Gangue Dos Kagamines
8 Vamos Pra Gangue!
Notas iniciais
– Len... V-você me t-traiu... — A loira tremeu as mãos com punhos fechados e lágrimas brotavam de seus olhos dourados.
– QUE!! — Len ficou escondeu a mão ferida dentro da camisa e fitou Sukone com muita raiva. — N-Neru...
– ... — Neru caiu no choro.
O Kagamine se levantou xingando a Sukone Tei baixinho com raiva e deu um enorme abraço na sua namorada.
– Eu nunca trocaria você por uma psicopata louca...
A Voyakiloid abraçou-o devolta encarando a Utau séria que sorria para ela.
Ela se levantou dizendo desculpas e que isso não iria mais acontecer. Elas conversaram um pouco e chegaram a um acordo amigável e harmonioso.
– Promete não fazer mais isso Tei?
– Prometo Akita-Chan!
As duas sorriram e se abraçaram como se fossem amigas de infância.
Meiko falou com todos pelo interfone que tinha feito jantar na cozinha ao lado do saguão.
A turma que estava dormindo desceu, restando só Neru e Sukone na varanda do quarto.
– Vamos comer Neru-Chan? — Perguntou a Utau sorridente.
– Ah, por que comer agora?
– Não está com fome?
– Não.
– Tudo bem. — Tei abraçou Neru e se virou de costas. — Eu vou descer sozinha.
– TU VAI DESCER PRO INFERNO!
Neru deu um salto rápido e preciso. Um salto tão ágil quanto o de um ninja em um combate importante.
Agarrou Sukone Tei e as duas voaram da varanda e cairam da sacada do décimo quinto andar.
As duas passaram por diversas janelas abertas do prédio. Inclusive a janela da sala de jantar onde Meiko servia para os vocaloids a princesa e o Ben.
– Que barulho foi esse? — Perguntou Rin coçando os olhos.
– Fui eu soltando pum.
– HAKU! — Todos olharam Haku constrangidos.
– Não, foi um som de gritaria, né Rin? — Perguntou o adolescente moreno.
– Isso... Uma algazarra terrível!
Len olhou para a janela.
– Hum... Não foi nada gente.
– Então vamos voltar a comer! — A Princesa interroupeu.
Todos foram dormir e depois despertados pelo sino do outro lado da rua de onde ficava o hotel.
Estava na hora do pessoal voltar para o beco e fazer o trabalho da gangue que entraram. Ficavam se perguntando o que irião fazer.
– BOM DIA SEUS CAMULDONGO! — Gumi abriu as portas do hotel deixando a luz forte do sol entrar.
– Gumi... Como sabia que fomos nos hospedar aqui..? — Haku estava descendo as escadas com Rin e Clara Rosa. Enquanto Len e Ben estavam no saguão sentados esperando as garotas para partirem.
– Ah! É só um mecânismo de hastreamento que instalei na carteira da Yowane.
– QUE! — Haku agarrou a bolsa.
– QUE DE NOVO! — Len estava mais confuso ainda.
– Que haya venido o no? — Perguntou José atrás de Gumi.
– Sí , esperar un poco José ... Ellos no están listos. — Respondeu a Megpoid.
Depois de um tempo, todos estavam prontos para o primeiro dia. Estavam nervosos e com medo. Era muito errado trabalhar com tráfico para não ser preso. (Quê?)
Len notou que durante o jantar e o inicio dessa manhã,sentiu ausência da Neru e da Sukone. "Onde elas se meteram?"
– ¿Dónde está la rubia llamada Neru?
– Eu... Eu não sei. — Len subiu as escadas correndo. — Vão na frente! Eu encontro vocês depois!
– Ok! Pois Maika disse que hoje nossa gangue tem uma missão!
"Missão?" Pensou a turma, ficaram com mais medo ainda.
– Sim! A missão é para vocês! Vocês terão que recuperar uma coisa nossa na Padaria Coffeur.
– Sinto cheiro de roubo... — A Princesa agarrou o braço de Ben nervosa.
– Mas vou logo dizendo, é uma coisa bem pesada! É muito valiosa! Vai custar a devolução do caminhão da Haku!
– GLÓRIA DEUS! — Haku pulou da escada e tropeçou. Saiu rolando escada baixo.
– Pero no va a ser fácil...
– Tem razão, terão de dar duro e trabalhar em equipe para conseguir a parada que queremos.
– Contanto que o povo da padaria for amigável... — Rin disse nervosa. — Faremos o possível para nos livrarmos dessa confusão!
Todos ficaram otimistas e determinados.
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