Gift Of Destiny! Illusory Freedom!
3 Capítulo 2 - PDV Edward
Notas iniciais
Capítulo sem betar!
PDV Edward
Era impossível ficar de mãos cruzadas esperando por uma resposta. O tempo não ajudava, os ponteiros pereciam estar colado e isso só aumentava meu nervosismo. Voltei a olhar, acho que pela milésima vez o relógio antes de seguir em direção à sala de controle. Precisava de respostas com urgência.
Minha presença foi percebida de imediato, fazendo Paul olhar alarmado para o relógio em seu pulso. Arquiei uma sobrancelha questionando-o.
_ Separei todas as imagens da moça que o senhor pediu. Mas ate o momento não descobrimos nada._ Falava apresado checando alguns vídeos._ Mas não encontramos imagens dela deixando o Hotel.
_SAIAM TODOS._ Gritei, fazendo os demais funcionários saírem às presas deixando-me as sós com o Paul. _Isso significa que ela ainda está aqui. Veja se esta hospedada.
_ Já estou averiguando, mas sem o seu sobrenome fica difícil senhor, nem sabemos se esse nome que temos é seu verdadeiro.
_ O que achou?
_ Só as imagens dela chegado ao restaurante, e cruzando com as demais imagens de nossos arquivos não encontramos nada. _ ele seguia falando e me mostrando nos monitores as poucas imagens dela.
_ Ninguém entra aqui e evapora, portanto trate de encontra-la imediatamente.
_ Na verdade só existem essas imagens dela chegando ao restaurante._ Disse sussurrando._ Ela chegou alguns minutos depois do senhor e não falou com ninguém até esbarrar no garçom e ficar em sua mesa.
_ E de onde diabos essa mulher veio?_ Minha inquietação estava chegando aos limites.
A imagem dela estava congelada na tela a minha frente deixando-me hipnotizado olhando seu rosto angelical.
_ Não tem as imagens dela saindo de minha suíte?_Paul voltou a outro monitor me mostrando algumas, mas em determinado momento Isabella desaparecia._ Que andar é esse?
_ O décimo..._ O interfone tocou interrompendo nossa conversa. Paul atendeu._ Já conferiram?_ Ficou em silencio por alguns segundo enquanto anotava algo._ Obrigado._ Olhando-me me passou o papel onde estava o número da suíte de minha misteriosa acompanhante.
_Paul concentre-se neste assunto._ Disse já caminhando._ Quero tudo sobre ela em minha mesa ainda hoje.
_ O que deve procura senhor?_ Quis saber, será que não tinha sido específico?
_ TUDO!_ Minha voz saiu alterada fazendo o mesmo se encolher._ Onde mora, quem são seus pais, onde estudou o que faz da vida. Com quem se relacionou, ou se relaciona. Absolutamente tudo sobre a Isabella, fui claro?
_ Senhor...
_ Fui claro._ Repeti já com a mão no trinco._ Não deixe passar nada, e quaro isso imediatamente._ Sai da sala deixando um Paul pálido e atônito.
Segui para o andar onde minha doce misteriosa estava. Minha doce?_ Onde estar sua cabeça cara? Minha consciência chamava-me atenção.
Isabella estava bem debaixo de meu nariz, quem diabos havia enviado-a? Na melhor das hipóteses poderia ser meus pais, com as incansáveis tentativas de me ver amarrado a alguém. Recusava-me pensar nessa possibilidade. Um calafrio percorreu minha espinha. Não queria nem pensar nas hipóteses piores. Sim porque elas existiam.
Expulsando esses pensamentos sai do elevador e caminhei a passos largos, chamando a atenção de alguns hospedes que trafegava pelo corredor. Parando na porta de sua suíte, levantei o punho para bater, mas parei no caminho... E se tivesse com alguém? De repente a pessoa que tivesse enviado-a estive ali com ela, para saber como havia se saído... Deveria bater dando-lhe a oportunidade de escolha? Diabos que não!
Se saiu sorrateiramente de minha cama, e pelo tempo que tinha passado não tinha a intenção de voltar. Não merecia benefício algum, iria surpreendê-la e ver sua reação. Infernos o que essa mulher representava?
Perigo! Meu subconsciente gritava. Mas tratei de não ouvi-lo.
Poderia usar uma das chaves reservas para entrar. Mas isso seria uma invasão. Para o inferno com essa de invasão, estou em meu próprio Hotel! E ela que invadiu a minha privacidade quando chegou a minha mesa e me fez acreditar que era minha acompanhante, indo parar logo em seguida em minha cama.
O que seria entrar sorrateiramente sem eu quarto?
Porra você fez coisa pior!_ Minha consciência voltou a gritar._ Foda-se!
Disquei ao Paul e no momento seguinte a chave eletrônica estava em minhas mãos.
_ Senhor...?_ Paul coçou a cabeça.
_ Daqui eu assumo._ Ele se afastou parando quando falei._ Não preciso dizer que quero esse andar monitorado durante os próximos momentos.
_ Já estou cuidando disso senhor._ Paul se foi.
Não sei quanto tempo fiquei indeciso diante de sua porta. Mas minha curiosidade venceu e passei a chave eletrônica, vendo a luz ficar verde e logo em seguida a porta destravar, sem um pingo de culpa, afinal tinha todo direito de descobrir quem era ela. Ou quem a mandou.
Caminhei lentamente, fechando-a em seguida em minhas costas. Corri o olhar pelo local em busca de vestígios, de indícios que pudesse me indicar o que estava acontecendo naquele momento. Mas nada, tudo estava em seu lugar, em um silencio que chegava a ser perturbador.
Segui para o quarto, encontrando a porta entre aberta. Havia roupas espalhadas pelo chão, a mesma que ela usava na noite anterior. Uma pequena mala aberta sobre uma cadeira em um canto, com mais algumas peças de roupas jogadas no encosto da cadeira.
Na enorme cama no centro do quarto, Isabella dormia tranquilamente agarrada a dois travesseiros, um entre suas pernas descobertas, e outro entre seus braços. Seu cabelo loiro caia como cascatas encobrindo parte de seu rosto.
Um gemido chamou minha atenção. Estaria ela sonhando? Uma corrente me puxava de encontro a ela, dei dois passos ficando próximo, agachei ao lado de sua cama, e com a ponta do dedo afastei uma parte de seu cabelo.
Isabella ressonava tranquilamente entregue a inconsciência, sua respiração calma seu rosto tranquilo, sua pele suave e rosada e lábios finos que me convidava a prova-los.
_ Quem é você?_ Sussurrei sem querer acorda-la.
Fiquei um tempo observando-a, antes de decidir tentar descobrir quem era. Eu estava em sua suíte, ela estava dormindo, dava-me uma oportunidade de investigá-la. Olhei ao redor procurando por onde começar, qualquer coisa que pudesse identificá-la. Não sabia ao certo por onde iniciar minha busca até meus olhos se depararem com uma bolsa.
Um pecado a mais não faria grande diferença.
Com cuidado para não acorda-la, caminhei ate a mesa onde estava sua bolsa e com uma agilidade que nem sabia que tinha, vasculhei seu interiro, achando sua carteira, e abrindo-a para pegar sua identidade.
Traguei por ar, não poderia ser. 18 anos?
Voltei a olhar para a mulher dormindo tranquilamente na cama... 18 anos? Que porra eu tinha feito?
Com seu RG em minhas mãos sai do quarto para não acorda-la, discando em seguida ao Paul dando o sobrenome dela.
_ Isabella Swan._ Respirei._ Filha de Renée e Charlie Swan..._ passei as poucas informações e voltei ao quarto, sentando na poltrona ao lado da cama.
Deus o que tinha feito? 18 anos, o que iria fazer? Uma porra de uma adolescente.
Você não teve culpa! _Minha consciência voltava._ Não teria como saber a idade, afinal o corpo dela...
Precisava de uma dose com urgência. E com toda certeza consultar meu advogado. Uma adolescente, o que mais me faltava acontecer? Sai do quanto me servindo de uma dose dupla de uísque que virei de uma única vez. Precisava falar com alguém... Precisava de conselho... Disquei a minha advogada.
_ Rosálie falando hipoteticamente._ Dispensei as formalidades e fui direto ao assunto._ Se tivesse dormido com uma menor de idade...
_ Edward Cullen, você estaria ferrado._ Sua voz denunciava que estava em alerta._ Devo ficar preocupada? Hipoteticamente falando claro.
_ E se não passasse de uma confusão? Um mal entendido?
_ Ato consumado?
_ Sim!
_ Foda! Edward o que aconteceu com a estória de se manter longe de problemas?_ Esbravejou._Cansou das garotas de programas?
_ Rosálie!_ Já estava arrependido de ter ligado para ela. Rosálie é uma excelente advogada, mas o fato de ser da família, às vezes me dava nos nervos. Como agora.
_Estou indo para ir agora._ Sua voz estava alterada._ Não fale com ninguém, estou a caminho.
_ Calma Rosálie não precisa vim pra cá._ Tentei acalma-la.
_ Você foi denunciado?
_ Não viaja Rose! Não aconteceu nada.
_ E como você me ligar fazendo essa pergunta?_ Falou desconfiada._ Qual a idade da garota?
_ 18 anos._ Minha voz saiu como sussurro.
_Não é menor de idade._ Repirou aliviada.
_ Ela completou há dois dias...
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http://marymasen.no.comunidades.net/index.php?pagina=1016672507_03
Notas finais
Ainda nós encontraremos essa semana em Amantes!
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Faça essa inexperiente e humilde autora feliz!!!!
Grande beijo nos corações travessos de todas!!!!
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