Garotos

16 Capítulo Especial . O Garoto de Voz Belíssima


Notas iniciais
YOYOYOYO! Eu estava com a ideia para esse capítulo há muito tempo. Então, escrevi rapidinho, HAHAHA Esse é o especial do casal vencedor da votação Victylan 8DD
Espero que gostem!

Victor perambulava pela Academia Saint John, sem saber o que faria naquele dia. Desde quando ele passara a andar sem rumo pelos corredores largos daquela escola? Mal se lembrava da última vez que voltou para casa assim que o último sino tocou. Algo nele havia mudado. Desde que conhecera o fantasma da sala de música.

O problema, porém, era que aquele fantasma estava ocupado. Demasiadamente ocupado. Por causa de sua voz belíssima. Victor passara a não voltar para seu dormitório antes de ouvir, pelo menos, uma palavra deixar os lábios finos de seu aluno. Era uma pena que era responsável pelo clube de música da Academia, e não pelo clube de coral.

Seu corpo encostou-se contra o batente da porta, e ele sorriu para o garoto que cantava. Tão belo, tão calmo, tão sereno. Dylan estava no meio de um ensaio, e Victor esperava que o garoto pudesse sair com ele dessa vez. Fazia dias que o menino desviava-se dele com desculpas esfarrapadas que deixavam seu coração apertado. O que ele fazia que era melhor que passar as noites com seu namorado?

Um último som prolongado findou a música, e o professor aplaudiu. Os olhos azuis do menino correram até o homem parado na porta, e ele caminhou em sua direção.

- Professor Victor – cumprimentou-o, agindo como mais um aluno. – O que está fazendo aqui?

- Nada. Só vim ver o ensaio do clube de coral. O que vai fazer essa noite? – seu motivo principal vinha à tona, antes mesmo de ele conseguir deixar a sala com seu aluno.

Dylan desviou o olhar. Sempre fazia isso quando estava prestes a mentir, e Victor odiava aquela ação. Seu coração apertou-se mais uma vez quando o garoto disse que estaria ocupado com alguns afazeres do clube. O mais velho sabia que não havia nada depois do encerramento das atividades do coral. Ele falara com o professor responsável. Dylan estava viciando-se em mentir para seu namorado.

- Certo – o homem respondeu. – Então, nos vemos outro dia.

O menor sorriu para ele. Como ele poderia sorrir depois de mentir tão descaradamente para seu amante?

Victor deixou a sala, enfurecido. Era possível perceber suas emoções ao simplesmente observar seu modo de andar, os pés batendo forte no chão a cada passada. Dylan tinha consciência do que estava fazendo com seu professor, mas era necessário. Deixou a sala do coral após cumprimentar seus amigos e correu em direção ao auditório da escola. Estava vazio, com exceção de três garotos. Eles viraram seus olhos para o menino.

- Dylan! – um deles sorriu e levantou-se. Usava um chapéu azul-escuro, uma camisa de botões branca, sobre a qual estava um colete negro, e uma calça escura. Seus cabelos e olhos eram castanhos. – Finalmente chegou.

- Desculpe a demora, Natsuki. Eu estava no clube de coral.

O louro caminhou pelo corredor que levava em direção ao palco enquanto conversava animadamente com o moreno. Atrás da cortina negra que protegia o auditório da claridade do dia, Victor observava seu aluno subir as escadas do palco, enquanto o garoto chamado Natsuki aproximava-se ainda mais dele.

Dylan realmente o largava todas as noites para ficar com aquele japonesinho que se recusava a vestir o uniforme da escola? Natsuki tinha certa fama na escola como “o garoto de chapéu” e era famoso pela sua banda – e por pegar todos os membros novos da banda. Se Dylan queria participar daquele grupo de música, por que não havia falado nada para Victor? Por quer havia escondido dele? Será que Natsuki agarrava seu namorado depois dos ensaios e Dylan não contava a ele porque queria o japonês?

As dúvidas enchiam a mente de Victor. Chegavam a torturar-lhe. Estava com ciúmes, com raiva e, principalmente, triste. Seu namorado estava trocando-o por outro, mentindo para ele, encontrando-se escondido com outra pessoa. Que droga! Sua mente gritava os mais feios palavrões que existiam, enquanto ele afastava-se lentamente do auditório. Ainda chegou a ouvir um pouco da voz de Dylan, mas não se torturar ainda mais.

A cama de solteiro fez-lhe companhia durante toda a noite, os outros alunos quaisquer, durante o dia. Nos outros dias, Victor não apareceu nos clube de música e de coral. Ele não saciou seu vício pela voz de Dylan. Doía demasiadamente. Ainda mais quando percebera, quatro dias depois, que o menor também não lhe procurava. Era frustrante. Parecia-lhe que não era amado como uma vez fora, durante aqueles primeiros dias em que eram só ele e Dylan, na sala de música, ao redor do piano.

A nostalgia tomou-lhe o coração, e Victor chorou demoradamente em seu travesseiro. Ele queria aqueles dias de volta. Ele queria seu tempo com Dylan de volta. Ele queria apenas Dylan ao seu lado, confortando-o com suas mãos pequenas.

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- Professor Victor! – Dylan gritou, tentando chamar seu namorado. – Victor!

Eram chamados em vão, porém, já que o maior recusava-se a virar. O aluno passara duas semanas sem dirigir uma palavra a ele e, naquele momento, vinha correndo em sua direção, como se ele fosse alguém que podia ser descartado e usado a qualquer hora. Bufou e apertou o passo.

O garoto não entendia o porquê de Victor estar agindo daquela forma. Será que ele percebera que estava mentindo para ele? Era verdade que mentir não era seu forte, mas, ainda assim, para ser ignorado dessa forma.

- Victor! – o menor gritou mais alto, sua voz belíssima enchendo os corredores de música. Em um movimento mais rápido, ele conseguiu alcançar o pulso de seu namorado. – Professor! Por que está ignorando seu aluno?

Os olhos do homem miraram-no, raivosos.

- Por quê? Porque certo aluno decidiu mentir descaradamente para seu professor – respondeu, a raiva em sua voz.

- Ah, você percebeu.

“Ah, você percebeu”? Era só isso a resposta. Achava que o menino ficaria nervoso, mas mostrava-se demasiadamente calmo. Significava que não ligava em saber que seu namorado havia descoberto seu caso?

- Era só isso que você queria falar comigo? – Victor indagou.

- Na verdade, não. Desculpa, eu menti para você porque ia me encontrar com Natsuki e a banda dele. Vim aqui, na verdade, para te chamar para o nosso show. Eu quero muito que você vá assistir.

Assistir ao show de seu namorado e o amante dele? Assistir os dois declararem em público sua relação?

- Não, obrigado – respondeu. – Prefiro ficar no meu dormitório com meu travesseiro a ver você e seu novo namorado.

Uma das sobrancelhas de Dylan arqueou-se.

- Que novo namorado?

- Não precisa mais se fazer de desentendido, Dylan. Eu sei que você está ficando com Natsuki. Ele é famoso por pegar todos os garotos que entram para a banda – Victor virou seu rosto, tentando ao máximo conter suas lágrimas. – Você pode ficar com ele agora sem problemas. Eu... Não quero mais namorar você.

O rosto de Dylan transfigurou-se em sofrimento e surpresa.

- Não! Victor, você entendeu tudo errado! Eu não...

- Dylan! – a voz do professor ficou mais alta. – Nós somos somente professor e aluno.

Victor saiu a passos rápidos de perto do garoto. Não conseguiria conter suas lágrimas por mais tempo. Era uma pena que ele não conseguira ficar para ver seu mais querido aluno sofrer e chorar, por causa do término.

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O travesseiro era de fato a melhor companhia para aquela noite de sexta-feira. Ele, pelo menos, ouvia todos os seus problemas sem reclamar e ainda enxugava suas lágrimas. Victor já estava cansado daquela vida de chorar e sofrer por causa de um garoto que era um fantasma. Por que sua vida amorosa tinha que ser tão difícil?

Ele afundou novamente seu rosto no travesseiro, quando ouviu batidas na porta. Não era Dylan, ele sabia. O menino nunca mais o havia procurado desde o dia em que terminaram o namoro. Mas, quando ele via o garoto de relance, podia ver sua expressão abatida. Provavelmente, Natsuki também o largara, era o que pensava.

- Professor! – a pessoa o chamou do outro lado da porta.

Não era uma voz conhecida, o que deixou o homem intrigado. Levantou-se da cama lentamente e foi até a porta, abrindo-a em uma fresta, apenas para ver quem era. Natsuki. Suas sobrancelhas se franziram.

- Ora, achei que não ia levantar – o garoto sorriu, debochado. – Todos os outros professores estão no auditório agora. Eles têm que fiscalizar o show que faremos e me pediram para chamar o senhor também.

- Por que você?

- Preferia o Dylan?

O homem fechou a porta e voltou para seu quarto. Não devia ter deixado a cama.

- Professor! Qual é! Foi uma brincadeira!

Passaram-se longos minutos antes que a porta fosse aberta novamente e Victor se mostrasse vestindo uma roupa mais apresentável. Natsuki sorriu. Conseguira o professor.

Quando Victor chegou ao auditório, não pensou que encontraria tantos alunos reunidos sem sinal qualquer de professor. Aquele japonesinho pegador o enganara. Que idiota que era! O que o fizera ir àquele lugar? Antes, ele nunca se deixaria cair em uma pegadinha daquelas, mas, naquele momento, era como se o nome “Dylan” tivesse um poder sobre ele. Algo dentro dele queria muito ver o menino naquele momento.

Os garotos gritaram quando a banda pôs-se no palco, e o professor encostou-se no vão da porta. Dylan estava no centro do palco, os olhos inchados e avermelhados, apesar da maquiagem. Sua voz encheu o local.

- Essa música é dedicada para a minha pessoa especial. Ela terminou comigo faz um tempo, mas eu ainda a amo muito. Essa música é para V.

Como posso começar a te falar?

Como posso explicar esse sentimento?

Pode demorar um pouco, mas vou me esforçar

Deus deve estar surpreso por você ser tão bom

As pessoas não são feitas como você

Você é tão lindo, como se fosse a melhor mutação do século

Você é...

Como um arco-íris que se forma à meia-noite

Como uma estrela brilhando à tarde

Como neve caindo no verão

Era... Era uma novidade

Como ver um urso polar no deserto

Como ver uma aurora na cidade

Como encontrar vida em Marte

Porque... Porque era lindo!

Como primavera a vir depois do verão

Como manhã a vir depois da tarde

Como flores de cerejeira a nascer em uma pereira

Você apareceu diante de mim

Já decidi que nós vamos dormir na mesma cama,

Até quando tivermos 50 anos

Talvez, se dermos as mãos, possamos nos tornar um,

E não vamos nos separar pelo resto de nossas vidas

Vamos continuar a sonhar assim, fingindo que nunca vamos acordar

Mas, de novo, é chamado de “sonho” porque acordamos dele, certo?

Então, vamos dar outro nome a ele

Você pode se chamar AM, e eu posso me chamar OR

Assim, não vai parecer que podemos nos separar

E não vamos nos separar pelo resto de nossas vidas

Os olhos de Victor miravam surpresos o palco. Ele podia ver as lágrimas acumularem-se nos olhos de seu aluno durante a música, mas não pensava, que quando acabasse de cantar, ele cairia no chão. Seu coração apertou-se. Como ele podia ter feito aquilo com a pessoa que mais amava?

Seus pés levaram-no rapidamente ao palco, ao lado de Dylan. Seus braços envolveram o corpo pequeno do menino, e eles choraram juntos. Amavam-se e nunca iriam se separar, pois era simplesmente impossível.

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Dylan estava deitado na cama de seu professor, um dos braços cobrindo-lhe os olhos inchados. Respirava pela boca, porque seu nariz estava machucado de tanto chorar. Victor estava em um estado parecido. Ele acariciava a cabeça do menino, enquanto massageava os olhos doídos. Voltaram para o quarto do professor, depois que este deu a desculpa de que cuidaria do menino.

- Nunca mais faça isso – disse o garoto. – Nunca mais termine comigo.

- Desculpe. Mas nunca mais minta para mim.

- Desculpe.

Ficaram em silêncio. Não sabiam exatamente como agir. Fazia muito tempo que eles não ficavam a sós daquela maneira.

- Eu te amo – Dylan disse, enquanto deixava seus olhos à mostra, lentamente.

- Eu também te amo – Victor respondeu.

O tronco do professor abaixou-se em direção ao aluno, e eles se beijaram, como não faziam havia muito tempo. Suas línguas dançavam juntas, mas não puderam continuar. Não conseguiam respirar direito por causa dos rostos inchados. Riram.

- Choramos tanto que estamos destruídos! – Dylan brincou, sua voz ligeiramente falha.

- Você não aguenta mais carinho com seu namorado? – o professor insinuou. Ele esperava aquele tempo com o aluno havia muito tempo.

Dylan envolveu o pescoço de seu amante com os braços finos e puxou-o para si. Victor deitou-se sobre o menino. Começaram a se beijar, mas o ambiente ao redor deles começava lentamente a se aquecer. Em pouco tempo, eles sentiam a necessidade de retirar as roupas. Primeiramente, as camisetas foram ao chão, e Victor desceu seus lábios para o pescoço alvo à sua frente. Beijou-o, lambeu-o, chupou-o. Aquela pele era tão bela, tão limpa, precisava deixar sua marca. A voz belíssima de Dylan invadia-lhe os ouvidos em forma de gemidos. Aquela era a primeira vez que faziam amor. Não pensara que a voz do garoto pudesse ser ainda mais bonita – mas era quando gemia.

A boca de Victor desceu ainda mais, procurando os lugares sensíveis de seu namorado. Encontrou-o, quando tocou-lhe os mamilos rosados. Um som mais alto deixou a garganta de Dylan. Era sensível nos botões cor-de-rosa de seu peito. O professor sugava-os com força e não os deixou até perceber a vermelhidão que tomava conta deles. Sorriu ao ver a face do garoto. Estava tão bonita, emoldurada por cabelos alourados, ruborizada, os olhos semicerrados a mirá-lo com desejo.

- Victor... Mais...

Em seguida, as calças do menino foram ao chão, juntamente com sua cueca. Se ele queria mais do toque de Victor, ele teria. O homem lambeu os lábios ao ter a visão do pênis do garoto. Ainda era novo. Bem mais novo que o professor. Tinha certa experiência quanto a sexo, por isso, quando colocou o membro do menor em sua boca, fez com que um gemido demasiadamente alto deixasse os lábios dele. Queria ouvir aquela voz belíssima, queria mais daquele som perfeito, daquele corpo entorpecente. Então, começou a mover sua cabeça rapidamente, a língua a fazer o movimento contrário, ou a circular a extensão.

Aquilo era prazeroso para o garoto. Muito prazeroso. Inconscientemente, ele flexionara e abrira mais as pernas, a fim de dar mais espaço para o namorado. Elas tremiam mais forte a cada segundo. Suas costas arqueavam-se, e ele jogava sua virilha contra o rosto do homem. Queria mais. Muito mais.

Em pouco tempo, os dedos agarraram-se ao lençol da cama com força, e o menino gozou na boca de seu namorado, que engoliu o que pôde. Então, seus lábios voltaram à face do menino e beijaram-lhe a boca, fazendo-o sentir o próprio gosto.

- Dylan...

- Victor...

Os olhares que trocaram naquele momento refletiam tudo que seus lábios não conseguiam formar. Amavam-se na mesma intensidade e nunca deixariam de se amar.

As mãos pequenas do aluno puxaram a calça do professor para baixo, a fim de retirar aquele tecido incômodo que o impedia de visualizar cada pedacinho do corpo perfeito. Victor resolveu ajudá-lo. Levantou-se da cama e deixou que a calça escorregasse por suas pernas até encontrar o chão. Depois, fez o mesmo com a cueca. Os olhos azuis de Dylan visualizaram o membro de seu namorado. Era grande, e não conseguia imaginar como aquilo caberia dentro dele.

Victor voltou para a cama e pôs dois de seus dedos na boca do garoto. Pediu que os umedecesse. A língua do menino passava pelos dedos do homem, enquanto seus olhos miravam-no sensualmente. A expressão de Dylan apenas fazia o professor sentir seu baixo-ventre formigar. Puxou seus dedos da boca do garoto. Estavam prontos.

Victor levou sua mão à entrada do menino e penetrou-o com um dedo. Os ouvidos encheram-se da bela voz de Dylan. Com apenas um dedo, não havia dor, apenas um incômodo, assim como não havia muito prazer. Quando Victor inseriu o segundo dedo, porém, o garoto começara a sentir a leve pontada de dor comum àquele ato, ainda mais quando o mais velho abriu os dedos dentro dele.

Demorou um pouco para o menor acostumar-se com o pequeno volume, mas, logo, sentia puramente um leve prazer. Sentiu-se incomodado, contudo, quando o maior retirou seus dedos de dentro dele. Algo maior pedia passagem, e Dylan engoliu em seco. Logo, seu corpo era invadido pelo pênis do professor.

Doía. Doía muito no início. Victor tentava ser gentil ao máximo e penetrava-o lentamente, mas sentir aquele volume grande dentro de si era demasiadamente incômodo. Dylan arfava, o ar tornando-se mais escasso a cada centímetro que seu namorado avançava em seu corpo.

- Victor... Isso... Dói...

O professor não aguentava ouvir aquelas palavras. Em um movimento rápido, ele levou sua mão ao membro do garoto e começou a masturbá-lo. Lentamente, o menor começava a esquecer-se da dor da penetração e começava a perder-se no prazer daquele ato carnal.

Finalmente, Victor entrou completamente no corpo do namorado, as paredes a apertá-lo prazerosamente. Dylan gemia abaixo dele, um misto de dor e prazer. Pouco depois, o professor movia-se dentro dele, suas vozes se confundindo. O homem não parou em momento algum de masturbar o garoto e o fazia no ritmo de suas estocadas.

As pernas do menor tremiam cada vez mais forte, em espasmos de prazer. Não demorou muito para ele chegar ao seu ápice e contrair os músculos do ânus. Mover-se em um local mais apertado que antes fez o prazer do mais velho aumentar. Então, desfez-se dentro do menino. Ele ainda admirou o rosto avermelhado de seu namorado por um tempo, antes de deixar seu corpo desabar sobre o menor.

- Dylan... – sussurrou. – Foi uma boa primeira vez?

- Sim. Mas com o tempo, vai ficar ainda melhor.

- Então, vamos dormir juntos até termos cinquenta anos? – Victor lembrou-se da música e sorriu.

- Até mais. Vamos ficar juntos para sempre, Victor.

Então, beijaram-se, envolveram o corpo um do outro com os braços e dormiram na mesma cama, acariciados pelas palavras de amor que sussurraram antes.

Notas finais
Então, o que acharam? Espero que tenham gostado (porque eu achei a limonada uma dorga).
A música que o Dylan canta é um mash-up das músicas de uma das minhas bandas favoritas: Radwimps. São as músicas Futarigoto e Nazonazo.
Então, até a próxima!
Takoyaki ~ VAMOS FERMENTAR VOCÊ!
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