Gangbang

8 Keep Calm


Nenhum tinha gosto de alcool. Nenhum. Era impossivel, eu sabia todos os sinais que ela dava quando mentia. Todos. O modo que ela brincava com o cabelo, que ficava totalmente sorridente e lerda. Demorava pra assimilar qualquer coisa que eu falasse pra ela. Ai minha mente voltou a funcionar. Todos os sintomas da bebida, são os sintomas da mentira dela.Maldita seja a minha confiança nela. Suspirei e segui para o carro. Merda. A chave tinha ficado com ela. Suspirei — novamente — e abri a porta trazeira — Ela tinha um problema e não trancava — e me deitei ali mesmo. Ela estava certa, o sofá de couro é bom, muito bom Melhor ainda se fosse eu, sofá de couro e ela.Me afundei com tudo no sofá provocando um grunhido. Ele estava gelado e cheirava a alcool. Ah, o doce cheiro do lar. Sorri ao me lembrar do bar do Zane, um antigo amigo meu. A antiga lei das drogas, sexo e rock 'n' roll não funcionavam para Zane. Ele precisava de mais. Sempre precisou de mais. Eu ri. De mais na mente, e no [...] Deixei a mente vagar por conta própria. Algumas risadas, alguns sorrisos brotando na minha boca com certas lembranças...O sono me fez me afundar mais no couro macio. Era tudo culpa do sono. Culpa que eu a deixei sozinha numa casa a noite é pela bebida, mas, eu estou dormindo na frente da casa dela. "Porque esqueci as chaves la em cima."Maldita seja também, a responsabilidade que vem com essa rota desesperada que venho tomando. Fugir pelos becos e saltar prédios não é um tipo de obstaculo quando se tem uma garota-homem-aranha. O incrivel é os saltos alto, sempre saltitando nos benditos saltos. Como uma mulher anda em cima dessa merda? Eu ja tentei, totalmente sóbrio, e tenho que lhe dizer: QUE PORRA. Dói, machuca, irrita, corroi.E as mulheres se acham lindas em cima deles. Depois que eu andei com um par vermelho agulha, vou admitir: Se eu vejo uma mulher de salto, eu fico com pena dela. Pena por deixar ela andar com aquilo. E por isso, nada mais, eu pesso que ela tire a roupa acompanhada do salto que fica no chão do meu quarto. É normal não é? Ser um garoto de vez enquanto não mata anjos — Eu juro que eu ri nessa parte. — Ser um garoto é oque mata anjos. A imprudencia, achar que é o rei. Achar que você pode saltar sem nunca cair. A ideia de mergulhar de um penhasco e cair em plumas não é verdadeira, caro amigo meu. É algo totalmente sínico, uma risada de uma piada sem graça. Um palhaço sem humor, ou quem sabe uma mente ja morta. Um quarto escuro da mente. Algo do gênero, mas foda-se, eu estou bebado mesmo. E afinal, eu havia cansado.Eu não estava afim de ter que aguentar mais e mais ela. A fuga fora um erro. A história de se apaixonar era mentira. Mas quem poderia negar uma oferta dessa? Até eu me apaixonara, e fora por ela.

A noite passou rapido, rapido até de mais. Eu ainda não estava totalmente recuperado da bebida de ontem. Minha cabeça latejava e minha visão estava turva. Eu precisava comer algo. Fiquei cutucando a maçaneta da casa dela com uma caneta, até a porta se abrir. Eu devo ter causado muito barulho, porque quando olhei para a direita encontrei Julia com um abajur cor de rosa de fadinhas pronto para acertar minha cabeça;

– Droga anjo, sera que eu vou ter que te dar uma arma para se defender? — Falei rindo, e a observei. Ela não estava com ressaca. Sabe porque? Nunca teve alcool no sangue.

– Nossa, sera que se eu atirar em você, você fica bravo? — Ela riu.

– Nem brinca.

– Oque foi? — Ela falou percebendo meu olhar

– Eu te deixei de roupa — Falei observando que ela estava só com uma blusa minha e calcinha.

– Eu ando nua pela minha casa — Ela revelou sorrindo — Totalmente nua — E piscou para mim. Eu ri.

~ A noite passou e ele bebeu muito, e chegou totalmente bebado ~

POV Julia

*Toc toc tó-tóc" bateram na minha perta e me deparei com Dyll totalmente bebado.

– Só sei que preciso de sexo — Ele falou e entrou na minha casa.

Notas finais
sou linda e 100soal