Geração Potter e o Torneio Dos Cinco

16 (Cap. 16) - A Primeira Tarefa.


Notas iniciais
Hey bruxões!
Perdoem-me pelo atraso, que suponho eu, já era previsto. No Sábado sai pra almoçar com a namorada e de noite fomos ver uma peça de uma amiga. No Domingo teve um evento oficial de Percy Jackson, pela editora Intrínseca que eu não pude perder - fui com meu cosplay de Leo Valdez e ganhei o 3° lugar no concurso (Hazel em 1° e minha namorada de Thalia em 2° - tão igualmente perfeitas que nem lamentei o bronze, ganhei brindes e prêmios do mesmo jeito -q) o evento em si foi simplesmente foda!!
Segunda descobri que minha escola terá um projeto cultural, e como eu sou Sonserino e não me dou o luxo de ser manipulado por terceiros e gente sem criatividade, sou um dos organizadores, o que me dobra a atenção e ocupação (sendo xingado por Gryffos e Puffs em 3... 2... 1...)
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E aqui está a primeira tarefa! Eu escrevi esse livro no começo do ano passado, justo quando eu assisti The Hunger Games, então podem esperar muita referencia dos Jogos aqui. Também me inspirei em Naruto (sim, sou otaku), e ficou um resultado muito legal. E outras coisas como mitologia e claro, os livro de Harry Potter.
Apenas desfrutem, e quero críticas positivas, okok?
Boa leitura e nos vemos nas notas finais!

Albus ainda sentia aquela excelente sensação que apreciara ao beijar Pandora Astaroth. Infelizmente ele teria de se concentrar em outras coisas, dobrar sua atenção e sua perícia. O fim de novembro chegara. O dia da primeira tarefa do Torneio dos Cinco era nesse dia.

As instruções que os residentes e visitantes receberam fora se reunir em uma das orlas da Floresta Proibida. As cinco instituições armaram suas torcidas e vibraram por seus campeões. Os selecionados pelo Cálice estavam aguardando numa barraca não tão longe dali. De formas diferente, cada um demonstrava uma espécie de ânsia, nervosismo e impaciência. Todos estavam vestindo roupas esportivas do mesmo tipo, um conjunto que constituía de uma blusa de mangas compridas, calça e sapatos próprios para longas caminhadas, todos vinham na única cor preta. Além disso, o brasão de sua escola estava estampado no peito, nas costas o número de sua equipe – numerada pela ordem de seleção – e sua casa na escola. Também havia listas duplas nas mangas do braço.

Assim como os outros, Albus estava vestido com as roupas que lhe fora disposto. Por dentro da blusa ele vestia uma camisa regata negra, com o zíper aberto no peitoral. Dispensava qualquer acessório por ser proibido, portanto apenas portava a sua varinha. Scorpius estava da mesma maneira, só com o zíper corrido até em cima, dobrando numa gola bem elegante; os cabelos estavam presos na nuca num laço dourado, presente de sorte dado por seu primo Iapetus Nott. Rose estava como os rapazes, diferenciando apenas os trajes pelo seu ser feminino, mais justo, menor e delineava as curvas; ela puxava as mangas da blusa até o antebraço; os cabelos flamejantes estavam soltos, com as ondas dispostas por cima dos ombros e costas; nos olhos uma sombra bronze-dourado dava cor as suas pálpebras e a máscara realçava seus cílios ruivos, dando destaque aos olhos azul-petróleo. No peito de todos os trios estava o símbolo de sua escola; no time doze o brasão de Hogwarts estava estampado. Nas costas havia um grande 12, em cima seu sobrenome, em baixo dele a palavra “Grifinória” – tudo escrito em vermelho bordado de dourado. As fitas das mangas estavam na mesma cor.

— Bom dia, Campeões! – o Ministro Kingsley surpreendeu alguns com sua entrada súbita. Junto dele veio Harry e Draco, e de um jeito mais clandestino Jade Ocello caminhou nas pontas do salto atrás das três figuras potentes. – e melhor desejando: boa sorte. Iremos dar início à primeira tarefa logo após dar as suas instruções.

“Como puderam reparar, estamos próximo da Floresta Proibida, uma grande reserva natural propriedade de Hogwarts. Ela habita vários tipos de plantas, ervas e fungos mágicos. Bem como a porcentagem de criaturas mágica é admiravelmente elevada” Kingsley caminhava pelo interior da barraca, reparando nos olhares atenciosos e penetrantes em busca de informações “O objetivo central é atravessar a floresta e encontrar no seu fim uma barraca em forma de torre disponibilizada aos Campeões. Alguns de vocês devem estar imaginando que os alunos de Hogwarts terão vantagem nessa prova; errado. Nem mesmo eles são permitidos adentrar nesta mata, e garanto que nunca visitaram este lado dela” essas palavras claramente deixaram os estrangeiros mais aliviados. Os alunos de Hogwarts praguejaram sua limitação “O objetivo dessa tarefa é atravessar a Floresta, mas sua missão é reunir estes dois bottons” Harry passou um saco de tecido escuro ao Ministro e de dentro ele retirou dois tipos de broches.

O primeiro botton era um circulo de metal dourado, dentro dele a figura de um cálice estava estampada como o brasão. O outro botton tinha o mesmo formato e tamanho, não tão grande quanto uma avelã, não tão pequeno quanto uma moeda, só que este era feito de um minério prateado, em seu centro estava o desenho de uma fogueira, ou uma chama. Os broches reluziam nas cores bronze e azulado. Eram realmente lindos.

— Ao todo são doze. Seis de cada tipo. Um para cada trio.

— Mas o senhorr disse que terríamos de levar os does bottons – observou Renné Eiffel, Beauxbatons. Scorpius virou instantaneamente o rosto para ouvir sua voz sair de seus lábios em formato de coração.

— Correto.

— Como faremos isso se é um botton para cada um de nós? – quis saber Caroline Rammos, Forccinari.

— Teremos de pegá-los dos outros Campeões – Thanatos Asmodeus, Durmstrang, desvendou com uma entonação maliciosa. Seus dois amigos grandalhões trocaram olhares da mesma forma.

— Correto – mais uma vez Kingsley Shacklebolt concordou.

Não de proposito, mas isso criou um clima pesado e intenso. Ocello era a única que se divertia com suas anotações.

— Vocês terão o tempo de sessenta minutos – Harry tomou o discurso. – caso necessitem de suporte, disparem faíscas vermelhas ao céu que meus aurores estarão a caminho.

— Caso a emergência seja médica, atirem faíscas azuis que os curandeiros irão acompanhados de um auror para atender – Draco cruzou os braços e ergueu o queixo pontudo. – lembrando que faíscas vermelhas assume a desistência da tarefa, respectivamente do Torneio. Apenas as azuis dá ao trio a permissão de seguir em frente, cientes do atraso.

— Tocaremos uma trombeta para indicar a chegada de cada trio à torre – comentou Kingsley.

— Como saberemos onde fica a torre? – questionou Hughes Metalicana, Hogwarts.

— Não haverá trilha, o instinto de vocês que os guiará. Mas posso garantir que todos os caminhos terminarão na torre.

— O que acontece com os times que não conseguirem os bottons? – perguntou Heather Brianne, Salém.

— Não conseguirão uma senha que dará dica sobre a próxima tarefa – foi o Ministro quem respondeu.

— Ainda non comprreendi se a tarrefa é eliminatôrria – falou Odir Rasmussen, Durmstrang. Sua voz era tão grave quanto à aparência vigorosa.

— Digamos que é feita de escolha. A desistência é parcial. O trio que assume a sua desistência é eliminado. Não pelo Torneio, por sua decisão. E claro, deve se tomar em grupo. Não um, não dois, os três terão de decidir isso juntos. Não brincamos quando dizemos que escolher ser um Campeão é caminho sem volta.

Seguiu-se de um silêncio. Mais uma vez o único ruído vinha dos rabiscos de Ocello.

— Bom, sem mais dúvidas, daremos início à primeira tarefa. Boa sorte a todos.

Kingsley virou-se para sair, o auror e o curandeiro seguiram seus passos. Logo atrás dele Jade pisava na ponta dos pés, ainda despercebida – não pelos três, eles apenas não ligavam para a intrometida repórter.

Deixados a sós, os trios fecharam um círculo com seus membros e começaram a discutir a tarefa. O time doze fez a mesma coisa. Albus inspirou fundo e desabafou:

— É agora.

— Vamos dar tudo de nós – afirmou Scorpius, mais para ele do que aos outros.

— E conseguiremos essa senha para a próxima fase! – completou Rose.

Um auror surgiu na entrada da tenda e convocou os times. Um a um, saíram em uma passada tensa e rígida. Não havia ninguém otimista, todos estavam nervosos, mas assim que saíram e foram tomados pelos raios de sol que ultrapassavam um céu metálico, os sorrisos e expressões desafiadoras tomou o rosto de todos.

Este lado era realmente pouco visitado pelos alunos. A floresta havia hectares de expansão; abria uma entrada ao castelo, havia sua orla, suas várias margens no lago, e o outro lado dele também pertencia a sua selva, a floresta era um campo sem fim, que na verdade, poucos sabiam onde acabavam, e que nenhum chegou a explorar por inteiro, talvez apenas os próprios Fundadores. O Torneio foi posicionado muito além, tanto é que as pessoas chegaram aqui pelas carruagens de testrálios. Deste canto era possível ver um morro por onde os trilhos do Hogwarts Express corriam. Era aberto e muito bem iluminado. A Floresta parecia ter sido desenhada; sua orla tinha exatamente um espaço para adentrar em meio de grandes carvalhos e potentes nogueiras. Os arbustos eram altos, havia muita hera e azevinho por onde se olhava. O chão intercalava entre um gramado meio morto pela estação e um terreno escuro. O vento assobiava e farfalhava a copa. Independente do dia meio ensolarado, fazia-se um frio de congelar os ossos.

Concentrando-se na sorte e no bom senso, o Trio de Ouro saiu da tenda com o mesmo otimismo que os demais demonstravam. Albus sempre foi um grande mentiroso, o que não foi nenhum problema a ele esbanjar sua melhor cara de “Sou tão sortudo que Felix é meu nome e Felicis meu apelido”. Ele cutucou Rose com o cotovelo e mostrou Ron postado ao lado de Harry. O Sr. Weasley deu uma piscadela, fez um coraçãozinho com a mão e sussurrou “Eu te amo. Boa sorte princesinha” de longe. Meio constrangida, Rose sorriu ruborizada e mandou um beijo a ele. Scorpius recebeu de seu pai um aceno de cabeça, o que era o suficiente para deseja-lo toda a sorte do mundo. Albus ganhou de seu pai um gesto positivo, erguendo o polegar e expressando sua face de “Vai com tudo, filhão!”. O garoto deu uma risada e mordeu a língua sorrindo.

Avistados por seus colegas de classe e escola, os torcedores aplaudiram e gritavam excitados. O publico foi disposto em uma espécie de anfiteatro; uma bancada que ia aumentando o nível dando visão de todo o campo de início. Ficariam ali para ver apenas a entrada do Trio e serem informados os quais conseguiram chegar à torre. Todos estavam a par das regras enquanto o ministro explicava pessoalmente aos Campeões.

A maioria ali era de Hogwarts. Albus pode ver que as pessoas deixaram e lado o orgulho de sua casa e vestiam-se todos de preto e dourado – as cores originais da escola –, com cartazes indicando o nome de seus Campeões. Todos tinham os rostos pintados, bandeiras agitando, hinos ressoando, palmas e pisadas sincronizadas. Hogwarts se unia de tal forma de dar orgulho e prazer a qualquer um.

Acenando para seus amigos e torcedores – e claro, os diretores, que estavam de pé ao lado do ministro da magia – os trios foram enfileirados, lado a lado, em um domo disposto a cada time. Era uma espécie de palco circular, que cabia três pessoas perfeitamente, era feito de algum material escuro, e era óbvio que algum tipo de magia estava encantando o objeto, ele vibrava um tipo de energia sublime.

— Seu palpite? – Albus perguntou a Rose, quando eles três subiram no palco.

— Com certeza um tipo de feitiço contador – Rose respondeu analisando a superfície. – a saída deve ser cronometrada, para ninguém ir à frente ou antes da partida.

— Brilhante – surpreendeu-se Scorpius com a explicação da ruiva.

Ela sorriu franzindo o nariz, encolhendo os ombros.

Neste momento um auror chegou com o mesmo saco escuro onde estavam os bottons e estendeu para Rose.

— Todos os outros Campeões retiraram um botton. Por vocês serem o ultimo time selecionado, o broche que está aqui é o ultimo deixado pelos demais. O Capitão deve prendê-lo no peito.

Atenta as informações, Rose colocou a mão dentro do saco e sentiu o objeto. Ela recolheu e ocultou na mão, apertando nos dedos.

— É obrigatório exibi-lo?

O auror deu um sorriso e sacudiu os ombros, retirou sua varinha do cinto e conjurou algum tipo de encanto no palco; como um abajur, ele acendeu em alguns cantos e brilhou meio opaco em dourado e azul. Ainda olhando o time de canto ele saiu e prestou continência a Harry, seu superior. Então voltaram sua atenção a Kingsley, que falava com o publico, comentando por cima o que ocorreria na primeira tarefa. Os demais Campeões estavam cochichando e apontando furtivamente aos outros competidores e olhando para os trios a sua volta. Eles estavam posicionados defrontes a orla, mas de um trio ao outro havia um espaçamento de quase sete metros.

— Faremos o seguinte – Rose fechou uma roda entre eles, puxando os rapazes mais próximo possível. – Albus ficará com o botton – ela ajeitou a gola do primo e prendeu o broche dourado do Cálice em sua roupa, ocultando o máximo que podia. Ela retirou sua varinha de um bolso interno e tocou o botton, instantaneamente ele reluziu e desapareceu com o Feitiço de Desilusão. – Scorpius, quero que você fique na frente, você vai ser a ofensiva por sua perícia em Defesa Contra as Artes das Trevas. Eu estarei logo atrás, na defensiva, dando cobertura ao time. Albus, seu objetivo é ficar no centro, atento a nossa volta e tendo o direito de atacar e defender – ela virou de frente para a orla da floresta e estudou o perímetro de olhos semicerrados. – acho que você também deverá usar sua varinha como bussola. Estamos ao sul dos campos – outra volta e ela encarou o castelo de Hogwarts quilômetros atrás. Daqui era possível ver a parte de trás onde ficava os antigos calabouços e a figura das torres embaçadas por uma neblina – então nosso objetivo é alcançar o norte – ela retornou o olhar aos rapazes. – certo?

— Certo – a dupla respondeu em uníssono. Os dois estavam surpresos pela habilidade de estratégia de Rose, provavelmente herdada de Ron.

— E botton está oculto para os outros pensarem que já perdemos o nosso – concluiu Albus. Falava sozinho, não para alguém em particular. Todos evitaram olhar para Albus, assim quem os espiava não imaginaria com quem estava.

— Exatamente – concluiu Rose, esboçando um sorriso orgulhoso.

A voz do ministro chamou a atenção deles.

—... Quando a contagem chegar à zero, vocês terão o sinal para partir – Kingsley tinha a varinha encostada ao queixo, com a voz ampliada várias notas a mais. Ele puxou do bolso interno um elegante relógio de ouro e observou a seta. – 10... 9... 8...

A multidão entrou em silêncio, todos esperavam ansiosos. Assobios e incentivos surgiam aleatoriamente vindo da plateia. De canto Albus conseguiu distinguir a voz de Lily e Pandora sincronizadas gritarem um “Vai Albus!”. Ele se declarou sortudo por tê-las ao seu lado.

— Quando derem o sinal corram – Rose tinha um tom de urgência, falava com rapidez e já se inclinava para correr. Scorpius estava na frente, ouvindo tudo. – daremos o nosso bote próximo à torre, onde a maioria terá dois bottons. Albus, Scorpius, fiquem atentos. Não serão apenas bruxos que enfrentaremos.

— 2... 1... – a voz de Kingsley foi acobertada por um tiro de canhão comandando por Senford.

O barulho foi brutalmente alto o suficiente para fazer todos se agitarem. O efeito do palco onde estavam de pé foi libertado e os trios começaram a correr. De frente ao público, alguns times deram um espetáculo de duelo e afrontaram-se antes mesmo de entrar na Floresta, sua maioria sendo da Durmstrang e Salém – o publico estava sedento por este momento, urravam e incentivavam em suas devidas línguas para estraçalharem o adversário.

Scorpius era alto, ágil, tinha pernas longas e isso tudo proporcionou a ele uma corrida rápida e direta. Albus vinha logo atrás, empunhando a varinha tão forte que os nós dos dedos esbranquiçaram, ele aspirava pelo nariz e inspirava pela boca, dando ao corpo um condicionamento excelente para correr. O coração de Rose estava martelando contra o peito, ela era a mais exposta, mas graças ao seu tipo atlético ela conseguia correr e olhar para trás para ver se alguém os seguia.

O som do canhão ainda ecoava em seus ouvidos. A floresta surgiu ao lado deles e barulhos, ruídos, sons melodiais e brutos de feitiços eram escutados de longe. Luzes e brilhos formavam-se nas sombras das árvores e arbustos, dando uma iluminação gótica à vegetação sombria.

Eles focaram sua estratégia e correram por seu objetivo.

O Torneio dos Cinco começara.

Notas finais
Fiz vocês segurarem a respiração e prender o fôlego, né? UASLÇDKASD~´SLD0AJ, pelos deuses, autor fdp eu.
Bom, devo admitir que eu mesmo achei muito tosco essa parte do botton, broche, TORDO, WEEE, Me julguem. Mas eu já escrevi, isso aqui é manuscrito de 2012, não posso alterar senão vou me foder nos próximos capitulos, apenas aceitem e me deem um desconto.
Provável que o próximo capitulo não saia na segunda, o FDS que vem já está com a agenda cheia (Eu sei, um escritor com vida social: poser -n) mas garanto que será semana que vem.
Valeu pela colaboração e aguardo reviews!
Ah sim, quero agradecer os novos leitores e dar boas vindas, seus lindjos! q
flw flw meus queridos ~