GersonBallZ

1 The Final Battle


Notas iniciais
Essa história retrata sobre a minha vida em ''off'' e de uns amigos/inimigos meus. Um amigo quis adaptar ela em forma de zoação ou um Universo Alternativo para rirmos dos nossos problemas em off/on e eu resolvi pôr aqui e eu vou aderir à isso, eu gostei.

''Dia um eu tô ai e nós vamos acabar com isso.''

Essas eram as palavras ditas por Robert Dave que ecoavam na mente de Gerson Cabral, todos os dias tal frase o cercava e fazia o mesmo mergulhar num mar de pensamentos. Pensando se isso podia ser uma hipótese real.

No dia primeiro de maio de 2016, a manhã havia acabado de começar, uma manhã ensolarada e diferente das outras no Rio de Janeiro. Gran havia se encontrado com Gerson fazia dois meses, onde Gran era o tutor de Gerson em todo esse tempo e guiava o adolescente para o caminho vitorioso. João Victor havia acordado antes de todos, partindo para um lugar desconhecido. Já Robert se arrumava e entrava numa van, que tinha a direção do Aeroporto de São Paulo, onde o adolescente gordo chegava em questão de instantes.

— Obrigado por me trazer aqui. — disse Robert, entregando uma certa quantia de dinheiro na mão do homem que dirigia a van.

Rapidamente o gordo saia da van e ia até ao aeroporto, correndo em busca de seu voo, após passar por alguns procedimentos, entrou em um avião, partindo para o Rio de Janeiro.

— Vai ter que me bater mais forte caso queira me machucar, Gerson. — provocou Gran enquanto treinava com o adolescente.

— É mesmo? Então pega essa! — disse Gerson, carregando uma super energia em sua mão, desferindo um soco poderoso no queixo de Gran, fazendo o mesmo cair no chão.

— Ugh! — Gran dava um pequeno grito de dor, colocando a mão no queixo quando caia no chão, logo se levantando.

— Uma pergunta. Onde caralhos está o João? — questionou Gerson.

— Eu lá vou saber. — respondeu Gran, fitando Gerson.

João estava no Aeroporto do Rio De Janeiro, com óculos escuros altamente tecnológico, capaz de detectar voos no céu. Haviam se passado horas e finalmente o avião de Robert se preparava para aterrissar, quando João, atento, detectou Robert dentro do avião e pressionou um botão de seus óculos que dava a ele a visão de calor. Com isso, fez um pequeno buraco no avião, forçando Robert a cair do mesmo até o chão, longe de João.

— Te peguei, baleia de merda. — comentou João, correndo em uma velocidade impressionante até Robert, com cerca de 3 segundos chegou até o mesmo que havia caído e formado uma cratera no chão.

— Cof cof... cof... — tossia Robert, se levantando daquela cratera e ajeitando suas roupas sujas.

João com sua velocidade impressionante, passava por cima de Robert, o derrubando e voltando para pisotear o mesmo. Até que parava e puxava o gordo pela perna direita, girando o mesmo em suas mãos, lançando contra um avião, causando um grande impacto e explodindo o mesmo. Robert permanecia vivo devido a sua resistência alta, mas dessa vez ele caiu rolando no chão, com um pouco de sangue na boca. Ele procurava João que corria na sua frente. Com uma energia esquisita, o gordo foi capaz de deixar João lento, quase que em slow motion.

— Robert! Deixa de ser covarde e lute como um homem! — gritou João, não conseguindo nem andar direito.

O gordo apenas com a mão direita, subiu João bem para o alto utilizando a força da mente. Como o garoto estava praticamente em slow motion, até mesmo a sua queda era muito lenta. João não podia nem mover o seu corpo pra baixo.

— Tchau pra você, nerd desgraçado! — gritou Robert, acenando para o céu. Logo detectava as energias de Gran e Gerson, levantando voo e voando até o local.

— Sinto uma energia muito esquisita e não está longe daqui. Melhor a gente se preparar. — falou Gerson.

— Más notícias, tem uma outra energia abaixando constantemente perto daqui, pelos meus instintos, parece que está desmaiando. Será que é o João? — respondeu Gran que logo lançava uma pergunta.

— Eu não sei, alguém precisa checar isso.

Robert invadia a sala onde os dois treinavam com um soco na parede, quebrando tudo com a sua força. Usava a mão para mirar na direção e Gran, o prendendo em um buraco, fazendo o mesmo sumir. O gordo mirava a mão na direção de Gerson também, mas não surtia efeito, nada acontecia com Gerson.

— Vamos acabar com isso logo, Gerson. — pronunciava Robert.

— Seu filho da puta! Vai pagar pelo que fez com o Gran, e essa merda não vai acabar comigo! — gritou Gerson.

— Vamos decidir isso de uma vez, Gerson! — respondeu Robert.

— Demorou, filho da puta. — Gerson falava em um tom raivoso de voz, partindo pra cima de Robert com uma voadora certeira, lançando o mesmo para longe.

O adolescente ainda detectava a energia de Robert, voando até o mesmo em incrível velocidade, erguendo o gordo pelo pescoço. Fitando o mesmo e lançando contra os muros de aço, que se quebravam facilmente. Gerson não parava por aí, em lentos passos se aproximou de Robert e o ergueu novamente, dando um soco tão forte em sua face que o rosto do mesmo virava para o lado, assim sucessivamente. Distribuia socos pelo rosto de Robert, e decidia parar, ainda o segurando.

— Sua baleia traidora, desgraçada. Hoje e aqui você vai morrer. — expressava-se Gerson.


Robert, muito esperto, gerava uma lâmina grande e em chamas na mão direita e enfiava a mesma nas costas de Gerson, perfurando o estômago do adolescente que gritava de dor e largava o gordo no chão.

— Hahahaha. Vejamos. O que temos aqui? Um pedaço de merda que nunca se olhou no espelho e nunca viu o quão semelhante é ao Zeca Urubu.

— Robert... ugh... ughhh... seu... desgraçado.

— E agora, Gerson? Vai implorar para não morrer? O que vai fazer? Você perdeu, eu ganhei de todos vocês. Matei os seus amigos, vou acabar com a Uharo e dominar essa merda de mundo.

— Seu... miserável... covarde... — Gerson agonizava de dor, nada podia fazer pois caiu no chão com aquela lâmina perfurando seu estômago, sangrando muito.

— Opa, eu morri? Acho que não! — João aparecia atrás de Robert, atacando suas costas com uma joelhada forte e certeira, lançando Robert para longe.

— O que aconteceu nessa porra? — questionou Gran, aparecendo perto dos dois amigos, se agachando e retirando aquela lâmina do estômago de Gerson, fechando o buraco que estava aberto em seu estômago, formando uma cicatriz.

— João? Gran? O Robert disse que havia matado vocês.

— Tudo o que o Robert diz é mentira, nada é verídico. — afirmou João e se levantou, detectando Robert com sua visão, que estava realizando um kamehameha bem de longe.

— Puta merda, levanta logo Gerson, nós dois não somos capazes de realizar um kamehameha do mesmo nível. Essa é com você. — disse João, olhando para Gran e se afastando.

Gerson se levantava e tossia, unindo ambas as mãos e abrindo-as na direção de Robert.

— Ka... me... ha... me... — dizia Robert, fazendo a energia azul aparecer entre suas mãos.

— Ka... me... ha... me... HAAA! — Gerson gritava, lançando o kamehameha na direção de Robert que também fazia o mesmo, as duas energias se chocavam.

Uma hora Robert saia em vantagem, empurrando a energia de Gerson para trás, outra hora Gerson conseguia avançar o seu kamehameha, mas ainda assim se sentia um pouco esgotado já que havia tomado um golpe muito forte no estômago e estava se recuperando.

— Se mexe, porra. Ele não tá conseguindo. — gritou Gran, convidando João para atrapalhar Robert.

Ambos lançavam diversas esferas de ki na direção de Robert, mas um escudo invisível cercava o gordo pela frente que repelia qualquer coisa que lançassem contra o mesmo. Isso apenas fortaleceu Robert que jogou seu kamehameha a frente, quase jogando Gerson para trás também.



— Eu... eu não estou conseguindo colocar mais força ao meu kamehameha. — disse Gerson.

— Filho. Consegue me ouvir? — ???

— Que? Pai?!?! — respondeu Gerson.

— Sim, sou eu. Agora me escuta, cara. Primeiro, só tem gay aqui nessa porra e outra, sua avó é uma vaca velha, cara. Mas esquece isso e foca nesse teu kamehameha aí, para de botar na tua cabeça que você não tem força. Você consegue.

— Não consigo pai... eu não estou tão forte.

— Porra, Gerson. Porra, cara! Você consegue sim, caralho, esse cara é do partido comunista! Vai lá, manda ele pra puta que pariu. — disse Luiz.

De repente Maria aparecia bem atrás de Robert, ela estava voando.

— VAI A MERDAAAAAA! — gritou Maria lá de cima, arremessando uma vassoura nas costas de Robert, fazendo o escudo se quebrar todo. O cabo da vassoura batia nas costas de Robert e o desconcentrava, machucando o mesmo.

— Huh? A avó do Gerson? — Robert olhava pra trás, arregalando os olhos.

— É agora Gerson, vambora porra! — gritou Luiz, que abria as mãos, ajudando Gerson num duplo kamehameha.


— HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! — gritou o adolescente, entrando em vantagem no kamehameha, fazendo Robert ser lançado para trás.

Robert arregalava os olhos, olhando para frente onde a grande energia batia no mesmo e fazia ele ser lançado pra fora da Terra, quebrando o próprio corpo no espaço, o transformando em pequenos pedaços.

Pouco tempo depois, Gerson caiu ao chão e seu pai havia sumido ali de trás dele. O adolescente estava cansado. Maria, Gran, João e outros amigos, todos aqueles sorriam pela batalha entre os dois finalmente ter se encerrado ali. Tudo havia terminado, e o grande vencedor daquilo tudo era Gerson Cabral, o mais pica.

Notas finais
Quem achou engraçado, achou, quem achou sem graça, achou também, quem não curtiu ou curtiu, é isso.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!