Gakuen Hetalia: Uma Nova Aventura
16 Verdades ou Consequências
Notas iniciais
Espero que gostem desse capítulo! :D E espero que assim como eu, tenham palpitações no coração pq nesse capítulo o Alemanha está de matar *___*~ Pelo menos o que eu imaginei ao escrever, nossa...haja coração XD
Boa leitura!
– Eu amo você, Áustria!
Aquilo deixou Áustria completamente sem reação. As palavras ditas por Eslováquia ficam ecoando na mente do músico enquanto ele a via com o rosto tomado pela vergonha e pelas lágrimas. O que ele diria? O que ele faria? As coisas tomaram uma proporção que ele não imaginou, ou, na verdade, presumiu que podia acontecer, mas seu egoísmo o privou de enxergar?
– Eslováquia, eu... – Era difícil encontrar palavras.
– M-Me desculpe! – Ela toma a palava novamente. – Eu que sugeri essa ideia absurda, mas vendo seu sofrimento eu quis te ajudar. Não ponderei que no final eu poderia estar realmente gostando de você!
– N-Não se desculpe, Eslováquia. Isso podia acontecer e foi minha culpa não ter evitado. Só que... – O austríaco tenta não olhar nos olhos dela, estava envergonhado em ter que dizer aquilo. – Não sei se o que sinto é recíproco. Eu ainda tenho sentimentos pela Hungria, mas tenho algo por você também...
– Tudo bem, Áustria. Eu imaginei que, se isso fosse acontecer, sua resposta seria essa. – Eslováquia abaixa o rosto e fita o chão, ela tentava manter a voz firme, mesmo com as lágrimas denunciando sua tristeza. – Acho melhor terminarmos por aqui... Não há necessidade de mais ensaios, não irei decepcionar a orquestra da Academia.
– Eslováquia, eu... – Ele tenta olhar a moça novamente, mas era difícil. Ela deve ter guardado muita coisa sozinha, só para ajudá-lo com Hungria. – Obrigado por tudo que fez e me desculpe fazê-la carregar esse sentimento.
– Não peça desculpas, esse sentimento é puro. Fui eu quem me permitiu senti-lo, mesmo não havendo reciprocidade. – Eslováquia reúne todas as forças que tinha para fitar agora o rapaz e tentar esboçar um sorriso. – Eu vou para casa agora. Com licença.
– Eu te acompanho... – Fala Áustria, mas recebe um sinal negativo da moça.
– É melhor eu ficar sozinha agora... – Ela diz antes de dar as costas ao músico.
– “Perdão... Eslováquia...” — Pensa o músico ao acompanhá-la se afastar com os olhos. Para a surpresa dele uma lágrima solitária escorre de seu olho esquerdo.
A chegada de Eslováquia no apartamento surpreende República Tcheca e Sérvia. Ambas ficaram muito chateadas pela situação ter terminado daquele jeito. Eslováquia já esperava um comentário duro de sua irmã, avisando-a que tinha previsto que aquilo aconteceria cedo ou tarde, mas para sua total surpresa a irmã não disse nada, apenas ficou abraçada a ela.
Áustria voltou para a Academia e se encontrou com Prússia e Hungria no caminho. A moça o cumprimentou, mas ele não respondeu para a surpresa do casal. Prússia fica imaginando se era algo com Eslováquia, e só poderia ser com ela.
Na manhã seguinte a Academia estava bem agitada, pois era feriado e todos celebravam o descanso antes das provas que logo chegariam. Itália e Japão estavam no quarto de Alemanha, ajudando o alemão a se arrumar.
– ... – Alemanha estava de frente a um espelho. Vestia-se com uma calça jeans escura, uma blusa regata branca justa e por cima uma jaqueta de couro vermelha. Nos pés, calçava um tênis esportivo. Os cabelos estavam penteados para trás como sempre.
– Agora faltam só os óculos estilo aviador. – Comenta Itália entregando o acessório para Alemanha.
– Alemanha-san, fiz um arranjo de flores para você entregar para a Sérvia-san. – Japão tinha um pequeno buquê de flores bem armado.
– O-Obrigado, pessoal, pela toda ajuda. – O alemão estava rubro, achava que era um exagero aquilo tudo, mas Itália insistia em que era um momento especial e que tudo precisava ser especial.
– Não se esqueça da cesta de piquenique! Fiz lanches bem gostosos e especiais para um casal. – Comemora Itália.
– Bom, está na hora, Alemanha-san. Divirta-se!
– Eu me sinto mal em deixar vocês aqui. – Comenta Sérvia com as duas amigas.
– Não, amiga! – Eslováquia que já estava um pouco melhor ajudava Sérvia a se arrumar. – Vá e se divirta você cuida tão bem da gente.
– Eslováquia tem razão. Não é por que estamos com azar no amor que você também precisa estar.
O comentário de República Tcheca faz Sérvia resmungar e todas riem juntas. Fazia tempo que elas não ficavam tão unidas assim. Aconteceram tantas coisas e a cada momento a amizade das três ficava mais fortalecida. Ontem elas reafirmaram a promessa de seguirem caminhos melhores, sem olhar para trás.
– Você está linda, Sérvia! – Comenta Eslováquia.
– M-Mas, essa blusa não está um pouco apertada? – Sérvia dizia se olhando o espelho, vestia-se com um short jeans claro, uma blusa social com estampa em xadrez com as cores branco e rosa, a blusa estava com um nó na frente e os dois primeiros botões da camisa estavam abertos. Ela usava um tênis delicado da cor preta e, nos longos cabelos negros, usava um delicado arco com uma pequena borboleta de enfeite.
– A blusa não é apertada, são seus seios que são grandes mesmo. – Comenta República Tcheca. – Mas, me surpreendeu você não fazer nenhum lanche para levar.
– Bom, o Alemanha disse que não era para eu fazer nada. – Comenta Sérvia terminando de passar uma leve maquiagem no rosto. – Só que eu fiz alguns biscoitos, eu não resisti. Deixei uma assadeira com eles para vocês.
– Muito bom! – Comemora Eslováquia. – Sérvia, olha a hora, acho que você já pode descer.
– É verdade, bom, vou indo! Cuidem-se meninas! – Sérvia se despede e sai apressada do apartamento. Assim que ela chega à entrada do prédio, vê que Alemanha já a esperava e, ao vê-lo, a moça fica com o coração acelerado. Ela não entendia, mas sentia as bochechas queimarem. Alemanha retira os óculos escuros e se aproxima dela, segurando um lindo buquê de flores.
– Bom dia, Sérvia.
– Alemanha... – Ela responde, tímida.
– Espero que goste de flores... – O alemão parecia um pouco tímido também, o rosto dele estava levemente corado.
– São lindas, obrigada. – Ela sorri delicada e ao mesmo tempo tímida, causando um arrepio em Alemanha.
Na Academia, Áustria tentava se concentrar ao piano, mas as palavras de Eslováquia o assombravam, não saiam de sua cabeça. O coração do pianista estava apertado e ele não sabia como reagir a partir de agora com a moça de lindos olhos azuis. Outra coisa que o atormentava era desejar Hungria de volta, queria entender por que ela deixou de amá-lo, o que ele tinha feito de errado para ser trocado pelo Prússia?
– Eu não entendo... – Suspira desanimado.
– Áustria? – Uma voz chama a atenção dele, era Hungria que entrava na sala de música e se aproximava do pianista. – Podemos conversar?
– H-Hungria... – Ele fica surpreso.
– Eu estou preocupada com você, hoje eu vi que você não estava muito bem.
– Como você sabe? Deve estar enganada, pois eu estou ótimo. – Dizia ele ajeitando os óculos no rosto.
– Áustria, não adianta fingir, eu te conheço muito bem. O que está havendo? Foi algo que a Eslováquia fez?
– Hungria, por que você está preocupada comigo, para começo de conversa? Eu não sou namorado, aliás, não sou nada para você.
– Não é verdade, Áustria! Você é alguém importante para mim.
– Então, por que você me deixou e agora está com o Prússia? O que eu lhe fiz? – Áustria era direto e aquelas palavras fazem Hungria abaixar a cabeça.
– A gente não pode controlar o coração, Áustria. Apenas isso. Não há como explicar... – A moça tentava explicar a situação, mas como ela e Áustria já tinham tido aquela conversa antes, ela sabia que não iria adiantar nada.
– Vá embora daqui, saia! – Áustria se levanta do banco do piano e aponta a porta para Hungria que ressentida levanta-se.
– Só pense na sua felicidade Áustria, que ela não fique presa ao passado. – São as últimas palavras dela antes de sair.
– .... – Áustria, assim que vê a moça sair, soca o piano, inconformado. – Como... Como as coisas acabaram assim?
Inglaterra estava na biblioteca da Academia depois de conseguir conversar com Lituânia e esclarecer algumas dúvidas. A princípio o rapaz ficou preocupado em contar o que sabia sobre República Tcheca, mas depois cedeu com a promessa que o inglês não falaria nada a ninguém, principalmente ao Rússia.
– “Certo, com a informação do Lituânia as coisas mudam um pouco...” — Pensa Inglaterra fitando o papel onde começará a escrever tudo que sabia do passado de República Tcheca. – “Então quer dizer que a República Tcheca foi treinada pelo Rússia no manuseio de armas, interessante”.
Inglaterra começa a escrever novamente, acrescentando as informações novas conseguidas através de Lituânia. Elas eram poucas, mas já dava para o inglês deduzir algumas coisas.
– “Será que ela matava a mando do Rússia? Não teria outro sentido em ela usar armas, a não ser que Rússia a usasse como sua guarda-costas, mas é pouco provável, alguém como ele não precisa de seguranças...”
Não longe da biblioteca estava França. Ele caminhava parecendo sem rumo, até que um cheiro doce chama sua atenção, o cheiro era igual aos deliciosos biscoitos caseiros de Sérvia. Seguindo seu olfato o francês encontra Canadá com um pote de biscoitos.
– Canadá! – Chama França.
– França, olá... – Responde o rapaz com seu tom de voz baixo e calmo.
– Onde você conseguiu esses biscoitos? – Pergunta França analisando o pote, até mesmo o formato dos biscoitos eram iguais aos que Sérvia fazia, poderia ser uma pista do paradeiro dela.
– Eu comprei quando fui à cidade, em uma pâtisserie. – Comenta ele, sem maldade.
– Por acaso você viu a Sérvia? Esses biscoitos são iguais os que ela faz.
– Como você adivinhou? Ela que me vendeu os biscoitos, disse que está trabalhando lá temporariamente. – Comenta Canadá, mas de repente ele se lembra da confusão envolvendo Sérvia, França e Seychelles. – Nossa, é mesmo! Ela foi suspensa por causa do que aconteceu.
– Canadá, você é demais! – França o abraça feliz. – Obrigado por ter falado comigo, adieu!
– Hã? – Canadá vê França caminhar em passos ligeiros e fica sem entender a ação do francês. – Esse pessoal é meio estranho...
Para se distraírem e não ficarem o feriado presas no apartamento, Eslováquia e Tcheca decidem sair para passear pela cidade. Elas encontram América e China em uma movimentada rua, famosa por seus restaurantes internacionais. Os rapazes convidam as meninas para saírem juntos e elas aceitam.
– Então você está aqui na cidade, Eslováquia? – Pergunta América e a moça sorri.
– Sim, até poder voltar para a Academia.
– Ainda bem, está ficando em algum hotel? – Pergunta novamente o americano, enquanto dava uma mordia em seu triplo hambúrguer.
– Alugaram um quarto. – República Tcheca responde pela irmã, era importante manter o local ainda em segredo.
– É mesmo, logo será o concerto da orquestra, aru! – Comenta China. – Deve estar animada, Eslováquia!
– Sim, felizmente a minha suspensão já terá acabado.
Os quatro conversavam animadamente e as meninas estavam gostando muito da companhia de América e China. Por fim, todos decidem ir a um parque de diversões que tinha na cidade.
Outros dois que se divertiam juntos eram Alemanha e Sérvia. O caminho até o parque ecológico foi torturante para o alemão, Sérvia se agarrou fortemente a ele com medo de cair da moto e, como resultado, os grandes seios de Sérvia roçavam nas costas de Alemanha. Logo que chegaram ao parque acharam um bom lugar parar estender a toalha, bem embaixo de uma frondosa árvore. O lanche preparado por Itália estava delicioso e Alemanha e Sérvia trocavam uma animada conversa enquanto saboreavam a comida, o clima e o local, estava tudo muito perfeito.
Os dois decidem caminhar pelo parque e encontram um pequeno riacho. Aproveitando o clima ameno que fazia naquela manhã os dois tiram os calçados e molham os pés, caminhando pelo riacho. Tudo estava tranquilo até que Sérvia escorrega em uma pedra e, antes de cair, Alemanha a segura, mas este também escorrega e os dois caem juntos dentro do riacho, só que a moça estava por cima do alemão. Seus rostos estavam próximos e sentiam o corpo um do outro bem colados por estarem molhados com a queda.
Rapidamente os dois se levantam e, envergonhados, ficam de costas um para outro. Precisaram ficar algumas horas debaixo do sol para se secarem e, enquanto faziam isso, conversavam timidamente.
– Obrigada Alemanha, está sendo um dia muito agradável. – Sérvia dizia gentilmente.
– Ah... Sérvia, fico contente em ouvir isso. – Responde Alemanha sentindo o rosto queimar. Depois de secos, resolveram sentar debaixo da árvore de antes, um do lado do outro. – O dia ainda será muito mais agradável.
– Você não existe, Alemanha. – Ela dizia enquanto apoiava a cabeça no ombro dele, para total surpresa do homem. – Não sei se mereço tanta atenção...
– C-Claro que sim, você me ajudou quando eu bebi e é sempre atenciosa comigo, é o mínimo que posso fazer. – Alemanha respondia de forma tímida e um pouco ansiosa, seu coração estava disparado e ele se preocupava em Sérvia escutar, mas o que o alemão não imaginava era que Sérvia se sentia da mesma forma, era até difícil respirar.
– S-Sérvia, eu preciso te dizer uma coisa. – Alemanha respira fundo e pega toda a coragem de que tinha, era a ocasião perfeita para se confessar.
– O que foi Alemanha? Você está com o rosto bem corado, está com febre? – Pergunta Sérvia preocupada e no momento em que ela leva a uma das mãos para colocar no rosto de Alemanha este a segura.
– Eu estou bem, mas não posso mais esconder isso, eu... – No momento em que Alemanha começava a falar, um som chama a atenção dos dois.
– Acho que é seu celular, Alemanha. – Sérvia aponta para o bolso da calça do loiro que fica decepcionado, aquele toque do celular era do Prússia.
– “Droga, Prússia!” — Alemanha xinga em pensamento enquanto atendia o celular. – O que foi?
– West, desculpa atrapalhar, mas você pode voltar com a moto para a Academia? A mulher cismou de querer ir ao teatro, muita amolação...
– Eu estou ouvindo, Prússia! – Resmunga Hungria.
Alemanha suspira desanimado, era seu plano ficar o dia inteiro com Sérvia. Assim que ele desliga o celular a moça pergunta se estava tudo bem e ele conta que teriam e voltar mais cedo. Sérvia fica triste, mas compreende Alemanha, só que a moça estava curiosa em saber o que ele queria dizer para ela, antes do celular tocar.
Aproveitando que iria voltar mais cedo, Sérvia pede para Alemanha a deixar na pâtisserie. Apesar de hoje ser o dia de folga de Sérvia, ela iria ajudar o pâtissier. Antes de Alemanha partir, após Sérvia ter desembarcado da moto, ela dá um beijo na bochecha dele e agradece pelo dia maravilhoso que proporcionou a ela. O alemão fica sem graça e se despede timidamente.
- “Por que eu fiz aquilo...” — Pensa Sérvia enquanto caminhava para entrar na pâtisserie. Nem mesmo ela entendeu a sua atitude com Alemanha antes dele ir embora, só sabia que agora ficar perto dele acelerava seu coração. Distraída, ela não percebe alguém correr em direção a ela e abraçá-la, fazendo a moça deixar o buquê de flores cair no chão.
– Mon amour... Senti tantas saudades! – França abraçou com força a sua mulher e começa a beijar o pescoço dela, depois o rosto. Sérvia não conseguia falar ou se soltar dos braços do francês.
– F-França... O que faz aqui? Como soube que eu estava aqui? – Finalmente ela consegue falar, após França tê-la soltado.
– Maldade sua não me dizer onde estava, se não fosse por seus biscoitos, certamente não estaria aqui. Por que fez isso comigo, docinho balcã? – As palavras o francês deixam a moça perplexa, era muito cara de pau dele pedir satisfações.
– Como é? Desculpa, mas você não tem o direito de dizer nada. Você me traiu com a Seychelles, eu levei suspensão por sua causa! – A moça muda o tom de voz geralmente tranquilo para um sério, deixando França um pouco incomodado.
– Foi um erro, me perdoe, foi só uma vez! Eu estava bêbado! – França mentia quanto à primeira vez que havia traído Sérvia, mas dizia verdade sobre estar embriagado na festa de halloween, aquilo faz com que a moça comece a chorar.
– N-Não sei se acredito em você, eu fui tão envergonhada e humilhada! – Ela diz por entre soluços e França a abraça fortemente, ele também estava prestes a chorar. Realmente ele gostava dela e estava arrependido. – Eu, eu... Eu não sei o que fiz de errado!
– Shhh, calma Sérvia, a culpa foi minha! Eu fui uma vítima também, aquela Seychelles não é fácil, é um monstro! O que importa é que eu te amo e quero você de novo...
– F-França... – A cabeça de Sérvia estava confusa, ela não sabia se saia correndo, se ficava ali com o francês, se gritava... Estava totalmente perdida.
– Vamos, vamos nos reconciliar da melhor forma que fazemos... – Diz ele ao pé do ouvido da moça, já indo com uma das mãos no seio esquerdo dela.
– P-Pare, França, por favor... – Ela pedia entre lágrimas e o francês suspira desapontado.
– Vamos para outro lugar então, conversar... – Disse ele pegando Sérvia nos braços e ignorando os protestos dela. Aquilo chama a atenção das pessoas na rua, mas França continua seu caminho carregando Sérvia. Vez ou outra ele a beijava para a menina parar de chorar ou reclamar. A caminhada os levou para um subúrbio da cidade, o prédio onde França entrava parecia uma hospedaria simples, mas bem arrumada.
– Vamos Sérvia, vamos conversar da forma que a gente faz melhor...
Notas finais
San - É usado para mostrar respeito por outra pessoa;
Pâtisserie - Padaria especializada em bolos e doces;
Adieu - Adeus, em francês;
Aru - Em quase toda final de frase ou palavra, China usa essa expressão que seria como um sotaque;
West - É como Prússia chama o Alemanha. West significa Oeste, isso quer dizer que se o Reino da Prússia ainda existisse, a Alemanha ficaria à oeste dele;
Mon amour - Meu amor, em francês;
Pâtissier - É um chefe de massas que tenha completado um longo processo de treinamento, normalmente um período de aprendizagem, e passou um exame escrito.
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