Gift Of Destiny! Illusory Freedom!
5 Capítulo 4 - Pdv. Isabella.
Notas iniciais
Mais um capítulo fresquinho saindo do forno agora!
Betado por Kiki Cullen... Obrigadinho amiga!
Quero aproveitar e agradecer as 13 recomendações que a fic recebeu!
Boa leitura meninas!
PDV Isabella.
Agradeci mentalmente quando Anna me recebeu na porta de casa. Como sempre meus pais não se encontravam.
— Menina que susto você me deu por onde andou?— Falava as presas enquanto avaliava-me da cabeça aos pés antes de abraçar-me. — Não andou se alimentando está tão magrinha.
— Não estou não. — respondi apreciando o abraço caloroso dela. — Andei por ai. — Não iria entra em detalhes com ela, pobrezinha perderia os cabelos antes do tempo e Anna era a única pessoa que realmente sempre se preocupa comigo.
—Seus pais estão uma fera menina, o que passou por essa cabeça de vento saindo de casa as escondida daquele jeito.
— A casa ainda estar de pé, então não foi tão mal assim. — Fiz uma careta quando meu estomago roncou. — O que tem para se comer Anna, estou faminta.
— Tem torta de chocolate e posso preparar um sanduíche daqueles enormes que você gosta. — Puxou-me para a cozinha onde ficamos conversando por um tempinho. — E ai por onde andou criança?
— Viajei, precisava de um tempo longe. — Não estava mentindo. — E como foi o grande jantar?— Foi impossível não sorrir diante da careta dela.
— Quando sua mãe percebeu que você não estava no quarto, foi àquela gritaria, que só piorou com a chegada dos convidados. — Ela sorriu. — Seu noivo não é tão horrível assim.
— Cruz credo Anna— Fiz o sinal da cruz.— Não tenho noivo coisíssima nenhuma.
—Há menina, você tem sim...
— Como é que é?— Cuspi todo suco. — Que loucura é essa? Conte-me tudo que aconteceu na minha ausência Anna, o que meus ensandecidos pais andaram aprontado?
***
Estava pasma, à medida que processava cada informação que havia colhido com Anna, onde Renée e Charlie estavam com a cabeça? Santo Deus! Zangada segui para meu quarto, estava exausta, precisava urgentemente de uma ducha fria e uma cama aconchegante. Meu corpo precisava urgentemente de um descanso.
Teria um bom tempo ate meus pais chegarem. Dona Renée quando saia para esses almoços com amigas não têm hora para voltar e é de costume Charlie chegar tarde da noite da empresa, o que me daria boas horas de sono antes do confronto. Sim, porque hoje a casa iria ao chão, mas esclareceria de uma vez por todas que não teria noivado nenhum e se eles insistissem com essa idéia absurda sumiria de vez.
Serei irredutível... Vamos ver quem cansa primeiro.
Segui para o banheiro, onde me despi ficando abismada diante dos hematomas em meu corpo. Jesus cristinho, o que aquele devasso havia feito comigo? Em meu colo e seios havias marcas de mordias. Teria grandes problemas para escondê-las.
Tranquei a porta do banheiro, Anna tinha a mania de entra sem bater para me ajudar no banho. Nunca reclamei, mas hoje ela cairia durinha diante do estado de meu corpo. Fechei os olhos por alguns instantes lembrando as loucuras que havia feito nos braços daquele... Daquele insano gostosão.
Que poder Edward tinha de me vira pelo avesso. E molda-me de acordo com seus desejos e vontades. E o pior de tudo era constatar que o meu corpo havia gostado. Ficava em chamas só com as lembranças. Minha primeira experiência sexual. Sorri feito uma boba fitando minha imagem no grande espelho a minha frente.
Será que meu corpo mudaria? Afinal agora era uma mulher. Aquele ogro havia me feito mulher e nem tinha percebido? Bufei ao lembrar-me de nossa ultima discussão e das acusações sem fundamentos que ele me fizera.
Um paranóico era o que ele era. Como imaginar que alguém pudesse ter me enviado? Um louco, de onde tirava essa idéia. Será que alguma mulher já teria aprontado alguma com ele? Para ser tão desconfiado daquela forma só podia.
Bufei! Nem mesmo assim era motivo para me tratar de forma tão grotesca. Ele era um infame insensível isso sim.
Garota de programa... Havia me confundido com uma porra de uma garota de programa. Ele não percebeu que minha experiência era zero?
Epa! Se ele havia pensando isso, era porque usava dos serviços! Santo Deus. Por que motivo um cara lindo e gostoso daquela forma pagaria para ter sexo? Por que não tenho duvidas que muitas mulheres se jogava aos pés daquela divindade, e bem, não as condenaria se ficasse viciadas, porque o cachorro tinha sido um ogro mas foi bom.
Ou será que estava achando bom devido a minha falta de experiência.
Deve existir uma legião de mulheres atrás dele. Resmunguei. Antes de entrar na ducha fria e tomar um banho bem demorado, apreciando o cheirinho de limpeza, livrando-me de vez por todas do cheiro entorpecente dele que estava em meu corpo. Ao sair do Box, sequei meu cabelo e enrolando-me na toalha segui para meu closet.
— Pensei que esse banho não fosse terminar.
—Santo Deus!—Gritei pelo susto, sustentando firmemente minha toalha.
— Por onde andou Isabella?— É pelo visto minhas horas de sono tranquilo tinha ido para o beleléu.— Você sabe o que sua rebeldia nos causou?
— Mamãe, por favor. — Pedi indo para meu closet e pegando a primeira roupa que encontrei.
— Que mancas são essa?— Perguntou com a voz alterada, avançando rapidamente para meu lado e olhando-me assustada. — O que você aprontou desta vez Isabella?— Seu aperto era tão grande que com toda certeza ficaria marcada ali também. — Responda. — Gritou.
— Posso me vestir?— Pedi calmamente, vendo-a estreitar os olhos.
Foi com alivio que senti seu aperto se desfazer, mas não se afastou de mim, ficando parada a minha frente, fazendo um inventário de meu corpo, sentia-me como um pedaço de carne no açougue.
— Por onde esteve Isabella?—Sussurrou por entre os dentes. — O que diabos você aprontou desta vez?
— Não aprontei nada.
Renée fechou os olhos e respirou fundo, acho que ouvi ela contando, antes de me guiar sem nenhum cuidado ate a cama e me por sentada.
— Onde esteve Isabella. — Friamente me fitava. — Ou melhor, com quem esteve?
—Viajei. — Não estava mentindo. —Precisava de um tempo, sozinha.
— E que marcas são essa em seu corpo?
— Não foi nada que vala sua preocupação. — Me encolhi diante de seu olhar.
— Para seu próprio bem espero que esteja falando a verdade. — A ameaça estava nítida em sua voz. — Você não sabe o constrangimento que essa sua última rebeldia nos causou, perante seu noivo e seu sogro.
— EU NÃO TENHO NOIVO. — gritei. — EU NÃO VOU ME CASAR COM NINGUEM. —Fiquei em pé devolvendo seu olhar.
— Sim Isabella você tem um noivo, e vai se casar.
— Em que século estamos vivendo?— Perguntei. — Por deus eu não quero e nem vou...
— Escute aqui mocinha, esse casamento trará benefícios para ambas às empresas...
— Eu não vou me casar!— Berrei, ela estava surda ou o que?
— O que está acontecendo aqui?— Indagou meu pai entrando em meu quarto. O universo estava conspirando contra mim? Desde quando esses dois passaram a chegar cedo?
— Sua filhinha mimada acha que pode sumir e depois voltar como se nada tivesse acontecido e ainda por cima gritar comigo. — Minha mãe seguiu histérica falando. — Isabella tem que ter limite Charlie.
— Cale-se Renée. — Gritou meu pai arrogantemente, antes de se voltar para mim.— Isabella está de castigo até uma segunda ordem.
— Mais pai!
— Você me envergonhou na frente de Caius e seu filho que vieram unicamente para oficializar esse noivado.
— Eu não vou...
— Cale-se!— Cortou-me. —Seu noivo precisou viajar a trabalho, mas no final do mês estará de volta. —Isso me daria algum tempo para arrumar uma boa desculpa e fugir.
— Por favor, papai seja sensato...
— Não temos mais o que discutir Isabella. — Discutir? Quando foi que eles me deram essa oportunidade?
— Nunca discutimos sobre esse “noivado”. —Retruquei. — Não quero ficar noiva e nem tão pouco me casar, quero terminar meus estudos...
— Uma coisa não impede a outra. — Disparou minha mãe que estava até o presente momento calada. E porque ela não me fazia o favor de permanecer desta forma?
— Por favor, papai eu nem conheço esse rapaz.
— Nós conhecemos é de uma boa família, bom filho, e será um excelente marido para você. — Voltou a falar dona Renée. — Você deveria ficar agradecida, sabe quantas moças desejaria estar no seu lugar?
—Elas que faça um bom proveito— Sussurrei.
— O que disse Isabella. —Indagou meu pai fitando-me.
Teria que ter outra estratégia para pular fora desse “noivado”, bater de frente não estava dando certo.
— Não posso perder aula, essa semana será de prova. — Era uma meia verdade, já que estava dispensada da maioria.
— Aula e casa, fui claro Isabella?
— Como água!—Meu pai saiu deixando-me as sós com minha mãe.
— Não pense que lhe darei folga Isabella. — Fuzilava-me friamente. — E ai de você se aprontar mais alguma, você engana ao seu pai, mais a mim nunca. — Deu as costas batendo a porta em seguida.
Meu deusinho... Sei que não tenho sido um exemplo de virtude nesses últimos dias, mas se me ajudar a sair dessa furada de noivado, prometo: O que posso prometer? Fiquei pensando por um tempo e nada me vinha à mente. Santo Deus, sou nova demais. Por favor... Por favor, preciso urgentemente de uma ajuda extra ai de cima.
Para ler a continuação do capítulo clik no link abaixo e boa leitura!
http://marymasen.no.comunidades.net/index.php?pagina=1016672507_05
Notas finais
Quero saber a opinião de todas!
Gostaram? Odiaram? Falemmm e fantasmas plantão dêem o ar de sua graça, desta forma fará essa aspirante a autora super feliz!
Agora vamos nós! Querem o capitulo 5 amanha? Kkkk
Então que tão um surto de comentários e recomendações! Ate agora a fic recebeu 13 recomendações e pelo meus números de pessoas que tem ela em seus favoritos, sei que podermos melhorar essa numeração! Kkk Conto com vocês!
Vou ficar na espera!
Não esqueçam de dar uma olhadinha no vídeo que a Michelle fez para a fic!
http://www.youtube.com/watch?v=KWU4uDuekPE&feature=share
Eu amei!
Boa Semana a todas e quem sabe ate amanha?
Uma espiadela no que nos aguardar no 05 capítulo de Gift Of Destiny! Illusory Freedon!
Pdv Edward.
(...)
_ Você vai dormir onde?_ Perguntou quando estava me virando pra fechar a porta. Fechando-a voltei, deitando-me junto dela. No mesmo instante, Isabella se aconchegou em meus braços._ Você tem um cheiro tão bom._ Ela passava o nariz em meu peito. Era muita tentação, apara um cara sem sexo a um bom tempo.
_ Isabella._ Alertei, meu pau já estava duro.
Ela começou a se esfregar em minha perna, deslizando suas mãos pequenas e travessas pelo meu peito. Não resisti e rolei para cima dela, beijando-a. E correndo a mão pelo seu corpo. Ela envolveu meu quadril com suas pernas, fazendo meu membro roçar em sua entrada.
_ Eu quero você Edward._ Choramingou._ Faça amor comigo._ Pediu voltando a se esfregar, meu pau quase a penetrando. Com minha resistência indo a terra ataquei sua boca.
Era muita tentação, meu pau estava fodidamente duro, estava tão excitado que não duraria nem um segundo dentro dela. Isabella gemeu.
_ Faça amor comigo.
Sabia que não deveríamos, Isabella estava fora de si, e com toda certeza o arrependimento cairia sobre mim na manha seguinte, mas quando ela agarrou meus cabelos, agarrando-me da forma que podia, gemendo meu nome em minha boca, meu auto controle, que não era tão grande assim, sumiu.
Deslizei meus beijos pelo seu corpo que se contorcia, diante de minhas caricias. Seus seios regidos me convidavam a degustá-los. Sugando seus mamilos rosados, brincando com minha língua ao seu redor.... Com muita calma saboreava cada um deles.
*_____*
Só dara dá um gostinho...
Lembrando que poderá sobre alterações, na revisão!
Fale com o autor