Notas iniciais
Leiam e mandem review. =3=

Faziam exatos três dias que Virgínia terminara com Sherlock. Alegava não poder continuar ao lado dele, embora fosse tão corajosa quanto. Haviam salvo Crowe e Rufus Stone voltara para Londres, porém Matty continuava consigo. Não entendia como logo ele, aquele garoto que vivia nas ruas, se apegara tanto a Sherlock.

Ainda estavam em Edimburgo, no hotel que Mycroft pagara para Rufus, Matty e ele. Porém, somente Matty e Sherlock estavam lá. Sentados sobre a única cama de casal, Matty suspirou.

— Imagina que eu sou a Virginia, tá? — pediu Matty, se posicionando sobre o mais velho. — Tenta me imaginar ruivo e com olhos roxos!

— Os olhos de Virginia são violeta. — corrigiu-o Sherlock, mordiscando o lábio inferior. Direcionou suas mãos para o rosto do amigo, puxando-o para mais perto de si. — Estou tentando.

Matty sempre fora do tipo que faria tudo por Sherlock, ainda mais da promessa feita por Sherlock de jamais abandoná-lo. Não sabia se havia sido pelo calor do momento, ou pela tristeza que seus olhos demonstravam. Fechou os olhos e sentiu como as mãos do outro eram frias.

— Abra os olhos, Matty. Quero ver seus belos olhos azulados e cinzentos. — disse Sherlock, acariciando a bochecha do mais novo com o polegar.

— São violeta, presta atenção! — Matty grunhiu, querendo colaborar com a imaginação de Sherlock. Abriu os olhos e o beijou.

Sherlock fechou os olhos ao receber o beijo. Era incrível, muito melhor do que havia imaginado. A sensação dos lábios de Matty sobre os seus, se movimentando vagarosamente... por Deus! Era dez vezes melhor do que os beijos de Virginia Crowe, tinha certeza.

— Já disse e direi de novo: Matty, você pode não ser um gênio, mas tem a capacidade de despertar a genialidade das pessoas ao seu redor. — e uniu seus lábios aos de Matty mais uma vez, iniciando outro beijo. — Obrigado.

Notas finais
Ah, é só um trechinho bonitinho que eu quis postar. =3=
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!