Notas iniciais
CHEGOU !!!!!!!!!!!!! VAMO LÁ QUERO VER TODO MUNDO DANÇANDO RATATANGA! A tão esperada festa chegou. Gente, eu imploro pra vocês que deixem um comentário falando sobre o que acharam, porque eu estou com medo de que ninguém goste... Mas, estou MUITO feliz com os elogios e prometo postar na mesma frequência de antes. Beijinhos ♥

Thalia estaciona o carro, na frente de sua casa.

Há muita gente na frente, e já começam a nos olhar. Odeio ser notada. Sou muito branquinha, e fico da cor dos meus cabelos (ou mais vermelha)

Saímos do carro, uma á uma e os olhares só me parecem crescer.

Procuro o meu louquinho com os olhos, mais nada encontro. Então resolvo devolver os olhares.

A porta da frente está aberta e Thalia nos guia até lá.

Tá, ai que desencadeou de vez, já que dentro da casa tinha O DOBRO de pessoas.

Pelo que vejo Percy, Jason e Luke estão aqui na sala.

Eles nos olham com cara de UAU! e eu reprimo um sorriso.

– Vocês podem se cuidar daqui para frente certo? — pergunta Thalia.

– Sim. — respondemos.

E cada uma vai para um lado.

Vou á uma parte da casa dos Grace, onde tem uma mesa, com coisas para comer e beber.

Se Octavian, não está aqui, não voi tentar fazer nada com outro alguém.

Pego um copo e despejo o ponche, já provavelmente batizado, em um copo.

– Rachel?

– Huum? — me viro.

Octavian está lá. Eu acho que sou a única que o acho bonito na sala.(N/A: Lembrando que o Octavian é o Tom Felton, Draco de HP) Hoje ele está lindo, com uma blusa de botões roxa e uma calça jeans larga.

Ele me olha de cima a baixo.

DROGA! Espero não estar vermelha igual á um tomate. Dou Graça a todos os deuses por estar escuro.

– Mudança de visual, é? — pergunta ele com um sorriso malicioso.

– Sim. — Jogo um charme. — Você gostou?

– Realmente, você está muito bonita. — diz ele. — O garoto que você fala em todas as suas poesias, já te viu assim?

Passo a mão pelos cabelos e pisco:

– Digamos que sim.

– Ele tem sorte mesmo.

Reprimo um sorriso.

Octavian pega um tanto de ponche, e também coloca em um copo. Digo á ele:

– Sorte nada! No fundo, eu sou a mesma garota que você conhece, Octavian. Somente troquei aquelas roupas sem graças, por algo novo.

– Sério? Porque com essa aparência você não parece ser apaixonada por palavras.

– Porém eu sou, quer que eu recite uma rápida para você?

Ele mexe o copo e sorri:

– Eu adoraria.

– É uma citação na verdade: O que é que há, pois sois em um nome? Aquilo a que chamamos de rosa, mesmo com outro nome cheiraria igualmente bem.

Ele me olha e diz:

– Amante de Shakespeare, Dare?

– Com orgulho. Um ótimo escritor e roterista. Não vi até os dias de hoje, uma históra melhor que Romeu e Julieta.

– Então somos dois.

Dou um sorriso tímido e tomo mais um gole de ponche.

Sim, ele está batizado.

– Dare?

– Oi?

– Acha que eu não sei o que sente por mim?

Yes! Ele mordeu a isca. Não, ele não é amante de Shakespeare. Se não, saberia o que estou fazendo, de fato.

– Acho que está enganado, Octavian. — vou andando. — Só temos coisas em comum, já que somos igualmente poetas que falam de amor.

Saio para fora, perto dos bancos e árvores, onde está estranhamente vazio.

Ele segura meu braço e eu viro o rosto:

– Eu vejo. — diz ele. — Suas olhadinhas ao ler seus poemas, você olha somente para mim.

– Vejo ás suas também. Talvez isso seja apenas uma comunicação barata entre escritores natos.

– Rachel, fale a verdade. Ao contrário, dos garotos burros da nossa sala, eu sei o que é o amor. Sei qual são os sintomas e evidências.

Franzo a testa:

– Sintomas? Então, quer dizer que você vê o amor como uma doença?

– Não é bem assim. Apenas afirmo que dá para saber quando alguém está apaixonado.

Me aproximo mais do pequeno banco:

– Você só fala de mim. Posso dizer, que você também faz essas coisas e mais. Especialmente depois que eu parei de andar com os Stolls.

Ele me olhou com os olhos semi cerrados:

– Vai me dizer a verdade ou não?

– Qual é a verdade que quer saber?

– Se você me ama.

Penso um pouco e revejo: eu conheço Octavian, apesar de ele ser parecido comigo, é estranho ás vezes. Escolho a melhor resposta a ser dita:

– Faria alguma diferença em sua vida, se a resposta for sim?

– A resposta é sim?

– Responda- me primeiro. — digo.

– Faria. Talvez eu até posso corresponder o mesmo sentimento.

Sento na beira do banquinho e deixo os meus saltos ao lado, já que estavão incomodando. Ele me acompanha.

– Sou a mesma Dare de sempre, viu? Vai encarar?

Ele olha em meus olhos e diz:

– A gente pode tentar.

Ele então me beija.

Os lábios que sempre quis esperimentar tem gosto de maçã e whisk, assim como provavelmente os meus também tem, logicamente por causa da bebida que tomamos.

É um beijo calmo, sem muita ação.

Realmente, não foi o que eu esperava, mas é realmente bom.

Ele pede passagem pela língua e eu concedo.

Ficamos assim, por um tempo, até precisar de ar.

De olhos fechados, respiro e depois levanto.

– Talvez você ainda esteja errado. — digo sorrindo com os olhos já abertos.

E o deixo plantado, pensando no beijo que acabamos de dar.

Notas finais
Gostaram hehehehhe? Eu gostei um poquinho! Só pra avisar gente, não vai ser todos os casais que vão se beijar na festa. Só dois. Rachel X Octavian (que acabou de acontecer) e Thaluke. Queria saber se pode ter pegação com Thaluke HUHEUEUEHE. Já que eles são problemáticos. (não é potaria gente, é só uns amassos) E o casal que vocês mais gostam, vai ser o que mais vai demorar a acontecer :) Porque eu sou má! E vocês, acreditaram no Octavian? Ele é EXXXXXTRANHO (eu sei que é com s) E é isso :)