Garota ou Basquete?

6 Capítulo 5: Sentimentos e propostas


Notas iniciais
Boa leitura!

No caminho de volta para casa, após o jantar com Charlie, Edward não conseguiu tirar as mãos de Isabella. Sua mão se espalhava pela coxa dela, perto demais do local em que ele queria estar e a mão dela o acariciava por cima do jeans, tornando difícil a tarefa de dirigir sem provocar um acidente.

Ele achava muito bem que sexo no carro era aceitável e se não fosse por haver algumas inocentes pessoas na rua, teria atacado a namorada ali mesmo.

Após estacionar, olharam um para o outro, provavelmente pensando a mesma coisa, e suspiraram antes de sair do carro.

Edward aguentou ficar longe de Isabella até entrarem no corredor que levava ao seu quarto. Então, antes mesmo que pudesse perceber o que estava fazendo, ele começou a beijá-la.

Suas mãos foram para os quadris dela, apertando seu corpo macio contra o dele. Estavam tão pertos que pareciam ter sido juntados com fita dupla face, mas ele ainda sentia que não era suficiente. Talvez, pelas roupas que o separavam, ou talvez, porque simplesmente nenhuma proximidade com o corpo de Isabella seria suficiente para a intensidade do sentimento que fluía por ele.

Era impossível, mas Edward se fundiria ao corpo dela se pudesse. Não conseguia acreditar em como havia se permitido ficar tão perto daquele corpo por tanto tempo e não tocá-lo com toda a admiração que ele merecia.

Isabella mordeu seu lábio inferior, chupando-o em seguida ao mesmo tempo em que manipulava suas unhas na nuca dele, retorcendo os pequenos fios de cabelo que terminavam ali, enviando uma série de arrepios pela coluna de Edward e apertando tudo ao sul de seu corpo.

Eles entraram no quarto tentando fazer o mínimo de barulho possível, mas Isabella acabou derrubando o carregador de seu celular, que estava sobre a cômoda e Edward teve que abafar o som do riso dela com seus lábios, fechando a porta com o pé antes de pressioná-la contra a parede e a morena envolver as pernas em seus quadris. Ambos suspiraram pelo contato e ele sinalizou para que ela levantasse os braços, ordem que Isabella imediatamente obedeceu, e deixou que ele arrancasse sua blusa.

Ele nunca havia visto obra de arte mais perfeita que os peitos dela e deixou isso bem claro quando afundou o rosto no vão entre a carne macia, seu nariz aspirando o cheiro do paraíso.

Sentindo o tecido de sua calça lutar contra ele, Edward mordeu e chupou o topo dos seios de Isabella, observando extasiado, enquanto a cabeça dela pendia para trás e ela soltava um gemido lento e baixo.

Ele cobriu a boca dela com a mão enquanto a outra apertava seus mamilos rígidos e brincava com aqueles dois montes de Vênus. Céus, o corpo dela havia sido feito para ser amado.

Sufocando um grunhido quando ela se esfregou descaradamente contra ele, Edward levou a mulher para cama enquanto apalpava e abria o botão da calça, descendo o zíper e tocando-a por cima da calcinha. Por mais favorável que a posição anterior fosse, ele queria deitá-la contra os lençóis e saborear seu corpo em todos os lugares possíveis.

Isabella se encarregou de tirar sua calça, rebolando para fora do jeans de um jeito que fez Edward grunhir o nome dela em um múrmuro entrecortado. Sem se controlar, ele avançou, pairando com seu corpo por cima dela, na cama.

Ele esfregou o nariz em círculos contra o ponto mais sensível de sua garota e prendeu o tecido que a cobria entre os dentes, deslizando-o pelas pernas maravilhosas que ela tinha.

Ansioso para sentir seu gosto novamente, abaixou o rosto, beijando aqueles lábios deliciosos de forma casta, descendo então seu nariz e boca para o pescoço lânguido, o colo macio que subia e descia pela respiração acelerada da mulher, os seios macios e a barriga plana. Seus dedos afoitos apertaram as coxas dela novamente, abriram suas pernas e sua exploração foi mais além.

Isabella respirou fundo quando Edward soprou gentilmente o ar morno de sua boca, que entrou em contato com deu clitóris.

— Edward, estamos na casa dos seus pais. — Ela meio que falou, meio que gemeu, os dedos apertados contra o lençol.

Edward levantou seus olhos para encará-la, sua compreensão incapaz de absorver toda a beleza daquela visão estupenda que era Isabella Swan apenas em seu sutiã, com os cabelos espalhados contra sua cama, os olhos verdes absolutamente enevoados de desejo. Ele não poderia parar naquele momento nem se quisesse, e ele não queria.

— Relaxe, amor — pediu, dando um pequeno beijo contra a pele de sua garota. — É só você não fazer barulho.

•••

Após retornarem da semana em Vegas, Edward teve que voltar a treinar na academia e o tempo com Isabella diminuiu, porque ele estava exausto demais na maior parte do tempo e Isabella estava muito ocupada com a visita de Rosalie — uma prima da Flórida.

Depois de todos aqueles dias maravilhosos em Detroit e, posteriormente, em Nevada, jogando em diversos cassinos, e se divertindo, ele se encontrava quase com abstinência de sua garota e estava feliz que fosse sexta-feira, porque ele e Bella finalmente haviam marcado de se encontrar no apartamento dele. A noite não prometia muita coisa além da calmaria que ambos precisavam.

Ele passaria no mercado para comprar potes do sorvete preferido de Isabella e assistiriam uma nova série em que ela estava viciada. Depois, com sorte, eles tomariam um banho gostoso e encerrariam a noite na cama ou em qualquer superfície plana.

Edward sentia falta de sentir o gosto dela, de se enterrar em seu corpo e beijá-la. Céus, não via a hora de ter sua garota em seus braços e se afundar nela.

Só de lembrar da sensação de estar dentro dela, tornava as roupas dele desconfortáveis. Sentia-se como um adolescente com os hormônios em ebulição.

Seu celular tocou quando ele pôs às sacolas do mercado no banco traseiro do carro. Era Laurent, seu amigo e agente. Atendeu, torcendo para que não houvesse um imprevisto para aquela noite, porque seria obrigado a se esquivar.

— Ei, Laurent.

— Cullen? Espero que esteja sentado, porque eu tenho uma proposta irrecusável para você.

Notas finais
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