se separaram do abraço.

Ele voltou a rota para o local onde os dois estavam.

Cascão e Cassandra estavam sozinho, finalmente, para uma ultima batalha.

—Agora só estamos nós! –Ele disse para ela.

—Esperei muito para este dia. –Ela disse avançando dois passos para perto dele.

—Você precisa se tratar! –Ele disse. –Eu te apoio, possamos até ser amigos.

—Você não entende. –Ela disse soltando umas lagrimas de raiva. –E nada irá me mudar! –Ela disse avançando nele.

Ela tentava o matar, bom ele não queria a machucar ela não havia consciência do que fazia mas também não queria morrer, conseguiu jogar a arma dela para longe deles mas mesmo assim ela continuou arranhando e dando tapas em sua cara.

Eles já rolavam no chão com a briga parecia não haver fim ele já estava cansado e ela não parecia que desistiria tão fácil.

Ela havia conseguido alcançar sua arma e ficou por cima de Cascão, ela apontou a arma para o rosto dele.

Ela estava preste a desparrar uma bala contra ele, porém passos apressados a impediram.

Era Magali segurando uma barra de ferro, a mesma que Cassandra usou para queimar o braço de Mônica, sua única defesa foi acertar Cassandra.

Ela chegou por trás e com um único movimento acertou sua cabeça com a barra, isso fez o corpo de Cassandra cair ao lado de Cascão no chão.

Ele se levantou assustado e ofegante e abraçou a namorada, que deixou a barra cair no chão e olhou surpresa para a garota jogada no chão. Sua cabeça sangrava e ela não parecia respirar. Não se movia, não falava, apenas o corpo jogado estava jogado ao chão.

A matar não era intencional, porém talvez isso fosse o certo a se fazer.

Cebola e Mônica chegaram logo e correram para juntos dos outros.

Ficaram surpresos assim como o outro casal. Era uma noticia surpreendedora.

Nunca mais seriam alvo dela, suas vidas não seriam mais turbulenta, teriam calma? Paz? Felicidade? Conseguiriam um final feliz?

Mas será que acabou mesmo?

Notas finais
Entãoooooo oque acharam? Cassandra morta! Carmem... Não sabemos! Sim minhas meninas foram torturadas, foi triste mas não me matem. Magali nossa "heroina". Amo vocês! Nós vemos no proximo. Beijinhos.