Gift
1 I want such a gift.
Notas iniciais
Música tema: NU'EST - Face
http://www.youtube.com/watch?v=13MTkel2goc
Takashima Kouyou tinha tudo para ter uma vida perfeita. Vinha de uma família rica do Japão e tinha acabado de entrar na melhor universidade da Ásia, ao qual se localizava na Coréia do Sul. Era muito inteligente, além de ter uma beleza impressionante e um coração bondoso. Seus amigos o adoravam e as garotas viviam atrás dele. Seria tudo perfeito se Uruha – como gostava de ser chamado por não gostar muito do seu verdadeiro nome – não fosse gay enrustido.
Descobriu-se homossexual ainda no começo da adolescência, quando ficou claro em sua cabeça, sua preferência por garotos. Mas escondera de todos, principalmente de seu pai, que era um homem conservador ao extremo.
Com sua ida à faculdade, achou que morando longe de todos, conseguiria vencer seus medos. Mas não foi bem assim, e se não fosse por Reita, mal sairia de Kanagawa.
Suzuki Akira era o melhor amigo de Uruha desde quando o enfaixado se tornara seu vizinho, e foi com alegria que eles e suas famílias receberam a notícia que ambos haviam sido aceitos na prestigiada faculdade Coreana: Hankuk.
O primeiro semestre mal havia começado, e o loiro não estava mais aguentando a insistência do amigo para que ele saísse do armário. Reita era o único que sabia da homossexualidade de Uruha.
- Aproveita que ninguém te conhece aqui, porra! Vai ficar virgem até quando, Kou?
- Eu não sou virgem e você sabe muito bem disso! – O loiro disse irritado com a insistência e o apelido que Reita insistia em dizer que era “fofo”.
- Você sabe de qual virgindade estou falando. – Ele riu e Uruha rolou os olhos.
- Não começa Akira...
- Takashima, você não é feliz! Ou vai mentir dizendo que é?
- Eu... – O loiro bufou. – Estou bem. Você parece que está mais preocupado com isso do que eu.
- A gente não está mais em casa. – Reita estalou os dedos no rosto do amigo. – Hello? Faculdade de Hankuk! O que não falta aqui é gay!
- E você quer o quê? Que eu saia caçando homens pelo campus igual você caça mulheres?
- Não exagera também... O que eu quero dizer é que você deve começar a buscar as coisas que te façam feliz e que te satisfaçam de verdade. – Akira riu baixinho e Uruha lhe deu um soco fraco no braço.
- Cala a boca! – O loiro ria também.
- Ok, eu desisto! – Reita ergueu as mãos em sinal de rendição. – Só quero saber o que a gente vai fazer no seu aniversário.
- Nada... – Ele respondeu sério.
- O quê? Nada? – Gritou. – Kou, olha pra mim. – O também loiro forçou o amigo a encará-lo. – Você vai fazer dezessete anos! Estamos finalmente morando sozinhos, longe dos nossos pais e você diz que não vai fazer nada no seu aniversário?
- Isso mesmo. – Uruha pegou sua mochila e chamou o loiro sem encará-lo. – Você vem?
Reita ficou pensativo. Tinha que fazer alguma coisa pra ajudar o amigo e ao final do dia ele já havia resolvido o que faria para dar a Uruha um aniversário inesquecível.
-x-
- Isso tudo? – Reita praticamente berrou. – Ouch! Você deve ser muito bom pra cobrar isso tudo por algumas horas.
- Quer descobrir? – A voz do outro lado da linha perguntou de um jeito sacana. – E não são algumas horas, esse valor é pela noite toda.
- Não quero descobrir nada, obrigado. – Reita disse sério. – E a noite toda? Cuidado com meu amigo que ele é virgem... Pelo menos lá no... Bem, você me entendeu.
- Eu sou um profissional e seu amigo estará em boas mãos, se é que você me entende.
Reita havia encontrado a solução para Uruha perder a virgindade, contratando um garoto de programa. Seria seu presente de aniversário para o amigo e após tudo combinado, Reita desligou o telefone satisfeito. Uruha o agradeceria pro resto da vida.
-x-
- Aonde você vai? – Kouyou perguntou ao ver Reita todo arrumado.
- Vou sair...
- Obrigado por deixar seu melhor amigo sozinho no dia do aniversário dele.
- Olha Kou, se você quer ficar em casa no dia do seu aniversário, o problema é seu. Mas pode deixar que eu vou comemorar muito por você. – O loiro piscou e saiu do apartamento, sorrindo aberto, olhando para o relógio. Estava quase na hora do presente de Uruha chegar.
O loiro se jogou no sofá e bufou.
"Divirta-se." Pensou emburrado, tentando se concentrar na televisão.
Quinze minutos depois a campainha tocou e Kouyou se perguntou quem deveria ser, já que Akira tinha a chave. Levantou e viu pelo olho mágico, que era um rapaz, muito fofo por sinal. Abriu a porta pensando em se tratar de algum amigo de Reita que ele não conhecia.
- Pois não?
- Takashima Kouyou? – O garoto perguntou sorridente.
- Sim.
- Meu nome é Ren e o seu amigo Suzuki-san, me pediu para que entregasse seu presente de aniversário.
Uruha riu. Reita era uma figura mesmo. Sabia que ele estava aprontando alguma.
- E onde está? – O loiro perguntou ainda sorrindo, olhando o outro loirinho de cima em baixo, procurando por algum embrulho.
- Se me convidar para entrar eu lhe entregarei com todo prazer. – Ren riu e piscou para o mais velho que ficou desconfiado.
- Não pode me entregar sem entrar?
- Na verdade, Suzuki-san me deu instruções bem específicas, e se eu não entrar, não vai ter a menor graça. – Ren ficou sério de repente e encarou Uruha, que abriu mais a porta, ainda um pouco relutante, olhando hipnotizado para o loirinho que entrou e olhou a sua volta.
- Bonito lugar.
- Obrigado. – Kouyou fechou a porta. – Você é amigo do Reita?
- Hummm... Podemos dizer que sim. – Ren respondeu.
- Podemos dizer que sim... – Uruha repetiu. – Olha, eu não sei quem você é e nem o que está querendo, e se não disser logo do que se trata esse presente, se é que isso é verdade, eu vou te pôr pra fora à porrada!
- Você quer o seu presente ou não? – Ren começou a se aproximar lentamente.
- Eu... – Uruha estava ficando nervoso. Aquele loirinho era lindo demais. Seus olhos eram incrivelmente negros e a sua boca era escandalosamente perfeita e brilhante. E ele ainda o encarava de uma forma que fazia o loiro perder a fala.
Ren aproximou a boca do ouvido de Uruha que não conseguia esboçar nenhuma reação, após sentir o perfume que vinha daquele garoto absurdamente fofo.
- Você ainda não entendeu que o seu presente sou eu? – O loirinho tinha a voz tão suave e baixa que Uruha sentiu todos os pelinhos do seu corpo arrepiarem.
Antes mesmo de tentar entender o que significavam aquelas palavras, Uruha foi pego de surpresa por um beijo.
A língua de Ren invadia sua boca com urgência, sem dar espaço para dúvidas ou protestos e Uruha se viu correspondendo aos poucos.
O que quer que Reita estivesse aprontando, Uruha conversaria com ele depois, porque a língua atrevida de Ren não o deixava pensar e nem raciocinar direito.
O loirinho enfiou as mãos por dentro da camisa do mais velho, sentindo sua pele sedosa e praticamente sem interromper o beijo, Ren a tirou de uma vez só.
Uruha queimava e começou a gemer timidamente na boca do atrevidinho Ren, que agora apertava as nádegas empinadinhas do seu cliente.
Ren interrompeu o beijo, encarando o loiro e sorrindo de sensualmente por alguns instantes antes de chupar o pescoço de Uruha enquanto passava levemente a mão pela sua ereção, fazendo o loiro gemer um pouco mais alto. Desceu até os mamilos rosados e brincou com cada um deles ainda com a mão na ereção do mais velho, que começava a movimentar o quadril, desesperado para aumentar o contato.
- Vou chegar lá, calminha... – O loirinho se afastou um pouco e tirou sua camisa, sem interromper o contato visual. Pegou as mãos de Uruha e as colocou sobre seu corpo, o beijando-o em seguida. Uruha apertou a pele macia das costas do loirinho que gemeu, deixando-o mais excitado ainda.
Ren desceu novamente, abrindo e tirando a calça de Uruha que o olhava ansioso. Passou a boca pelo membro do loiro, por cima da cueca, e ele arfou. Estava tremendo de tanto desejo.
Ren desceu a boxer do seu cliente e a tirou, encarando a ereção dele, que pulsava.
- Você quer sentar no sofá? – Ele perguntou.
- Q-Quero... – Uruha respondeu num fio de voz. Achava que poderia gozar sem mesmo o loirinho tocar nele.
Uruha se ajeitou no sofá e Ren, após tirar o resto de sua roupa, se posicionou entre suas pernas, apertando as coxas volumosas e lindas de Uruha, enquanto lambia sua glande fazendo movimentos circulares.
Takashima jogou a cabeça pra trás e apertou o estofado do sofá, quando Ren abocanhou seu membro e o chupou. O vai e vem era perfeito. Nem muito rápido, e nem muito devagar e Kouyou chegou à conclusão de que aquele era o melhor sexo oral que já havia recebido na vida.
O loiro sabia que não demoraria a gozar e avisou a Ren, que parou, soltando o membro extremamente duro do outro.
Os gemidos de prazer se transformaram em um único som de protesto, e o loirinho sorriu antes de passar a língua nos testículos do mais velho. Uruha fechou os olhos e gemeu baixinho. Adorava ser tocado ali e do jeito que Ren estava fazendo, ora lambendo e ora abocanhando suas bolas, só o fazia ansiar mais pelo alívio.
Kouyou segurou em seu membro. Não aguentava mais. Precisava gozar.
Ren tirou a mão do loiro, voltando a chupá-lo com vontade e não demorou nem dois segundos para Uruha se derramar na boquinha do loirinho, gemendo alto.
Ren engoliu o sêmen de Uruha e levantou o rosto, observando a expressão satisfeita de seu cliente. O mais velho abriu os olhos e sorriu.
- Gostou? – O loirinho perguntou.
- Nossa, eu... Gostei... – Uruha respondeu timidamente.
- Mas temos um problema agora... – Ren se levantou, apontando para seu próprio membro. — Olha como você me deixou...
Uruha olhou para a ereção de Ren e sem perceber, passou a língua pelos lábios.
- Quer saber como é a sensação? – O loirinho começou a se masturbar lentamente, provocando o outro. – De ter um pau em sua boca?
Uruha corou um pouco. Com certeza Reita havia contado ao loirinho que ele nunca havia transado com nenhum homem, mas ao invés de ficar puto com aquilo, Kouyou ficou excitado.
- Quero... – Ele respondeu encarando o pequeno Ren, que sorriu e puxou Uruha para a beirada do sofá.
- Então me chupa bem gostoso Takashima-san. – O loirinho estava realmente com tesão e se sentiu bem por não precisar fingir, como fazia com a maioria dos seus clientes.
Uruha segurou o quadril do mais novo e passou a língua pela extensão do membro dele, querendo primeiro "prová-lo". Ele achou o gosto delicioso e começou a chupar somente a cabeça, arrancando gemidinhos baixos do outro.
- Vai, Takashima-san, coloca tudo na boca... – Ren pediu e ficou surpreso com a urgência em sua voz.
Uruha abocanhou quase tudo, ainda com medo de machucar o loirinho, e começou um vai e vem tímido, aumentando a velocidade conforme os gemidinhos de Ren iam preenchendo a sala.
Ren queria segurar a cabeça do loiro e movimentar seu quadril, fodendo a boca dele desesperadamente, mas sabia que era a "primeira vez" de seu cliente e se controlou.
Uruha começou a acariciar as bolas do loirinho com uma das mãos, querendo dar o mesmo prazer que o outro havia dado a ele. Se ele gostava, então Ren deveria gostar também.
- Takashima-san, você é muito bom... assim eu vou gozar... – Ren achou melhor avisar, pois não sabia se Uruha gostaria que ele gozasse em sua boca e sorriu quando percebeu que o outro havia intensificado os movimentos.
O loirinho gemeu com vontade quando gozou na boca de Uruha, que se viu engolindo até a última gota do sêmen do pequeno, como se fosse o néctar dos Deuses.
- Nossa, tem certeza que foi a primeira vez que fez isso, Takashima-san? – Ren não aguentou e resolveu perguntar.
- Foi... – O loiro respondeu um pouco sem graça.
- Pois não parece. – Ren o beijou, provando o gosto do próprio gozo.
Uruha estava duro novamente e Ren pegou em sua mão, o ajudando a se levantar. Beijou seu queixo e sussurrou em seu ouvido.
- Eu quero que você me foda agora, Takashima-san.
O loiro encarou Ren sem responder, o beijando novamente, enquanto o levava para o seu quarto. Não queria correr o risco de Reita chegar e os ver ali na sala.
- Espera... – O loirinho se afastou, pegando no bolso da sua calça, camisinhas e sachês de lubrificante. Havia trazido quatro de cada, achando que era suficiente. – Agora podemos ir...
Uruha olhou para as mãos do loirinho e o encarou com os olhos escuros cheios de tesão.
-x-
Uruha se ajoelhou na cama, observando o doce Ren, que estava deitado de barriga pra cima, com as pernas abertas.
- Me prepara, Takashima-san... – O loirinho disse entregando o sachê para Kouyou.
Uruha rasgou a embalagem e sentiu seu membro latejar, com a visão de Ren massageando o próprio membro.
O loiro jogou um pouco do gel em seus dedos e após Ren abrir mais as pernas, Uruha tocou em sua entradinha, fazendo o loirinho soltar um gritinho com o contato gelado.
Takashima começou fazendo um carinho leve, em círculos, sentindo Ren pulsar em seu dedo.
- Agora enfia Takashima-san, enfia em mim... – O loirinho disse entre gemidos e Uruha obedeceu, introduzindo um dedo devagar, e logo após outro.
Ren não era virgem, porém sentiu um pouco de desconforto, que foi desaparecendo à medida que o mais velho aprofundava o contato dos dedos dentro dele.
- Isso Takashima-san, assim... Bem fundo... – Ren gemia e manipulava seu membro devagar, com cuidado para não gozar. Quando se sentiu pronto avisou ao loiro.
- Estou pronto, coloque a camisinha e jogue o resto do lubrificante nela. – Ren explicou com a voz rouca e Uruha se apressou. Não estava mais aguentando de tesão, e queria desesperadamente foder aquele loirinho gostoso.
Uruha se posicionou, começando a introduzir seu membro em Ren, e quando chegou à metade, o loirinho apertou as costas de Kouyou, sentindo um pouco de dor.
- Pare Takashima-san... – Ren pediu, respirando forte.
- Estou te machucando? – Uruha perguntou preocupado com o loirinho.
- Não, só me deixe acostumar, ok? – Ele disse sorrindo doce. – Você tem noção do seu tamanho, não é?
Uruha sorriu, beijando Ren e controlando o desejo de fodê-lo insanamente. O loirinho era bem apertado e pulsava a cada centímetro investido, deixando Uruha à beira da loucura.
- Pronto, pode continuar... – Ren avisou e o mais velho retirou quase todo o seu membro, penetrando novamente e dessa vez, preenchendo o buraquinho quente do loirinho. Ambos gemeram. Ren, numa mistura de dor e prazer e Uruha, sentindo que poderia se viciar naquela sensação.
Uruha apoiou as mãos ao lado do corpo de Ren e eles passaram a se encarar, enquanto Kouyou investia no loirinho.
- Isso Takashima-san, tão gostoso, continua assim... – Ren encorajava Uruha a ir devagar, pois sentia pelo olhar do loiro que ele queria fodê-lo feito um louco.
Ren já sentia prazer a cada estocada e enlaçou o loiro com suas pernas aumentando o contato, forçando Uruha a ir mais fundo, e quando Takashima tocou em sua próstata várias vezes, o loirinho perdeu a sanidade.
- Mais rápido, Takashima-san! Mete mais fundo! Oh meu Deus! Assim... Me fode, Takashima-san! Me fode gostoso! – Ren pedia entre os palavrões que dizia.
Uruha gemia cada vez mais alto, sentindo seus corpos se chocarem com urgência. O clímax estava próximo para ambos e quando Ren avisou aos gritos que ia gozar, percebeu que nem ele e nem Uruha tocavam em seu membro negligenciado, mas gozou com a mesma intensidade.
Uruha não conseguia sentir seu corpo. A única coisa que sentia eram as contrações do loirinho esmagando seu membro.
- Caralho, eu vou gozar! – Uruha disse segundos antes de ter o melhor orgasmo de sua vida. Até agora.
-x-
Uruha saiu de dentro do loirinho, tirou o preservativo e se deitou ao lado de Ren, perguntando minutos depois com a voz ofegante.
- Quer beber alguma coisa?
- Quero. – Ren respondeu e observou o loiro se levantar e sair do quarto.
- Toma. – Kouyou entregou uma garrafa de água para Ren quando voltou e o loirinho riu.
- O que foi? – Ele quis saber.
- Nada. – Ren bebeu quase a garrafa toda. – É que eu gostei de fechar minha carreira com chave de ouro. – Ele abriu aspas com os dedos quando disse carreira.
- Como assim? – Uruha não estava entendendo nada.
- Esse foi meu último programa, pois decidi que não quero mais essa vida pra mim. Já consegui juntar o dinheiro que queria. – O loirinho encarou Uruha que o ouvia atentamente. – E sendo assim, você é meu último cliente.
- Devo me sentir honrado com isso? – O loiro perguntou sem soar sarcástico.
- Não, mas eu sim. – Ren passou a língua pelos lábios e puxou o loiro para mais perto. – Me beija.
Uruha se arrepiou e obedeceu. Ren invadiu a boca do mais velho, chupando a língua e mordendo o lábio do outro, fazendo Kouyou gemer.
- Gosta disso? – O loirinho interrompeu o beijo, encarando Kouyou que respondeu com a cabeça que sim. – E disso? – Ren passou a chupar e morder o pescoço do loiro, sem se importar se ficaria marcado.
- G-Gosto... – Uruha respondeu com a voz fraca, sentindo seu membro endurecer novamente. – Não é possível... – Ele pensou alto.
- Não é possível o quê? – Ren parou e perguntou.
- Isso... – O loiro pegou a mão de Ren e colocou sobre seu membro. O loirinho riu e fez o mesmo, fazendo Kouyou "ver" que ele estava ficando duro também. – Nós praticamente acabamos de gozar... Duas vezes.
- O que eu sei é que seria uma pena desperdiçar... Não é? – Ren se abaixou e abocanhou a ereção de Uruha que se deitou, fechando os olhos, começando a gemer novamente.
O loirinho afastou as pernas dele, sem parar de chupá-lo, e começou a brincar com sua entradinha deliciosa, adorando àquele gosto.
Uruha levantou a cabeça para olhá-lo quando sentiu que Ren largara seu membro e passava a língua em seu buraquinho. A sensação era indescritível e o loiro gemia, sentindo suas pernas tremerem. Poderia gozar só com aquela sensação de ser lambido naquele seu lugarzinho.
- Deixa eu te fazer gritar igual você fez comigo, Takashima-san? – Ren interrompeu o carinho, pegando o sachê de lubrificante e lambuzando seus dedinhos.
Uruha não conseguiu responder, pois o loirinho voltou a chupar seu membro, enquanto molhava mais ainda sua intimidade com o gel.
Ren percebeu que o loiro tentava mais contato com seus dedinhos e forçou um pouco, reparando na reação dele, que segurou o lençol com força, gemendo palavras desconexas.
O loirinho largou novamente o membro do mais velho, subindo o seu corpo, sem parar de movimentar os dedos em seu buraquinho.
- Tá gostosinho assim, Takashima-san? Quer que eu meta meus dedinhos em você? Pede pra eu meter! Pede, Takashima-san! – O loirinho dizia com a voz suave e Kouyou respondeu gemendo.
- Mete pequeno, mete em mim...
Ren sorriu e penetrou o loiro com um dedinho apenas, o introduzindo todo e o tirando devagar. Uruha era virgem e precisava ser bem preparadinho.
Uruha sentiu um pouco de desconforto que logo passou e quando sentiu o segundo dedinho o invadir, Kouyou alcançou seu membro o massageando com vontade.
- Não... Ainda não... – Ren afastou a mão do mais velho. – Você não vai gozar agora.
O loirinho conseguiu vestir a camisinha em seu membro sem interromper o vai e vem delicioso que fazia na entradinha do loiro, e quando se posicionou, tirando os dedinhos, ouviu palavras de protesto de Uruha.
- Agora eu vou te foder com outra coisinha, tá, Takashima-san...? – O loirinho disse se encaixando entre as pernas belas do mais velho. Uruha ficou ansioso, mas tentou relaxar.
Ren forçou a entradinha virgem do loiro com seu membro, sentindo que Uruha era muito apertadinho. Mas como virgem, não poderia ser diferente, né.
- Relaxa, se você se contrair sentirá dor, Takashima-san. E pode confiar em mim, eu não vou te machucar.
Uruha tentou relaxar mais, deixando Ren fazer seu serviço. Ansiava por aquilo há muito tempo e agradecia internamente pela sua primeira vez ser com um “garotinho experiente”, o que chegava a ser engraçado.
Ren forçou até a metade, deixando o loiro se acostumar com a invasão. Não era exatamente pequeno e sabia que Uruha sentiria um pouco de dor no começo, e para relaxá-lo ainda mais, o loirinho pegou em sua ereção a bombeando com vontade.
Takashima imediatamente reagiu com àquilo, relaxando completamente, fazendo com que o membro de Ren escorregasse naturalmente para dentro de si.
- Puta que pariu! Como você é apertadinho e quente, Takashima-san! – Ren se controlava para não gozar. Normalmente tinha total controle de seu corpo, coisa que aquele inexperiente loiro estava fazendo ir por água abaixo.
O loirinho soltou o membro de Uruha e começou a estocar com calma. Não queria machucar o loiro, que gemia baixinho, ainda sentindo desconforto. Ren pegou uma das pernas do seu cliente e a colocou em volta de sua cintura, fazendo o mesmo com a outra.
Naquela posição Kouyou sentia o pau de Ren completamente dentro de si. E quando o loirinho começou a tirar seu membro quase todo de dentro dele, para então enfiá-lo novamente, conseguindo ir cada vez mais fundo, Kouyou começou a gemer extasiado. Era muito prazer.
Ren sabia que precisava encontrar o ponto que faria Uruha gritar e quando o encontrou, estocou com força, várias vezes, sentindo o loiro agarrar forte seu quadril.
- Ren...!!! – Uruha gemeu.
- O quê, Takashima-san? – O loirinho provocou. – Me fala o que você quer!
Uruha mantinha os olhos caramelados fechados e a boca entreaberta, de onde saíam gemidos cada vez mais altos. Ren sorriu abobado. Aquele loiro era muito lindo e assim tão entregue, ele ficava ainda mais.
- Me pede, Takshima-san! Me pede pra te foder! – Ren insistia, enquanto diminuía a velocidade das estocadas.
- Porra, Ren... – O loiro tinha a voz trêmula. — Me fode! Me fode loucamente, Ren! Enfia seu pau fundo em mim, por favor – Ele gritou sem nenhum pudor.
O loirinho riu e voltou a estocar forte, atingindo novamente a próstata de Takashima.
- Você é muito gostoso, Takashima-san! – Ren gemia sem mudar o ritmo dos movimentos, perdendo cada vez mais o controle enquanto ouvia o loiro gritar o seu nome. Queria desesperadamente gozar dentro dele.
- Ren! Eu vou gozar! Vou gozar! – Uruha gritou assim que sentiu seu membro ser envolvido pela mãozinha do loirinho.
- Goza Takashima-san, goza forte pra mim... – Ren gemeu, enquanto massageava o loiro no mesmo ritmo das suas investidas. Também havia chegado ao seu limite.
Uruha arqueou as costas e gemeu alguns palavrões antes de um arrebatador orgasmo o atingir. Muito mais prazeroso que o último.
Ren ainda estocou algumas vezes, sentindo o buraquinho de Kouyou pulsar desesperadamente em seu membro, explodindo em um gozo demorado e intenso, derramando-se todinho dentro do corpo perfeito loiro.
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Após se livrar do preservativo, o loirinho deitou ao lado de Uruha, que sorria ofegante.
- Isso foi... Foi... – O loiro não encontrava a palavra, mas Ren entendeu perfeitamente.
- Foi.
Ambos riram.
- Eu fui pago para ficar até de manhã. – Ren se sentiu estranho ao perceber que foderia Uruha até o amanhecer. De graça. — Vamos dormir um pouquinho? Tô com soninho...!
Uruha concordou. Apesar de ter noção de que o loirinho era um completo estranho, e que poderia ficar vulnerável a qualquer coisa depois que caísse em sono profundo, alguma coisa em Ren o tranquilizava, e eles acabaram dormindo de conchinha.
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Uruha abriu os olhos devagar, sentindo seu corpo cansado, apesar de ter dormido por horas. Lembrou-se do seu pequeno Ren e sorriu. O loirinho deveria estar tão quebrado quanto ele. Havia sido uma noite e tanto. Após o cochilo eles haviam repetido tudo novamente e Kouyou havia gozado ainda mais gostoso.
Depois de um tempo resolveu se levantar. Reita já deveria ter chegado e ele queria agradecer pessoalmente ao amigo pelo presente, e para se vingar, não lhe contaria absolutamente nenhum detalhe.
Kouyou se sentou na cama e se espreguiçou, vendo um envelope em cima do criado mudo. Pegou e abriu. Dentro havia cinco notas de cem dólares e um bilhete.
Não é justo receber pela noite maravilhosa que você me proporcionou. Pode parecer clichê, mas nunca senti prazer igual com ninguém. Por favor, devolva o dinheiro ao seu amigo e agradeça por mim. No final das contas, quem ganhou o presente fui eu.
Como eu te disse, você foi meu último cliente e se quiser me ligar para sair ou repetir a dose, meu telefone está logo embaixo.
Seu Ren ♥
Uruha sorriu. Realmente aquele bilhete o surpreendeu. Gravou o celular do loirinho no seu e guardou o bilhete.
"Por que não?"
Pensou antes de se dirigir ao banheiro.
Estava solteiro, Ren era super gostosinho e depois daquela noite, Uruha não conseguia sequer se imaginar com alguma mulher. Não esconderia mais sua homossexualidade de ninguém. E eles poderiam se conhecerem melhor.
"Por que não?"
Pensou novamente, antes de ligar o chuveiro.
Uruha passou o resto do dia com um sorriso bobo nos lábios, sem ainda entender o motivo e o que o loiro não sabia era que em algum lugar em Seul, certo loirinho também não conseguia parar de sorrir bobamente.
Notas finais
Mila, tentei fazer algo que preste, ok? Só não sei se consegui SUHAUHAHUSUAHDAUHDADUHADHU
Mas, AMEEEEEEEEEEEEEEEEI ver o Ren com o Uru, são as coisas mais cute do universo *aperta as bochechas deles* Eu até estava pensando em fazer uma continuação desta fic... não, sei, vamos ver se tenho ideia para algo legalzinho *o* Ah, né, eu queria um amigo quem nem o Reita, meu, ele deu o melhor presentão para o Uru-chan, não? Uruha deve ter ficado nas nuvens com o RenRen, TÃO AMOOOOOOR ♥
Como sempre, se gostarem: COMENTEM. Se não gostarem: COMENTEM TAMBÉM. E digam no que posso melhorar *-*
Bjos
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