Notas iniciais
NÃO DEIXEM DE LER PLEASE! FALA GENTE! TUDO BOM COM USTED?! *sorriso torto* Enfim, sério vocês não sabem como eu fico feliz de digitar esse fanfic mas o capitulo demorou dessa vez porque vai ter um esquema novo, mas antes gostaria de agradecer aos comentários e incentivos de todas: — Gabizinha (super me encheu de determinação seu comentário kkk) — UnicornioGótico (GATA LINDA TAVA ESPERANDO SEU COMENTÁRIO A UM TEMPÃO KKKK TE AMO! ♥) — Ravi Skeleton (Que isso manola, tu manja dos paranaues das coisas e.e kkk cuidado para não saber demais. adorei o comentário >3) — Ariel Neko (Tu é a Temmie em pessoa kkk adoro receber seus comentários, muito obrigada ♥) — ystar riiuji (Fico mega happy de você estar gostando de tudo, mas pelo que vai acontecer para frente espero que não desanime de ler.) Sem mais delongas, vamos ao chapter! ♥

CupcakeCherry: Então gente, nesse capitulo teremos o esquema de leitura ouvindo musica ao mesmo tempo! YAY! A musica desse capítulo é G.U.Y de Lady Gaga, por isso eu acho que seria bacana você ouvir essa musica ao mesmo tempo que lê o capitulo. E como nele terão trechinhos da letra, é um desafio para a pessoa tentar ler acompanhando a musica certinho.
Devo me gabar dizendo que consegui fazer esse milagre, então fica um desafio para vocês! Beijocas e boa sorte ~ (P.S.: se der, tentem ler depois sem a musica...)

Greetings Himeros

God of sexual desire, son of Aphrodite

Lay back, and feast

As this audio guides you through new and exciting positions

Aquele era seu grande show, era a hora que mais gostava de toda a sua vidinha pacata. As pessoas sempre gritavam, choravam e esperneavam em sua presença só para conseguir um autografo ou um abraço do grande e maravilhoso Mettaton.

Sim, seu nome era Mettaton, e ele era a grande estrela que todos amavam, a estrela de cor rosa com preto e que sempre fazia poses mais brilhantes que o Sol que cegavam as pessoas de paixão.

Our sexes tell us no lies

— Mettaton! Mettaton! — As vozes gritavam enquanto ele aparecia no palco e começava a cantar segurando o microfone.

— Touch me, touch me, don't be sweet, Love me, love me, please retweet, Let me be the girl under you that makes you cry— Mettaton falava com os olhos marejados, enquanto levantava os braços e o publico também levantava, e logo ele se virou passando pelos dançarinos e subindo as escadas do cenario e ficando na frente de um enorme outdoor eletrônico que aparecia diversos desenhos que sempre voltavam a seu nome glorioso. “Mettaton” Os gritos iam ficando cada vez mais altos, até que ele ouviu uma voz reconhecivel. Era de um garoto mais novo que ele, cabelos grisalhos e lindas orbes castanhas que estava no meio daquele show com as pessoas o empurrando.

You'll be my (G. I. R. L)

— Não empurrem ele! PARA! — Mettaton falava andando apreensivo mas acabou tropeçando na escada e o garoto de cabelos grisalhos correu segurando ele.

— Matt por favor! — Papyrus gritava segurando o garoto pelado nos braços, as pernas estavam mal posicionadas e ele começava a espenear no colo dele, o rapaz de cabelos medios negros batia no Papyrus tentando empurrar ele mas ele caiu da cama, Alphys ficou assustada e Sans que estava ali ao lado de Frisk olharam assustados.

— Mett para!?

I wanna be that guy (G. U. Y.)

I wanna be that guy (G. U. Y.)

I wanna be that guy (G. U. Y.)

The girl under you (Guy)

— SOLTEM ELE! SOLTEM AGORA!? — Mettaton gritava enquanto os dançarinos tocavam no garoto de cabelos brancos e ele empurrava e batia neles, tentando sair dali.

— DÊ O BVD PARA ELE ALPHYS!

— MAS A DOSE É FORTE E… — Sans bufou e pegou apressado sentindo Alphys segurar o braço de Sans e ele então destampou com a boca a injeção e ficou do lado do Papyrus.

— No três você empurra ele na cama e senta nele Bro.

— Um… — Mettaton estava agora ouvindo uma contagem regressiva, uma pessoa tinha colocado uma bomba no garoto de cabelos grisalhos, Mettaton se levantou começando a correr em direção ao homem.

— Dois… — Papyrus via que Mettaton se agitava mais ainda com ele e o grisalho começou a chorar pelo nervosismo, Respirou fundo e então se preparou para empurrar o Mettaton.

Touch me, touch me, don't be shy

I'm in charge like a G. U. Y

I'll lay down face up this time

Under you like a G. U. Y

— TRÊS! — Mettaton de repente viu a explosão indo em direção a ele e o mesmo tentou se proteger, ouviu apenas um barulho e sentiu seu corpo se apagar na hora. Aquela seria sua morte? Mas mal havia começado seu lindo show, sua carreira e seus grandes sonhos, enquanto via a explosão vir lentamente em sua direção se lembrava de sua infância humilhante, todos caçoavam e gritavam que não tinha como ele realizar o seu grande sonho mas quem sempre esteve ao seu lado foi o garoto de cabelos grisalhos, sempre apoiando ele e prometendo que eles sempre estariam juntos e cresceriam ajudando a outras pessoas que passaram pelo que Mettaton passou. Quem diria que ele arruinaria a sua vida.

Nein, Zedd!

Nein, Zedd!

Nein, Zedd!

Nein, Zedd

Sans jogava a injeção no chão ouvindo o quebrar do vidro e Papyrus estava chorando encostando a cabeça no colo do Mettaton, todos daquela sala ficaram olhando assustados para o Mettaton que adormeceu imediatamente.

— Ele acalmou…

— É a primeira vez que ele tem uma crise com o Papyrus por perto. Provavelmente as pessoas que ele não conhece fazem ele reagir desse modo. Devo anotar isso... — Alphys falava indo até o computador e começando a digitar mas antes disso Sans segurou no ombro dela.

— Olha… Eu sei que você é formada em psiquiatria assim como eu, e que tem esse caso há bastante tempo mas… Você vai ter um tempo ruim se o meu irmão sair machucado da proxima vez nesse seu tratamento maluco. — Sans falava sorrindo olhando a Alphys e Frisk segurou no pulso do Sans.

— Alphys estava pensando o que fazer Senhor Sans, você injetou um sedativo forte. E se ela tivesse já injetado? Teria um risco de morte. — Frisk perguntava e Sans bufou.

— Por acaso faz parte da sua rotina se meter em assuntos médicos Paciente Sete?

— Faz parte da minha rotina defender a Alphys que é minha amiga! — Frisk brigou vendo que loira tremia enquanto tentava digitar algo no computador.

— Eu não vou deixar o Paps...

— Não se meta nisso Sans. Eu, o grande Papyrus consigo resolver tudo, assim como você e o papai! Não ligo se ele me der um tapa ou me machucar… — Papyrus falava aquilo com uma voz tremida, Sans que conhecia bem seu irmão ele só ficava com aquele tom de voz quando tinha medo.

— Eu… Eu… Eu acredito que um dia ele vai melhorar, nem que seja um pouquinho. E o grande Papyrus quer acompanhar isso de perto, porque os grandes sempre apoiam nos outros grandes não é?

— Paps… — Sans falava vendo ele segurando na mão de Mettaton que dormia profundamente na cama. Os sinais vitais dele pareciam normais, e Sans logo saiu da sala com a Frisk.

— Eu sinto muito ter te respondido mal Senhor Sans. — Frisk falava se abraçando e Sans se virou para ela com um olhar assustado, não sabia como reagir e sentia suas mãos tremendo. Escondeu no casaco do jaleco e se virou para a garota.

— Desculpas aceitas Kiddo…

O dia inteiro Frisk ficou me mostrando coisas que ela faz no dia. Respectivamente ela tem um plano de estudos com a Toriel por isso quase não sai do Sanatório, só quando precisa de um tempo para sair livremente para não se sentir confinada. Toriel estava certa, se Frisk se sentisse confinada e pressionada talvez a segunda personalidade ativasse mais vezes.

“Os meus dias todos os dias aqui são maravilhosos, são dias perfeitos que eu nunca imaginei que teria um dia.” Ela falava para mim enquanto mostrava tudo que fazia, inclusive mostrando só a porta do quarto.

— Não se entra no quarto de uma dama Senhor Sans!

— Uma dama? Mas você não disse que gosta de Xadrez? Além de que eu não curto nadadoras.

— Nadadoras? Mas eu não faço natação. — Frisk perguntou vendo o Sans sair andando dali e passando pelas portas e logo ele se virou dando uma piscadinha com um sorriso sarcástico.

— Claro que faz, Nada de frente e nada detrás. — Foi a primeira vez que Sans levou um soco nas costas de uma paciente, deveria anotar no laudo que ela era agressiva a piadinhas? não...

No fim do dia, vendo que meu turno havia acabado, eu entreguei um endereço e telefone para Frisk.

— O que é isso Senhor Sans?

— É o telefone do fast food de gatos quentes, se estiver a fim de comer é só ir no endereço e se quiser entrega é gratis se vier buscar e se não vier ele não vai até você, afinal o pobre gatinho… Acho que não preciso falar. — Sans falava com um sorrisinho e a Frisk sorriu mordendo os lábios inferiores com uma feição de traquinagem.

— Obrigada Se…

— Para de me chamar de Senhor, eu não sou tão velho assim…

— Só uns 28 anos? — Frisk perguntou e Sans corou, como ela tinha adivinhado a idade dele? Se virou e tirando a mão de um dos bolsos começou a dar batidinhas na cabeça dela.

— Você sabe demais Kiddo, toma cuidado para sua cabeça não explodir.

— Claro Sans. — Frisk respondeu docemente e então beijando a bochecha dele, e se virou saindo andando para a diretoria que era onde ela costumava ficar pois tinham as deliciosas tortas de Toriel. Sans via que apesar dela ser um pouco sensual pelas suas ações ela tinha uma certa inocencia, o que era bem estranho para uma garota da idade dela. Criação? Talvez. Mas devia anotar aquilo para o laudo. Chegando a casa ele viu de longe o Papyrus largado no sofá enquanto tinha um livro no seu rosto sobre gastronomia.

— Se continuar se dedicando demais ao Mettaton você vai se prejudicar nos estudos. — Sans falava sentando no sofá e logo Papyrus tirou o livro de cima da cabeça.

— O grande Papyrus não precisa desse “equilibrio” de tempo que você fala.

— Claro, tanto que tem prova amanhã e estudou nada, e como estou vendo um monte de livros de receitas suponho que seja prova pratica. — Sans comentava dando uma piscadinha e Papyrus resmungou.

— Jura que você é psiquiatra? Pensei que era um vidente.

— Que nada, sou um pouco de tudo Paps. Até faço bico como instrumentista sabia?

— Sans não precisa fazer isso e… — Tarde demais, Papyrus só sentia um vento ir em sua direção o despertando totalmente e ouvindo um barulho que o irritava. Era o Sans com seu bendito trombone.

— SANS!?

— Só vou te encher para você não dormir, preocupa não. — Sans falava saindo dali ainda segurando o trombone e Papyrus sorriu, até que ele era legal quando queria. Logo quando Sans chegou na cozinha ele viu uma chamada do celular, que interessante, era da Toriel.

— Gatos Quentes mais quentes que o Dono, no que posso ajudar? — Sans falava calmamente enquanto ouvia a ligação, então ele saiu andando até a porta da casa e ficou parado.

— Ela sumiu…?

— Sim, pelo que ouço dela ela sempre tenta fugir de noite e vai parar em Snowdin, pode dar uma olhada na rua?

— Claro. — Sans então abriu a porta e viu a Frisk sentada na porta soprando as mãos por conta do frio do local, ela estava com o mesmo moletom de outro dia e os cabelos estavam soltos. Ouvindo o barulho da porta Frisk se virou vendo Sans e ela sorriu.

— Eu vim buscar meu gato quente.

— ...Entra ai Kiddo, se não o gato vai esfriar. — Sans viu ela entrar e então ele fechou a porta, pensou em ligar para a Toriel para avisar mas poderia fazer isso depois. Ficou vendo a menina ficar olhando para a sala de estar recebendo logo um “Olá” do Papyrus que andou até ela.

— Eu sou o Grande e incrível Papyrus, você deve estar se perguntando se me chama para sair imediatamente afinal você deve ter ficado encantada pela minha inabalável beleza e ainda percebeu que eu sou um ótimo chefe culinário e por isso farei uma janta e…

— Acalma essa xana Bro, a Kiddo veio comer um Gato Quente, e como ela é a minha primeira cliente vai sair de graça. Quer também?

— Um cachorro quente? Aceito!

— Já falei para você que não temos mais cachorros Paps, mas como sou bacana eu faço um gato quente pra você. — Sans falava andando em direção a cozinha e Frisk seguiu ele, sentou na bancada da cozinha e ficou vendo Sans colocar um avental branco com babados rosa e ele se virou para a Frisk se exibindo.

— To bonita?

— É uma beleza digna, não há como negar. — Sans riu e logo ele começou a andar pela cozinha pegando os utensilios necessários, Frisk observava como ele conseguia ser meio desastrado derramando líquido na cozinha ou alguma salsicha, foi então que ela resolveu dar ajuda a ele.

— Se sinta agraciado por receber a ajuda da filha da mestra das tortas de Caramelo.

— Sim Princesa Caramelo, ajude-me a fazer esses deliciosos gatos quentes.

Aquele momento os dois pareciam estar dançando, mas era uma dança tecnica em que eles cortavam a salsicha, cortavam os tomates e colocavam no liquidificador, uma hora ou outra eles esbarravam ou faziam uma besteira mas o cheiro estava ficando ótimo. Com as salsichas prontas, faltava apenas a montagem do Gato Quente.

— Sans… Que molho nós devemos usar no Gato Quente? — Frisk perguntava sorrindo satisfeita pelo trabalho, até que ela viu Sans com a boca suja de katchup e colocando no pão que estava nas mãos da garota.

— Devemos usar um CATchup, que afinal… está delicioso acabei de provar. — Sans falava sorrindo mas ele se surpreendeu quando viu Frisk passar o dedão pelo canto dos lábios de Sans e tirando o restinho de CATchup que tinha nele. Lambei os dedos provando e ela sorriu.

— Está gostoso mesmo. — Sans se desesperou nessa hora. Não era por ele estar já sentindo uma atração corporal pela sua paciente, mas por ele ter ficado… ativado? Sans não ficava daquele modo a muito tempo, nunca sentia isso mas aquela garota tinha a capacidade de fazer isso com ele.

— Sans… já imaginou como seria lindo se todo dia fizessemos isso? Seriam dias perfeitos não acha? — Frisk falou terminando de colocar o CATchup e colocando batata palha por cima e então ela pegou a bandeja e foi andando até a sala.

— Estamos te esperando.

— Dias perfeitos não existem Kiddo. — Sans pensava ainda corado por estar duro e por sentir o coração acelerar, para ele aquilo não era nada perfeito.

Havia se desacostumado de cuidar de pacientes adolescentes?

Notas finais
Então chegaram até aqui né?! hehehe... pois é, esse capitulo ficou pesado por causa de novos personagens que coloquei e suas relações, Ninguém diria que Mettaton ficou desse jeito e quem está ao lado dele é Papyrus. O novo ship da fanfic kkk ♥ Então, vocês conseguiram o desafio? Espero que sim! E se gostarem do esquema que eu fiz desse jeito, coloquem nos comentários que eu faço mais disso! Tipo, para o proximo eu já ia colocar a musica dos Kindred para uma cena. (SE VOCÊ JÁ OUVIU A MUSICA, SABE QUE VAI TER TRETA.) Beijocas para todas vocês ~