Notas iniciais
Para recomeçar uma vida, uma outra irá nascer.

Ino

A minha mão gelou e meu corpo tremeu inteiro com o tom de voz dele, Sasuke segurou-me com mais firmeza me dando forças. Antes que eu começasse a falar, Sakura pegou Udon no colo e saiu, junto com Naruto. Entendo a situação dele e a cara feia que fez para mim e para Sasuke, claro que deveria ter segurado uma barra com o Kazekage.

– Eu... Nós, viemos aqui para conversar como adultos. – Ele cruzou os braços me fuzilando com os verdes em fúria. – Gaara, vamos conversar. Eu explico o que aconteceu, Onegai, se acalma. – Eu mal conseguia falar e me senti tão inútil. – Eu não posso ir contra o meu coração, entenda que eu tentei, mas não consegui viver uma mentira ao seu lado, eu não era feliz. – Nenhuma desculpa iria amenizar a situação, eu estava diante de um homem traído, que sequer iria querer me ouvir.

Gaara

– Eu me recuso a falar qualquer coisa enquanto este homem estiver aqui. Com ele tenho outros assuntos a tratar, mas definitivamente não usarei palavras para isso.

Sasuke

A minha vontade era esmurrá-lo por cada desfeita que ele fez à Ino. Porém, infelizmente, era obrigado a concordar que a situação não era boa. Não tinha medo algum de enfrentá-lo, mesmo que ele me vencesse, o coração dela seria sempre meu.

– Eu estarei do lado de fora, me chame se precisar. – Dei um último olhar acolhedor, ignorando completamente a figura do Kazekage traído naquela sala. Um gostinho de vitoria estava em meus lábios sim, era por mim que ela ficou. E enfrentava um dos homens mais poderosos do mundo por isso. Mesmo que eu não viva meus dias ao lado dela, já valeria a pena aquele sacrifício, aquele ato de amor... uma coisa que eu jamais imaginei que poderia acontecer comigo. Mas não podemos prever o nosso futuro. Apenas tentar fazer com que ele não seja tão sofrido como fora o passado. Essa era minha meta daqui para frente.



Ino

Gaara esperou Sasuke sair e fechar a porta para pedir explicações sobre o que eu andava fazendo em Konoha enquanto ele era covardemente traído. Me pôs no chão, abaixo dele, aliás. Claro que eu era merecedora de tudo aquilo, mas quando se trata do coração, como podemos dizer não?

– Eu não corri atrás dele. – Ótimo, começando com uma mentira? – Eu queria conversar, apenas saber se o que eu sentia era mesmo verdadeiro, e Gaara, é! Eu não posso ir contra os meus sentimentos, eu me entreguei a uma paixão, como fiz anos atrás com você quando namorava outra pessoa. Lembra-se? Mas você demorou pra me corresponder a mesma altura. – Ah! Como eu me recordo disso, era como vivenciar tudo novamente.

– Agora sou culpado por você me trair com aquele homem?

– Não, digo... também. A vida em Suna não era exatamente o mar de rosas que você encheu meus olhos. Aquelas pessoas não gostam de mim, eu era ignorada. Sei que isso não é motivos para uma traição, mas não foi somente por sexo sem sentimentos. É amor, um amor que eu não posso controlar. Um amor que eu nunca senti. Gaara, você não me ama, eu não o amo tanto quanto imaginei.

Gaara

– Você é minha mulher Ino, sabia o que esperar de mim, nunca a enganei. Eu disse que seria diferente, você foi reconhecida como minha esposa, não como uma concubina. Agora eu vejo que nem para isso você tem dignidade! – Ela começou a chorar, ora essa! Eu que estava certo e ela que se desmanchava em lágrimas? – Não pense que isso sairá barato. Você não pode me abandonar assim e Konoha não tem qualquer direito de me negar a minha esposa. Se quer tanto separar-se de mim, vai voltar e permanecer em Suna mais um ano, até que todos os trâmites sejam finalizado. Não me importo mais com você mulher. Não foi essa pessoa com quem me casei, não uma traidora, para isso já me basta os problemas que tenho de suportar.



Ino

– Um ano? Gaara! Não, não posso … não quero voltar para Suna. Entendeu? Eu não vou voltar. – ele avançou tão rápido em mim segurando meus braços que eu fiquei com medo do que iria fazer comigo daquela forma. Entrei em panico e a única coisa que pensava naquele momento, era o meu bebê. Ele não poderia me machucar, não a nós dois. Falei então com os olhos fechados. – Não me machuque, eu estou grávida!!!

Ele soltou as mãos de meus braços devagar, afastando-se em passos curtos. Abaixou a cabeça por alguns segundo, certamente pensando em como acabar com Sasuke, ou como me fazer sofrer para sempre.

– Tsunade-sama me examinou ontem, ela disse que minha gravidez é recente, mas mesmo assim notou alguma anomalia no útero, não posso viajar longas distancias, pegar pesos e várias outras coisas. Entende? Eu não posso voltar para Suna.

Gaara

Aquilo parecia absurdo demais. Como ela podia ser tão baixa?

– Além de ser infiel, carrega um filho bastardo? Ino, você não vai ter tempo de viver esse amor, Uchiha Sasuke é um homem morto, me ouviu? Você pode ficar em Konoha, mas eu vou limpar o meu nome da sujeira na qual você o colocou.



Ino

Eu o vi caminha furioso para a porta. Me agarrei a seu braço e ele parou, ouvindo meu choro. Implorei para que não fizesse aquilo.

– Eu não sei quem é o pai!!! – Revelei num grito angustiante. – Não faça nada com o Sasuke, ele somente recebeu o que lhe foi ofertado. Brigue comigo, me mate, mate meu filho também, mas não faça nada com ele Gaara, eu imploro por Kami-sama. – Soltei-o, chorando como uma criança. – Não o mate, não mate o homem que amo. Faça isso comigo, e acabe logo com esse sofrimento.

Gaara

Os gritos desesperados dela em nada me convenceriam. Bem, apenas aquilo me faria vacilar, como fez.

– Não ouse mentir com isso Ino, não serei complacente com você. – Ela reafirmou, aos prantos e eu me peguei pensando se aquilo podia ser verdade, se ela enfim tinha um filho meu crescendo em seu ventre. Ela nunca soube, mas eu já sabia há tempos que não havia nada anormal comigo. Era apenas ela que não engravidava, mas eu não me importava em levar a culpa, ela se sentiria menos frustrada com isso. Agora eu vejo como fui tolo, em abrandar um sentimento de dor dela, quanto nesse momento, sequer pensava na minha dor. – Você me colocou agora como pária em duas vilas... duas vilas mulher! Eu tenho vontade de marcar-lhe o corpo, o rosto, mas nem disso você é digna.

Pensei um minuto, e logo resolveria aquela situação ridículao.

– Providenciarei um local isolado, quero que todos pensem que retornou para Suna. E lá eu manterei sigilo sobre sua localização. – Pensar rápido e tomar decisões era o que eu fazia já mecanicamente. – Se quando a criança nascer, ficar constatado que trata-se de um herdeiro de Suna, você volta no mesmo instante, ou então deixe apenas a criança retornar para o seu lugar de origem. De qualquer maneira, não tenho mais interesse algum em tê-la como mulher. Se acontecer de não ser minha, nunca mais o seu nome será ouvido em Konoha, ou em qualquer Vila ninja, você partirá para sempre com seu bastardo. Fui claro?



Ino

Ser prisioneira na minha própria vila, tendo como os meses de minha gestação o tempo limite para saber se eu ficarei ou não com meu filho, se ficarei ou não com Sasuke ou se passarei o resto da minha vida como uma mulher qualquer aos olhos de Gaara.

Mas naquele momento nada se falou em sangue, e para mim já era um acordo um pouco mais viável.

– Foi sim, Gaara. – E também completou como deveria ser chamado a partir daquele dia, já que não éramos mais nada um para o outro, nunca mais. – Hai! Kazekage-sama, o senhor foi claro. – E agora? O que mais faltava? Ele iria embora e para sempre seria marcada. – Eu, só quis ser feliz... e peço perdão de ter feito você passar por essa situação.

Ele virou as costas sem nada mais a dizer, saiu da sala e eu já imaginava o que poderia acontecer lá fora. Corri para o jardim da casa, e Sasuke estava parado, com os braços cruzados esperando por Gaara, os olhos tão vermelhos como sangue. O sharingan orbitava com fúria;.
Eu temi com aqueles dois ali se encarando. Mas no final, Gaara saiu. Talvez por respeito ao amigo e o filho dele que estavam lá.

– Sasuke! – Abracei-o depois que ficamos a sós. Depois eu contaria o que aconteceu, naquele momento eu só queria ser abraçada.

Pediu para que eu me acalmasse, e parasse de chorar pois alguma solução iria conseguir. Sakura chegou com Udon nos braços, deixou o menino no chão, me abraçando. Perguntando como eu estava, não deu para falar muita coisa. Não com Naruto de cara fechada, ele entrou levando o filho junto. Sakura foi gentil em nos convidar, mas não cabia mais a mim entrar na casa deles depois de tudo aquilo, provavelmente Gaara teria dito algo muito sério antes de Sasuke e eu entrarmos na sala, de mãos dadas.

– Vamos pra casa do otousan. Ou a sua. – Virei-me pra ele, e agradeci mais uma vez a Sakura por tudo.

Sasuke

– Para a minha casa. – Dessa vez chegamos rápido, usei minha velocidade, acomodando-a na cama enquanto buscava um copo com água e ela me colocava a par da conversa.

– E o que você vai fazer se o bebê for dele?



Ino

Bebi a água, tentando não pensar naquilo, mas seria impossível.

– Algo deve impedir que ele leve meu filho. Deve haver alguma coisa que me faça ter completamente os direitos da criança, mesmo ela sendo filha de um Kazekage. Eu sei que é pedir demais, ele pode fazer vilas ficarem contra Konoha se quiser por causa disso, mas eu não vou voltar, e não quero entregar meu bebê. É meu! Gaara não pode... – Ele podia, estava furioso e fora traído, e eu queria ainda piedade. – Eu vou lutar com o pouco que tenho para fazer minha família aqui em Konoha. Ele querendo ou não.

Não demorou muito para o lugar que Gaara prometeu ficar pronto. Era uma casa confortável afastado do centro da Vila. Recebi as chaves e uma mensagem curta dizendo que ele enviaria todo o mês um médico para me examinar e assim saber como eu estaria de saúde. Queria também que eu seguisse exatamente tudo o que Tsunade-sama e o tal médico ordenasse. No pergaminho não havia outra coisa senão falando do bebê. Eu não esperava menos ou mais que isso. Apenas fiquei agradecida, afinal, ele poderia não acreditar em mim e me deixar largada a própria sorte, ou vingar-se em Sasuke. Mas não o fez. Eu devia muito para ele.

Nos primeiros meses, foi tudo tranquilo. Sasuke fazia muitas missões, eu ainda pedi sigilo sobre nosso relacionamento. Ou eu iria piorar a situação com Gaara.
Talvez Sasuke não consiga entender isso, eu tenho certeza que não, mas se fosse o contrário, com certeza ele não iria querer ter a mulher nos braços de outra sem saber quem é o pai. E cada vez que pensava nisso, meu coração se apertava.

Pode até ter sido castigo por mentir, mas minha gravidez acabou mesmo sendo de risco, Shishou me disse que poderia ser o cansaço e estresse, estava passando não somente por uma gravidez, mas também por uma mudança total na minha vida.

A única hora que me sentia mais tranquila era quando Sasuke vinha de noite, ficar comigo. Eu prometi para ele que tudo iria ficar bem, e que nós então poderíamos viver nossa vida, na nossa casa. Claro que sem todo aquele luxo que era disponível para mim naquele lugar, mas não era necessário tanto, mesmo que ele fizesse questão de querer me dar tudo o que eu já tive de bom.

Mesmo tendo engordado bastante, não estava tão grande como imaginei ficar. Mas tinha vezes que minhas pernas inchavam tanto que eu parecia uma pata gorda. Como um homem ainda pode me achar bonita? Era Sasuke, que sempre me abraçava dizendo o quanto eu estava linda.

Ele chegou com o jantar, pedi que trouxesse camarão frito, eu já estava sentindo o cheirinho do camarão quando ele abriu a porta.

– Você trouxe. – Corri, ouvindo um sermão que era pra não correr senão poderia cair. – Eu não vou cair, só se for de fome. – Beijei-o rapidinho e peguei a sacola com os camarões.

Sasuke

Não dava para reclamar da situação, por pior que ela fosse. Tinha certeza que a gravidez da Ino seria tranquila, ao menos isso. Porém, infelizmente, ela tinha alguns problemas que tornavam a gestação arriscada. Eu me desdobrava em cuidados e vivia preocupado quando não estava ao seu lado. Isolada naquela casa, nem mesmo seu pai podia ficar com ela o tempo todo. Era muita solidão para uma mulher grávida. Se acontecesse alguma coisa...

O mínimo que podia fazer era atender seus desejos, que eram muitos. Achar aquele camarão frito no óleo de canela virgem foi a coisa mais difícil até agora...


– Calma Ino, não vão fugir. Você não pode comer tão rápido... – Toquei a barriga já de sete meses, não era tão grande ainda, mas era claro que a incomodava bastante. O pergaminho com o selo do Kazekage estava sobre a mesa, o que indicava uma nova visita em breve do médico.



Ino

Ele olhou para o pergaminho, nunca mexia ou desejava ler qualquer um que veio nesses meses. Mas eu fazia questão de ler em voz alta, não havia nada que não fosse sobre a criança e meu estado de saúde.

Agradeci pelo camarão, mas cinco minutos depois de jantar, passei mal. Ele me ajudou no banheiro, segurando meus cabelos, perguntando se não precisava chamar um médio.

– Foi somente um mal estar, já estou quase acostumada em não conseguir manter nada no estômago. O bebê talvez não queira comer agora. – Sorri e tomei um banho para relaxar melhor. Sasuke me ajudava em tudo, queria participar de todas as coisas que eu fazia. – Não precisa de cobertor, esta calor, vem aqui e deita comigo, só quero ficar abraçada com você. – Ele parecia cansado. Talvez tivesse passado a manhã trabalhando, não sei, Sasuke não me fala do trabalho para que eu não fique preocupada. – Como está Udon? Sinto falta dele.



Apenas me respondeu que estava tudo bem, ocultando-me alguma coisa. Talvez sua amizade com Naruto ainda estivesse abalada. E logo mudou de asusnto perguntando da nossa menina.
Ele colocou mesmo na cabeça que seria uma menina. A nossa menina. E já estava imaginando uma garotinha de cabelos negros e olhos tao expressivos quanto o do pai.

– Nossa menina se comportou muito bem hoje. – Alisei a barriga colocando a mão dele por cima. – Eu não quero ir para o hospital agora, Sasuke. Me sinto melhor aqui. Lá você não poderá ficar a vontade como esta aqui comigo. E eu já falei com Tsunade-sama, pedi para que ela mesma faça o parto, e o médico de Suna, querendo ou não, quero que você esteja junto comigo. Eu preciso de alguém lá do meu lado. Promete?

Segurei sua mão, apertando um pouco mais forte com um movimento que o bebê fez. Me perguntou o que era, imaginei que fosse somente um chute. Deveria ser.

Sasuke

Qualquer coisa me fazia ficar alerta e quando eu percebi um rosto mais contorcido que o normal, entendi que ela escondia algo. Ela e a mania de não me preocupar, que me deixava mais incerto das coisas.

– O que você está sentindo? Está doendo em algum lugar?

Ino

– Acho que é somente a sua menina brincando na barriga, parece um pouco agitada, não sei. Dói no cantinho aqui. – Toquei o baixo ventre e ele se levantou da cama rapidamente. – Sasuke, não precisa chamar um médico, o bebê está mudando de posição por isso. – Agora a dor veio mais forte, e eu sofri para conseguir respirar.

Segurei a mão dele forte, aquilo iria passar, tinha sentido a mesma coisa pela manhã, mas fora tão fraquinho que não me preocupei. Mais uma vez a dor veio e agora eu já não conseguia esconder.

– Não pode ser agora, está cedo ainda, talvez seja um alarme falso.



Sasuke

– Mas essa dor não é normal, não discute, porque vou levar você ao hospital agora. – Com o máximo de cuidado possível eu conduzi a Ino até o hospital e ainda bem que o fiz. Assim que chegamos, ela começou a sangrar e sentir mais dores. Eu estava com um pressentimento ruim há dias, de que aquele lugar era abandonado demais!

Não soltava a mão dela, mesmo quando os médicos queriam me expulsar. Que ousem me tirar daqui! Vão sentir toda a fúria que eu não posso jogar para cima do Kazekage maldito que colocou a vida dela em risco ao isolá-la daquela maneira!



Ino

– Deixem ele aqui! Onegai! Onde esta Tsunade-sama? – Eu gritava, segurando a mão dele, ninguém o tiraria dali. Daí a dor vinha tao avassaladora que eu mal conseguia respirar. Fui levada para uma das salas de emergência e Sasuke veio junto.

Eu pouco conseguia ver, estava com a visão turva, mas eu conseguia sentir a presença dele ali ao meu lado. Finalmente a Hokage veio, e pediu para que alguns ali saíssem.

– Vamos lá Ino. Quero que faça força.
– Mais? Impossível, eu queria uma injeção para não sentir aquela dor horrível. Eu forcei mais um pouco e a dor pareceu absurda. Os gritos da shishou me deixava mais nervosa ainda sem saber o que fazer, e só quando ouvi um choro que meu corpo pareceu ficar aliviado. Amoleci no mesmo instante. Sasuke apertou minhas mãos, ele olhava tão fixo para o bebê nos braços da Hokage, eu mal conseguia enxergar direito. Ela trouxe para perto de mim, era então mesmo uma menina, a nossa menina. Eu chorei no mesmo instante, beijando sua pele molhada ainda, pequena nos meus braços.

Sasuke

Que sofrimento absurdo para colocar uma criança no mundo! Eu não estava preparado para ter minha filha nos braços agora, achava que ainda teríamos dois meses. E confesso que fique sim apavorado com a cena toda.

Entretanto nada foi mais emocionante que ver a pequena, pequena mesmo, nos braços da Ino, que parecia ter esquecido de toda a dor que tinha passado. Era minúscula, enrolada num pano azul, mal dava para ver os traços. Eu sabia que todos ali estava no suspense para saber se tratava-se de uma criança Uchiha ou se era uma menina destinado à uma vida poderosa em Suna. Não me importava qual dos dois, eu só via a minha menina.

Depositei um beijo no rosto radiante da Ino, afagando-lhe o rosto:

– Saiu-se muito bem, ela é linda, obrigado!

...


Notas finais
Foi rapido né? Eu sei ue tyodos queriam sangue, mas... se eu fizesse isso a fic acabava aqui porque Naruto ia se intrometrer na briga e destruiriam a vila toda D:

Mas então, ainda tem algumas coisas para contar. Mais um capitulo de SasuIno e voltamos para NaruSaku e o filhote Udon *-*

Gente, os reviews, eu estou demorando de responder mesmo, porque estou cheia de trabalho para fazer. Dai demoro pq quero ler com calma e responder bonitinho *-* Logo respondo todos ok?

Beijos

Kori Hime