Game of Threta
2 Pretos, kiridinha e foice.
Maiene enfrentara dias a fio até chegar a Muralha. Ela parou em frente ao portão principal e foi recebida por um patrulheiro que levou ela até os aposentos do senhor comandante. Chris era amado e odiava. Sempre tomava atitudes que eram louváveis, mas alguns momentos ele deixava de lado um pouco da sua liderança para ser brincalhão. Quando era patrulheiro foi chamado de o virjão gordo bobão. Chris tinha uma autoridade enorme sobre todos ali. Suas decisões — a maioria das vezes — eram certas e sempre pre-meditadas. Fora criado com Ed Stark e depois de anos enviado para o patrulha da noite. Boatos rondavam que ele era bastardo do grande lord do norte. Apenas boatos, pois quando Ed Stark apareceu com uma criança em sua casa, sua esposa Vikelin Stark ficou chateada e sem saber ao certo o que tinha acontecido. Eles conversaram e nunca foi falado exatamente de onde Chris tinha vindo. O bastardo de Ed Stark.
–Mai, que bom que você veio. Recebi uma carta da Milady Quez alguns dias. — Disse Chris que se encontrava atrás de sua mesa.
–Sim, senhor comandante. Ela me enviou por causa da noticia da mãe dela que está de alguma forma viva além da muralha. — Mai se mantinha em pose de soldado perante Chris.
–Parece que as fofocas correm rápido daqui até Porto Real. — Disse Chris que se levantava e contornava a mesa parando em frente a Mai. — Sim, é verdade, ela foi vista vagando ao redor da muralha, tentando entrar. Tentaram acerta-la com flexas, mas ela possui alguma magia. Quando enviei homens ela tinha desaparecido nas trevas. E por falar em trevas, enfrento problemas sérios.
–Problemas maiores que ela ? — Perguntou Mai levantando a sobrancelha brevemente.
–Ela é o de menos Maiene, não se preocupem com ela, se preocupem com as trevas. — Dsse Chris em tom sério, Mai olhou para ele sem acreditar no que estaria ouvindo.
–Desculpe senhor comandando, mas você realmente acredita nessa história ?
–Sim, eu acredito. Demorou algum tempo para acreditar, mas eu acredito. Você conhece a história ? — Perguntou ele.
–Um pouco. Não acredito muito nessas coisas. — Afirmou ela.
–Bem … Vou lhe contar.
'' A muitos anos, tempos antes do Milord ter sido rei e bem antes dessa muralha se erguer, o continente de Westeros era dominado por criaturas das trevas. Os Black Walkers. Eram pessoas comuns como eu e você, porém eram ágeis e as trevas era o seu imenso fodas. Eles podiam correr e viajar pelas trevas. Eles puxam suas vitimas para as trevas e você voltava como um deles. Eles só não invadiram além da nossa muralha porque os dias aqui são maiores que a noite. Mas reza a lenda que no eclipse milenar após o banho de sangue as trevas invadiriam e dominariam a todos. E que o ser de luz aniquilaria eles e daria o fim da era dos lordes. ''
–E você acredita nessa história ? Por favor lorde comandante. Isso é história para boi dormir. Westeros é cheio dessas histórias. Como a do povo que enxerga verde e ouve pelas árvores. Do povo que muda de rosto. Do povo que entra dentros de animais. E assim por diante.
–Bom Mai, muitos acreditam porque testemunharam algo. Você deveria dar mais crédito para a criatividade humana. — Disse Chris.
–Bom, voltando ao outro assunto … se está tudo bem, o que eu estou fazendo aqui exatamente ? Perguntou Mai não especificamente para o Chris.
–x-
Em outro canto do continente existia a cidade de Meereen . Comandada pelos grandes mestres. A alguns dias a cidade tinha sido dominada pela Rainha do Trono. Doornerys Targaryen. Antes do império de Milord os Targaryens tinham o controle sobre Westeros. Depois da guerra sangrenta o povo foi dizimado. Uma criança nasceu e foi exilada. Quando cresceu prometeu fazer justiça e acabar com a tirania dos Lannisters. Ela tinha três dragões. O seu favorito. Jake. Que era desastrado e medroso. Certa feita ele ficou rolando em frente a grande pirâmide de um lado e para o outro. Todos tinham medo dele, pois nesses momentos dessastrados ele sempre acabava matando alguém. Atualmente o exercito de Doornerys contava com pelo menos 3 mil escravocetas. Guerreiras que tinham sido libertas pela Rainha dos Dragões a meses atrás. Elas eram obrigadas a ir para guerras e morriam por defender os seus machos. Rainha Door as libertou e elas juraram lealdade. Eram guerreiras impetuosas. E faziam de tudo por sua rainha.
Doornerys estava em seu trono e ouvia os conselhos de Sir Cass Targaryan. Seu irmão.
–Mana, as harpias continuam a matar as escravocetas. Você tem que reabrir as arenas para o povo de Meereen.-Disse ele preocupado.
–Eu sei irmão, mas … não sei se é o que eu quero. Eu prego libertade e não crueldade. Eu prego amor e paz. Não ódio e guerra. -Disse ela cabisbaixa.
–Eu sei Mana, mas é isso que o povo quer. É isso que o povo deseja. Se não reabrir as arenas, as harpias vão continuar a matar. Não somente as suas escravocetas. E sim a todos.
–Entendo... Chame minha meu marido aqui. -Pediu ela.
–Sim. — Disse Cass e se despediu.
Algum tempo depois as portas do salão se abriram e uma figura esbelta passou pela porta.
–CHAMOUUUU MEU AMORRRR. -Disse ele.
–Sim, eu preciso que você converse com as escravocetas. Vou reabrir as arenas amanhã e preciso que você organize toda a nova segurança da cidade por mim. — Disse Isa.
Seu marido chegou perto e lhe deu um beijo intenso. Doornerys correspondeu ao beijo com ternura.
–Seu desejo é uma ordem minha Rainha. Disse ele e saiu santitando até a porta. Se encaminhou para a sacada e tocou quatro trombetas. Eram 7 trombetas. Cada uma delas com um som. Existiam sete exercitos. Tres dessas trombetas eram da guarda da cidade. Duas delas defendiam a Rainha e as outras duas seria m usadas para a segurança do povo nas arenas.
As escravocetas chegaram e se colocaram em posição.Todas elas respeitavam o seu general. Era um homem que fazia a Rainha feliz. Todos admiravam-o.
O Marido de Doornerys subiu no elevado que existia na sacada. e começou a dar o recado em alto e bom som.
–Iscutem aqui kiridinhas. Nossa Rainha vai reabrir as arenas e eu Katrina vou liderar vocês. Quero grupos cuidando das arenas do lado de fora. Dentro. Ao lado da Rainha e grupos revistando pessoas. Vamos encontrar essas harpias e vamos depena-las. depois vamos colocar salto de 15 cm e sambar nas inimigas.
Todas as escravocetas vibraram enquanto General Katrina continuava a dar as ordens.
–x-
O rei estava assentado em seu trono. Feitos dos restos do seu falecido pai. Os demais lordes e Rainhas estavam assentados ali. Todos entediados com o pior momento do dia. Que tinham que ficar sentados enquanto o rei resolvia na frente de todos os problemas diários. Mas hoje o dia foi um pouco mais que interessante.
–Mas Majestade. O senhor está usando as ruas da cidade para promover micaretas. As ruas estão ficando sujas e o dinheiro da cora sendo gasto com coisas fúteis. Dinheiro este que poderia ser gasto com os plebeus. — Disse Sir Rick. Que tbm era filho de Milord. Portador da moeda de Porto Real.
–Coisas futeis ? Desde quando agradar o rei é fazer algo futi ? — Disse Rei Panda que estava deitado de lado em seu trono.
–Não vossa Majestade, eu não quis dizer isso, quis dizer …
–Que você é um inútil que não sabe proteger o dinheiro da coroa. Se o dinheiro para a ralé não está servindo é porque o seu trabalha está ruim e isso meu querido irmão — disse ele apontando o dedo e balançando — é trabalho seu, agora vaza. — Dito isso, Lorde Rick, reverenciou o rei e voltava para o seu trono ao lado da sua irmã e esposa Aline quando alguém entre os lordes resolveram se pronunciar.
–Eu acho que este é um assunto que o conselho deveria intervir sim, se o dinheiro está sendo gasto com inutilidades, temos que saber como vamos gastar ele. O povo é importante sim, festas para agrado próprio não meu querido e estimado rei. — Disse Lady Quez e ouviu um '' vrau '' bem baixinho da sua irmã e esposa Amenda, que estava ao seu laod.
Panda se virou e olho bem para os olhos da sua irmã. Todos os que estavam no recinto. Lordes e a guarda real estavam prestes a tetemulhar uma treta das boas.
–Acontece querida irmã que eu não te perguntei nada. Você deveria fazer o mesmo que o nosso irmão Ricardo. Abaixar a cabeça e se curvar perante o seu rei. — Disse ele com ar zombeteiro.
–Nem morta potinho de gliter. — Disse ela baixinho.
–Como disse ? — Perguntou ele não entendendo direito.
–Disse que mesmo morta sirvo a você meu rei. — Respindeu Quez com uma falsidade estampada no rosto.
Antes que o rei chamasse a próxima pauta real, Zimmer entrou pelo portão principal do salão real.
–Vossa Majestade, ele foi encontrado. — Disse Zimmer que tinha percebido que fora de mão direita pra mensageiro do rei. Mas ele preferia assim, o rei não seguiria seus conselhos nem os de ninguém, só queria saber de festas.
–Ele ? — Perguntou Panda.
–Sim. Lorde Rafel. Da casa dos Tully.
–COMO É QUE É ??? AQUELA PUTA RESOLVEU APARECER ENTÃO. traga ele aqui,agora.
Zimmer deu o comando e trouxeram ele arrastado e com as mãos amarradas.
–Então te encontrei finalmente. — Disse Panda se levantando e indo até Rafael.
–Pra você ver como que o amor é neh meu amor. — Respondeu ele entre dentes.
–Não me chame assim Rafael. Não sou seu amor. Você pisou no meu coração. — Vociferou o Rei.
–Eu pisei ? Você realmente é filho do nosso pai, herdou até a auto-comiseração dele, mas esse papo não funciona comigo.
–Não o chame de pai, você é um Tully, um merda, Um nada. Um vazio. Algo esquecido.
–Tão esquecido que estou aqui na sua frente porque você mesmo mandou me cassarem.
–VRAUUUUUUUUUU. — Gritou Quez lá de trás e panda olhou para ela.
–Desculpe irmão, não é todo dia que presenciamos isso. Não se repetirá. — Ela disse com um sorriso estampado no rosto.
Panda se virou para Zimmer.
–Acorrentem ele na praça. Vamos fazer o julgamento na frente de todos. Chamem os tributos. Eles vão gostar de ver o pai deles sendo morto em frente a todos.
–Sim Vossa Majestade. — E Zimmer saiu conduzindo a guarda real e elvando Rafa arrastado para fora do salão real.
–QUE ÓDIO. QUE ÓDIO. Vamos encerrar isso aqui. Preciso me preparar.
–Eu também. — Disse Lady Quezia do seu trono.
–x-
A maioria das pessoas de Porto Real se encontravam na praça central das tretas. A maioria dos lordes e Miladys também estavam ali. Yla estava se deliciando com uma invenção chamada cigarro. Amenda e Quez estavam de cochicho. Panda e Sara estavam entediadas e cansadas. A noite havia exigido muito delas.Rick e Aline conversavam coisas sobre a moeda. Brito não estava no seu posto, tinha ido conversar com uma plebeia que estava pegando. Uma tal de Sofia. A algum tempo ele tinha terminado com a Princesa Kikarett. Ela tinha voltado para o seu reino e jurado vingança contra a família Lannister. Bruna estava só observando aquilo tudo, de todos da família era a mais comportada. Era Lanisster, mas detestava intrigazinhas.Milord tinha outros filhos e filhas espalhados, mas não eram importantes por não serem Lanissters.
–Então minha gente. — Dizia rei panda do palco com a sua coroa na cabeça e capa vermelha. Usava um salto agulha e tinha pintado seu cabelo de verde novamente. — Este aqui é Rafa, um Tully imundo e sujo. Ele será julgado por traição. Literalmente traição. — Panda deu uma pausa esperando que todos absorvessem a informação. Lá da frente via os tributos chorando. Eles eram chamados assim por se ajudarem sempre. Era uma família unida. Antes de ser rei Panda era dessa familia, Namorava o Rafa, eram felizes juntos, mas por algum motivo tudo acabou. Panda prometera cuidar dos tributos mesmo eles não indo mais com a cara dele. Estavam quase todos ali, chorando. — Então, carrasco … dessa vez eu vou sentenciar.
–Mas majestade...
–Majestade nada. Me da essa foice ai, agora. — Disse Panda. — Abaixe ele aqui. Suas ultimas palavras Rafael …
–Você nem de longe me fez feliz, não sabe transar, finge orgasmos e além do mais não sabe fazer oral. Seu lixo.
–AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH — Rei Panda se enlouqueceu e cortou a cabeça de Rafael. Depois disso chutou-a para na direção dos tributos que estavam desesperados, acabaram de perder o pai. Panda pisou no corpo dele. — Assim oh, assim oh …. QUE DELICIA. QUE DELICIAAAAA. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA. HOJE QUEM PAGA A FESTA SOU EU. ORGIA PRA TODO MUNDO. TRAGAM A MINHA BEBIDA. PRECISO COMEMORAR. BEBIDA DO REI E DOS MEUS IRMÃOS E IRMÃS. TRAGAM A CATUABA.
Trouxeram a bebida do Rei Panda. Todos os lordes foram servidos. Todos beberam. Todos começaram a cair e a vomitar. Amanda correra para a ponta do palco da praça e tinha vomitado um fodas imenso. Quez e Yla fizeram a mesma coisa. Ricardo havia vomitado no colo de aline. Panda e Sarah estavam ajoelhadas vomitando.
–Ai que nojo senhora. Que nojo. — Disse Lady Panda com a voz esganiçada.
–Calma amor ( vomito ) vai ficar tudo (vomito ) PUTA QUE PARIU. QUE DESGRAÇA TINHA NESSA CATUABA ???
–Ai credo, que nojo. Vomitei na minha roupa toda. — Disse Yla.
Rei Panda, que ainda não tinha bebido a sua catuada jogou o copo longe e ficou olhando aquilo.O chão estava sangrando porque o corpo do Rafa ainda estava ali. Os criados começaram a levar agua para todos os lordes e Miladys. Panda sentou em seu trono e se serviu da agua pois estava sem entender. Todos da praça estavam se movimentando. Os soldados cercavam todos e pediam para que todos se acalmassem. O rei se levantou e foi até onde o corpo do Rafa estava, olhou para o povo e começou a falar.
–Gente,escutem aqui. Alguma coisa aconteceu aqui e será apurada... Eu mesmo … Vou … — Rei Panda olhou para todos, suas vistas ficaram embaçadas, eles desmaiou e caiu no chão. Junto ao corpo de Rafael.Ficou agonizando... sangue saia pelos seus olhos. Por todas as suas vias escorria um liquido esquisito parecido com sangue. Ele estava entrando em convulsão e todos ali presentes testemunhavam aquela cena perplexos. Estavam testemunhando o rei morrendo.
–Façam alguma coisa seus idiotas. Façam algo. -Disse Lady Quez. Foi até a ponta e pegou a coroa que tinha caído e a segurou.
Tentaram socorrer. Mas nada conseguiram. Rei Panda estava morto. E agora. Todos estavam perdidos e a procura do novo rei começara em breve.
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