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3 Capítulo 3 - Medo em Progresso


Notas iniciais
Desculpa a ''pequena'' demora!!!

Estava escuro a esta hora, mais o aviso do Grandiel era importante também então isso não importava muito e não morava, também, tão longe do colégio. Entrando so portão do colégio, se dirigiu para grande prédio em minha frente e uma pessoa se junto a min, entrei, subi as escadas, virei a esquerda e mais uma pessoa passou a nos seguir, lá havia várias salas onde sabia que ficaria ali bastante tempo nesse ano e, de uma delas, saio duas pessoas com o mesmo destino que eu, enfrente, subi a escada, dessa vez virei a direita, subi novamente, no do corredor, mais uma escada onde só tinha uma porta grande, a sala do diretor, e nela entramos.

Fato curioso, o ultimo andar era apenas a sala do diretor, não deixe pensar que é apenas uma salinha, provável que era um pouco menor comparado aos andares de baixo, nela haviam nos cantos da sala várias estante enormes e cheias de livros um grande tapete vermelho com amarelo nos cantos e o simbolo de nosso colégio, GC e com letras menores logo embaixo, Grand Chase. Nome estranho para um colégio, o diretor Grandiel, ele e os vice-diretores que eram o Astaroth, porém ele dava aulas e a Lótus que cuida da parte das garotas. Continuando na decoração ainda, haviam várias lamparinas nos tetos, e nas paredes aquelas lampadas antigas, sei lá qual o nome certo daquilo...

No meio da sala havia três pessoas, na frente de uma grande mesa cheia de papéis esta no professor e vice-diretor, Astaroth sendo que ele estava com aquele sorriso sínico de sempre, alto, cabelos medianos e bagunçados de cor preta, era bem musculoso, poderia ser confundido com um grande atleta talvez. Do outro lado da mesa estava, a outra pessoa, vice-diretora Lótus, uma mulher de porte alto, altas curvas, cabelos loiros e com o olha de séria sempre estampada em sua face, ela poderia ser velha, mais parece ta na casa dos 20 anos ainda. E sentado na cadeira atrás da mesa o diretor do colégio Grand Chase, Grandiel, ele era um elfo assim como Lire e Ryan, alto e loiro, não tinha
um corpo definido, nem mesmo o nenhum dos olhares dos vices, ele era neutro, sempre calmo, e seus cabelos eram grandes como de mulher e usava um óculos. Ao que parece, os fundadores do colégio parecem... sei lá, modelos.

Estava somente, minha pessoa com os outros quatro que foram chamados e os modelos, eles estavam conversando até nós chegarmos.

– Vocês demoraram bastante ein? — Astaroth e seu modo irônico — Onde estavam?

– A culpa não é nossa — Um jovem de cabelos azuis, Ronan — Olha a hora que os senhores nos chamam.

– Tanto faz, vamos direto ao assunto — A modelo loira se pronuncia — Grandiel.

Ela chamou o modelo loiro rapidamente, e o mesmo se levanta calmamente abrindo a gaveta e tirando um panfleto dela, e logo mostrou para nós. Logo agente começou a tomar postura e ficar mais sério.

– Como todos sabem os torneios já iram começar — o loiro começa calmamente andando para a frente da mesa — E logo temos que confirmar se, nossos investimentos nesse ano valeram.

– Por enquanto vocês foram escolhidos, para representar o nosso colégio — o sínico agora, sorrindo ainda mais — Vamos lá, fiquem felizes por isso.

– Não é como se não gostasemos, mais por que nós? — A menina... ou menino... falou — Não somos os únicos aqui sabia.

– Vergas, na ficha de vocês consta, entre todos os outros — a modelo loira diz olhando no tablete — Que para essa modalidade vocês são melhores.

– Não é por sermos bons que podemos ganhar — Elises, uma jovem de cabelos vermelhos, se estressa facilmente — Se esqueceram que também tem o fator sorte?

– Isso é verdade... — finalmente decidi falar, olhando para Lótus — Para garantir, temos que ser bons, ter trabalho em equipe, e mesmo tendo isso, ainda precisaríamos de sorte.

– Não entendo, para quer sorte? — Grandiel fala curioso pelo fato que parecia incomum — Se forem bons, não garantem a vitória?

– Por exemplo, se a vida do meu personagem estivem com 1000 de vida — Ronan começou a explicar — E meu oponente vai me bater e der mais dano, seu ataque normalmente vária de 600-800 de dano, mais ai ele estar preste a morrer por min só que, ele deu a ''Sorte'' de sair um crítico e deu, por exemplo 1200.

– Haaa, que isso, ele deu uma tremenda sorte!! — Astaroth bufando no fim da explicação — Não é todos que conseguem essa raridade.

– Na verdade, não é raro isso acontecer em jogos — falei tentando explicar pra esperteza em pessoa — Isso é a coisa mais comum de todas, variados outros podem acontecer quando menos se espera.

– Entendi o que vocês estão falando — A Lótus me encarando — Mais essa sorte depende de vocês, não é mesmo?

– Se vocês arrumarem antecipadamente para garantir que isto não ocorra? — Grandiel ainda encostado — Então não seria difícil, não estou certo?

– O exemplo do Ronan foi básico, podem acontecer de várias outras formas — Uma garota de pele bronzeada e cabelos brancos se pronuncia — Por isso o fator ''Sorte'', aquela coisa estava ali por acaso, é assim que deve se enxerga.

– Agora sim entendi onde querem chegar — o loiro se desencosta da mesa — Pois bem, por enquanto só isso.

– A partir de amanhã gostaríamos que vocês treinassem sem descanço — Astaroth fala caminhando ate a porta e abrindo-a.

– Isso é tudo, estão dispensados — Loiro fala caminhando ate uma coluna de papéis em sua mesa- Amanhã, como sempre fazemos iremos anunciar o inicio do torneio de vocês.

Cada um de nós foi se virando e caminhando em direção a porta, olhei para os rostos de cada um deles, e vi alguns nervosos, animados e ate mesmo neutros. Nenhum de nós estava afim de iniciar uma conversa, mais como chamaram cinco pessoas, então precisamos tentar pelo menos dos dar bem... Que saco...

– Então... por que não marcamos para nos encontrar no salão de jogos? — tentei por enquanto iniciar um diálogo — Acho que precisamos nos dar bem a partir de agora.

– Claro! — Ronan se pronuncia — Temos que ter um trabalho em equipe ótimo.

– E vocês?- continuo — Podem ir também?

– Pra min tudo bem. — Lin, a jovem bronzeada fala — Que horas?

– Que tal as 07:00 horas — falo recebendo olhares reprovadores — Por que não?

– Por que, esse é o horário de entrada do colégio — a ruiva entra no diálogo — Ta querendo cabular aula?

– Não que a Elises tenha razão, por que ela mesmo falta. — Vergas falou em deboche — E você também?

– Ren achei que você era uma pessoa exemplar... — Ronan revirando os olhos — Você falto aula hoje?

– Mais é claro que não!!! — tento inutilmente me defender.

– Então, por que você que é da minha sala, falto hoje? — Lin diz arqueando a sombranselha — Doente? acho que não...

– Zero falou que você estava jogando até o horário de saida — a ruiva se lembrando do esverdeado.

Maldito zero, ele me paga, por que ele não pode ficar queto como sempre, só se juntar com a turma que ele começa a fofocar feito retardado.

– tsh... — reviro os olhos e ando em direção ao portão — Só foi um dia...

– Não apenas um pelo que sei. — a lin continuava — Você chego a faltar duas semanas!

– haaa... — desabafa Ronan decepcionado — Ren, e se você reprovar...

– Isso não vai acontecer — falo olhando pra frente — Então fica calmo.

– Certo, então é daqui que me disperso — Vergas diz.

Logo depois Ronan foi pro dormitório masculino, e as outras pro feminino. Sobrando apenas eu e a Lin formo até a estação, não poderia deixar uma garota andando essa hora da noite. Ela morava com a Edel, então a deixei na mesma
estação que deixei Edel.

Logo após me despedir, segui meu rumo, adorava essa hora do dia, calmo e sem o maldito sol, deveria ficar noite vinte e quatro horas por dia, ai sim meu dia ia melhorar. Andei calmamente até meu apartamento, aproveitando o silêncio e o vento frio que me batia levemente.

''Cheguei em casa.''

– uuhh... — cheguei suspirando.

Desde que meus pais saíram, não faz sentido usar essas palavras ainda assim, mesmo não sendo pra ninguém agente se acostuma a falar essas coisas...

Tirei os sapatos na entrada, coloquei a mochila no canto da sala e fui pra cozinha fazer algo pra comer, depois que se começa a morar sozinho tem que aprender a cozinhar, e acredite é uma benção as mulheres conseguirem fazer isso com facilidade. Desde então descobrir que tem algo tão difícil quanto biologia...

Terminei de fazer meu macarrão simples, talvez pelo fato de ser preguiçoso ou pelo fato de não saber cozinhar muita coisa, me sentei no pequeno sofá e liguei a televisão. Tempos se passou e eu avia caído no sono ali mesmo no sofá , com o prato de comida no chão, televisão ligada, e rezando mentalmente pra não cair do pequeno sofá.

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Quando me dei conta acordei, milésimos de segundo antes de cair de cara no chão, parece que minha reza não foi atendida, uma coisa que me desconforto, imagina quando as outras futuras que irei fazer, tomará que sejam
atendidas.

A preguiça era grande, mais mesmo assim me levantei, 07:00 horas era o encontro com eles, não queria deixar ainda mais marcante a minha ''conduta'' para eles.

Tomei um banho quente para me desperta e fiz um copo de nescal, e liguei a televisão para passar o tempo, pelo menos até a hora que saio normalmente. Fico mudando de canal até ver algo que chamou minha atenção
era um final de um campeonato de jogos, parecia que a equipe de roupas pretas tinha ganhado, o que achei estranho, fui me aproximando da tela e o CameraMen, eu acho que é esse o nome, deu um zoom melhor e pude reconhecer o time que havia ganhado, lá estava eu no meio com capuz com as mãos pra cima comemorando .

– Hahahahaha!!! — comecei a gargalhar sozinho.

Sabe quando acorda e pensa que era outro dia em outra manhã, na verdade era apenas um sonho, mais ai aparece outro problema, por que esses são os mais difíceis de se acorda.

A televisão subitamente desligo, depois de alguns instantes ela volta sem sinal, comecei a estranhar, ai começou a aparecer uma sombra na televisão, não pude deixar de ficar desesperado e me afastar procurando o controle. Tentei desligar com o controle mais não estava respondendo, e quando corri pra tomada desesperado ela desligou sozinha novamente, e subitamente ligou com uma mensagem: '' POR QUE VOCÊ FOGE?''.

Sem perceber, eu havia socado a televisão e olhei pra mão sangrando mais eu não sentia dor alguma, fui pra janela tentar acordar deste pesadelo e lá embaixo vejo a sombra que vi na televisão, fechei rapidamente a janela e a cortina, dei alguns passos pra trás gargalhando. Ridículo.

– QUE DROGA!! — tava com raiva e medo — POR QUE NÃO CONSIGO ACORDAR!?

– Por que você foge? — a voz atras de min soou.

Tive medo de virar, mais os passos foram aproximando e num súbito movimento me virei me preparando para dar um soco, porém falho e a figura me pega com as duas mãos no meu pescoço e me levanta. Estava me sufocando, repetindo aquela mesma frase, várias, várias, várias vezes!! Foi quando minha visão estava embaraçada, estava com medo de ver o vazio da escuridão de novo. Mesmo após me debater, comecei a sentir dor...Então eu... desistir...

Me levantei num susto, estava no chão, eu estava todo molhado de suor, estava com medo... Não... eu estava desesperado. Coloquei minha mão na cabeça, foi quando percebi a presença de alguém.

– Edel!? — vi a garota no chão olhando pra min com medo — O que está fazendo aqui?

– Na-nada — ela gaguejou e abriu um sorriso, um forçado — Você estava demorando então vim te acordar.

– Entendo. — abaixei minha cabeça querendo esquecer o pesadelo, inutilmente — Obrigado.

– Vê se arruma rápido. — falou ela se levantando e caminhando pra porta — Agente vai se atrasar.

– Já vou me arrumar — me levantei.

Quando ela ia saindo vi que ela passava a mão no pescoço, foi quando vi algumas marcas estranhas, percebi que eram de mãos. Lembrando do sonho, me desesperei, mesmo sonhando, enquanto eu estava sendo enforcado no sonho, e-eu estava sufocando ela na realidade... com minhas próprias mãos.

– Droga... — falei dando um soco na minha cabeça.

Entrei no banheiro pra me arrumar, minha cara estava o desastre, e ainda tinha o sangue saindo pelo meu belo soco de direita tava doendo, lavei ela, quando eu sentir uma dor forte na outra mão, ela estava num estado ainda pior, olhei horrorizado, lavei rapidamente, tomei um banho. Arrumei minha coisas rapidamente, e quando fui fechar a porta do apartamento reparei que a televisão estava quebrada, como eu não tinha percebido isso! Agora o estado da minha mão explicava tudo, eu estava atacando a Edel enquanto dormi, enquanto eu fugia do meu pesadelo, enquanto eu...eu...

– Fugia...? — Fechei a porta com as mãos tremendo e vi Edel me esperando com um sorriso no andar de baixo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.