Garotos
9 Capítulo 7 . O Garoto de Coração Dividido
Notas iniciais
Então, guys, hoje tem enem. Eu resolvi presentear aqueles que vão fazer a prova com um limãozinho threesome antes ou depois das 90 questões, só para relaxar. Nem acredito que eu tenho que fazer aquela prova, sendo que eu já passei para Letras e Arquitetura, que dooorgas!
Anyway, boa leitura, guys! Espero que gostem.
Tema: Threesome.
Yoshino e Yukimura estudavam na Academia Saint John desde o ensino infantil. Então, eram o que chamam de amigos de infância. Yoshino possuía cabelos negros, olhos escuros e usava óculos desde que se lembrava; Yukimura, por sua vez, tinha cabelo castanho-alourado, olhos esverdeados e a visão perfeita. Enquanto o primeiro era o melhor da classe desde que as provas passaram a fazer parte de sua vida estudantil, o segundo era o mais popular entre os garotos e recebia cartas de amor a todo tempo. Ainda assim, Yukimura nunca aceitou nenhum pedido de namoro, nem fez uma confissão a ninguém. Sempre estavam juntos, e ninguém mais se aproximava deles. Eram chamados de Garotos Inalcançáveis.
Até Sora entrar no primeiro ano do colegial, quando eles estavam no segundo.
Sora era um japonês comum. Seus olhos eram castanhos, assim como seu cabelo. Sua pele era clara e sem imperfeições, e seu corpo era pequeno para um garoto de sua idade. Ele continuaria sendo um menino comum, com uma vida escolar também comum, se não tivesse se perdido no campus aquele dia.
Estava em algum pátio enorme, onde parecia não haver seres vivos; apenas ele e alguma coisa em um arbusto. Sora virou-se repentinamente ao perceber o barulho nas plantas. Engoliu em seco, antes de caminhar em direção ao local. Com o coração aos pulos, ele pôs sua cabeça para frente, a fim de focar no havia atrás do arbusto. Então, seus olhos encontraram um garoto de cabelos ligeiramente alourados, o qual dormia.
O coração de Sora não se acalmou por um instante sequer; em verdade, chegou a bater ainda mais forte, afinal o garoto era belíssimo. Lentamente, ele aproximou-se do louro e ajoelhou-se a seu lado. Sua mão estava sendo levada pelo momento: ela aproximava-se do garoto adormecido, a fim de tocar-lhe os cabelos.
— Yukimura! – uma voz chamou.
Sora puxou sua mão de volta e sentiu as maçãs de seu rosto corarem fortemente. Então, um garoto de cabelos negros apareceu por detrás da árvore em que Yukimura estava encostado. Os olhos escuros do recém-chegado encontraram Sora e suas sobrancelhas arquearam-se.
- Quem é você?
- Ah! Eu... Hã...– o garoto tentou formular uma frase, mas fora inútil. Respirou fundo, a fim de acalmar seu coração e continuou: — Meu nome é Takahashi Sora, e eu acabei me perdendo. Será que poderia me ajudar?
O moreno abriu um sorriso gentil para o mais novo.
- Meu nome é Yoshino Kousuke. Estou no segundo ano do colegial, você é do primeiro ano?
- Sim, é um prazer conhecê-lo, senpai!
- Com quem você está falando, Yoshino? – o louro acordava lentamente de seu sono, bocejando ao fim da frase.
- Sora, esse é Yukimura Takashi. Yukimura, esse é o Sora. Ele está no primeiro ano – Yoshino apresentou.
O mais velho sentou-se preguiçosamente e levou seus olhos sonolentos ao garoto. Então, abriu um sorriso.
- Prazer.
Assim, os três garotos conheceram-se. Pelo simples acaso. Os veteranos ajudaram Sora a voltar para o prédio principal e passaram a chamá-lo para sair com eles de vez em quando.
Eles, então, começaram a ser chamados de Trio Inalcançável.
Passou-se um ano desde o encontro. Sora estava caminhando pelos corredores do primeiro ano, distraído, quando um garoto apareceu por trás de si e soprou-lhe a orelha. Sora virou-se de súbito para encontrar um de seus melhores amigos a sorrir-lhe.
- Yukimura-senpai! – exclamou. – O que pensa que está fazendo?
- Nada demais. O mesmo de sempre – então, sorriu. – Ei, Sora-chan, eu queria falar com você em particular.
Yukimura agarrou o pulso do menino e puxou-o pelos corredores, ignorando os protestos sobre a aula para a qual ele estava atrasado. Rapidamente, eles chegaram ao pátio, e o veterano chamou-o para sentar-se em um banco. Os olhos esverdeados de Yukimura foram de encontro ao rosto de Sora, sérios.
- O... O que queria falar? – toda aquela tensão nos orbes do mais velho havia deixado o mais novo nervoso.
- Sora-chan, é a primeira vez que eu falo isso, então... Bem, pode não sair muito bem – Yukimura respirou fundo. – Eu gosto de você. Aceita sair comigo?
O coração do mais novo pareceu querer explodir com aquelas palavras. Seu rosto estava vermelho como um morango maduro. Ele abriu e fechou a boca várias vezes, sem conseguir fazer som algum. Abaixou seu rosto. Estava muito feliz com aquela confissão, mas não sabia como responder.
- Senpai... Eu...
As mãos de Yukimura alcançaram o rosto do garoto e levantaram-no, a fim de virasse para ele. Os olhos castanhos de Sora encontraram os orbes esverdeados do veterano e se perderam nele. O mais velho aproximou-se do menor e beijou-lhe os lábios rosados, em um selo. Em pouco tempo, separaram-se.
- Pode responder depois, Sora-chan. Vou esperar ansiosamente.
Yukimura, então, levantou-se do banco e deixou o mais novo só, apenas sentimentos e pensamentos rodeando sua mente.
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- Sora-kun! Está ocupado? – Yoshino perguntou ao encontrar o menino durante a hora do almoço.
O garoto balançou a cabeça de um lado para o outro.
- Ótimo! O que acha de comer comigo no telhado?
Sora sorriu e aceitou a oferta, deixando-se guiar pelo mais velho. A porta do telhado estava sempre trancada, mas Yoshino, por ser presidente do conselho estudantil do colegial, tinha seus privilégios, inclusive uma chave que abria quase todas as portas do prédio principal. O vento forte atingiu os cabelos amarronzados do mais novo, no momento em que o veterano abriu a porta.
Os dois saíram para o telhado. Sora sentou-se no chão e abriu a embalagem do sanduíche que havia comprado na lanchonete antes de se encontrar com Yoshino, que se sentou ao seu lado.
- Sora-kun... Eu tenho que falar algo importante para você – Yoshino disse, seus olhos sérios, por trás das lentes de seus óculos, vidrados no garoto.
Aquela era a mesma seriedade de quando Yukimura confessara-lhe. Sora sentiu seu coração palpitar e engoliu seu pão, para depois pedir a Yoshino que continuasse.
- Sora-kun, eu... Durante esse ano, eu o conheci melhor. Conheci sua personalidade, seus gostos, seus desgostos e acabei... Eu acabei me apaixonando por você! Aceita sair comigo?
Era a mesma situação de antes, e, igualmente, Sora não sabia o que responder. Em verdade, ele havia ficado contente com as duas confissões. Da mesma forma que antes, Yoshino segurou o rosto do garoto e selou-lhe os lábios calmamente.
- Você pode responder depois. Desculpe por deixar você aqui, sozinho durante o almoço – o veterano levantou-se. – Eu tenho que resolver alguns assuntos do conselho estudantil. Quando terminar, pode deixar a chave na minha sala – e adentrou o prédio.
Sora continuou sentado no chão, atônito. O que ele devia fazer? Estava confuso. Seu coração batia forte pelos dois veteranos. Queria dizer a ambos que os amava igualmente, da mesma forma que eles o amavam. Mas como poderia fazer isso? Seria como namorar os dois ao mesmo tempo. Estava errado. Muito errado. Precisava tomar uma decisão logo.
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Quando Yukimura deixou a sala de aula, um menino da sua sala entregou-lhe um bilhete, dizendo que era do garoto que sempre andava com eles. O louro abriu o sorriso mais sincero que já existiu e agarrou o papel. Com as mãos trêmulas, ele leu o que Sora havia escrito:
“Senpai, encontre-se comigo na sala do clube de ciências quando as atividades extracurriculares acabarem. Preciso falar com você. Sora”.
O veterano sentiu seu coração palpitar com aquela sentença. Ele engoliu em seco e mirou o relógio em seu pulso. Ainda faltava uma hora para o fim do dia letivo da Academia Saint John. Maldito tempo. A fim de acalmar um pouco seu coração, o garoto dirigiu-se à biblioteca.
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Yoshino já estivera muitas vezes na sala do clube de ciências, uma vez que Sora fazia parte dele. O bilhete dizia para encontrá-lo ali ao fim das atividades escolares. Surpreendeu-se ao ver Yukimura sentado no chão, de frente para a porta do clube.
- O que está fazendo aqui? – o moreno indagou.
- Sora-chan me pediu para encontrá-lo aqui, depois da aula. Sinto muito, Yoshino, mas você não vai poder voltar com a gente para casa hoje. Ele quer falar em particular comigo.
Yoshino arqueou uma de suas sobrancelhas e empurrou seu amigo com o pé, derrubando-o no chão.
- Sora-kun também me chamou para cá, seu burro – e sentou-se ao lado dele. – Por que você ainda não entrou na sala?
- A porta está trancada – Yukimura disse, levantando-se do chão. – Você acha que ele esqueceu?
- Claro que não. Sora-kun não é assim.
Nesse momento, a porta foi aberta. Sora sorriu para os veteranos e pediu que eles adentrassem a sala e se sentassem a uma das mesas. Os garotos obedeceram ao mais novo, que ficou de frente para eles, em pé. Seu coração pulava. Ele respirou fundo e começou:
- Desculpe a demora. Eu estava guardando os materiais que usamos hoje. Hã... Vocês devem estar se perguntando por que eu chamei os dois aqui, ao mesmo tempo. Na verdade, senpais, eu... Vocês se confessaram para mim e disseram que gostavam de mim. Eu não consigo responder. Eu... Eu gosto dos dois, da mesma forma que vocês gostam de mim. Eu sei que é egoísmo meu, que eu não posso ficar com os dois, mas... Eu simplesmente não posso responder. Os dois são muito importantes para mim. Desculpe!
Sora não havia pausado seu discurso em momento algum. Ao fim, ele abaixou seu tronco, em um gesto tipicamente japonês. Os veteranos se entreolharam e sorriram.
- Ei, Sora-chan – disse Yukimura. – Por que você pediu desculpas?
O garoto levantou sua cabeça e encarou o mais velho, confuso.
- O que ele é quer dizer – Yoshino continuou – é que você acabou de dizer que também nos ama. Por que pedir desculpas, se você está retribuindo nossos sentimentos?
- Mas... – Sora levantou seu tronco, seus olhos lacrimejando. – Mas eu gosto dos dois ao mesmo tempo! Isso é egoísmo. Vocês não estão com raiva?
- Por que estaríamos? – Yukimura aproximou sua mão do garoto e tocou-lhe a bochecha corada.
- Nós te amamos, Sora-kun – Yoshino fez o mesmo que seu amigo –, e estamos felizes que você sente o mesmo.
O mais novo deixou que algumas lágrimas rolassem pelo rosto. Estava feliz; demasiadamente feliz que eles o haviam aceitado. Nunca pensara que aquilo aconteceria. Imaginava que os garotos ficariam com raiva dele, de seu egoísmo. Estava nervoso, hesitante, odiando a si próprio.
Os veteranos sorriram e abriram seus braços para que pudessem receber um abraço do menor, que, prontamente, jogou-se sobre os dois, chorando sobre seus ombros.
- Sora-chan, você é o nosso namorado – Yukimura comentou.
- E nós somos seus namorados, Sora-kun – Yoshino completou.
O garoto balançou a cabeça repetidas vezes, concordando com os dois. Seu coração pulava de alegria, assim como os dos mais velhos. Ao mesmo tempo, os lábios dos veteranos encontraram suas bochechas, e, então, Sora afastou-se ligeiramente deles.
- Yukimura-senpai, Yoshino-senpai... Eu não pensava que fosse possível vocês aceitarem meus sentimentos. Mas parece que, inconscientemente, algo dizia que aconteceria.
- Por que diz isso? – o moreno indagou, confuso.
Sora abaixou ligeiramente a cabeça, o rosto idêntico a um morango maduro.
- Bem, hã... Eu guardei todo o material e... A mesa está vazia e limpa... Então, eu pensei que poderíamos... Bem...
Yukimura sorriu levemente.
- Não acredito que nosso Sora está nos convidando para fazer sexo.
- Será que entendemos errado, Yukimura? – Yoshino virou-se para Sora. – O que acha de mostrar para nós o que quer dizer, Sora-kun?
O garoto bufou. Então, os veteranos haviam decidido judiar dele?
Com as maçãs do rosto incrivelmente vermelhas, Sora afastou-se dos garotos. A passos lento, ele foi até uma das mesas e sentou-se sobre ela, suas pernas ligeiramente abertas em direção aos mais velhos. Com seus dedos, o menino desabotoou três botões de sua camisa, a fim de mostrar seu peito, marcado por dois botões cor-de-rosa. Então, levou sua outra mão à boca e mordeu o dedo indicador sedutoramente.
- Yukimura-senpai, Yoshino-senpai... Vocês não querem fazer...?
Aos poucos, os garotos sentiram seus pênis despertarem. A cena à frente deles era demasiadamente tentadora. Parecia que Sora havia sido feito para seduzir. Yukimura abriu um sorriso malicioso e foi o primeiro a se levantar.
- Seu desejo é uma ordem, Sora-chan.
O veterano, rapidamente, alcançou o menino e envolveu sua cintura com um de seus braços, encaixando-se entre suas pernas. Seus lábios logo se encontraram com os de seu namorado, em um beijo quente, em que suas línguas dançavam uma melodia inexistente, em que só existiam eles dois.
Yoshino chegou ao local onde os outros estavam um pouco depois. Seus braços, por sua vez, envolveram o peito do mais novo em um abraço. Sua boca dirigiu-se à orelha levemente vermelha de vergonha do menor. Os dentes perolados do mais velho mordiam levemente seu lóbulo, enquanto sua língua, de tempo em tempo, fazia-lhe cócegas.
Yukimura logo soltou os lábios de Sora, que gemeu assim que seus pulmões encheram-se de ar. Aquela era uma sensação deliciosa; enquanto Yoshino cuidava de sua orelha com a boca e de seu peito com as mãos, Yukimura ajoelhava-se no chão e apertava a carne de suas pernas, para depois abrir-lhe a calça e puxá-la, revelando o pênis desperto do menor.
Yoshino separou-se do corpo do mais novo apenas para que pudesse retirar a camiseta branca. Sora ficou nu, deliciando seus veteranos, que, a cada momento, sentiam seus membros enrijecerem-se. Os veteranos decidiram por retirar logo suas roupas também.
O moreno levou seus dedos aos mamilos do menor e apertaram-nos, causando estímulos de prazer no corpo de Sora. Sua boca dirigiu-se ao pescoço de pele alva do menor, beijando-o, mordendo-o, chupando-o, marcando-o, arrancando gemidos baixos de prazer do mais novo.
Yukimura não aceitava ficar para trás. Após pegar o pênis de Sora com os dedos, o veterano colocou-o em sua boca, pressionando-o levemente, sua língua lambendo-o por inteiro. Os movimentos que o mais velho fazia eram delirantes e, em pouco tempo, o garoto não conseguia mais segurar gemidos altos de puro prazer.
- Aanh... Se-Senpai... Mais... Aah...
Os mais velhos sabiam que Sora gemia para ambos, a fim de deliciar os dois, o que os estimulou a continuar o que faziam. Yoshino apertava e brincava com os botões róseos do peito do mais novo, e Yukimura aumentava a velocidade com que chupava o pênis do menor.
Em pouco tempo, o louro pôde sentir o sêmen de Sora adentrar sua boca e descer por sua garganta. Um filete do líquido branco escorria pelo canto de seus lábios quando ele levantou-se para beijar o mais novo, que pôde sentir seu próprio gosto. Yoshino afastou-se ligeiramente do menor, observando seu peito subir e descer.
- E agora? – Yukimura indagou. – Como vamos decidir quem vai entrar no Sora-chan?
O garoto corou ao ouvir aquilo.
- O que acha de decidir no pedra, papel e tesoura? – Yoshino sorriu.
Sora levou seus olhos do louro para o moreno, e vice-versa. Eles realmente estavam decidindo quem colocaria o pênis em seu ânus em um jogo bobo como aquele?
Yukimura foi o vencedor. Yoshino bufou e lançou um olhar irritado para seu amigo. O mais novo olhava-os com certa estupefação, os braços cruzados em frente ao seu peito.
- Não acredito que decidiram algo assim em um jogo – comentou.
- Preferia que adentrássemos os dois ao mesmo tempo? – Yukimura perguntou, com um sorriso.
- Não! Quero dizer, ainda não estou preparado, mas... Um dia, eu queria que os dois estivessem dentro de mim ao mesmo tempo.
Yoshino abriu um sorriso contente.
- Sim, algum dia, Sora-chan, você sentirá nós dois em seu ânus, mas, hoje, sua bunda é só minha, certo? – Yukimura sussurrou enquanto levava sua mão a parte de trás do garoto e apertava o que era seu. – Sora-chan, será que você poderia ficar de quatro para mim?
O mais novo concordou e deitou-se sobre a mesa, virando seu a parte de trás de seu corpo para Yukimura. Yoshino subiu na mesa, como Sora, e ajoelhou-se em frente ao rosto do mais novo. O louro posicionou-se atrás do menor.
- Sora-kun, pode me satisfazer também?
O garoto balançou a cabeça positivamente e alcançou o pênis do veterano com a boca. Era a primeira vez que fazia aquilo em sua vida. Demorou um pouco para se acostumar com aquele volume entre seus lábios, mas logo conseguiu adaptar-se e estava saindo-se muito bem para a primeira vez.
Yukimura, enquanto o mais novo estimulava o pênis de Yoshino com a boca, lambia seus dedos e, logo, sentia-os prontos para adentrar o corpo de Sora. Primeiro, um deles pediu passagem pela entrada do garoto, que se contraiu ligeiramente por causa do intruso. Em pouco tempo estava acostumado com os movimentos de vai e vem. Então, Yukimura decidiu pôr o segundo. Ele os afastava dentro do garoto, aumentando o espaço apertado. Em pouco tempo, sentiu que estava pronto.
Temeroso com o que estava por vir, Sora levou uma de suas mãos ao pênis desperto entre suas pernas, masturbando-se. O louro pôs seu membro entre as nádegas do mais novo e empurrou-se lentamente para dentro. No início, o garoto teve que soltar o pênis de Yoshino para gemer de dor. Yukimura parava de vez em quando, para que o menor pudesse acostumar-se aos poucos.
A cada momento, a dor diminuía, principalmente por causa do auxílio da masturbação. Aos poucos, Sora acostumava-se com o volume dentro de si e pedia por mais. Yukimura passou a mover-se dentro do garoto, saindo dele e adentrando-o. A boca do menor voltou ao membro de Yoshino e continuou a estimulá-lo, enquanto sua mão tocava-lhe o pênis.
Os mais velhos gemiam alto e forte, enquanto Sora o fazia de forma abafada, já que estava com a boca cheia. Então, sentiu Yoshino chegar ao seu prazer, o líquido branco e viscoso descendo pela sua garganta lentamente. O moreno arfava.
- Obrigado, Sora-kun – e desceu da mesa, para depois levar seus lábios à boca do menor.
Enquanto eles beijavam-se, Yukimura aumentou a velocidade das estocadas, causando um pouco mais de dor ao menor, mas prazer para si. Yoshino viu-se na obrigação de ajudar Sora a sentir prazer e levou umaa de suas mãos ao membro pequeno do garoto.
Ele movia seus dedos sobre o pênis pequeno, fazendo cada vez mais estímulos de prazer circularem pelo corpo do mais novo. Suas pernas tremiam ligeiramente. Em pouco tempo, Sora gozou na mão de Yoshino, e o sêmen de Yukimura adentrou seu corpo. Os dois gemeram de forma alta e longa, ao mesmo tempo.
O louro saiu do corpo do menor e jogou-se sobre uma das cadeiras. Sora tentou sentar-se sobre a mesa, mas a dor era forte demais; então, apenas moveu-se a fim de poder observar seus namorados. Yoshino e Yukimura sorriam.
- Eu amo vocês – Sora abriu um sorriso.
Os garotos retribuíram com um “nós também” antes de beijarem as bochechas e os lábios do mais novo. O Trio Inalcançável tornar-se-ia ainda mais inalcançável, pois, a partir daquele momento, a relação deles estava ainda mais forte.
Notas finais
Até a próxima!
Takoyaki ~ Bolinho de Polvo.
Próximo: O Garoto de Cabelos Brancos.
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