Getsu
15 Mais que nada
Notas iniciais
Naruto
Era um dia perfeito, tava sol e calor. Sakura se arrumando enquanto Udon e eu estávamos sentados no sofá a esperando. Um ano, ele tava grande já, todo mundo dizia que ele parecia ser mais velho. Claro, puxou o pai, e o avô.
– E aí filhão? Um ano de idade. O tempo passou rápido né? Parece que foi ontem que sua mãe e eu fizemos você. – Ele ficava sempre muito agitado no colo, não queria mais. Preferia ir pro chão, uma ano e já começando a dar os primeiros passos, a casa estava toda cheia de espumas nas quinas dos móveis para ele não se machucar. Mas o menino tinha seu próprio senso de direção. – Vem cá filho, o otousan tem um presenta pra você. Vem Udon. Ele caiu no chão e veio engatinhando porque era mais rápido.
Tirei da sacola uma caixa e dei pra ele, gostava de tatear as coisas, deveria estar descobrindo ou reconhecendo o que era aquilo. Não demorou muito para ele abrir a embalagem e a caixa. Pegou com perfeição a ponta certa da Kunai e segurou como se já soubesse o que tinha que fazer.
– Isso mesmo filho! Olha, quando crescer, vamos treinar e você será um ninja, se quiser é claro, mas a primeira coisa a fazer é aprender como manter essas coisas perigosas longe das vistas da sua okaasan, ela pode brigar com o otousan. – Ouvi o barulho do salto na escada e a Sakura apareceu, tirei a caixa das mãos do Udon e guardei na Sacola. – Olha só filho, sua mãe ta linda.
Sakura
A festa do Udon tinha que ser perfeita. Por ele, pelo Naruto, por mim. A nossa família tinha que deixar bem claro que o fato do Udon ter necessidades especiais não fazia a nossa família diferente de nenhuma outra.
O Udon amava o som dos animais e a festa era tanto visual como auditiva e demais sensações. Meu filho aproveitaria muito, muito mesmo! Algumas crianças ainda são bobas com um ano, mas o Udon era tão esperto que eu não me espantava já estar andando escondido... ah sim! Ele tinha isso do pai dele, fazia as coisas escondido de mim, já tinha essa coisa. Tô bem arranjada com o complô desses dois.
Como era a anfitriã, o mínimo que poderia fazer era estar bem bonita e além do mais eu tinha um marido extremamente exigente.
– Ah Naruto, não tá sujando o menino, né? – Era só o que me faltava, arrumar o menino todo e o próprio pai bagunçá-lo, mas pelo visto não era. Percebi que o Naruto escondeu rápido alguma coisa, mas não fiz questão de saber o que era, porque sabia que iria me irritar.
Naruto
– Mas Sakura-chan eu não fiz nada, ele não quer ficar no meu colo, ta querendo já sair correndo por aí. Olha só! Parece saber exatamente o que tem em volta dele. Udon tem habilidades Sakura, já notou? Vai dar um ótimo ninja.
Eu toquei no assunto cedo demais, ela só fez cara feia para mim. Achei melhor ir direto para a festa. Um salão na Academia, lá era bem espaçoso e longe de residências, assim as crianças poderiam gritar a vontade, correr e se divertir.
Chegamos e não fomos os primeiros, lá tava a Ino, toda arrumada e cheirando a flores, o natural dela, mas ainda que estivesse bonita os olhos dela eram bem fundos, dava pra perceber a maquiagem. Cara de quem chorou muito, e não dormiu. Ela veio rápido pegar o Udon no colo, brincando com ele.
Depois de um tempo que os convidados começaram a chegar, estava já ficando preocupado se o Sasuke não viria. Eu pedi tanto, e ele dizia que estaria ocupado. Mas consegui dobrá-lo e fazer ele vir, mesmo porque, o padrinho não pode faltar na festa do afilhado, e isso era uma coisa que ele não sabia bem.
Sasuke
Usar o meu único dia de folga numa festa cheia de crianças era pedir demais da minha sanidade mental, que ultimamente eu não achava ser muita.
Atuar como sensei substituto me fazia o bom \"homem para toda hora\" e ainda assim sem especialização em nada. Eu tinha recuperado grande parte da minha memória, mas sabia bem que Konoha não me aceitaria como um shinobi de elite, enquanto eu não passasse por uma purgação. Era a maneira da Hokage me fazer pagar pelos meus erros. Então que seja, enfrentarei com a dignidade do meu clã.
Ainda assim, não dava para negar um pedido do Naruto, não depois de tudo. E com \"tudo\", quero dizer toda a nossa vida, não apenas os últimos meses. Não sabia o que comprar para o menino, nem tinha muito dinheiro ou gosto. Preferi comprar um cavalo de madeira, uma coisa muito grande de se carregar, mas que eu achei ser um brinquedo que uma criança cega teria prazer em brincar, pelo movimento de balanço do falso cavalo. Cheguei à festa e o Naruto estava parado na porta, me esperando. Se eu não aparecesse, ele teria ido atrás de mim.
Naruto
– Ah! Até que enfim! Seu afilhado já estava fazendo dois anos. – Eu ri, e ele fez a típica cara que não se sabe se é tédio, frieza ou se não entendeu mesmo.
Sasuke se aproximou mais, com o presente nas mãos, e eu me esqueci do que estava falando. Olha! Um cavalinho de madeira, muito legal! Udon vai adorar. Levei ele para onde estava meu filho, menino esperto, nos braços da madrinha. Nem precisava dizer que o Udon adorou montar no cavalinho e balançar, ele ria e se divertia, só voltei a falar com o Sasuke porque ele me puxou pelo braço, perguntando o que eu falava sobre “afilhado”. A Ino perguntou se ele não sabia, e eu tive que explicar logo tudo.
– Calma! Quando o Udon nasceu eu queria que ele tivesse padrinhos que fossem como da família para Sakura e eu. Bem, ela escolheu a Ino, e a única pessoa que eu achava digna de ser escolhida, na época havia sido dada como morta, então, Udon só tinha madrinha até uns tempos atrás. Agora que você está aqui.
Sasuke
\"Que fossem como da família\"
Eu tinha plena noção do que era ser chamado para apadrinhar uma criança e nunca achei que aconteceria comigo. O Naruto confiava a mim o bem mais precioso dele. E ainda mais sem me perguntar se eu queria ou não. Típico dele.
Olhando o Udon balançando completamente feliz com o brinquedo simples que eu comprei, senti alguma coisa boa dentro de mim. Eu realmente olhava aquela criança com olhos brandos e isso me fez crer que havia sim alguma coisa boa em mim.
Minha primeira reação foi dizer não...
– Tem certeza ? Sakura está de acordo com isso? – Ainda existia a possibilidade da Sakura não saber, então eu teria o direito de negar.
Naruto
– Por acaso o grande Uchiha Sasuke está com medo de uma criança? Ele não vai te morder. – Ele não riu com a brincadeira, somente olhava Udon, da mesma forma que Ino olhava, os dois com a mesma cara triste ou desanimada estampada nos olhos. – A Sakura aceitou o meu pedido quando conversamos, e Ino também achou justo não foi? – Olhei para ela, mas a loira tava tão desligada que nem percebeu o que eu estava falando. – É um pedido de irmão... porque não aceitaria? Um menino Sasuke, meu filho, é como um filho para você também, pode treinar para quando for pai.
Sasuke
– Eu não acho que isso acontecerá um dia. – Saiu sem que eu percebesse, o Naruto espantou-se, assim como a Ino, que reparou apenas na parte final da conversa. – Deixe isso... eu aceito e agradeço a confiança.
Mexi nos cabelos loiros do meu \"afilhado\" e dali o Naruto me arrastou para uma mesa, onde, segundo ele, tinha diversão de adultos: saquê, petiscos e claro... ramén.
Ino
Os dois saíram e eu voltei a brincar com o Udon, mas ele não queria saber de outra coisa senão o bendito do cavalinho. Confesso que ao ouvir o Sasuke praticamente recusar a paternidade foi até muito surpreendente pra mim, pelo que saiba, antes ele tinha como principal objetivo reconstruir o Clã, e para isso, filhos Uchihas são necessários.
A Sakura chegou perguntando se estava tudo bem. Mas não dava pra enganar minha amiga. Eu não estava bem, sentia falta de Gaara, sentia-me usada e carente.
– Eu não quero um homem tão cedo. – Ela riu de mim falando que eu estaria com um caso em pouco tempo. – Bem, posso até tentar, mas como Gaara, eu não vou achar em lugar nenhum. Um homem forte, sério mas quente. Onde tem isso aqui em Konoha Sakura?
Sakura
Dava um pouco de pena da Ino. É, não aquela pena de compaixão, mas de lamento pela sorte dela. A minha amiga largou tudo prá ir atrás do amor, se jogou mesmo. Exatamente como eu fiz, há quase dois anos atrás. Só que eu tive sorte, ela não.
– Ino... eu acho que você precisa esquecer um pouco esse negócio de sexo. Olha, casamento não é só isso, nem a nossa vida pode ser só isso. Eu acho que você precisa se focar numa pessoa que te complete, que não te deixe sentindo como um estepe, ou algo que pode ser substituído. Você é uma princesa porquinha! Merece um príncipe só seu.
Ino
– Amiga me fala onde está esse príncipe que eu faço tudo o que ele me pedir.
Ela sorriu dizendo que eu não tinha mesmo jeito. Mas estava cansada de chorar. Chega de sofrer por homem, eles não nos dão valor, então é isso que eu vou fazer também. Como sempre a Sakura achou mais uma maluquice minha, só que eu tava mesmo louca naquele dia. Passei um mês praticamente trancada dentro de casa sem ver a luz do dia, ou sem passear na rua e ouvir gracejos, eu sou jovem e não estou morta. Ao contrário, tenho muita saúde pra esbanjar, o problema é que esse tal príncipe encantado não se encontra com facilidade.
– Os homens bons dessa vila estão todos compromissados. Olha ali o Shikamaru, e nem me atrevo a falar o nome da minha ex-futura cunhada. Tem também o Kiba, ai mulher sortuda aquela que casou com ele, esse cachorrão selvagem. – A Sakura somente ria. – Seu maridão ali todo animado comendo rámen, você tem sorte, ele é bonito, bom e bem de vida. Fora que ama você e não vê outra coisa na frente.
Pra completar a mesa de homens que estava mais lá na frente, tinha o Sasuke. Eu até evitei falar nele, mas não consegui segurar um “muito gostoso”.
Sakura
– Ai porquinha, esse comentário eu vou passar, tá? – Ela perguntou se eu ainda sentia alguma coisa pelo Sasuke. – Não, não é nada disso! É que eu não quero nem que o Naruto capte a minha intenção em falar do Sasuke. E bem... ele tá bem óbvio prá quem quiser ver... então não preciso dizer se ele é isso ou aquilo. Deixo os comentários maliciosos prá você, que pode fazê-los.
Procurei me distrair com outra coisa, mas é claro que eu concordava. O Sasuke estava mais bonito a cada dia, recuperando a forma física e com aquele olhar sério e compenetrado. Fora que ele não tinha mais uma nuvem negra pairando sobre ele, então isso o tornava ainda mais... ah, para com isso Uzumaki Sakura!
Ino
Certo ela parecia fugir, mas quem tem um Uzumaki lambendo o chão não vai querer um Uchiha... que pelo visto também lamberia o chão que a Sakura passa se pudesse. Ele a olhava ao longe como se quisesse engolir com os olhos negros, e eu já estava vendo uma briga entre irmãos nascer ali. Acho que Naruto não é tão bobo em confiar cem por cento no Sasuke, sabendo de tudo o que já aconteceu nesse time, eu sabia que ele tava com um olho cá e outro lá somente percebendo as intenções de cada um.
Sasuke estava caminhando na mesma direção que Sakura, antes que se aproximasse muito eu intervi. Segurando dois copos de saquê, fiquei na frente dele que me olhou surpreso.
– Se eu fosse você não iria assim tão confiante. Tem muita gente aqui de olho em você Sasuke. – Entreguei o copo para ele.
Sasuke
Não havia como desviar o olhar dela: reluzia e se fazia presente. Eu pensava que aquela demonstração toda era para mim, que todo o adorno, o perfume... ao menos era nisso que eu queria acreditar. Que belo canalha eu estava me saindo.
A verdade é que a Sakura sentia-se incomodada com os meus olhares. Eu poderia não abordá-la, mas deixava bem claro o interesse. E tinha tomado um pouco de coragem, depois de alguns copos de saquê, para dizer à ela como realmente me sentia. E ora essa, lá vinha a minha ex-terapeuta querendo me dar uma consulta grátis!
– Isso inclui você também, moça das flores?
Ino
– Depende, o que eu ganharia se ficasse de olho em você Uchiha? – Bebi mais um pouco, e os olhos dele pareciam procurar por ela. – Não dê tanto na cara, você parece o Akamaru quando vê um bife. Desse jeito seu irmão vai perceber, se é que já não se deu conta de como a mulher dele esta sendo muito bem apreciada.
A bebida acabou e eu o convidei para mais um pouco, ele veio, mesmo porque Naruto se aproximou de Sakura e quando os dois ficam juntos, é melação total, beijos e mimos que nem eu consigo olhar por muito tempo. Havia um canto mais discreto, mas onde todos ainda podiam nos olhar, claro que olhava, as pessoas aqui não tem outra coisa pra fazer. Enchi o copo dele e o meu.
– E então... Você comentou ali que não pretende ter filhos? É isso mesmo? Não vai ter espaço para uma criança ou mulher na vida do Uchiha. – Eu já estava falando coisas aleatórias.
Sasuke
– Yare... que mulher aceitaria ter um filho meu? Essa gente toda... toda essa gente hipócrita de Konoha me vê como uma espécie de monstro e quer saber? Acho que eu sou sim! Portanto o último monstro Uchiha morre sozinho, sem descendentes, sem uma mulher prá esquentar a cama nos dias frios, sem filhos... – A bebida alterava meu humor e ainda mais minha sanidade. Sempre fui fraco para o saquê. – Ino, vou embora, não quero mais ficar aqui vendo a felicidade dos outros ser jogada na minha cara.
Ino
– Espere Sasuke. – E no fundo eu estava da mesma forma que ele. Não que estivesse com inveja ruim da minha amiga, eu era feliz por ela ter se ajeitado na vida, mas chegava uma hora que a família perfeita me fazer ver que eu não tinha nada, e que sempre corri atrás de algo vazio. – Eu posso ir com você?
Ele me olhou sem dizer que sim, nem que não, acho que a escolha era minha mesmo. Ambos nos despedimos de Udon, que agora corria com as outras crianças da mesma idade, e como ele era esperto, mesmo cego sabia muito bem para onde seguir.
Sakura e Naruto queriam fazer a gente ficar mais, mas depois de dizer que ia acompanhar o Sasuke até a casa dele, o Naruto mudou de ideia dizendo que seria até bom não andarmos sozinhos pela vila. Sei...
Saímos de lá embaixo de olhares e comentários baixos, mas prestei atenção em que falavam.
Sasuke se prontificou a me levar ate em casa, mas lá eu ficaria sozinha... não era bem isso que desejava. A solidão é muito triste.
– O que você vai fazer agora? – Ele respondeu que não havia nada para fazer. – Podemos então fazer nada, juntos.
Sasuke
Ino não era uma má companhia, e se não ficasse tentando me fazer rir, estava bom. Pelo visto, ela tinha o mesmo estado de espírito que eu naquele momento. Compramos mais quatro garrafas de saquê e decidimos que naquele final de tarde iríamos deixar a bebida afogar nossos lamentos.
Ao chegarmos no apartamento, deu prá perceber que ela estava mais afetada pelo saquê que eu. E provavelmente eu já estava mais que o normal, porque só conseguia olhar pro corpo da Ino, de um jeito bem despudorado. Ela sempre usava roupas apertadas, chamando atenção pro corpo bem torneado que tinha. E naqueles meses eu nunca me peguei pensando no que tinha por debaixo das roupas, mas acho que agora o álcool me deixou mais solto. Ou seria a vontade de ter uma mulher em meus braços novamente?
Não queria fazer aquilo totalmente bêbado. Recordei-me da última vez e antes levar um fora com a cara limpa, que piorar as coisas estando embriagado. Pressionei com força o corpo da Yamanaka contra a parede, os azuis assustados, sem me entender.
– Vamos fazer mais que nada... juntos. – Ela sorriu e concordou, oferecendo os lábios para os meus.
Ino
Estava mais do que com segundas intensões. Sasuke era agora mais homem, mais forte e mais gostoso do que no primeiro dia que o encontrei sem memória e confuso no quarto.
Ele parecia me engolir totalmente com os olhos, diferente de como fazia com Sakura. Ah! Esquece ela, depois de mim ele não vai conseguir pensar em mais nada.
Nos beijamos, ele prensando mais meu corpo na parede. Tinha um vigor incrível, excitado e com as mãos muito curiosas explorando meu corpo por cima da roupa. A quanto tempo aquele homem não tinha um bom sexo?
– Espera... deixa eu cuidar de você primeiro. – Tirei as mãos dele de cima de mim, e o fiz sentar na cadeira da cozinha. – Você tá precisando de um cuidado especial.
Sorri abrindo a blusa e jogando no chão, me ajoelhando em cima dela. Abria a calça de Sasuke, massageando o pênis dele por cima da cueca. Uhm!
Tirei a roupa dele beijando e lambendo a pele máscula, o corpo tão mais definido que antes, um homem mesmo, delicioso. Estava louca para colocá-lo dentro da boca e não demorei muito, estava brincando com seu membro em meus lábios, mexendo com os dedos nos testículos. Sasuke crescendo na minha boca cada vez mais que eu o chupava.
Sasuke
Não era mais um sonho, ou ouvir detrás de portas. E não me importava nem um pouco por não ser a Sakura. Ino estava tão bem no papel que desempenhava, que a mim qualquer dos seus truques seria fatal. Entretanto, não dá prá tirar o crédito dela, mesmo de pileque estava me tirando do sério. O que ela não sabia era que eu estava há quase um ano sem sexo e que naquele momento pretendia tirar todo o meu atraso.
Deixei-a se fartar com o meu gozo, que não demorou muito. Ela chupou até a última gota, limpando o meu pau, toda safada. E não era pela bebida, isso dava prá ver que era dela mesmo. Eu estava cheio de vontade de ver e sentir aquele corpo e sem mais delongas ergui o meu já nu e trouxe o dela semi descoberto para junto ao meu. Antes de chegarmos à cama, ela já estava nua, toda para o meu deleite.
Os seios grandes, a cintura marcada, pele delicada, coxas torneadas, sexo molhado, quente... Eu descobri cada parte do corpo daquela mulher com a minha boca, mas precisei voltar aos seios lindos e firmes, apetitosos. Peguei uma das garrafas de saquê e derramei um pouco nos bicos rijos, ouvindo o gemido dela antes de voltar a chupar os seios, morder, fazer todo o tipo de carinhos. Minhas mãos não conseguiam parar de tocar e conhecer aquele corpo com sofreguidão.
Ino
Ele me cobria, enquanto os lábios lascivos e quentes chupavam meus seios, as mãos de Sasuke já não tinha mais para onde ir. Percorrera todo o meu corpo com o seu desejo, um desejo masculino que se completava com o meu desejo. Eu estava bêbada, mas sabia muito bem o que fazia, ele rolava o pênis entre minhas pernas, em chamando de gostosa. Oh! Assim ele me mata.
– Não demora Uchiha, me come logo, quero sentir seu pau todinho dentro de mim. – Me segurei em suas costas, mas ele não me penetrou como achei que fosse fazer. Virou-me de costas, me colocando de quatro, acariciando meu quadril e empinando o meu bumbum. – Ai, Sasuke! Mete logo em mim, vai gostoso! Não esqueceu como se usa esse instrumento enorme que tem aí não é?
Ele me espalmou as nádegas, roçando o pênis do meu sexo até o meu anel, eu me arrepiei toda com as carícias ousadas dele, até que sentir ser penetrada. Devagar ele metia em mim, no meu sexo molhado, escorregou fácil, falando sacanagens que eu sentia falta de um macho de verdade dizer quando me fodia, e eu o atiçando. Pedindo para ir mais fundo, mais rápido.
Sasuke
As palavras que eu não dizia comumente pareciam sair fáceis da minha boca, fáceis por causa daquele corpo que estava me alucinando.
– Rebola gostosa, mexe essa bundinha linda prá receber o meu pau! – E ela afazia, me chamando de tesudo, gostoso, querendo mais e eu dando. Não queria, nem media a força. Eu só queria meter mais forte, sentir meu pau lá no fundo da cavidade quente e molhada dela.
Ela gozou e contraiu os músculos internos de uma maneira que me deixou louco, não aguentei, urrei de satisfação, mas consegui segurar o gozo. Eu queria que ela me implorasse para receber o meu gozo.
Mudei a posição tão rápido que mal deu prá sentir que não estava mais dentro dela. E quando arremeti novamente, escorregou daquele jeito gostoso.
– Você é a mulher mais gostosa que eu já comi, a mais safada! Diz prá mim o que quer que eu faça contigo, vai!
Ino
Gozar para o Sasuke foi uma experiência única. Toda aquela paixonite de infância teve efeito em mim e eu me imaginei se nunca pudesse senti-lo. Mas ele não gozou. Virou-me na cama, abrindo minhas pernas e me deixando totalmente ao seu dispor, enfiando aquele membro grande dentro de mim novamente. Eu gemi, estava quente, toda molhada e o pau dele entrando e saindo.
– Ah! Tesão, eu quero gemer a noite toda, mete mais forte. Brinca comigo vai... usa meu corpo e goza. Quero te ver gozar em mim, mas eu quero muito. – Enquanto ele me penetrava intenso e forte, e esfregava rápido os dedos no meu clítoris, eu já estava num outro gozo. Enfiando a unha nas costas dele, dando-lhe meus gritos. – Ah! Sasuke, que delicia, não para!!!
Sasuke
Eu ainda a fiz gozar mais uma vez, até colocá-la no meu colo, fazendo os movimentos sozinha. E como sabia rebolar gostoso! Eu já nem fazia questão de me controlar. Quando percebi que ia gozar, avisei prá que ela tirasse a tempo, mas surpreendente, ela não quis, aos gritos implorou prá que eu gozasse dentro dela, que lhe desse tudo.
E assim eu fiz: agarrei firme no quadril dela e arremeti mais algumas vezes até me despejar todo ali. Enquanto ainda sentia meu corpo latejando, voltei minha boca para os seios que se mostravam tão dispostos para mim. Por mim não pararíamos a noite toda.
Ino
Meu corpo amolecido, eu estava tonta, era muito prazer acumulado sendo liberado ali. Sasuke tinha um poder de sedução que me arremetia a ser uma safada e agora uma escrava, eu ficaria ali até tirar tudo o que aquele homem tinha para dar, e ele tinha muito, muita coisa pra dar.
Não consigo me lembrar de nenhuma outra transa que eu tenha me dedicado e libertado tanto, era viciante, e tão gostoso. Ele me fez gemer a noite toda, gozamos incontáveis vezes, lambuzando todo o meu corpo com seu gozo, no chuveiro, me erguendo contra a parede fria de azulejos, chupando meus seios, mordendo os bicos, me chamando de gostosa. Eu gemia e gozava, somente isso.
Quando o sol amanheceu eu ainda estava no colo dele, fazendo suas vontade, beijando-o nervosamente, sentindo meu sexo arder de tanto que meteu com força em mim.
Ficamos um tempo em silêncio, apenas vendo o novo dia chegar, o abracei, deitando minha cabeça em seu peito largo, o músculo macio, a pele gostosa. O cheiro de sexo por todo aquele quarto. Agora parecia que não tínhamos qualquer assunto.
Sasuke
Eu me considerava um homem resistente, mas depois de passar uma noite inteira satisfazendo meus desejos e os de outra pessoa, preciso dizer que estava cansado. Dormi quase que ao mesmo tempo que senti os dedos da Ino pararem de brincar no meu peito, indicando que ela também dormia. Quando acordei, a noite já era alta, assim como a dor de cabeça que me afligia.
Eu não estava bêbado o suficiente para não lembrar, mas que besteira eu fiz! A Ino é a melhor amiga da Sakura, ela vai saber e então... mesmo que eu não tenha nenhuma chance com ela, não quero que ela me ache um aproveitador. Mesmo que o sexo tenha sido divino... isso não vai acontecer novamente.
Esperei ela acordar e tentei ser cuidadoso ao dizer que exageramos na bebida e nas ações... e que eu não me sentia arrependido pelo que aconteceu, mas que dado o nosso envolvimento prévio, isso não poderia se repetir.
Ino
Era bom acordar nos braços de um homem, sentindo o cheiro dele fazer parte de mim, do meu corpo, falando nisso, nunca mais vou beber na minha vida! Maldito saquê.
Meu corpo estava cansado ainda, mesmo com as horas de sono, e eu sentia uma vontade de ir no banheiro, ai que saco! Essa parte não é boa. Sasuke estava me olhando, claro que meus cabelos estavam muito bagunçados, meus rosto amassado, eu queria me levantar mas ele parecia querer falar algo. E cadê a cara de pau de dizer para esperar um pouco? A gente não tinha qualquer intimidade, apesar de ter ficado mais de uma tarde transando.
Como é que vamos fazer agora?
– Sasuke, acho que preciso ir embora. Logo mais vai fazer um dia inteiro que estamos juntos, acho que fomos bem longe. – Eu sorri um pouco sem graça, mas olhando para ele. Depois me levantei procurando minhas roupas. Espalhadas por todos os lados. Nossa, usamos a casa toda para nossas fantasias. Nessas horas bate uma vergonha, mas arrependimento nunca.
Sasuke
Eu ajudei como podia, mas fiquei sem graça ao pegar a calcinha que estava jogada atrás da mesa. Ela tirou rápido da minha mão e me pediu para tomar um banho antes de ir embora. Eu disse que não tinha problema algum e fui arrumar as coisas na casa, depois de ao menos colocar um short.
Tudo cheirava a sexo e ao menos naquela vez eu não sonharia com coisas impossíveis. Ino foi bem rápida e em menos de vinte minutos partiu. Não houve culpa, nada. Éramos dois adultos solteiros que passaram um bom tempo... um ótimo tempo juntos.
Depois de terminar com a casa eu tomei meu banho e me joguei na cama. Maldito saquê... nunca mais.
Notas finais
Beijos amores ;**
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