Get Away With Murder

19 Azul, a cor mais quente.


Notas iniciais
*aparece das profundezas do Underground* Oi, alguém vivo ainda? -q FALA PESSOAL AQUI QUEM FALA É A TIACHERRY E CHEGUEI COM O CAPÍTULO! o/ Bom, aconteceram bastante coisas com esse capítulo e eu refiz ele milhares e milhares e milhares de vezes até que chegou ao que me agradou! E bem, o capítulo ficou assim porque ganhei bastante presentes essa semana: 2 recomendações vindas da FiregirlXD e UndeadGhoulBR, serio muito obrigada gente. vocês não sabem como fiquei, tava na escola quando recebi ambos e sai gritando na escola e dando pulinhos e minha amiga ficou: "O que foi?" e eu falei: "Recebi recomendação!" e fiquei baddass -qq E o outro presente foi da leitora Reinette não somente para mim, mas para todos nós de uma imagem que ela fez em homenagem a fanfic, muito obrigada novamente pela imagem e ela estará também fazendo a imagem do ultimo capítulo da fanfic *chola* Link da imagem: https://66.media.tumblr.com/e43aaf73e994236e8daf6abf25bd0ead/tumblr_odd4xsf4Xm1sdfedco1_540.jpg Enfim, agradecendo também aos comentários: — Feh (Leitora nova! e amiguinha de outra fanfic ♥ Ela está escrevendo uma fanfic fofinha de vida escolar de undertale e eu recomendo a leitura! o/ sério não deixem de acessar lá: "Secret Garden"); — Reinette; — Luny; — UndeadGhoulBr; — Mayu; — Solace; — firegirlXD; — HarukaKnightwalker; — Lady Dreemurr; — Rebi; (LEITORA NOVAAAAA! Seja bem vinda darling ~ ♥ Adorei seu comentário, eu tava triste nesse dia e seu comentário super me deixou animada. Muito obrigada mesmo pela analise ♥) — LoliSweetieKitty; P.S.: EU SEI QUE EU TENHO LEITORES MENORES DE 18 ANOS (TO FALANDO CONTIGO SAFSAFSUF), E ESSE CAPÍTULO É PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS. Vocês saberão porque u.u mas se quiserem desrespeitar a lei, o problema não é meu u.u

— Você parece cansado. Não quer descansar? — Frisk perguntou vendo que Sans não parava de dirigir na estrada. A garota percebia que Sans parecia estar a ignorando, pois ele ficava respondendo apenas: “Sim” ou “Não” o que dava a impressão de que ele queria evitar conversa.

Apesar de sempre ouvir que motoristas não gostavam de conversar, nem quando o transito parava um pouco ele conversava. Aquilo já estava estranho.

— Sans…? — chamou novamente.

— O que foi Frisk? — Sans perguntou vendo a garota bufando chateada, ele se surpreendeu quando a sentiu segurar em seu braço. O homem não queria assumir que um nervosismo e uma excitação subiam a sua mente por conta do sonho que teve a respeito da garota. Toda vez que espiava Frisk reparava em detalhes dela que o faziam ter fantasias estranhas. Ou a curva dos seios que aparecia por conta da blusa de regata grande, ou as mãos pequenas que tocavam em seu corpo sentindo o calor dela, ou ainda os lábios que mordia distraída. Não queria ter que ir ao banheiro resolver problemas com Sans Jr.

— … Nada. — Frisk falou soltando Sans e se ajeitando na cadeira dela, vendo que a garota estava chateada Sans estacionou em um Hotel qualquer que havia na estrada.

— Vamos descansar um pouco. Já estamos no inicio de Snowdin, mas ainda tem estrada a frente. — Frisk concordou e saiu andando para fora do carro, abrindo a porta do carro Sans percebeu que ela ficou olhando a neve curiosa, o céu estava escuro e mesmo assim a neve persistia em cair. Ela abriu a boca pra ver se conseguia engolir botando a língua pra fora.

E nessa hora o Sans se lembrou do sonho. Parou de olhar Frisk e foi andando na frente acionando o alarme do carro. A garota o vendo sair apressado na frente correu até ele. Os dois entraram no hotel e viram uma mulher de cabelos loiros com os braços cruzados. Ela cochilava encostada na bancada e quando ouviu o barulho da porta acordou surpresa junto com a criança que dormia no sofá.

— Ah! Clientes! Boa Noite! — A mulher falou animada vendo a criança ficar sentada no sofá e bocejar, Frisk ficou olhando o local junto com Sans.

— Boa noite! — A criança falou ainda com sono e Frisk riu olhando a mulher.

— Vocês tem quartos disponíveis?

— Temos sim. — A mulher falou sorridente e Frisk sorriu.

— Bem então um quarto…

— As camas são separadas certo? — Sans foi perguntando aparentando o nervosismo e a mulher então olhou assustada.

— Ah vocês não são um casal? Sinto muito já ia dar a chave do quarto com cama de casal.

— Tudo bem. Sans? — Frisk perguntou olhando Sans e o mesmo concordou pegando então a chave e dando a quantia de dinheiro. Quando os dois entraram no quarto e Sans trancou a porta ele viu que a cama era de casal.

— Espera… Isso não é duas camas separadas.

— É mesmo… — Frisk falou abrindo a porta do banheiro e vasculhando o quarto.

— Eu não me importo de dormir na mesma cama que você. — Frisk falou doce e se sentando na cama, já Sans não parecia concordar muito já pela expressão que estava no rosto o que fez Frisk suspirar e fazer uma expressão irritada.

— Kiddo não gosto dessa cara.

— Nem eu gosto quando você me esconde as coisas.

— Eu não estou escondendo nada e… — Sans se assustou quando sentiu a garota o pressionar contra a porta, tocando dentro da blusa branca passando as mãos pelas costas. Ele ficou olhando corado e não sabendo como reagir aos toques dela.

— Sabia… Você fica nervoso quando te toco?

— C-Claro que não K-Kiddo eu só…

— Eu tenho experiência dos homens me tocando só pra tirar a minha roupa, mas nunca tive a experiência de tocar um. Então aqui fica a coluna… Da para sentir a curvatura. — Frisk falou passando delicadamente os dedos finos pela curvatura da coluna de Sans, o que fez ele se arrepiar.

— F-Frisk para... — E quando Sans sentiu a mão dela circulando pela cintura próximo do Sans Jr. ele acabou soltando um suspiro que fez ele ficar com uma expressão estranha. A garota se afastou imediatamente corada e Sans ficou corado percebendo o que tinha feito.

— Eu gravei!

— O que? — Sans perguntou abaixando a camisa e olhando a garota envergonhado.

— Esse som, gravei bem no fundo do meu coração.

— Não faça isso Kiddo.

— Não dá, já fiz. — Frisk falou rindo, mas ela voltou a olhar corada Sans, o rapaz sorrindo de leve suspirou e se encostou mais na porta.

— Eu… Vou ver sobre o quarto com duas camas e… — Sans foi falando já sabendo o rumo que aquilo tomaria. O melhor seria fugir antes que algo acontecesse de verdade. Entretanto, tocando na maçaneta e preparando para abri-la sentiu o toque de Frisk, o corpo dela se encostar ao seu e o pressionar dos lábios contra os seus. Sem ter para onde fugir, Sans se desesperou vendo que aquilo ia tomar um caminho que não deveria tomar, todavia vendo todo o charme que a garota estava usando, todo o amor que ela estava colocando naquele beijo Sans não teve como rejeitar. Foi soltando a maçaneta aos poucos e com a mão vazia segurou na cintura dela retribuindo o beijo e então soltando da maçaneta.

Sans acordou como se tivesse hibernado, fazia realmente bastante tempo que ele não dormia tão relaxadamente, ainda mais que ele estava sentindo um alivio com frescor e um ursinho embaixo dele.

Quando foi ver não era um ursinho, e sim Frisk que dormia profundamente com a cabeça encostada no travesseiro e ele estava com o rosto encostado próximo ao peitoral desnudo dela com ambos cobertos pelo lençol.

Dormia como um anjinho, não parecia ser a diabinha na cama de ontem que fazia Sans ficar louco.

“Sans se deixando levar pela sedução da jovem garota começou a trancar a porta e jogou a chave no chão de qualquer jeito, ouviu o susto de Frisk quando ele a ergueu segurando na bunda da garota e aumentou a intensidade do beijo.

— Está assustada? — Sans perguntou se afastando dos lábios da garota, ela estava corada perdida no olhar. Teve os lábios novamente invadidos por Sans enquanto ela o abraçava e passava a mão pela blusa dele levantando.

— Acho que isso é um não né? — Sans perguntou rindo e arrancando a própria blusa, Frisk ficou admirando o corpo de Sans com uma expressão confusa.

— O que foi?

— Nada, é só que eu nunca imaginei que faria isso de novo. Nunca pensei que… sentiria essa sensação como algo positivo e excitante, Você me curou mesmo.

— Heh, assim você me deixa envergonhado Frisk. — Sans falou vendo Frisk rir e então os dois voltaram a se beijar, Sans percebia como a garota tocava em seu peitoral e parava o beijo para ir em direção ao pescoço dele percorrendo um caminho de beijos e chupões pelo corpo dele. Não havia como negar que aquela atenção especial que a garota estava dando era ótima, tanto que ela também se agradava ouvindo Sans soltar leves e baixos gemidos sensuais.

— Frisk… — Sans gemia sentindo os toques da garota por seu corpo e sentindo ela passando levemente os dedos por seu membro, era como se ela estivesse fazendo aquilo para deixa-lo louco, entretanto estava se sentindo incomodado com ela a tanto tempo no controle da situação e não conseguir ouvi-la, o que afinal era uma das coisas que mais queria. E quando ele viu que ela ia desabotoar as calças dele Sans segurou a mão dela a impedindo.

— Eu quero te ouvir me chamando… Não é justo só você fazendo isso.

— Eu… — Frisk não terminando de falar olhou curiosa Sans, mas em seguida sorriu com um olhar de segundas intenções, tirando a mão de Sans de seu corpo segurou em sua mão e começou a puxa-lo em direção a cama e o empurrou devagar o deixando sentado.

— Eu quero que hoje a atenção seja para você. — Frisk falou tirando o casaco que estava usando de Sans e deixando na cadeira. O grisalho apenas via a garota dançando uma música imaginária e sensual para ele enquanto passava a mão pelo próprio corpo, tudo bem devagar para Sans ficar ansioso.

Sans nunca tinha ficado tão ansioso, centrado e excitado ao mesmo tempo. Ver Frisk tirando as roupas e se movendo sensualmente só o fazia se excitar mais, a respiração desregulada atento aonde a garota se tocava, a calça ficando apertada e o desejo nos olhos azuis eram sinais de que aquilo estava funcionando perfeitamente. Os seios pequenos enriçados indo em direção a própria região sexual eram os pontos ao qual Frisk observava Sans mais reagir, Ficava cada vez mais empolgada vendo as reações de Sans.

— Frisk… — Sans chamou vendo a garota tirar a blusa de regata branca e exibir os seios pequenos para Sans, parecendo intocáveis e como se fossem de uma virgem. Viu ela começar a desabotoar o botão maior do short e abrir o zíper, tirou do bolso então um pequeno pacote e colocou nos lábios o mordendo levemente. Nessa hora Sans riu e se relaxou mais na cama.

— De onde raios você tirou a camisinha?

— Boboneco me deu, ele me falou que para o seu tem que ser tamanho extra.

— Aquele palhaço…

— Ele ainda me falou que você sonhou comigo… Tanto que me chamou durante a noite. — Frisk falou rindo e se movendo lentamente fazendo o short cair e exibir para Sans uma Frisk só com a calcinha azul claro fino decorado com um lacinho dando para ver que estava meio molhado no fundo.

— E me disse que nem com Toriel você agia assim. Saber disso… Me deixou excitada e mais apaixonada por você Sans. — Frisk falou jogando a camisinha para Sans e ele deixou na cabeceira próxima da cama, voltou então a olhar atentamente os movimentos lentos de Frisk. Dessa vez ela estava vindo em sua direção e ela tocou em seu ombro o deitando na cama ficando por cima dele.

— Você me faz agir como um adolescente com os hormônios a flor da pele Kiddo, fazia tempo que não sentia essas coisas… Ainda mais quando você usa azul. Uma cor tão quente. — Sans falou passando a mão pela borda da calcinha de Frisk e a virando na cama ficando por cima dela.

— Que tal agora um bed time pra você Frisk? — Sans perguntou com o sorriso cafajeste e Frisk viu ele se aproximar dos lábios dela e beija-la lambendo os lábios antes e então invadindo os lábios dela com a língua.”

Frisk acordou sentindo a falta de uma presença, se surpreendeu quando viu que Sans não estava mais na cama e muito menos no quarto. Olhou ao redor procurando ele, mas não adiantou de muito. Tudo o que viu foi que na cadeira tinha suas roupas e uma cartinha do Sans. Frisk andou até as roupas com o lençol no corpo e pegou a carta.

“Rosas são vermelhas, Violetas são azuis, dormir com você foi como um sonho, não rima mas eu te amo.

Ah, e eu fui dar uma passada no mercado, imagina que ele saiu voando? Acho que ele é um Super Mercado!

Assinado, Sans.”

Frisk acabou rindo da carta deixando ela na cabeceira e ficou com vontade de voltar para a cama. Mesmo que estivesse morrendo de fome o que ela queria mesmo era ficar deitada ali sentindo o cheiro do Sans nos lençóis.

Começou a se lembrar da noite, se lembrara que mesmo tendo perdido já sua virgindade a bastante tempo sentiu que aquela noite era como uma primeira vez de uma princesa. Suspirou apaixonada e caiu deitada na cama novamente.

“- Ah… — Frisk suspirava sentindo a mão de Sans passando pelo seu corpo, pousando nos seios da garota ele aproximou o rosto e depositou beijos doces. A garota sentiu um de seus seios ser mordido e rapidamente voltou seu olhar a Sans fazendo aquelas coisas com os seios dela, com um dos seios ele não parava de mexer e com o outro mordiscava, beijava e chupava. Não tinha como evitar de gemer, toda aquela excitação estava indo para suas mãos que se seguravam nas costas de Sans o arranhando.

— Sans… Eu… — A garota o viu afastar o rosto dos seios mostrando a língua e olhando Frisk. Trilhou o caminho lambendo a barriga dela e indo em direção a virilha, onde tirou devagar a calcinha e jogou em algum lugar do quarto, e o que incentivava Sans a fazer aquilo mais? A musica de fundo que eram os gemidos da garota o chamando ou tentando falar algo e o ranger da cama que provavelmente estava incomodando a outros clientes, todavia Sans estava se fodendo para os vizinhos.

Levantou uma das pernas da garota depositando beijos na coxa e lambendo enquanto abaixava e ia em direção a virilha dela. Tudo que Frisk pode sentir naquele momento foi perder a sanidade, alguma coisa estava dentro dela e não era o membro do Sans.

Era a língua? Ela não conseguia pensar a não ser abrir um pouco mais das pernas para sentir mais daquela sensação, puxava o lençol e sentia o calor aumentar com aqueles toques íntimos de Sans na sua região, ainda mais onde ela sentia mais prazer.”

Sans estava andando pelo super mercado cantarolando, resolvera fazer uma pequena surpresa para Frisk antes de voltarem ao carro e ter de encarar a todos os problemas, todavia talvez os problemas não se resolvessem tão facilmente o quanto pensava. Primeiro, teria que dar um jeito de saber sobre Papyrus e depois pensaria em sua inocência. Usando o telefone do local, Sans ligava para a casa com expectativas ainda de que ele estaria são e salvo dentro da sua casa, todavia isso não aconteceu. Tudo que Sans conseguia ouvir era “tu… tu… tu…”

— Papyrus. — Sans desligou e tentou ligar novamente, com um desespero estampado em seu olhar o rapaz ligou uma, duas, três vezes para o mesmo número, mas ninguém atendeu. Até que quando ele ligou pela quarta vez alguém atendeu.

— Alô? — Uma voz feminina falava docemente, e Sans reconheceu logo de cara de quem era a voz.

— … Chara.

— Acertou! — Sans ouviu a risadinha da garota enquanto ela parecia estar comendo alguma coisa junto, bufou irritado.

— O que foi? Está chateado de me ouvir? Queria ouvir o seu irmãozinho?

— O que você sabe do meu irmão Chara? — Sans perguntou apertando o telefone, não queria demonstrar nervosismo na voz ainda mais para Chara, pensava as vezes que até ela era a culpada por tudo que está acontecendo em sua vida.

— Eu posso te falar sabe, mas não estou afim. Por que não ouve logo do fofoqueiro do Asriel?

— Asriel? O que tem Asriel?

— Não finja que não sabe, aproveita e me diz onde está Frisk que eu te conto do seu irmão. — Chara falou com a voz irritada e mordendo em seguida um pedaço de sua barra de chocolate. Sans estranhou dela perguntar diretamente de Frisk. Pelo que percebeu durante esse tempo parecia que Chara dava mínima para a irmã.

Se estava perguntando provavelmente era alguma coisa que ela queria fazer a Frisk. Mas ele não deixaria barato, talvez devesse apenas entrar no jogo dela.

— Está morta. — Sans falou sorrindo e ouvindo a surpresa de Chara.

— MENTIRA!

— Está morta. Você mandou um monte de policiais em busca de nós dois, e Gaster Sans a matou.

— MENTIRA! Me diz onde está Frisk agora!

— Eu posso te mandar o endereço do cemitério se você disser onde está meu irmão. — Sans ouviu apenas o silêncio da garota e continuou.

— Só acho que crianças como você deviam queimar logo no inferno.

— E eu vou te arrastar junto para lá. — Chara falou jogando o telefone da casa do Sans para longe, com a casa toda revirada e cheio de bombas espalhadas por todos os lugares a garota se levantou devagar saindo andando para fora da casa dos Skeletons. Saiu e olhou mais uma vez para o céu azul vendo a neve caindo.

— Eu vou destruir todos. Destruir logo tudo e vamos ser só eu, seu pai e você filho. Ele vai me amar quando eu ser a Frisk inclusive o Sans! Caramba, não posso acabar como a louca da Mamãe Toriel… Bem, como conheço Flowey ele deve ter dito onde Sans deve procurar provas. Vamos lá ~

Sans abriu a porta do quarto vendo Frisk usando as roupas e sentada na cama, ela estava lendo uma carta e a sua frente estava um rapaz de cabelos grisalhos com os olhos verdes e ao lado dele um homem com roupa de delegado.

— Hey Hey, que invasão de propriedade é essa?

— Sans! — O rapaz chamou mostrando o rosto, era Asriel Dreemurr e ao lado dele um homem com os olhos castanhos e também os cabelos grisalhos. Sans estranhou quando viu que Frisk estava chorando enquanto lia a carta e apertava o papel na sua mão. Deixou a sacola no chão e saiu andando apressado até eles.

— O que está acontecendo nesse quarto?

— Sans, nós viemos te ajudar… A culpa é toda minha de você estar nessa situação. — O homem com roupa de delegado e continuou.

— Asgore Dreemurr foi o verdadeiro assassino do caso de Toriel Dreemurr. Não você.

— E ele está mantendo o seu irmão e todos no cativeiro. É na capital.

— Eles não estão em Snowdin?

— Sans… lê. — Frisk falava limpando as lágrimas do rosto e entregando a carta para o Sans ler, o mesmo confuso olhou para o papel e começou a ler.

Asriel, há muitas coisas que devo te contar, mas não tenho tempo. Então vou dizer tudo em tópicos:

Asgore está louco, sedou todo mundo e está mantendo todo mundo em um cativeiro preso na casa dele nas catacumbas. (proximo de Snowdin)

Chara não concordou de também ser mantida em cativeiro e lutou contra Asgore, no fim ela acabou fugindo com você para não sei onde.

Eu paguei para o delegado “Christopher Dogg” para ele manter todas as provas contra Asgore da morte da Toriel, e também foi detectado que ela tomou um chá de flores amarelas antes de morrer e Chara depôs que ela tinha tomado chá de hortelã. Procura ele.

Procura Sans, ele com certeza está a caminho de Snowdin e planeja ir ao sanatório. Lá também tem provas dele não ter estuprado Chara. Mas…

Sans olhou em direção a Asriel e ele suspirou.

— Eu vou assumir a culpa. O meu lugar é na cadeia mesmo. Só precisamos da gravação que eu… bem, eu estuprei a Chara.

— Você… — Frisk olhou com raiva para Asriel e foi para cima dele batendo no peitoral dele, o delegado a impediu segurando no pulso dela.

— Não adianta brigarmos agora, todos temos que cooperar para resolvermos isso. Primeiro vamos passar no sanatório em Snowdin pegar essa prova do estupro, e as provas contra Asgore estão comigo. Assim inocentamos completamente Sans e prendemos Asgore Dreemurr e Asriel Dreemurr. Espero vocês no carro. — O delegado falou cabisbaixo saindo andando.

— Vamos logo, quanto mais rápido resolvermos isso. Mais rápido seu irmão vai ser livre Sans.

— Sim… — Sans respondeu a Frisk segurando em sua mão e andando com ela para fora do quarto, mas antes Asriel segurou no braço de Frisk e Sans olhou curioso.

— Podemos… conversar? — Asriel perguntou e Frisk ia ignorar quando Sans a empurrou.

— Fala com ele.

— Sans eu…

— Fala Kiddo, para de ser ignorante que isso não é de seu feitio. — Sans falou saindo andando para fora do quarto e deixando Asriel e Frisk sozinhos, a garota suspirou e olhou para Asriel que estava cabisbaixo. Ela então se surpreendeu quando viu que ele estava chorando.

— Hey… Está chorando?

— NÃO!

— Mas você está...

— cala a boca! – Asriel pediu com a voz chorosa e a garota não soube muito o que fazer ficando paralisada, mas então ouviu ele.

— Eu sou um monstro não sou? — Asriel perguntou e Frisk olhou surpresa.

— Não você…

— Eu sou um monstro. — Asriel falou olhando as próprias mãos e Frisk então segurou nelas, o rapaz se surpreendeu quando viu o rosto da garota próximo. Parecia a expressão que Chara fazia com ele quando ele se sentia mal por ter desrespeitado os pais, ou cometia um erro grave.

— Não posso negar que o que você fez foi errado Asriel Dreemurr. Se quiser pode se chamar de monstro, mas até os monstros sentem piedade, compaixão, arrependimento, depressão e amor. Todos cometemos erros e eu não sou a pessoa certa a julga-lo, entretanto eu posso ser a pessoa certa a perdoa-lo assim como Chara o perdoou não? — Frisk falou com um sorriso leve nos lábios, a garota então cercou seus braços em volta do corpo de Asriel o abraçando. Ele olhou surpreso de primeira e chorou mais ainda retribuindo o abraço e escondendo o rosto no ombro de Frisk e ela deu leves batidinhas na costa dele, tudo que ela sentiu no momento foi seu coração mais leve.

Sua irmã sempre esteve em boas mãos, as mãos de Asriel Dreemurr. Sans estava da porta escutando tudo e sorriu aliviado, ele tinha a mesma personalidade de Toriel. Frisk passou pela porta ao lado de Asriel e sorriu ao ver Sans.

— Estava nos espiando?

— Yep, agora sou 007.

— Um péssimo 007 eu diria. — Frisk falou segurando a mão de Sans e sorrindo.

— Eu… vou na frente. — Asriel falou saindo apressado dali, ele que não seguraria vela. Sans aproximou a mão de Frisk de seus lábios e deu um leve selinho nele.

— Aquele moço, o delegado… Ele falou comigo que Flowey ofereceu dinheiro para ele, e quando a esposa descobriu que ele desonrou a ética do trabalho ela foi embora com a filha e a esposa. E… elas sofreram um acidente, a filha morreu e a esposa está de coma.

— Nossa… Bem, eu acho que aprendi muitas coisas nessa jornada tão longa que estou passando, e acho que a maioria foi com você. Aprendi a ter determinação mesmo que todas as esperanças acabe e especialmente a amar de novo e… — Sans se surpreendeu falando aquilo e Frisk começou a rir de leve vendo ele corando e ficando sem graça.

— E-Eu quis dizer que aprendi também um pouco mais de libras e aprendi a apanhar também! Apanhar um bocado até os ossos eu diria. Mas… — Sans mudou o olhar se aproximando do ouvido de Frisk.

— Eu aprendi tudinho sobre você. — E falando essas palavras Sans saiu andando dali com as mãos no bolso e assoviando um som qualquer, Frisk ficou corada se lembrando novamente da noite passada.

“ — Está pronta. Frisk eu… eu preciso agora. — Sans falou afastando o rosto da vagina de Frisk, se ajeitando e tirando a calça com a ajuda de Frisk, A garota pareceu se surpreender ao ver como o boxer do Sans estava apertado, todavia ficou mais surpresa ainda ao ver o tamanho do Sans Jr. quando Sans tirou a boxer e começou a colocar a camisinha.

— Eu acho que isso não tem nada de Junior Sans.

— É impressão sua, ele é Junior mas tem força de SANSão.

— … Okay vou fingir que não ouvi isso.

— Não vai se esquecer nunca dele isso sim. — Sans falou vendo que Frisk ia se virar de costas mas ele a pegou pelo braço e a derrubou na cama a deixando de lado e ela pareceu assustada.

— Sans eu nunca fiz assim… — Frisk falava e sentiu Sans segurar na coxa dela a levantando para encostar em seu ombro e ficar apoiado, a garota sentiu mais vergonha ainda quando Sans ficou admirando a visão.

— E é vergonhoso! Deixa eu mudar de posição e… — Frisk viu Sans negar com a cabeça e sorriu para ela, mas novamente era aquele sorriso cafajeste.

— Eu quero ver você me chamar, pedir por mais… Não vai ter graça se você estiver de costas para mim. — Sans falou vendo que ela ia falar algo, contudo ela gemeu só de sentir ele proximo da entrada e realmente ela mudou de expressão ao sentir Sans invadindo ela. Primeiro uma expressão assustada, depois corando mais ainda e fechando os olhos enquanto o chamava e seu corpo reagia apertando os lençois. Se aquilo deixou Sans feliz? Deixou ele empolgado. Queria vê-la de todos os modos.

E foi assim durante a relação, Sans a estocando devagar no inicio para ela se acostumar, mas quando a garota começou a se mexer o homem não se segurou, começou a ir mais profundo tentando procurar também onde deveria ser o ponto ideal. E rapidamente encontrou quando a garota literalmente gritou por Sans, todavia Sans via a necessidade dela de querer toca-lo, afinal aquela posição não dava para ela tocar nele.

— Sans... — Frisk pediu tocando no peitoral de Sans, o mesmo se deitou na cama vendo Frisk subir nele e ela se encaixar a ele suspirando enquanto mordia os lábios, Sans segurava na cintura dela e tinha uma visão erótica da garota cavalgando em cima de Sans.

Minutos se passaram com os dois fazendo aquelas coisas, e quando Frisk estava por baixo e Sans acelerava o movimento com ambos gemendo juntos Sans chegou ao ápice da relação dando uma estocada profunda e demorada, e imediatamente ele caiu deitado encostando a cabeça no ombro de Frisk o que fez a garota tomar um susto.

— SANS?! SANS VOCÊ ESTÁ BEM? — Frisk falou assustada ficando sentada e vendo o corpo de Sans escorregando com ele encostando a cabeça no peitoral dela, via que ele estava dormindo profundamente e ela se aliviou rapidamente.

— Não me assusta desse jeito cabeça de ossos. — Falou por fim abraçando Sans e se ajeitando para dormir, estava fatigada depois de tanta ação. Ela então ficou olhando mais uma vez para o quarto enquanto segurava Sans. Frisk então apenas fechou os olhos e esperou o sono chegar, e quando chegou sonhou com nada.”

Notas finais
O que tenho a dizer desse capítulo? Resposta: ( ͡° ͜ʖ ͡° ) ENTÃO GENTE EU ME ESFORCEI, JURO QUE ESFORCEI... mas fazer o que né eu sou virgem -q, eu escrevo o que eu adquiri de informação vendo "Azul é a cor mais quente", "50 tons de Cinza", "Magic Mike" (Juro que um dia vou escrever um cross-over de Magic Mike com Undertale kkk) e "American Pie" -qqqqq Brinks, também vi hentai e entrei no XVideos -q (Não entrei no Xvideos não ta? O.o) Enfim, no fundo no fundo eu não me agradei porque pelas minhas contas o próximo capítulo já é o ultimo. (JÁ VAI ACABAR TIA CHERRY?! SIM!) Estamos chegando na rota final. O que será que acontecerá com todos? como será o final dessa rota? Tudo acabará bem? Não percam o proximo e "ultimo" capítulo de Get Away With Murder! Beijos da TiaCherry ~