Notas iniciais
Primeiramente quero desejar um excelente 2013 para todos !!! E de novo devo meu agradecimento à Shakainha por ter se tornado minha beta oficial ;D

As aulas continuavam naquele dia ensolarado. Depois do incidente na piscina, as coisas voltaram à normalidade. Inglaterra e França se desculparam com Sérvia que foi muito gentil com eles, especialmente com França, o que causou protestos de Eslováquia e República Tcheca.

- Ahh, fiquei tão preocupada, amiga. Eu fiquei pensando no que aconteceu durante toda a aula, nem consegui prestar atenção direito. – Comenta Eslováquia que caminhava para a próxima aula, acompanhada de República Tcheca e Sérvia.

- Ah, amiga, já passou. Esqueça isso. – Comenta Sérvia sorrindo.

- Sim, já passou e acabou tudo bem. – República Tcheca reforça o comentário de Sérvia.

- Nossa! O Alemanha foi um herói! Eu fiquei impressionada, não sabia que ele tinha tantas habilidades. E você Sérvia? – Ao passo que Eslováquia pergunta a ela, Sérvia fica com as maçãs do rosto levemente coradas e abaixa a cabeça. Em sua mente veio a frase que ouvira antes de perder a consciência.

- S-Sim... Devo mais uma ao Alemanha. Preciso fazer algo em agradecimento!

- Ah, faça o que você faz de melhor. – Começa República Tcheca. – Cozinhe algo para ele, acredito que ele vai gostar.

- Ou então faça algo artesanal. Você é boa em costura, Sérvia. – Eslováquia também opina.

- Sim, eu irei pensar em algo. – Fala Sérvia sorrindo. – Espero que o França não se importe... – Ela agora parecia preocupada.

- Olha Sérvia, o França é um cretino. Como ele pôde te esquecer lá na piscina? Aposto que estava dando mole para alguma menina...

- Tcheca! Não fale assim... – Repreende Eslováquia. – Não preste atenção na minha irmã, Sérvia...

- Ah... Eu entendo, mas... Sei que o França gosta muito, muito mesmo de mim. – Sérvia responde de forma apaixonada e República Tcheca balança a cabeça negativamente.

As meninas se despedem e cada uma segue para suas aulas extracurriculares. Áustria estava esperando Eslováquia na porta da sala de música e, ao ver a moça chegar, a cumprimenta.

- Eslováquia, como foi sua última aula? – Pergunta educadamente.

- Áustria! Foi tranquila, mas fiquei um pouco dispersa, pensando no que aconteceu na piscina. Agora está tudo bem. E você?

- Foi tudo bem, tirando a parte em que o Itália foi expulso da sala por ler mangás durante a aula. – Áustria suspira desanimado e Eslováquia ri delicadamente.

- Isso é bem a cara do Itália. – Ela responde e, depois daquela breve conversa, os dois entram para a sala de música, onde outras pessoas se encontravam. O professor responsável ia dar detalhes para os interessados em participar da orquestra da Academia.

Já do outro lado da Academia, na sala de pintura, República Tcheca e China estavam tentando se concentrar nas atividades propostas pelo professor, mas Inglaterra insistia em distraí-los, principalmente a bela de óculos.

- Eu ainda estou impressionado. Como você consegue cancelar magias, República Tcheca? – Pergunta um intrigado Inglaterra.

- Ayah... Inglaterra, você não devia estar no clube de literatura? Está atrapalhando a gente aru... – China reclama de forma discreta, só para Inglaterra e República Tcheca escutarem.

- O China está certo, Inglaterra. Depois a gente conversa. – República Tcheca estava começando a ficar impaciente com a insistência do inglês de sobrancelhas grossas.

- Não, você precisa me contar! Eu preciso aprimorar meus encantamentos... – Insiste Inglaterra ainda mais.

- Aí meu Deus... – Reclama República Tcheca que para sua pintura e se vira para encarar Inglaterra. – Cancelar magia fora de controle parece ser difícil, mas não é se você estiver bem concentrado e imaginar a situação normal, antes da magia fazer efeito. Eu tenho um livro de quebra de feitiços, depois eu te empresto.

- Entendi! Muito curioso, República Tcheca! Por favor, conto com seu apoio para continuarmos nossa busca! – Inglaterra faz uma reverência em sinal de respeito.

- Não sei o que você está planejando Inglaterra, mas não faça mais nada perigoso aru. – Adverte China, fazendo referência ao incidente da piscina.

- Sim, o China está certo. Não sei se poderei arrumar sua próxima trapalhada. – República Tcheca continuava a encarar Inglaterra que fica um pouco intimidado.

- Bom, a gente se encontra no refeitório então. Estou de saída! – Despede o inglês.

- Finalmente um pouco de paz para eu poder pintar. – Diz a moça assim que Inglaterra deixa a sala, fazendo China rir da situação.

- Você leva muito jeito com o Inglaterra, parecem um casal. – China comenta enquanto misturava tintas em sua paleta de pintura. Aquilo faz República Tcheca resmungar algo, o que faz o chinês rir mais.

Próximo da sala de pintura ficava a sala de atividades domésticas e a aula de hoje era fazer uma sobremesa à livre escolha dos membros. Sérvia estava preparando um Plunder-Rosinenschnecke, um doce típico alemão. A professora fica encantada com a habilidade da garota e todos os outros estudantes também.

- Eu não te entendo, Sérvia... Você já é um gênio na cozinha, por que está fazendo parte das aulas de atividade doméstica? – Pergunta Ucrânia intrigada. Ela conhecia Sérvia dos tempos em que viviam todos com o Rússia, e sabia o quão boa cozinheira ela era.

- Não fale isso, Ucrânia. Ainda há muito para aprender. – Responde Sérvia timidamente. – Eu gosto de cozinhar, me distrai...

Sérvia colocava os doces no forno e enquanto isso pensava em um bom embrulho para enrolar o doce. Ela também torcia para que Alemanha gostasse do presente de agradecimento.

As aulas da manhã haviam acabado e todos estavam no refeitório almoçando. Em uma mesa estavam França, Sérvia, Eslováquia, Áustria, República Tcheca e Inglaterra.

- Nossa Sérvia, ficou linda a caixinha... Você demorou por estar esperando os biscoitos esfriarem? – Pergunta Eslováquia.

- Sim, se eu os fechasse ainda quentes, eles ficariam murchos. Desculpe fazê-los esperar. – Fala Sérvia que assim como Eslováquia, já havia terminado de comer.

- Hmm, não estou gostando de você ficar dando presentes ao Alemanha... – Reclama França e Sérvia fica um pouco sem jeito.

- Não seja possessivo, França, você deveria ser mais grato ao Alemanha, afinal, ele salvou a Sérvia. – Repreende Áustria e República Tcheca concorda.

- Afinal, ela quase morreu por sua causa. – Comenta Inglaterra e todos da mesa o olham um pouco irritados, afinal, ele também tinha culpa na situação toda. – Ah... Bem...

- Bom, se me derem licença, eu vou procurar o Alemanha. – Sérvia se levanta da mesa e pega a delicada caixa branca com uma fita que tinha as cores preta, vermelha e amarela.

A busca de Sérvia estava um tanto quanto difícil, já que o alemão não estava no refeitório. Japão diz à Sérvia que geralmente Alemanha vai para o terraço da escola após o almoço e se oferece para ir com a moça, mas, de repente, Itália interfere e diz que Japão precisa ajudá-lo com uma coisa. Antes de sair arrastando Japão consigo, Itália ensina Sérvia o caminho até o local. A garota de longos cabelos negros consegue chegar ao terraço sem maiores problemas e, assim como Japão havia dito, Alemanha estava sentado em um dos bancos que havia lá e parecia distraído, apreciando a vista enquanto bebia um suco em lata.

“Eu toquei nela...” Pensava Alemanha ficando com as maçãs do rosto um pouco rubras. “Não sei como me controlei... Ao vê-la em perigo o meu coração disparou e parecia que eu iria perder algo... Importante...”

Alemanha se vê um pouco surpreendido ao sentir mãos macias e delicadas cobrirem seus olhos, ele podia sentir algo macio encostar em suas costas e uma doce fragrância invade o olfato do alemão.

- Adivinha quem é? – Uma doce voz entra no ouvido de Alemanha, fazendo-o arrepiar um pouco. Ele leva as mãos sobre as mãos que cobriam sua vista e as retira delicadamente.

- Sérvia? – Ele diz prontamente e assim que ele a chama pelo nome, a garota sai de trás dele e senta-se ao seu lado. – Como você está?

- Muito bem, graças a você. – Ela tinha um sorriso encantador, que parecia hipnotizar o alemão.

- Ah... Eu não fiz nada... – Dizia ele um pouco envergonhado, mas tentando disfarçar, enquanto tirava os óculos que usava. – Mas o que traz você aqui?

- Bem, eu queria poder lhe agradecer de alguma maneira, então fiz isso para você na aula de atividades domésticas. – Sérvia desvia o olhar dos olhos de Alemanha. Ela estava com as maças do rosto rubras, deixando-a mais encantadora aos olhos do alemão. – Por favor, aceite!

Sérvia dá a caixa de tamanho médio para Alemanha que, surpreso, a pega e nota que a garota teve até o cuidado de fazer uma fita com as cores que ele gostava.

- Ora, obrigado Sérvia. Não precisava ter se dado ao trabalho. Posso abrir? – Pergunta Alemanha um pouco mais descontraído.

- Sim, foi a primeira vez que fiz, então... Perdoe-me se não estiver do seu agrado. – Ela sorri tímida para Alemanha que rapidamente e com cuidado, abre o embrulho. Tirando a tampa da caixa, ele vê vários Plunder-Rosinenschnecke muito bem decorados. O cheiro estava maravilhoso também.

- Plunder-Rosinenschnecke! Faz muito tempo que não como esse doce! – Alemanha estava um pouco nostálgico. – Realmente Sérvia, os boatos de você ser uma grande cozinheira são muito sólidos.

- O-Obrigada... – Ela tenta ficar um pouco mais à vontade. Enquanto a garota tentava não parecer nervosa, Alemanha come um dos doces e fica encantado com o sabor.

- Delicioso! Igual aos lá de casa... Muito obrigado, Sérvia. – Alemanha agradece e coloca a mão levemente sobre a cabeça de Sérvia. – Você é uma boa menina.

- ... – Ela fica ainda mais envergonhada e, por fim, decide se levantar, ajeitando o uniforme no corpo. A garota fica de frente para Alemanha e aproxima seu rosto do dele, dando um beijo na testa do loiro alemão. – Obrigada, você deve ser um anjo da guarda...

Aquela ação de Sérvia surpreende Alemanha. Ele a olha com mais atenção e nota o quão diferente era aquela mulher, diferente de tudo que ele tinha visto, parecia um anjo. Sérvia segue em direção à saída e deixa um Alemanha surpreso para trás.

- Em que roubada eu fui me meter... – República Tcheca reclamava. Ela havia sido arrastada por Inglaterra para a área florestal da Academia, pois, segundo ele, havia encontrado pistas de mais pergaminhos mágicos.

- Ora, ora... Se anime República Tcheca! Você irá testemunhar o meu grande poder mágico e, assim, irei esmagar aquele ianque maldito! – Inglaterra dizia animado, enquanto vasculhava alguns arbustos.

- Você é um idiota... – Suspira República Tcheca.

- Você ainda está chateada com o que aconteceu na piscina? Eu já pedi desculpas, não era intenção machucar ninguém, só queria assustar o América...

- Enfim, Inglaterra... O que era mesmo a pista para o pergaminho? – Desconversa a garota e Inglaterra tira do bolso da calça um pequeno papel dobrado.

- Olhe, é um mapa... Está vendo essas marcas pretas? Se parecem com a floresta da academia e... – Antes de terminar de explicar, Inglaterra percebe que República Tcheca estava começando a ficar com o rosto um pouco engraçado, ela dá uma grande gargalhada e o inglês fica sem entender o motivo.

- Você é muito idiota mesmo! Isso não é um mapa, Inglaterra... Isso é um recibo de compra, com manchas de chocolate... – República Tcheca dizia rindo e Inglaterra vê, incrédulo, sua pista se tornar nada menos que um recibo antiquíssimo.

- AHH!!!!! – Inglaterra rasga o recibo todo e começa a falar vários palavrões em inglês, chegando até a dar um pouco de pena em República Tcheca, que se aproxima de Inglaterra e dá um beijo no rosto dele.

- Ânimo seu inglês lerdo, já que estamos aqui, vamos ao menos ver se achamos algumas frutinhas. Pedirei para a Sérvia fazer algo bem gostoso para nós. – Quando queria, República Tcheca também podia ser gentil. Aquela atitude da moça faz Inglaterra se animar e agradecer por ter uma companhia como a da garota.

- República Tcheca, você é demais! – Comemora Inglaterra. – Vamos pedir para ela fazer Scones!

- É... Não.

- Ahhh, você é cruel República Tcheca! – Inglaterra começa a reclamar de novo e República Tcheca o arrasta pela floresta, se perguntando novamente em que furada ela foi cair.

O maestro do clube de música havia liberado a turma mais cedo e por isso Áustria e Eslováquia decidiram ir tomar um chá no refeitório da Academia. Eles conversavam animadamente sobre a obra que iriam tocar com o clube, até que Prússia senta-se na mesma mesa que eles.

- Casal da música... Bom ver vocês aqui. – Começa Prússia. – Eu e a Hungria ganhamos um convite para jantarmos naquele restaurante novo da cidade e podemos levar um casal com a gente. Logo, sintam-se intimados a ir.

- Obrigado, Prússia, mas recusamos. – Áustria é direto.

- Ora, Áustria, que grosseria de sua parte. Eu estou sendo gentil em convidar o casal para jantar. Não vai me dizer que não quer fazer um mimo à Eslováquia, afinal, ela é sua namorada, né?

- Prússia, nos aceitamos de bom grado. Agradeça à Hungria por nós, apenas nos diga o dia e o horário. – Eslováquia resolve por decidir ir. Afinal, se estavam fingindo, precisavam fingir bem.

- Sua namorada é mais educada que você, Áustria. – Comemora Prússia. – Então, Eslováquia, será nesse domingo às 19h. A gente se encontra no hall principal da academia.

- Estaremos lá, Prússia. – Afirma Eslováquia e Áustria a olha sem entender o aceite da garota.

- Ótimo! Então até lá! – Despede-se Prússia.

- Eslováquia, por que você aceitou? Não vai ser muito agradável...

- Áustria, é uma ótima oportunidade para você mostrar à Hungria que não precisa dela. Certamente ela vai querer voltar para você.

- Você acha mesmo?

- Definitivamente. Por isso, tire seu terno mais bonito do armário e deixe tudo certinho para o domingo. – Eslováquia sorri e Áustria retribui.

- Sim!

O quarto estava uma bagunça, havia peças de roupas espalhadas por todo o local. Sérvia estava rolando na cama, de um lado para o outro, enrolada no fino lençol branco, até França finalmente sair do banheiro, com uma toalha enrolada na cintura e outra sobre os ombros. Ele deita na cama e se aninha com Sérvia.

- Foi ótimo, como sempre meu docinho bálcã. – França beija a bochecha de Sérvia que agora se levantava, fazendo o lençol descobrir seus fartos seios. Algumas mechas dos longos cabelos estavam cobrindo um pouco dos mesmos. – Ahh... Não precisa se levantar, ainda temos tempo...

— França... A gente tem aula, foi uma loucura me trazer para seu quarto, alguém pode ter visto a gente... – Sérvia estava com as maçãs do rosto levemente coradas e parecia preocupada, fazendo com que França a abraçasse forte.

- Fica comigo, eu te amo. – França diz ao pé do ouvido da moça que é pega de surpresa.

- França... – Sérvia sorri lindamente e se aninha mais nos braços de França. Aquele era o melhor momento que ela havia tido com ele, desde que começaram a namorar. Sérvia estava muito feliz, só que aquele momento dura pouco pois há batidas na porta do quarto.

- França~ — Uma voz feminina o chama. – Você está aí? Sou eu, Seychelles... Vim lhe entregar aquele CD que me emprestou...

- E agora, França? – Sussurra Sérvia aflita.

- Ah, não se preocupe, não estamos fazendo nada que namorados não façam... – França se levanta da cama e caminha até a porta.

- V-Você vai recebê-la assim? – Pergunta Sérvia sem entender a ação do francês.

- Ah, Seychelles está acostumada a me ver assim, não se preocupe. – França sorri.

- O que... O que disse ? – Sérvia fica surpresa, o que aquilo queria dizer? Só que não houve muito tempo para pelo menos ela vestir-se, França abriu a porta e Seychelles entrou.

- Ahhh, por isso que você não estava na aula, não é? E cuidado Sérvia, o Fran é insaciável. – Diz Seychelles passando o dedo indicador sobre o peito do francês, fazendo com que a expressão da garota não fosse nada amigável.

- Sey, pare de provocar a Sérvia. Me dê o CD e vá embora. – Pede França e Seychelles obedece, depois de trocar mais algumas palavras com França, a morena deixa o quarto. – Ah, Sey, não mesmo... Hã, o que foi meu docinho?

França vê que Sérvia havia levantado da cama e pegava suas peças de roupas espalhadas pelo quarto. Ela não o respondia, apenas pegava todas as suas coisas e saía do quarto, enrolada no lençol.

- Sérvia... Se é por causa da Seychelles, não ligue... Ei...

- A gente se vê depois... – Diz a garota de forma seca e fecha a porta do quarto atrás de si, deixando França sozinho.

- Sérvia... – O francês fica preocupado. Será que ele fez errado em receber Seychelles daquela forma? Mas para ele era normal...

Por sorte, Sérvia conseguiu chegar ao dormitório feminino sem maiores problemas, ela se trancou no quarto e se deitou na cama, havia ficado magoada com a cena de minutos atrás. Não estava acostumada com aquilo.

- Sério? Nossa... Acho que foi um pouco demais. – Comenta Bélgica com Seychelles que contava entre risos o que fizera à Sérvia. Por sorte, França havia ajudado também.

- Que nada, ela mereceu por roubar o França... – Resmunga Seychelles.

- Como é que é? – Uma voz séria chama a atenção das duas, era Eslováquia.

- Ah, oi, Eslováquia! – Cumprimenta Bélgica um pouco sem graça.

- Ih... – Resmunga Seychelles, parecia que a garota de olhos azuis havia escutado a conversa. – Ah, como vai Áustria, Eslováquia?

- ... – Áustria estava ao lado de Eslováquia e havia ouvido a conversa também, os quatro estavam no hall de entrada da Academia.

- Escuta aqui... – Eslováquia pega Seychelles pela gola da camisa do colete do uniforme. – Se fizer algo à minha amiga... Eu quebro você em duas !

- C-Calma Eslováquia... – Áustria chega perto de Eslováquia e faz com que ela solte Seychelles. A morena estava assustada com a reação da Eslováquia.

- V-Vamos embora Sey... – Bélgica também estava assustada e, pegando Seychelles pelo braço, sai daquele local.

- Eslováquia... – Áustria não sabia o que dizer.

- Essa Seychelles... Algo me diz que preciso ficar de olho nela... – Eslováquia estava séria, desde que conheceu Seychelles, não sentiu confiança na morena.

Notas finais
Glossário:
Plunder-Rosinenschnecke - Doce típico alemão preparado com massa em formato de caracol, recheado com uva passa e decorado com listras de açúcar de confeiteiro;
Scones - É um pãozinho redondo de origem escocesa;
Aru - Pronúncia utilizada pelo China ao final de suas falas.