Gc GXXI

53 as memórias de cold!


Notas iniciais
um grande cap para conpensar os dias que eu não postei!

povs cold.


–hã? — me perguntei vendo que estava em uma vila bem grande, olho em volta e reconheço o lugar, sim.. era o lugar que eu menos queria voltar, era o lugar onde a familia sieghart vivia, o lugar onde estão todos aqueles que me usaram...


– ei, pai! — disse o ruivo, é claro que não me esqueceria quem era essa pessoa, essa pessoa era eu, quando eu tinha 8 anos... — pai, olha que legal, eu eu já consigo faser pilares de fogos! — disse pulando de alegria.


– o que está dizendo? — perguntou meu pai sarcastico me levantando no ar e sorrindo — toda a famila sabe criar pilares de fogo, mas esse é o seu problema...


– por que, velhote? — perguntou.


– não me chame de velhote!! — disse ele batendo sua testa com tudo na minha versão pequena, ele as veses era assustador, foi tão forte que sai sangue de nossas testas — continuando... — disse ele voltando ao normal — a familia sieghart é famosa devido aos seus espadachins, e você até hoje não sabe segurar uma espada de madeira! você só sabe explodir tudo!!


– desde que eu vença não inporta, certo? — havia perguntado.


– sim, este é o meu filho! — disse orgulhoso.


agora estavamos na frente de um rio


– ah... droga.... por que a mamãe tem que ser assim... tão violenta!? — eu havia perguntado, de forma infantil — como você pode se casar com uma mulher tão violenta pai!?


– os peitos! — ele disse abrindo um sorriso malicioso, em seguida faz uma expressão séria... eu acho que puchei o lado perverço dele... — ela é violenta mais seus peitos são imensos! ela pode reclamar boa parte do tempo, mas seus peitos são imensos! acredite nisso cold, quando maior o peito, melhor é a mulher!


– não ensine essas coisas para uma criançã! — disse minha mão aparecendo atrás dele com uma aura demoniaco, na hora ele começou a soar frio.


– haha... — disse ele se virando para ela, minha mão tinha cabelos vermelhos que iam até a bunda, eram lisos e bem bonito, estava com uma roupa de casa, já que estavamos no quintal.


eu... havia me esquecido deste dia...


– vou ganhar!! — disse a minha verssão pequena de 9 anos com a espada de madeira em chamas — tome isso! — ataquei o professor, ele defendeu com uma espadad de madeira que ficou em chamas também, e eu me lembro... nessa época... minhas chamas não eram escarlates.


– você continua bom! com certeza vai ser um dos guerreiros mais forte da familia! — disse ele sorrindo de forma gentil — exatamente como o seu pai...


eu... havia esquecido isso também... mas o dia a seguir... foi inesquecivel...


– veja filho, esses dois não podem mostrar suas habilidades ao publico, mas você ganhou a honra de lutar com eles! — comentou me pai sorridente.


– olá, eu sou kazunari sieghart!! — se apresentou se aproximando de minha versão menor com a mão levantada, eu também lembro que eu havia o deixado no vaco... e realmente assim foi.


– eu não toca na mão de pessoas inferiores! — disse a minha versão menor convencida.


– morra!! — disse ele correndo para cima, foi engraçado, enquanto nós brigavamos... shingo assistia e ria da cena... entre nós três... ele era o mais gentil... em pensar que kazeaje fez alguém como ele...



mas então chegou o dia em que as mascaras cairam...



– tome isso!! — dizia o eu de 10 anos atacando o treinador com os punhos cheio de chamas, ele defendeu o ataque mais foi enpurrado para trás — eu ain... — eu havia caido... sim... esse foi o dia... em que minha doença foi descoberta...


em um sala de hospital.


– não se preocupe, você concerteza irá melhorar, estaremos esperando a sua volta! — disse um dos meus treinadores.


– estaremos te esperando! — disse outro.


isso foi irónico... eles esqueçeram de mim assim que encontraram o médico no corredor, e claro, como eu era uma criança curiosa...


– está dizendo que ele só tem mais um ano de vida? — disse um deles, me assustei na hora.


– sim... sinto muito, mas pareçe que o coração dele é muito fraco, não há como salva-lo! — se desculpou o médico, saindo.


– o que iremos faser agora, se ele vai morrer é inútil! — exclamou um deles.


– vamos procurar outro, mesmo tendo talento, não passa de alguém que está prestes a morrer! — disse o mais velho deles, todos o seguiram, e não voltaram mais...


já havia se passado uma semana... ninguém... ninguem havia ido me visitar.



– haha... — eu ria deitado na cama — entendo... todas aquelas mascaras... mascaras gentis... mascaras confiante... e eu fui totalmente enganado... nem meu pai... ou minha mão vieram... — saia lagrimas dos meus olhos — então até eles estavão atuando? — eu lembro que aquele dia, eu havia chorado bastante, mas então veio uma voz até mim...


– que patético! — disse uma voz, a voz saia de uma esfera vermelha bem ardente que apareceu em cima do teto.


– o que é você? — perguntei sarcastico, é foi a primeira vez que eu usei minha mascara sarcastica.


– eu sou alguem que está alem da compreensão humana, mas sua vida tem muito valor para ser gasta com um ano deitado em uma cama, certo? — me perguntou a voz, engraçado, ela era séria e cheia de confiança — que tal acreditar na sorte? — me disse a voz — está vendo aquela montanha, eu olhei para o lado e vim uma bem grande, era alta — vá até ela e aguarde sua morte correndo, talvez assim você morra enquanto está agitado, com o coração pulsante!


– morrer...? — perguntei assustado.


– exatamente, quer morrer deitado em uma cama?, se for morrer, morra fazendo algo que lhe devirta, jogue fora esse coração fraco, e com essas chamas fracas, crie uma estrela antes de sua morte!


– haha, você tem razão! — eu me levantei com certa dificuldade — eu não quero isso, não vou jogar o ultimo ano de minha vida fora dormindo em um hospital! — disse sorrindo, eu lembro... aquele foi o primeiro passo, para me tornar o que sou hoje...


eu fuji do hospital, e corri em direção da montanha, onde encontrei o velhote, que me deu a vida...


– certo, criança, então receba a cura de seu coração, e viva em chamas...


eu também lembro... foi ele quem me deu as manóplas, foi ele quem transformou minhas chamas comuns, em chamas ardentes como antares, chamas escarlates... mas... eu me pergunto até hoje, se eu morresse antes de ter encontrado o meu pai, ele estaria vivo hoje?


– pai!? — perguntei quando estavamos em uma aréa rochosa, estava sol, e ele havia aprecido do nada.


– olá, cold! — disse ele com seu típico sorriso — finalmente arrumei tempo para visita-lo, os caras do concelho não dão descanço! — ria ele.


– tempo...? — perguntei surpreso, eu não sabia... que eles não havia contado ao meu pai, eles não tinha contado sobre a doença, sobre o meu coração, então, minha mãe também não sabia?


– exatamente! — disse ele sorrindo — agora vamos voltar para casa! — disse sorridente — e vamos botar todos os caras mals para correr ao estilo sieghart, a famila de clold sieghart! — estava convencido... mas então... espere eu me lembro, foi nesse dia, foi nessa hora!


povs cold, off.


– espere! — disse cold correndo no meio dos dois — não vão por ai!! — vai segurar os ombros de seu pai, porém o atravessou como se fosse um olograma.


– certo!! — disse o cold jovem — eu não me inporto com os que aqueles velhotes dizem... desde que eu tenha meu pai... e minha mãe... eu poderei seguir em frente!! — pensa o pequeno ruivo.


– NÃO VÃO, POR FAVOR! PAI!!


cold, se esconda!! — manda clold escondendo o filho atrás de uma pedra — não saia dai, eu já volto! — assim que completa a frase um dragão cinza surje atrás dele — opa!! — disse sorrindo e se esquivando da bocado que o dragão tentou dalo — o que um dos 10 empty quer com um mero inseto como eu? — perguntou sarcastico.


– sim, mas mesmo sendo um inseto você nasceu com um talento muito grande, um talento grande de mais para uminseto, então eu irei simplesmente destrui-lo! — disse lançando uma baforada de chamas cinzas.


– opa!! — disse pulando alto — isso foi perigoso! — disse sorrindo


– veja gray, o que encontramos! — comenta o dragão negro, segurando cold entre as unhas — a criança estava presa entre suas unhas.


– me solta seu viadinho!! — dizia o jovem cold se debatendo.


– PARE COM ISSO, POR FAVOR... me matem... se eu morrer... ele não... — dizia cold caindo no chão cheio de lagrimas.


– droga! — diz clold se aproximando rapidamente do dragão negro, e o acerta um forte chute, o dragão atravessa 5 montanhas devido a força.


– como eu havia dito, você é um inseto com um talento muito grande. — diz o dragão cinza calmamente.


– PARE COM ISSO, EU NÃO QUERO VE-LO MORRER NOVAMENTE!! — grita cold.


– o que está dizendo? — pergunta uma voz atrás de cold, agora havia mudade de locau — você também tem boas recordações... só precisa lembra-se...


o lugar havia mudado novamente, esta na concentração, o pequeno ruivo ruivo estava na frente do campo de concentração.


povs. cold.


– eu irei dormi... talvez assim eles me esqueçam... — e realmente fucionava, enquanto eu dormia, ninguém naquela sala me notava, naquela sala da concentração, enquanto eu dormisse, eu poderia esqueçer o que aconteceu... eu poderia esqueçer esse mundo... talvez morrer fosse uma boa escolha... ou talvez não... se eu morrer minha alma pode ir para o inferno... eu não quero isso, eu quero simplesmente desapareçer, não quero lembrar de nada... não quero sentir nada... não quero... ver nada...


– olá!! — dizia uma voz, a voz que me tirou de meu tão querido sono, eu abri meus olhos com dificuldade, devido a claridade, mas logo posso ver perfeitamente, era ela, charlie, com aquele tipico sorriso sorridente, naquele tempo o sorriso dela era bem mais ifantil, eu primeiramente a achei linda, sinceramente... porém o meu sarcasmo foi mais esperto...


– feiosa... — dizia acordando, e claro, como qualquer outra garota, ela ficou brava, realmente, muito brava.


– o que!? — perguntou irritada chamando a anteção de toda a classe.


– ah...foi mal... — eu disse enquanto me levantava da cadeira — saiu por estinto...


– pessa descupa!! — disse ela irritada, era incrivel, até irritada era uma criança, literalmente.


– eu já pedi, foi mal, foi mal... — era engraçado também, todos na classe me temiam, e então, uma garota de 10 anos chega e confronta o vilão... acho que já havia lido isso em algum mangá.


– pessa com mais educação! — mandou a garota, ta legal, agora ela pediu.


– a cala a boca, você é chata pa caranba! — disse resmugando, em seguida sinto algo na minha cabeça, e doeu... — o... o... O QUE DIABOS HÁ COM VOCÊ, QUEBRANDO A VASSOURA NA CABEÇA DE ALGUÉM!


– foi mal... — disse deprimida, quando dei por mim ela estava se descupando para a vassoura, não para mim — hahahaha, você é uma pessoa interessante! — eu disse enquanto saia da sala.


– e esse foi o seu primeiro erro, se você não tive-se a conhecido, poderia ter vivido nas sombras, sem ter mais laços... — dizia novamente aquela voz, a voz do quarto do hospital e do locau em que meu pai morreu, e como antes, estavamos em outro lugar, um lugar estranho, era uma cela gigante, tinha varias forcas e um rio abaixo de meus pés que estavam molhados devido a água.


povs cold, off.


– quem é você? — perguntou cold encarando o locau de onde vinha a vós.


– você possui o meu sangue! — disse a voz autoritaria.


– eu perguntei, quem é você!? — perguntou cold irritado.


– ela irá morrer! — varias cordas saem do chão e grudam na perna de cold, cold olha para uma das forcas e percebe charlie em uma delas.


– D-droga! — diz cold irritado — larguea! soltea!! — gritava desesperado — soltea, charlie é... charlie é... — cold acorda rapidamente abraçando a primeira coisa a sua frente — A CHARLIE É MINHA!! — logo nota que agora estava no meio do grupo, hibiki, cristopher, aki, e lassie estavam surpresos com o que vião — hã? — pergunta ao notar que estava abraçando charlie, olha em volta e vê que felipe ainda estava incociente.


– não perdeu tempo em cold? — disse hibiki malicioso.


– HÃÃÃÃ?? — pergunta afastando charlie bruscamente, estava confuso, consegue voltar a sí.


– a charlie é sua, que egoista!! — disse hibiki.


– ah... — nota charlie corada — n-não.... ah, estou dormindo! — disse se deitando e virando-se de costa colocando o coberto até a cabeça, estava um pouco corado — sonho desgraçado.... — resmuga.


da mesma forma que cold estava tendo um longo sonho, felipe era o próximo...