— Alan? — Maria fala ao telefone. — Se importa se eu for até a sua casa?

— O que deseja na minha humilde residência? — O cognato soa provocativo.

— Você.

No horário marcado, Maria sobe direto para o quarto. Ela começa beijando o pescoço de Alan, despindo-o de sua jaqueta.

— Agora conhecemos a casa um do outro. — Alan sorri. A respiração entrecortada. — Olha, eu sei que nós dois nos beijamos. Mas isso não significa que precisamos…

— Você quer?

— Quero! Mas… você não é só um pedaço de carne para mim.

Maria derruba Alan na cama.

— Também quero!

A noite cai.

E juntos, permanecem.