Geração Pamerval - A história do início ao fim
2 Capítulo 2
Por Pamela:
Depois que retornamos à festa, ficamos o tempo todo separados, eu fiquei ao lado do meu daddy e Jonas conversando com outros empresários, mas sempre que podia, dava uma olhada rápida para mim e um sorriso sugestivo. Como eu sei disso? Ué, eu não parava de olhá-lo também, o que ele falou e aqueles beijos ficaram na minha cabeça por toda a noite. Um evento do qual eu não entendia quase nada, fizera nascer algo grandioso!
Quando eu e meu bom e velho Jack Parker voltamos para casa, eu fiquei acordada por umas boas horas pensando em Jonas... de vez em quando me pegava sorrindo! Se eu estava apaixonada pelo gênio da tecnologia? Não tinha dúvidas! No dia seguinte, recebi uma mensagem dizendo que haveria uma reunião cedo na Parker TV, depois que tive minha filha, o pequeno fruto deixado por Jerome, eu deixei de atuar e passei a ajudar daddy na emissora. Por isso, a qualquer chamado, eu tinha que atender! Apressei-me para ir o mais rápido possível, mas quando cheguei na porta da Parker, adivinhem quem estava me esperando! Sim, Jonas Marra! E com um largo sorriso na cara.
— O que você faz aqui na Parker, Jonas?
— Eu vim te encontrar! Ou você achou que a essa hora da manhã haveria uma reunião de última hora na Parker?
— Of course! Senão, não teria vindo. Mas... Por que quis me encontrar aqui, tão cedo?
— Porque eu precisava te ver de todo jeito, Pamela Parker! Eu não consegui dormir à noite inteira só pensando na tua boca... – Eu o olhava curiosa e com o esboço de um sorriso no canto da boca, afinal, eu também não tinha conseguido dormir direito só pensando nele.
— Oh really?...
— Claro, Pamela! E eu quero te fazer uma proposta. É um pouco louca, mas vai valer a pena...
— Que proposta? – Ele abriu um sorriso e me olhou sem falar nada. – Vamos Jonas! Desengucha logo, estou curiosa!
— Tá... já vou desembuchar!— Corrigiu.
— Deseguchar, desembuchar... whatever! É tudo a mesma coisa! Vamos, fala!
— Antes, deixa eu fazer uma coisa. – Segurou meu rosto com as duas mãos e me depositou um beijo suave nos lábios. Fiquei inerte. – Quer saber? Eu não vou falar, você tem que dizer se aceita passar o dia inteiro comigo, mas onde e como, é surpresa...
— Oh Jonas... eu não sei... se meu daddy precisar de mim...? E minha filha? Ela só tem 3 anos...
— Se ele precisar de você, ele te liga e eu te deixo em casa imediatamente. E eu sei que você tem quem cuide da Megan. E aí, topa ou não topa?
Eu estava super curiosa para saber do que se tratava e acabei aceitando. Ele pôs uma venda nos meus olhos e me colocou delicadamente em seu carro. Quando chegamos ao local, ouvi um barulho de mar, senti aquele cheirinho de praia... nós caminhamos, pelo barulho dos meus sapatos, sobre tábuas, até que ele retirou a venda dos meus olhos. Nós estávamos em frente à uma lancha maravilhosa! Ele disse:
— E aí? Que tal um dia inteiro no mar? – Eu o olhava sorrindo, o sol forte batia em seus olhos os quais ficavam apertados, que tornava Jonas mais bonito do que me parecia.
— I love the ocean... você certamente decidiu de propósito essa surpresa. Sabe que eu jamais negaria passar o dia no mar! – E ele sorriu como quem diz: “Sim, eu sei...”
Entramos na lancha, que apesar de ter uma cabine pequena, tinha uma espécie de cama de lençol branco, do lado de fora, cheia de almofadas azuis, cinzas e marrons, impecável; o que parecia ser um frigobar, além de uma cesta com frutas e outros petiscos numa mini mesa num canto. Fomos mar a dentro. Quando estávamos a uma certa distância da costa, mas não tão longe, o motor da lancha fez um barulho estranho e parou de funcionar. Eu e Jonas nos olhamos e ele correu para ver o que tinha acontecido. Tentou fazer joça funcionar, mas não adiantou.
— Oh my God! O que nós vamos fazer?
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