Garotos
5 Capítulo 5 . O Garoto de Estatura Muito Baixa
Notas iniciais
Anyway. Aqui está o capítulo. Hey, esse é o primeiro lemon que eu escrevo então desculpem se está terrível! Era pra eu treinar logo para o capítulo especial. Ah, esse capítulo é baseado nos dois professores que eu shippo na faculdade. Tudo começou quando eles foram dar uma aula em slides e eles falaram a mesma coisa que Diego e Claeb falaram sobre os slides. HAHAHA anyway sou fujoshi até na faculdade.
Falando nisso, houve empate então vão ter dois capítulos especiais de lemon.
1. O Garoto de Cabelo Lilás (KimxRuki)
2. O Garoto de Maneiras Muito Polidas (ArthurxChristopher)
Então, o capítulo!
Boa leitura.
Tema: Romance entre professores.
Na Academia Saint John, as disciplinas práticas exigiam que houvesse dois professores dentro da sala. Desenho era uma delas. Diego era professor da matéria havia três anos, porém nunca se acostumara com os alunos. Não que ficasse nervoso por estar na frente de trinta pares de olhos; mas porque era alvo de risadinhas e piadas. Tudo porque era, simplesmente, baixo demais.
Sua estatura chegava com dificuldade a ser dois ou três centímetros maior que a do garoto mais baixo da sala, e isso o frustrava. Ele tinha 25 anos e era do tamanho de um garoto de dezesseis!
Mas o que era pior: o professor que dava aula com ele era alto. Mais alto que o mais alto dos garotos da sala. Seu nome era Caleb, e eles tinham a mesma idade. Naquele dia, dariam aula ao segundo ano. Diego suspirou e arrumou os cabelos castanhos. Então, pôs-se a caminhar em direção à sala.
– Bom dia! – disse ele ao adentrar a sala. Após colocar uma pasta e um celular sobre a mesa, continuou: — Hoje, vamos ter aula em forma de slides, então... Será que alguém poderia puxar a tela para mim?
Nas salas da academia, havia um rolo de tela, preso no alto da parede, com uma corda para puxar. Porém Diego não a alcançava, nem que tentasse muito. Aquela era uma de suas metas: um dia, puxá-la sem pedir a ajuda de ninguém.
Os garotos riram levemente e um deles comentou:
– Por que não pula, professor? Você nunca tentou.
Os outros concordaram com mais risos. Diego bufou e virou-se para o quadro branco, a cabeça levantada, mirando a tela no alto. Nunca havia tentado mesmo, e aqueles garotos eram uns inúteis que só queriam se divertir com ele. Diego deu um, dois, três pulos, mas não adiantou. Ele não conseguia alcançar aquela corda. Atrás dele, os garotos riam e comentavam algo baixo. Quando estava preparando-se para dar mais um salto, uma mão forte puxou a tela. O professor virou-se e viu-se encarando os olhos azul-escuros de Caleb.
– Parem de judiar dele, garotos – disse para turma. – Ou querem que eu comece a me divertir com a cara de vocês também?
– Foi mal – alguns alunos pediram.
Diego sempre era salvo por aquele homem. Todas as vezes, ele que acabava com a chacota dos meninos. De alguma forma, isso o alegrava, pois sempre podia contar com Caleb; mas, ao mesmo tempo, o frustrava, já que não podia contar consigo mesmo.
– Obrigado – sussurrou para o outro professor, enquanto prendia a corda ao parafuso abaixo do quadro branco.
Caleb sorriu, e os dois começaram a aula. Eram dois horários seguidos, cansativos. Diego aberto os slides que havia feito no computador e foi checá-los pela última vez. O outro professor os olhava por cima.
– Que slides são esses? Você que os fez? – perguntou.
– Sim. Eu perdi os outros...
– Aqueles que fizemos quando eu fui ao seu dormitório? – Caleb abriu um leve sorriso ao dizer aquilo.
As maçãs do rosto de Diego enrubesceram no mesmo instante.
– S-sim... Talvez eu os tenha apagado sem querer...
Caleb afastou-se, então, com um sorriso malicioso no rosto. Lembrava-se perfeitamente daquela noite. Havia uma semana, ele pedira Diego em namoro. Já haviam ficado algumas vezes, mas não era nada oficial. Então, ele fora ao quarto do professor para preparar uma aula para a turma do segundo ano. E, no fim, ele acabou por se declarar ao outro. Sim, houve uma comemoração ao final de tudo; e, por isso, Diego ficava vermelho todas as vezes.
O mais baixo limpou a garganta e começou a falar sobre o assunto. Ele era um bom professor, apesar de sua baixa estima. Um dos melhores de toda a Academia Saint John. Caleb não ficava atrás e sempre fazia alguns comentários inteligentes ou engraçados.
Contudo, no meio da aula, o diretor bateu na porta e adentrou a sala. Ele pedia que todos os alunos se dirigissem ao auditório, para uma palestra sobre futuras profissões. Rapidamente, todos os garotos saíram da sala, e os professores ficaram a sós; Diego guardava seu notebook e Caleb mirava seu namorado com desejo. Então, ele aproximou-se do mais baixo, sussurrando em seu ouvido:
– Ei... O que acha de repetirmos aquela noite?
Diego ficou tão vermelho quanto um morango maduro.
– Ho-hoje à noite?
– Não... – as mãos grandes de Caleb começaram a empurrar a camiseta de Diego para cima, enquanto tocavam sua pele quente. – Agora mesmo.
O mais baixo virou-se em um único movimento, mirando o outro com os olhos de gato assustado.
– Você enlouqueceu? Estamos em sala de aula! – falou mais alto.
– Mas não tem nenhum aluno aqui, Diego. Ora, por favor, só uma vez! Prometo que é a última vez que fazemos isso em sala de aula.
– Não! – Diego espalmou as mãos no peito do mais alto. – Eu não posso fazer isso em uma sala de aula... Quero dizer, toda vez que eu olho para você, eu lembro daquela noite. Eu não posso mais entrar no meu quarto sem ficar excitado só por me lembrar daquela noite... Se nós fizermos isso aqui, eu não vou poder mais dar aula...
Caleb observava as feições de seu namorado, surpreso. Como uma pessoa poderia ser tão fofa assim? Isso devia ser um crime! E só o excitava ainda mais.
Sem se importar com o que Diego dissera, a mão de Caleb adentrou a blusa do professor e começou a apertar a carne que encontrava. Ao mesmo tempo, o mais alto levou seus lábios de encontro aos do seu namorado e beijou-o com desejo e paixão. Sua língua pediu passagem, que logo foi concedida pela boca do outro. As duas dançavam uma melodia marcada pelos sons característicos daquele ato; elas amavam-se como os dois professores. Depois de um tempo, Caleb afastou-se e mirou o rosto avermelhado de Diego.
– Pare... Pare com isso...
Mas aquele pedido foi em vão. Aos poucos, o mais baixo foi deixando-se levar pelos gestos de seu namorado. Aos poucos, ele ia cedendo, separando mais as pernas, inclinando seu corpo para trás, amolecendo os músculos rígidos, deixando que suas mãos passeassem pelas costas de Caleb.
– Foi sua culpa por ser adorável – disse o mais alto. – Eu te amo, Diego.
– Eu... Eu também – o professor retribuiu, sorrindo levemente. – Ah!
A mão grande de Caleb havia encontrado seu lugar favorito: o peito de Diego, onde dois botões cor-de-rosa enrijeciam-se ligeiramente. Os dedos longos apertavam e acariciavam os mamilos de Diego, que, logo, puxou sua camiseta e jogou-a no chão. Estava cansado daquele pano desconfortável.
Os dedos, também, deixaram de tocar o peito do mais baixo, a fim de dar espaço aos lábios carnudos de Caleb. Com os dentes, ele mordia a pele ao redor, deixando-a avermelhada; com a língua, ele lambia a região, como um pedido de desculpas; e, logo em seguida, beijava-os com carinho.
Diego gemia lindamente. Aquele era seu ponto mais sensível; amava quando era tocado ali. Se não tomasse cuidado, gozaria em sua calça. Em um movimento cuidadoso, afastou seu namorado de seu peito.
– Pare... Eu vou... – Diego arfava, enquanto falava; os olhos semicerrados, a boca entreaberta, a face avermelhada.
Caleb lambeu os lábios com aquela visão. Era tentador. Diego era, simplesmente, tentador demais. Sua mão, então, agarrou o pênis do namorado por sobre a calça, apertando-o levemente. Diego gemeu alto demais.
– Aannh... Ah! – continuava, enquanto Caleb massageava seu membro. – Ca... Caleb, eu vou... Tire a minha calça logo!
– Com todo o prazer – e sorriu malicioso, ao final.
O mais alto, como se quisesse torturar seu namorado, puxou o zíper do jeans lentamente. Quando, enfim, a calça caiu no chão, Caleb puxou sua camisa, jogou-a no chão e abaixou sua própria calça até a altura dos joelhos. Rápido, ele pôs Diego sobre uma das carteiras da sala e abriu suas pernas, encaixando-se perfeitamente entre elas.
– Está melhor? – indagou.
Diego concordou com a cabeça e pediu que ele continuasse. Logo, Caleb estava de joelhos no chão, a cabeça na altura do baixo-ventre do mais baixo, a língua lambendo seu pênis. O mais alto era, de fato, muito habilidoso com sua língua, e era disso que Diego gostava. Ele estava quase apaixonado pela boca de seu namorado.
Repentinamente, um gemido mais alto deixou os lábios finos do menor, e um líquido viscoso adentrou a boca de Caleb, deliciando-o. Ele afastou-se lentamente e mirou Diego, com seus belíssimos olhos azuis, enquanto lambia os lábios. O menor estava rubro de excitação.
Caleb levantou-se rapidamente. Ele não podia mais segurar. Seu membro pulsava dentro de sua cueca. Mas ele não podia simplesmente adentrar seu namorado; ele tinha que judiar um pouco dele também.
– Ei, Diego... Por que não diz o que você quer que eu faça a seguir? – indagou, o hálito quente contra o ouvido do mais baixo.
– Eu... – mas não completou a frase.
Diego jogou o corpo levemente para trás, apoiando-se sobre os cotovelos. Sues pés ficaram sobre a carteira, um tanto mal apoiados. Em seguida, ele levou seus dedos finos em direção à sua bunda e tocou sua entrada ligeiramente, com um leve gemido.
– Entre... Entre aqui, Caleb...
Como ele podia recusar?
Rápido, o mais alto levou um de seus dedos à entrada de seu namorado e penetrou-o. Estava úmido, o que facilitou o movimento constante de vai e vem. Somando mais dois dedos de uma vez, Caleb sentiu o corpo à sua frente retrair um pouco. Com mais dificuldade que antes, ele passou a mover os dedos e abrir um pouco o lugar em que entraria logo. Diego gemia levemente.
O corpo forte do mais alto cobriu o menor e seus lábios encontraram-se. Enquanto Caleb preparava Diego para o que estava por vir, suas línguas dançavam, exploravam a boca um do outro.
Alguns minutos depois, o mais alto afastou-se e olhou para seu namorado com um desejo incontrolável. Assim, adentrou o corpo do menor. Diego gemeu alto, por causa da penetração repentina. Quando estava inteiramente dentro do mais baixo, esperou que suas respirações aceleradas se acalmassem um pouco, para começar a se mexer.
Os gemidos de Diego eram excitantes em demasia. Todos os gritos que ele dava causavam arrepios em Caleb. Logo, os dois moviam-se rapidamente, um de encontro ao outro, enquanto a sala era preenchida pelo barulho e cheiro de sexo. Diego levou uma de suas mãos ao seu pênis, à procura de seu próprio prazer.
Os dois continuaram dessa forma por algum tempo. De tempo em tempo, suas bocas se procuravam e beijavam-se demoradamente. Quando estava prestes a chegar ao ápice, Caleb afastou seus lábios do corpo do menor e gemeu mais alto que o costume – talvez fosse o lugar em que estavam que o fizera sentir mais prazer.
Diego sentiu-se ser preenchido pelo sêmen de seu namorado, e isso foi o que precisava para chegar, também, ao prazer. Um jato branco sujou seu peito e sua barriga.
Arfando, Caleb jogou-se sobre o menor, sujando-se também daquele líquido.
Estavam exaustos. Os olhos azuis do mais alto procuraram os de seu namorado e sua boca sorriu para ele.
– Obrigado por repetir aquela noite – disse.
– Eu também estava querendo repeti-la desde que você saiu do quarto – Diego admitiu.
Os dois riram levemente e abraçaram-se. Seus lábios procuraram-se rapidamente e voltaram a se beijar. Para eles, não seria problema repetir aquela noite quantas vezes fosse necessário.
No dia seguinte, Diego adentrou a sala do primeiro ano um tanto cansado. Seus olhos logo encontraram seu namorado, sentado à mesa do professor. Ele sorria maliciosamente. As bochechas de Diego pareciam dois morangos maduros. Sim, o pior de tudo era que o professor com quem ele dava aula era Caleb.
Notas finais
Espero que tenham gostado! ♥
Até a próxima!
Takoyaki ~ Bolinho de Polvo.
Próximo: Especial: O Garoto de Cabelo Lilás.
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