Garoto errado
15 Capítulo 14
Notas iniciais
P.O.V Paulo
Nossos labios se movimentavam com rapidez, parecíamos desesperados por tudo que estava acontendo, as mão de Alícia rodearam meu pescoso e eu apertei a sua cintura, ainda nos beijando fomos entrando para dentro, com um pouco de consciência que me restava eu fechei a porta com uma mão por que a outra se encontrava na cintura de Alícia. Fui empurrando ela em direção ao sofá e deitei Alícia primeiro e fiquei por cima dela continuamos nos beijando intensamente ela passava a mão pelos meus cabelos e eu passava as mãos na sua cox a descoberta por causa do minúsculo pijama, mas fomos interrompidos por uma voz feminina.
— Alícia você está acordada, que barulho é esse ai na sala. — os olhos de Alícia ficaram esbugalhados, provavelmente era a mãe dela.
— Sai de cima de mim.— Cochichou no meu ouvido, e eu sai de cima dela, a mesma se levantou rapidamente e me pegou pela mão e saiu me arrastando para um cômodo da casa.— Entra ai e fica quieto.— falou e fechou a porta, olhei para o lugar que ela havia me trazido, as paredes pretas e os pôsteres de bandas de Rock com toda certeza era o quarto dela.
P.O.V Alícia
Escondi Paulo no meu quarto e fui para a sala e tranquei a porta e logo vai minha mãe.
— O que estava fazendo lá fora filha? — perguntou minha mãe.
— Eu tava assistindo TV e escutei a companhia e fui abrir a porta mas não tinha ninguém, deve ser as pestinhas do prédio.— menti.
— A tudo bem, estou sem sono acho que vou assistir um filme. — disse minha mãe deitando no sofá.
— Ahh, eu acho que já vou dormir, Boa noite mãe.— disse dando um beijo de Boa Noite em minha mãe.
Entrei no meu quarto tranquei a porta e me deparei com Paulo mexendo no meu álbum de fotos infantil, tomei da mão dele e guardei de volta.
— Você é muito mal educada sabia, aliás você era tão fofinha quando era criança.— disse ele debochado.
— Vá a merda Paulo. — falei irritada me jogando na minha cama.
— Só se você for comigo.— gargalhou o imbecil.
— Aff não sei se fico viva até amanhã, você é muito irritante.— falei.
— Como assim até amanhã?— perguntou ele com cara de malícia.
— Não tem como você ir embora minha mãe está acordada e assistindo TV na sala e a única porta que dá pra sair é a que esta na sala, você vai ter que esperar ela ir para o trabalho amanhã cedo.— Expliquei tudo a ele.
— Bom, podemos aproveitar esse tempo que estamos aqui e terminar o que começamos.— disse ele por cima de mim.
— Não vamos terminar o que não começou. — falei rolando para o outro lado da cama.
— Ah Alícia pode admitir eu sei que você gostou.— falou Paulo ficando novamente por cima de mim.
— E quem disse que eu gostei, eu odiei.— disse e quando fui rolar para o outro lado da cama ele colocou o corpo dele em cima do meu me impedindo de sair do lugar.
— Você pode até negar mas quando eu te beijo você derrete.— disse Paulo olhando nos meus olhos, e quando eu ia responder com todos os insultos do mundo ele começou a chupar meu pescoço tentei me mechar de baixo do corpo dele mas Paulo era muito pesado, então ví um alvo próximo e sem excitação mordi a orelha de Paulo com toda força que pude, ele desgrudou do meu pescoço e masageou o local e logo após soltou um sorriso e eu fiquei completamente sem entender.— adoro a sua agressividade. — riu malicioso, e voltou a chupar e beijar meu pescoço, mas eu não me daria por vencida voltei a morde-lo com força total só que dessa vez foi na bochecha e então ele intensificou as chupadas e eu as mordidas. — Ai! Agora doeu.— falou massageando a bochecha e eu sorri vitoriosamente e sorrateiramente aproveitando a distração dele eu movi um pouco a minha mão que estava debaixo do corpo dele e apertei as partes baixas de Paulo com toda força que tinha e ele gemeu e sai rapidamente debaixo dele mas antes que eu alcança-se minha liberdade ele me prendeu com suas pernas e com sua voz rouca ele susurrou no meu ouvido.— Isso não me machucou só me deixou mais exitado e com mais desejo de você.
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